Categoria: Televisão

Xaropinho ganha mais espaço no SBT conquistando novas gerações

Foto: @xaropinhooficial_

O mascote Xaropinho é um dos personagens mais icônicos da televisão brasileira. Ele faz parte da infância dos mileniuns e da geração Z. O boneco, um rato irreverente e divertido que fala tudo o que pensa, foi idealizado por Eduardo Mascarenhas para o Programa do Ratinho. Seu jeito irreverente, bordões marcantes como “Rapaaaaz!”, e suas interações bem humoradas com o apresentador logo conquistaram o público, tornando ele peça fundamental no programa.

O sucesso foi tão grande que Xaropinho ultrapassou os limites do Programa do Ratinho e se transformou em uma marca por si só. Prova disso foi o lançamento do achocolatado Xocopinho, que reforçou ainda mais sua popularidade entre as crianças e os fãs do personagem. Quem não comprou esse achocolatado e nunca mais quis saber do Nescau? Além do Xocopinho, o ícone Xaropinho agora tem bonecos, pelúcia, almofadas, camisetas e tudo que dá pra fazer com sua imagem. Muitos inclusive fazem festa de aniversário com seu tema.

Nos últimos tempos, Xaropinho tem ganhado ainda mais espaço na televisão, agora como jurado no Programa Silvio Santos com Patrícia Abravanel. Sim, ele é jurado e tem até música: O Xaropinho lá, lalala lala… Sua presença traz um toque especial e divertido ao programa, cativando tanto antigos fãs quanto um novo público. Suas piadas então, seguem atuais e engraçadas com um humor genuíno que ele sabe fazer. Com sua voz característica e comentários engraçados, ele se consolidou como uma figura querida na TV brasileira, provando que, mesmo após décadas, Xaropinho continua sendo um verdadeiro fenômeno. Xaropinho também já havia participado de outros programas da casa, como aquela apresentado pela Carla Pérez nas tardes de sábado. Ele sabia dançar todas as músicas!

Mas o personagem quando precisa também sabe emocionar. Xaropinho quando perdeu seu amigo Louro José prestou uma fofa homenagem junto ao apresentador Ratinho para Tom Veiga. No programa do patrão, o boneco ganha vida fazendo comentários no quadro do bexigão e zoando os cantores que vão ao Boteco do Ratinho – principalmente duplas que não sabem cantar “Amargurado” de Tião Carreiro. Isso quando ele não inventa cantat músicas para o apresentador e ele fica bravo, arremessando até o sapato no Xaropinho. O entrosamento deles é único, do nível de Palmirinha e boneco Guinho. Com toda sua alegria e espontaneidade, Xaropinho atravessa gerações e conquista o público cada vez mais por ser como é, fazendo seu trabalho de forma icônica.

Além do sucesso na televisão, Eduardo Mascarenhas, criador e intérprete de Xaropinho, também se dedica a um trabalho voltado para a fé e a espiritualidade. Ele leva o personagem para eventos em igrejas, usando o humor como ferramenta para transmitir mensagens motivacionais, de fé e de valores cristãos do jeito irreverente que sabe fazer. Essa faceta menos conhecida de Xaropinho mostra como o boneco vai além da comédia, conquistando públicos diversos e reforçando sua importância, não só no entretenimento, mas também em iniciativas sociais e educativas. Por essas e outras façanhas, Xaropinho é um ícone que já entrou para a história do entretenimento, trazendo alegria como ninguém.

Foto/Reprodução: Instagram

Galvão estreia em alto estilo na Band e se torna melhor opção para as segundas

Foto: Arquivo Pessoal

A estreia de “Galvão e Amigos” na Band era um momento muito esperado desde sua contratação, e eu, claro, fui conferir. No começo, parecia que seria um monólogo do Galvão – e vamos combinar, isso não seria nenhuma surpresa. Mas, com o tempo, ele conseguiu dar espaço para os convidados, e aí o programa engrenou de vez. Com Mauro Naves, Falcão, Casagrande e o convidado especial, Ronaldo, na roda, a conversa fluiu como um bom papo de resenha futebolística deve ser. O melhor de tudo: Sem a bagunça e a barulheira que certos concorrentes oferecem.

