Petit Gateau é recontratado pela Globo para a Copa do Mundo 2026

Sem emprego desde o Mundial de Clubes, gato mais Enzo do futebol vai atormentar as transmissões devido ao favoritismo de sua Seleção ‘Le Bleu

Foto: Globoplay

Tem personagens que surgem meio sem pretensão e, quando você percebe, já viraram patrimônio emocional da TV. É exatamente o caso do Petit Gateau, o gato de pelúcia mais carismático que a TV Globo inventou nos últimos tempos. Ele apareceu ali, todo discreto, no meio dos cavalinhos daquele quadro que nasceu no Fantástico e depois ganhou espaço na Central da Copa… e pronto: conquistou o público com um miado e um sotaque francês duvidoso.

Criado originalmente para as Olimpíadas de Paris 2024, Petit Gateau era só mais uma ideia divertida pra dar leveza à cobertura. Mas como todo bom personagem improvável, ele ultrapassou o roteiro. Virou meme, virou assunto nas redes e, principalmente, virou companhia — aquela figurinha que você espera aparecer, mesmo sem saber exatamente o que ele vai fazer. Porque convenhamos: um gato de pelúcia comentando esporte com ar blasé já é entretenimento por si só.

Foto: TV Globo

Aí veio o plot twist: no Mundial de Clubes, ele ressurgiu, assumidamente torcedor do Paris Saint-Germain. Claro, né? Um gato francês da categoria “Enzo” não iria torcer para outro time. Com seu “très chic” improvisado, Petit Gateau reforçou o personagem e provou que não era só hype olímpico — ele tinha fôlego pra continuar relevante. Mesmo assim, após a derrota do P$G na final para o Chelsea, ficou um tempo “sem contrato”, perdido no almoxarifado da emissora carioca.

Mas ele voltou, forte como Napoleão. Recontratado para a Copa do Mundo FIFA de 2026, Petit Gateau já chega com status de veterano e com uma missão: acompanhar a sua seleção, a França, que vem fortíssima na briga pelo sonhado tricampeonato. No fim das contas, pouco importa o placar — o que a gente quer mesmo é ver o gato mais elegante (e levemente debochado) da televisão brasileira circulando de novo. Porque se tem uma coisa que o esporte ensinou nos últimos anos, é que às vezes o verdadeiro protagonista não está em campo… está no cenário, miando com sotaque francês.

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