Principal estrela do Lolla, Sabrina Carpenter fará maior show de sua carreira no Brasil

Após espetáculo na Argentina, Sabrina quer entregar seu maior show pelas Américas em Interlagos

Foto: Instagram

Se tem um nome que resume o momento pop atual, esse nome é Sabrina Carpenter. Em meio a um line-up mediano, ela desponta como a grande atração do Lollapalooza Brasil neste ano. E não é exagero: o show que ela prepara para o país promete ser o maior de sua carreira na América Latina — mais longo, mais elaborado e com aquela sensação de “estamos vendo história sendo feita ao vivo”. O setlist também vai ser especial.

A virada de chave da pequena loira veio com “Espresso”. Foi ali que Sabrina deixou de ser apenas uma promessa para se tornar uma realidade incontestável no pop mundial. A música viralizou, dominou playlists e redes sociais, e, mais do que isso, apresentou uma artista segura, irônica, feliz e extremamente consciente da própria identidade. “Espresso” não só mudou sua carreira — redefiniu sua posição na indústria.

E quando você soma isso a faixas como “Taste”, “Please Please Please” e “Manchild”, o resultado é uma sequência de hits que consolidam um estilo próprio: pop afiado, inteligente e cheio de personalidade. Sabrina encontrou o equilíbrio raro entre ser comercial e autêntica — algo que poucas conseguem sustentar por tanto tempo.

Não à toa, muita gente já enxerga nela uma espécie de “herdeira natural” de Taylor Swift. Não por ter sido apenas revelada pela loirinha, mas por entender o jogo: narrativa, conexão com o público e domínio do próprio repertório. Sabrina é, sim, essa “cria perfeita de Taylor” — uma artista que bebe da fonte certa, mas entrega com identidade própria.

E talvez o mais curioso de tudo seja o contraste: mesmo sendo baixinha, Sabrina Carpenter se agiganta no palco. Sua presença é magnética, sua entrega é intensa e sua confiança transborda em cada performance. No fim das contas, tamanho nunca foi documento — e Sabrina prova, show após show, que já é gigante onde realmente importa, no palco e na indústria musical.

Devoradores de Estrelas: Filme proporciona experiência absurda e supera ‘Interestelar’

Ryan Gosling brilha sozinho ao lado de ser extraterreste. História é envolvente, inteligente e não precisa de explicação do Sergio Sacani pra entender

Foto: Sony Pictures

Tem filme que a gente assiste, e tem filme que a gente sente. Devoradores de Estrelas entra fácil na segunda categoria. Em uma temporada cheia de grandes lançamentos neste 2026, poucos vão conseguir provocar o mesmo impacto que essa obra ambiciosa, intensa e surpreendentemente humana. É daqueles raros casos em que a ficção científica não se perde na grandiosidade visual e consegue equilibrar emoção, tensão e reflexão de um jeito quase hipnótico.

Muito disso passa por Ryan Gosling. Simplesmente impecável. Talvez seja cedo pra cravar com absoluta certeza, mas é difícil não olhar para esse papel como o melhor da carreira dele até agora. Ele entrega camadas, fragilidade, humor e desespero de uma forma tão natural que você esquece que está vendo um ator — parece que ele está vivendo tudo ali, no limite. É o tipo de atuação que carrega o filme nas costas sem esforço aparente.

E o mais interessante é como Devoradores de Estrelas consegue ser, ao mesmo tempo, um espetáculo visual e uma experiência íntima. Enquanto muitos filmes do gênero apostam apenas no “olha isso aqui que incrível”, esse aqui faz você se importar. Faz você pensar. Faz você sentir o peso de cada decisão, de cada silêncio, de cada escolha impossível. É cinema que conversa com quem está assistindo, não só impressiona.

Pode parecer ousado dizer isso, mas não é exagero: é melhor que Interestelar. E não porque seja maior ou mais complexo, mas porque é mais direto, mais emocional e, de certa forma, mais corajoso. E não precisa de nenhum video com explicação do Sergio Sacani pra entender. Devoradores de Estrelas não tenta ser lembrado — ele simplesmente é inesquecível. Vale o combo com pipoca, refri e chocolate no cinema, além dos salgadinhos da Americanas. Assistam!

Feliz cumpleaños, Maestro Bilardo

Maior técnico da história da Argentina, ‘el doctor’ completa 88 anos de vida, enfrentando doença degenerativa

Foto: Clarín Deportes

O maestro mor do futebol, Carlos Bilardo completou nesta semana, 88 anos de vida. Figura emblemática do futebol argentino, ele não é apenas lembrado pelos títulos, mas principalmente por ter criado uma filosofia própria dentro do esporte. Para muitos, é o maior treinador da história da Seleção Argentina, alguém que transformou a forma de competir e pensar o jogo, sempre com um olhar obsessivo pelos detalhes e pela vitória. “El doctor” foi um técnico muito além dos gramados, usando sua profissão, a Medicina, para ter um estilo diferenciado e uma visão única que o fez ser lendário.