Um dos pontos altos da noite foi a pancada na CBF e na seleção brasileira. Com razão, porque a fase é desastrosa e merece mesmo ser questionada. Mas não ficou só nisso. Ronaldo contou os segredos de sua candidatura à presidência da entidade não ter saído do papel. O programa soube equilibrar bem as críticas com boas lembranças do passado, aquelas histórias que fazem qualquer fã de futebol sorrir. Detalhe importante no decorrer da atração: Ele não citou o Ayrton Senna em nenhum momento aleatoriamente – um dia de paz para o piloto no céu.

Se compararmos com o antigo “Bem, Amigos”, a diferença é gritante. No Sportv, tinha gente que não agregava em nada, pelo contrário, atrapalhava o Galvão e deixava o programa mais arrastado do que deveria ser. Agora, na Band, com um time mais afiado e participativo, o formato ficou muito mais solto e divertido. Tem debate, tem conversa boa, tem alfinetadas, tem nostalgia e, principalmente, tem conteúdo de verdade.

Tenho minhas críticas ao Galvão, como muita gente tem. Às vezes ele exagera em certas coisas, se alonga demais, cita pessoas em vão, mas não dá para negar: quando o assunto é contar histórias e mediar debates, ele é imbatível. Nem vemos o tempo passar. E, gostem ou não, ele segue sendo o maior narrador em atividade no Brasil. A forma como ele conduz as discussões e traz emoção para qualquer assunto, seja como apresentador ou como a voz dos jogos, é um diferencial que ninguém mais tem.

Com essa estreia, “Galvão e Amigos” se firma como a melhor opção para as noites de segunda-feira. Tem carisma, tem informação e acima de tudo, tem aquele espírito de resenha que todo amante do futebol gosta de acompanhar após um fim de semana cheio de jogos. Se mantiver esse ritmo, Galvão vai voar sem concorrência no horário nobre da programação esportiva. Ah, e como todo programa bom de assistir, merecia mais tempo no ar. 1h30 vai ser pouco pela qualidade entregue e por sua sagacidade em falar. Esse é o dom que ele tem e que todo comunicador inveja.

Única coisa boa de “Vale Tudo” é a abertura

Foto: Globoplay

A tão aguardada estreia do remake de “Vale Tudo” ocorreu na noite desta segunda-feira. Infelizmente, o primeiro capítulo não correspondeu às expectativas, apresentando uma narrativa engessada e atuações caricatas que não conseguiram capturar a essência da trama original. Apenas Taís Araújo e Antonio Pitanga brilharam de verdade com seus personagens.

A interpretação de Cauã Reymond como César, um modelo charmoso e oportunista, deixou a desejar. Apesar de sua reconhecida beleza, sua performance não convenceu no papel de sedutor, parecendo deslocada e sem a profundidade necessária para dar vida ao personagem. Parece que Cauã está tentando ser o galã de “Malhação”, jovenzinho do rolê, mas sem ter mais idade pra isso.

O roteiro original da novela de Gilberto Braga, agora adaptado por Manuela Dias, mostrou-se previsível e sem a intensidade que marcou a versão de 1988. As cenas careceram de emoção genuína, e os diálogos soaram artificiais, dificultando a conexão do público com a história. A antagonista, Maria de Fátima vivida por Bella Campos, também não convence.

Além disso, a direção artística de Paulo Silvestrini não conseguiu imprimir um ritmo envolvente ao episódio inaugural. As sequências foram conduzidas de maneira burocrática, sem inovações que pudessem revitalizar a narrativa para os telespectadores contemporâneos. Mas como dizem por aí, é só o primeiro capítulo. “Vale Tudo” recebeu o público do Jornal Nacional com 24 pontos de audiência, oscilou entre 22 e 25 pontos, terminando com média de 24,09.

O único destaque positivo – para mim, na minha bolha – foi a abertura da novela, que manteve a icônica canção “Brasil” na voz de Gal Costa, homenageando a produção original e trazendo um momento de nostalgia para os fãs com a presença de Gal ao final do clipe. No entanto, esse acerto isolado não foi suficiente para salvar um primeiro capítulo que, até o momento, não justificou o investimento em um remake de um clássico tão querido da teledramaturgia brasileira. Seguirei com minhas atividades no horário nobre. A novela não me conquistou.

