De roqueiro a devoto: Quem são os técnicos que mais chamam atenção na Libertadores 2025

Cada patacoada que eles arrumam, que só vendo…

• Leonel Álvarez – Bucaramanga: Mais parece ter surgido de uma banda de thrash metal. Seu estilo é o mesmo de seus tempos de jogador, mas dessa vez os cabelos grisalhos, a cara de mal e as tatuagens o deixaram ainda mais roqueiro. Conhecido por priorizar a solidez defensiva e transições rápidas ao ataque, o técnico quer fazer boa campanha com o time colombiano na Libertadores;

• Segundo Castillo – Barcelona de Guayaquil: Ele roubou a cena desde a pré-Libertadores contra o Corinthians, pelo estilo elegante de se vestir para cada jogo. Parece que vai pro Oscar toda vez que entra em campo. O treinador implementa uma estratégia ofensiva com pressão constante e controle de bola, como evidenciado na vitória que o colocou na fase de grupos da competição;

• Gustavo Costas – Racing: Religioso desde criança, sua fé faz toda diferença na sua carreira desde seus tempos no futebol paraguaio. Mesmo treinando cada time tranqueira, ele sai com a vitória de forma inexplicável. É uma versão de Solange Bichara (presidente da Mocidade Alegre) no futebol, carregando centenas de terços em todos os jogos. Gustavo utiliza o esquema 3-5-2, enfatizando alas ofensivos e um meio-campista criativo, resultando em um time eficiente contra clubes brasileiros principalmente;

• Omar de Felippe – Central Córdoba: Charmoso, ele tem uma das histórias mais legais entre os treinadores dessa temporada. De Felippe foi combatente do Exército argentino na Guerra das Malvinas. Ano passado venceu a Copa Argentina e classificou a equipe para a Libertadores. O DT foca em uma defesa organizada e aproveitamento de bolas paradas;

• Abel Ferreira – Palmeiras: Chamado por muito de bruxo ou de ter pacto com o demo, antes suas vitórias eram surreais, dando realmente margem para os boatos de que fazia rituais nos intervalos para vencer. O pacto parece ter acabado, pois até o Cavalinho do Palmeiras anda sem desculpsas para a atual fase do time. Abel adota um estilo de jogo pragmático e eficiente, com ênfase na solidez defensiva, pressão alta e transições rápidas, geralmente utilizando o esquema 4-2-3-1;

• Jorge Almirón – Colo-Colo: Vice da Libertadores por duas vezes, suas aulas com profe Ricardo La Volpe estão fazendo falta há tempos. Mas segue sendo galã no futebol chileno – o que não é muito difícil. Almirón desde seu trabalho no Lanús prefere um futebol ofensivo e de posse, buscando controlar o jogo e criar oportunidades através de movimentação intensa. Também utiliza as linhas lavolpianas como estilo de jogo;

• Néstor Gorosito – Alianza Lima: Recentemente sua frase para definir “La Bombonera” virou meme da torcida e serviu de recado para uma mística do estádio do Boca que não funciona mais. Conhecido por priorizar a posse de bola e um jogo ofensivo, Gorosito está visando devolver o Alianza Lima ao topo do futebol peruano;

Eduardo Domínguez – Estudiantes de La Plata: Parece ator de filme de suspense que no final não tem nenhum plot-twist interessante. Valoriza a organização defensiva e transições rápidas para o ataque. Sua influência do futebol de Santa Fe (especialmente do Colón), revitalizou o Estudiantes e busca voos altos nessa temporada;

Javier Rabanal – Independiente del Valle: Importado da Espanha, tenta ser o Ismael Rescalvo 2.0 do futebol equatoriano. Focado em um futebol de posse e flexível no estilo da escola holandesa, onde se fez treinador, coloca o time para se adaptar se às circunstâncias do jogo. Com ênfase na formação de jovens talentos, também quer deixar um legado nessa nova geração do país;

Fabián Bustos – Universitario: Matemático apaixonado por números e estatísticas, sua paciência é o que mais chama atenção à beira do gramado. Mas também é sistemático com tudo no trabalho. Aposta em um estilo de jogo direto e físico, explorando jogadas aéreas e bolas paradas. Tem vício em crias estratégias para derrotar os adversários;

Martín Palermo – Olimpia: Está aqui por ser meu xará e pela beleza. Brincadeira. No ano passado venceu seu primeiro título como treinador, que promete ser o de muitos em uma carreira construída na escola Bianchista onde se moldou. Incentiva um ataque posicional, com construção paciente e aproveitamento de espaços em campo. É um dos técnicos mais promissores do continente;

Diego Aguirre – Peñarol: Um técnico simpático fora de campo, mas dentro se torna um gladiador. Tem métodos de supertição para cada jogo, o que ajuda em sua eficiência tática. Combina solidez defensiva com contra-ataques rápidos, utilizando linhas compactas. Levou o Peñarol longe no ano passado e quer repetir o feito;

Filipe Luis – Flamengo: Com o cabelo mais invejado do Brasil, atualmente é o melhor técnico da nova geração – o que também não é muito difícil pela qualidade baixa dos colegas. Defensivamente, posiciona o time bem e antecipa jogadas, enquanto no ataque contribui com jogadas precisas e apoio constante, sem depender tanto do adversário. Pode surpreender muito na competição e tomara que não chamem ele pra tranqueira da seleção brasileira;

• Marcelo Gallardo – River Plate: Tão elegante quando o técnico do Barcelona SC, Gallardo tem seu estilo próprio de se vestir e sempre está atento em tratar bem quem está a sua volta. Ele implementou um estilo de jogo intenso, ofensivo e dinâmico. Seu time se destaca pela pressão alta, controle da posse de bola e transições rápidas. River é o time argentino mais bem preparado para a Libertadores e quer voltar a vencer;

Javier Gandolfi – Atlético Nacional: Os ares de Medellín só deixou Javier mais bonito. Parece ator mexicano das novelas que o SBT adora passar nas tardes da TV. O técnico enfatiza a posse de bola e construção desde a defesa, promovendo um jogo ofensivo equilibrado;

Guillermo Schelotto – Vélez Sarsfield: Tem cara de vocalista daquelas bandas com nomes estranhos que toca uma vez no Lollapalooza e somem. Um pamonha que não aprendeu nada com Bilardo e Bianchi, pois sempre perde como um bielsista. Prefere um futebol ofensivo com pressão alta e transições rápidas, buscando dominar o adversário. O que raramente tem conseguido!

Qual eles é seu favorito para acompanhar na Libertadores desse ano?

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