A consagração máxima veio na Copa do Mundo FIFA de 1986, quando liderou a Argentina ao título mundial, tendo como grande protagonista Diego Maradona. A conquista não apenas eternizou seu nome, como também consolidou o chamado “Bilardismo” — uma escola que valoriza estratégia, disciplina tática e o resultado acima de qualquer estética. Bilardo não queria só ganhar, queria controlar cada variável possível dentro de um jogo. Da sua ‘escola’ saíram devotos como Diego Simeone, Carlos Bianchi, Diego Dabove, Lionel Scaloni e Alejandro Sabella.

Mas a genialidade de Bilardo sempre veio acompanhada de histórias peculiares, quase folclóricas. Uma das mais conhecidas aconteceu em 2004, quando, comandando o Estudiantes de La Plata, deu uma mistura de coca-cola com cafiaspirina ao jogador Marcos Angeleri durante uma partida contra o Quilmes. A ideia? Ajudar na recuperação física, o acordar e manter o atleta em campo, evidenciando seu estilo nada convencional e sua disposição de ir além dos métodos tradicionais.

Atualmente, Bilardo enfrenta uma doença degenerativa desde 2014, vivendo de forma mais reservada em casa, cercado de cuidados e carinho. Ainda assim, segue recebendo visitas frequentes, especialmente de ex-jogadores daquela geração histórica de 1986, que fazem questão de retribuir tudo o que ele representou em suas carreiras. Nos últimos anos, seu estado tem sido considerado estável, dentro das limitações da doença, e há um conforto simbólico que emociona: ele pôde ver e reconhecer a conquista da Seleção Argentina na Copa do Mundo FIFA de 2022.

Existe uma imagem marcante dele, sentado no sofá, assistindo a uma entrevista de Lionel Messi com a taça nas mãos — um retrato silencioso de alguém que ajudou a construir o caminho para que a Argentina voltasse ao topo do mundo. Entre a genialidade e a obsessão, Bilardo construiu uma carreira que vai muito além das quatro linhas. Sua influência segue viva no futebol argentino até hoje, dividindo opiniões, mas sempre impondo respeito. Afinal, poucos treinadores conseguiram deixar uma marca tão forte, criando não só um time vencedor, mas uma verdadeira forma de enxergar o futebol.

(Foto feita na última segunda (16), dia em que Bilardo comemorou seu aniversário em casa)

Venezuela conquista Mundial de Beisebol pela primeira vez

País apaixonado pelo esporte com estádios impecáveis derrotou os Estados Unidos em Miami

Foto: Televisa Deportes

Em uma final eletrizante do Clássico Mundial de Beisebol 2026, disputada em Miami, a seleção venezuelana venceu os Estados Unidos por 3 a 2 e conquistou, pela primeira vez, o título mais importante do beisebol internacional. Mais do que um troféu, foi um marco simbólico para um país apaixonado pelo esporte e acostumado a formar grandes talentos que brilham na Major League Baseball. Definitivamente o dia 17 de março de 2026 entrou para a história do esporte mundial — e principalmente da Venezuela.

Dentro de campo, o jogo foi digno de final. A Venezuela abriu vantagem ainda nas primeiras entradas, controlando bem o ataque americano com um sistema de arremessadores consistente. Mas, quando tudo parecia encaminhado, os Estados Unidos reagiram no oitavo inning com um home run de Bryce Harper, empatando a partida e levando a tensão ao limite. Foi então que, na nona entrada, brilhou a estrela de Eugenio Suárez, que bateu o double decisivo, garantindo a corrida da vitória. No fechamento, o arremessador Daniel Palencia selou o triunfo com autoridade, diante de um estádio tomado por torcedores venezuelanos.

O título tem um peso ainda maior quando se entende o que o beisebol representa para a Venezuela. O esporte é, ao lado do futebol, uma das maiores paixões nacionais, com forte presença cultural, social e até identitária. De bairros humildes a grandes ligas, o beisebol sempre foi uma via de ascensão e orgulho para milhares de venezuelanos. Não por acaso, o país é um dos maiores exportadores de talentos para a MLB, e essa conquista no cenário mundial funciona como uma consagração coletiva de décadas de investimento, talento e amor pelo jogo. Além disso, seus estádios tem estrutura nível LA Dodgers.