Piruinha se foi, mas sua vida boêmia deixou uma enorme briga pela herança

Duas mulheres e 24 filhos estão na disputa pelo espólio do mais antigo membro da cúpula dos bicheiros cariocas;

Foto/Reprodução: O Globo

O espólio do nosso querido bicheiro Piruinha se tornou um dos casos mais comentados do submundo do jogo do bicho. Figura controversa e carismática, Piruinha construiu um império em apostas, maquininhas caça-níqueis, financiamentos obscuros e influência nos bastidores da política carioca e do Carnaval. Com sua morte, uma disputa feroz por sua fortuna veio à tona, envolvendo herdeiros, uma porrada de filhos, aliados de confiança e figuras que emergiram das sombras reivindicando parte do patrimônio. O caso rapidamente virou um enredo digno de novela policial, do jeito que o boêmio gostava.

A principal questão girava em torno da real extensão de sua riqueza. Oficiais estimavam que Piruinha movimentava milhões, mas seus bens registrados eram modestos, incluindo algumas casas e uma frota de carros de luxo. No entanto, os boatos indicavam que o grosso do dinheiro estava oculto em contas no exterior, cofres secretos e investimentos feitos em nomes de laranjas. O bicheiro que parecia ser o mais simples e pregava a paz nos episódios de “Vale o Escrito”, do Globoplay, era low-profile em relação a sua verdadeira fortuna. A busca por esses valores mobilizou tanto autoridades quanto antigos associados, cada um tentando se beneficiar da herança do contraventor.

No embate para provar a união estável com o bicheiro José Caruzzo Escafura, nome oficial de Piruinha, que morreu em janeiro aos 95 anos, duas mulheres disputam o posto de “viúva” do contraventor. Há dezenas de fotos, contrato extrajudicial, carteirinha de visitação em presídio e até imagens da própria série “Vale o Escrito” usados como provas. Desde a morte do bicheiro, Rosilene Leonardo e Edclea das Neves, ambas de 60 anos, pediram ao juízo da 1ª Vara de Família da Regional Barra da Tijuca, por meio de seus advogados, para se habilitarem à herança de Piruinha, junto aos 24 filhos do falecido. Detalhes de todo início desse processo você confere na matéria de Vera Araújo em sua coluna no O Globo.

Recentemente, investigações trouxeram à tona detalhes obscuros sobre os negócios de Piruinha. Documentos vazados indicavam pagamentos a policiais e políticos, além de ligações com empresas fantasmas usadas para lavar dinheiro. O desenrolar do caso revelou não apenas a extensão de sua fortuna oculta, mas também o alcance da corrupção sustentada por seu império. No meio disso tudo, as autoridades tiveram dificuldades para confiscar bens, já que muitos simplesmente “desapareceram” antes mesmo que pudessem ser registrados oficialmente.

Piruinha sempre foi uma figura à parte no jogo do bicho. Diferente dos demais bicheiros, ele tinha um carisma único, um jeito conciliador que o destacava dentro da cúpula. Nos últimos anos, em meio à disputa pelo espólio de Maninho, ele tentou intervir como uma ponte mediadora, especialmente na briga entre a família Garcia e Bernardo Bello. Não era apenas um articulador, mas alguém que compreendia o peso das rivalidades e buscava evitar que o jogo saísse do controle.

Seu legado, de certa forma, transcende o próprio jogo. Ele simbolizava o prazer de viver, a ideia de que no fim das contas, nada se leva desta vida — apenas a vida que se leva. E ele soube viver, com o samba que gostava, com alegria que partilhava, bebida boa e diversão com muita mulher, como ele mesmo declarava. Além do mais, sua morte não foi nenhuma emboscada com tiros na porta de academia ou explosão num carro. Piruinha se foi porque era sua hora. Concluir a jornada no jogo do bicho assim é para poucos!

Foto: Globoplay

Major Messias de ‘Vitória’ deixa Rocha de ‘Tropa de Elite’ no chinelo

Foto: @marcioricciardi

No filme “Vitória”, a milícia também dá seu jeito de agir e estrelar o longa como típica vilã que é no dia a dia, além da ficção. Com o personagem Major Messias (Márcio Ricciardi), que opera como uma engrenagem invisível dentro do sistema, os milicianos garantem que os interesses do crime organizado sejam protegidos sob o manto da legalidade. Disfarçados de agentes da lei que combatem a violência urbana, os homens de Messias no batalhão da região onde vive Dona Nina (Fernanda Montenegro), estabelecem um império de terror e silêncio. Eles não apenas controlam comunidades inteiras com coerção e assassinatos seletivos, mas também se infiltram em órgãos oficiais para garantir que investigações contra traficantes aliados nunca avancem.

Dessa forma, eles transformam a própria estrutura policial em um escudo para criminosos, enquanto eliminam qualquer oposição com métodos brutais. A influência da milícia no filme pode ser vista principalmente quando Dona Nina vai fazer suas primeiras denúncias após ter seu apartamento atingido por tiros em uma noite de confronto no morro vizinho. Os policiais fazem corpo mole e exigem provas para que as coisas avancem para ela. Mas vemos também em suas gravações pela janela, os mesmos policiais do batalhão recebendo propina dos traficantes para que tudo ali continue como está. Até que numa bela tarde, o Major Messias vai buscar dinheiro e trocar armas de alto calibre com os traficantes que dominam a comunidade ao lado do prédio da senhora, em Copacabana.

Nesse momento do filme, sempre que um investigador independente ameaça expor o envolvimento de oficiais com o crime, Major Messias e seus homens entram em ação, utilizando desde a falsificação de provas até a intimidação direta. Quando necessário, assassinatos são encenados como confrontos legítimos, apagando qualquer rastro de suas operações ilícitas. Dessa maneira, a impunidade é mantida, e qualquer tentativa de investigação esbarra na própria estrutura corrompida da polícia.

Falando em intimidação, uma das cenas mais tensas do filme é quando Major Messias vai até o apartamento de Dona Nina dar um chega pra lá nela. Olha, onde já se viu hein, Major?? Vai mexer com alguém do seu tamanho, porra. Nada de pior acontece naquele momento porque o jornalista Flávio Godoy (Alan Rocha), chega para livrar Dona Nina do pior que o Major poderia fazer. Naquela hora, inclusive, ele estava trajado como um característico miliciano, tipo um Zé do Caroço em um dia comum. Ao assistir a atuação de Ricciardi como Major, nos lembramos de um outro personagem que poderia até ser super amigo de Messias: o Rocha de “Tropa de Elite”.

Vivido por Sandro Rocha, o Major que não tem tanta relevância no primeiro filme do Tropa, rouba a cena e o protagonismo para si no segundo longa. O que assemelha Rocha de Messias é o papel que fazem como milicianos, além das roupas cafonas que ambos usam para tocar o terror nas regiões que comandam. A diferença entre eles é que de alguma forma, Rocha mexeu com gente de igual pra igual, enquanto Messias foi bater de frente com uma idosa. No fim, Major Messias teve o que mereceu. Mas até achava digno ele ter a mesma conclusão de Rocha. Não acharíamos de todo ruim… Aliás, se você que está lendo ainda não foi conferir “Vitória” nos cinemas: VÁ LOGO, TÁ FAZENDO O QUÊ AQUI?!

Sem spoilers, mas à medida que a trama avança, fica evidente que a corrupção na alta cúpula da polícia não é um problema isolado, e sim, um sistema interligado em que todos os envolvidos tiram algum benefício. Major Messias é retratado como alguém que, apesar da farda e do discurso de ordem, não se diferencia dos traficantes que diz combater. O longa mostra como essa dualidade entre lei e crime se dissolve quando a própria polícia se torna o braço armado do poder paralelo. Não há heróis na estrutura corrompida, apenas aqueles que aprenderam a jogar o jogo e os que tentam sobreviver a ele.