Fora das quatro linhas, a vitória também ganhou contornos simbólicos. Em meio a tensões políticas e episódios recentes envolvendo os Estados Unidos e a Venezuela, o resultado foi interpretado por muitos como uma espécie de revanche esportiva — um momento em que o país sul-americano superou, ao menos no campo simbólico, uma potência global. Ainda que o esporte não resolva conflitos geopolíticos, ele tem o poder de unir, emocionar e ressignificar narrativas. E, naquela noite em Miami, a Venezuela não venceu apenas um jogo: venceu um capítulo da sua própria história.

River Plate: Coudet estreia com vitória e já imprime seu estilo de jogo

Los millonarios venceram o Huracán no Estádio Tomás Ducó com gols de Driussi e Montiel

Foto: TyC Sports

A estreia de Eduardo Coudet no comando do River Plate começou com vitória. Jogando no tradicional Estádio Tomás Adolfo Ducó, em Buenos Aires, o River venceu o Huracán por 2 a 1, dando os primeiros sinais do que o treinador pretende implementar na equipe. Foi um jogo de estreia com alguns ajustes ainda em andamento, mas já com ideias claras dentro de campo.

Coudet armou o River no esquema 4-2-3-1, estrutura que costuma privilegiar intensidade na pressão e movimentação constante no ataque. O time tentou ocupar o campo ofensivo e acelerar as transições, características marcantes do estilo do treinador. Dentro desse desenho, o River encontrou seus gols com Sebastián Driussi e Gonzalo Montiel, que garantiram o resultado positivo logo na primeira partida da nova era.

Apesar da vitória, ficou claro que a equipe ainda está em fase de adaptação ao modelo de jogo. O River conseguiu chegar ao ataque em diversos momentos, mas ainda carece de maior precisão nos encaixes das jogadas e, principalmente, nas finalizações. A construção ofensiva mostrou bons sinais, mas a definição das jogadas ainda precisa evoluir para transformar volume em gols.

Para um primeiro jogo, no entanto, o saldo é positivo. Vencer fora de casa contra um adversário tradicional como o Huracán sempre tem peso, ainda mais em um cenário de início de trabalho. Agora, o desafio de Coudet será ajustar os mecanismos ofensivos e dar mais fluidez ao time para que o River consiga transformar sua proposta de jogo em um futebol mais contundente nas próximas rodadas.

A próxima parada já tem data e palco especial: a estreia de Coudet diante da torcida no Monumental de Núñez será neste domingo, contra o Sarmiento, no que promete ser o primeiro grande teste do novo River dentro de casa. A torcida tem se mostrado ansiosa para a nova era do clube, dessa vez longe de Gallardo! ⚽

Duas Paixões: Duo de Silvânia Aquino e Berg Rabelo é o grande projeto do forró neste ano

Parceria foi um acerto da Camarote Shows assim que Silvânia deixou a banda Calcinha Preta

Silvânia Aquino e Berg Rabelo decidiram unir duas histórias gigantes do forró em um mesmo palco. O projeto Duas Paixões nasceu como uma das grandes apostas do gênero em 2026, reunindo dois intérpretes que marcaram época e carregam repertórios que fazem parte da memória afetiva do público nordestino. A ideia ganhou força logo após a saída de Silvânia da banda Calcinha Preta, o mais importante grupo da história do forró eletrônico, abrindo espaço para um novo capítulo em sua carreira.

A virada veio quando Silvânia passou a integrar o casting do escritório Camarote Shows, comandado por Wesley Safadão. A partir daí surgiu a ideia de colocá-la ao lado de Berg Rabelo, outro nome de peso do forró, dono de uma trajetória consolidada e de uma voz que marcou inúmeros sucessos do gênero. A proposta é simples e poderosa: dois artistas consagrados, dois repertórios gigantes, duas vozes únicas e uma turnê que mistura nostalgia, romantismo e uma energia absurda de palco.

A primeira pista pública de que algo grande estava por vir aconteceu no ano passado, durante um show de Taty Girl. Em um momento emocionante, ela convidou Silvânia para subir ao palco, cantou ao lado da amiga e ainda fez uma homenagem tocante logo após a saída da cantora da Calcinha Preta. Foi a própria Taty quem revelou ao público que Silvânia preparava um novo projeto ao lado de Berg Rabelo, despertando imediatamente a curiosidade e a expectativa dos fãs do forró.

Agora, com o projeto Duas Paixões oficialmente lançado, o mercado do forró observa com atenção. Silvânia Aquino e Berg Rabelo representam uma geração e duas trajetórias que ajudaram a construir o gênero mais popular do país como ele é hoje. A aposta da equipe de Safadão é certeira: juntar dois gigantes, valorizar os grandes sucessos e entregar ao público um espetáculo que mistura história, emoção e potência vocal. Tudo indica que o Duas Paixões tem tudo para o grande projeto do ano, se tornando uma das maiores movimentações do mercado do forró neste ano.