No desfecho de “Vitória”, as provas contundentes contra Messias vêm à tona. O filme até oferece um final confortante para seu enredo, que aconteceu na vida real como relatada na obra escrita pelo jornalista Fábio Gusmão vivida por Joana da Paz. Mas seu final na telona ainda causa uma reflexão amarga sobre como a corrupção não se limita aos criminosos visíveis nas ruas. Ela está entranhada nos corredores do poder, sustentada por aqueles que deveriam combatê-la. A milícia hoje tem uma nova estrutura, bem mais avançada que há de 20 anos. Saímos da sala de cinema exaustos e mexidos com a história que “Dona Vitória” viveu e é muito bem retratada em cena. Também saímos com um ranço enorme de Major Messias, que ao contrário de Rocha, não nos faz rir em nenhum momento com suas escrúpulas atitudes. Por essas e outras, ele deixa o miliciano de Rio das Pedras no chinelo.

Todas as gerações precisam assistir “Adolescência”, sucesso do momento na Netflix

Foto: The Guardian

Sucesso do momento na Netflix, a série “Adolescência” é composta por quatro episódios filmados em plano-sequência que mexem com a cabeça de todos que assistem. A trama gira em torno de Jamie Miller, um garoto de 13 anos acusado de assassinar uma colega de escola, explorando as consequências desse evento para sua família, a terapeuta e o investigador encarregado do caso.   

A narrativa inicia com a prisão abrupta de Jamie pela polícia, que invade a residência dos Miller. Durante os interrogatórios, Jamie mantém sua inocência, afirmando não ter cometido o crime. A investigação, liderada pelo inspetor Luke Bascombe (Ashley Walters), enfrenta dificuldades para obter respostas claras, enquanto a psicóloga Briony Ariston (Erin Doherty) busca compreender a mente do jovem acusado. O pai de Jamie, Eddie Miller (Stephen Graham), luta para aceitar a situação e apoiar seu filho diante das crescentes pressões da mídia e da opinião pública.

“Adolescência” mergulha em questões contemporâneas como violência juvenil, bullying, masculinidade tóxica e a influência das redes sociais na vida dos adolescentes. A série destaca como a necessidade de aceitação e a exposição online podem impactar negativamente o comportamento dos jovens, levando a consequências trágicas. Ela ainda aborda o tema dos “incels”, termo que se refere aos “celibatários involuntários”, que são pessoas que se descrevem como incapazes de ter um relacionamento ou uma vida sexual, embora desejem estar em uma relação.

A série foi criada por Stephen Graham, “um dos atores britânicos mais prolíficos”, como o The Guardian define o artista do momento no streaming. Dirigida por Philip Barantini, a trama se destaca por sua técnica de filmagem em plano-sequência como já dito, proporcionando uma experiência imersiva e intensa ao espectador. Essa abordagem exige coreografias precisas e atuações sincronizadas, resultando em uma narrativa contínua e envolvente.

O elenco conta com performances notáveis: 

• Stephen Graham como Eddie Miller, o pai atormentado que busca entender os eventos que envolveram seu filho;

• Owen Cooper interpreta Jamie Miller, entregando uma atuação complexa e profunda como o jovem acusado. Para seu primeiro trabalho na vida é algo impressionante;

• Ashley Walters no papel do inspetor Luke Bascombe, determinado a desvendar a verdade por trás do crime;

• Erin Doherty como a psicóloga Briony Ariston, que tenta acessar a psique de Jamie para compreender suas motivações;

A química entre os atores e a profundidade emocional de suas interpretações são amplamente elogiadas pela crítica.. “Adolescência” recebeu aclamação internacional, alcançando 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Críticos destacam a série como uma das melhores produções da Netflix, elogiando sua abordagem realista e atuações impactantes. A produção também liderou a lista de séries mais assistidas na plataforma em diversos países, incluindo o Reino Unido, onde houve propostas para exibir-la em escolas como forma de fomentar debates sobre as questões abordadas.

“Adolescência” é uma série que combina uma narrativa envolvente com uma execução técnica impressionante. Ao abordar temas relevantes e atuais, a produção não apenas entretém, mas também provoca reflexões profundas sobre os desafios enfrentados pela juventude na era digital. Todas as gerações precisam assistir a série, pois a abordagem dela vai mexer com tudo o que estamos vivendo nos novos tempos do domínio da internet na mente da nova geração. A obra é recomendada para aqueles que buscam um drama intenso e significativo para refletir sobre nossos comportamentos na vida dentro e fora do mundo on-line.