Categoria: Cinema

Filme do ano, “A Odisseia” já faturou 1.3 bi e segue favorito ao Oscar

Salas IMAX tem sessões esgotadas até setembro

Foto: Arquivo pessoal

A Odisseia, novo épico dirigido por Christopher Nolan, continua fazendo história nos cinemas. O filme já ultrapassou a impressionante marca de US$ 1,3 bilhão em bilheteria mundial, consolidando-se como um dos grandes fenômenos cinematográficos de 2026. O longa já um dos favoritos para levar o Oscar em diversas categorias.

Do total, aproximadamente US$ 508,8 milhões vieram dos Estados Unidos e Canadá, enquanto os mercados internacionais já somam cerca de US$ 789,4 milhões. O longa, que teve um orçamento estimado em US$ 250 milhões, ainda permanece em cartaz em diversos mercados e pode aumentar ainda mais essa marca.

O desempenho também colocou A Odisseia em uma posição especial na carreira de Nolan. O filme se tornou a maior bilheteria da carreira do diretor, superando seus trabalhos anteriores e mostrando a força que uma grande produção cinematográfica ainda pode ter nas salas de cinema. O filme vale o combo no cinema.

Mais do que números, o resultado representa uma vitória para o cinema de espetáculo. Com uma história baseada na clássica epopeia de Homero, grandes estrelas, cenas grandiosas e a assinatura de Christopher Nolan, A Odisseia conseguiu transformar uma obra milenar em um dos acontecimentos cinematográficos do ano — e a sua jornada nas bilheterias ainda não terminou.

Estrelas caninas: Quem são os dogs que roubaram a cena no cinema

Tem anti-herói e fiel escudeiro que espera o dono por 20 anos

Foto: Reprodução

Nos últimos três anos, o cinema ganhou uma verdadeira constelação de estrelas de quatro patas. Em 2024, foi a vez de Dogpool roubar a cena em Deadpool & Wolverine. Com aquele jeitinho doce, caótica de língua pra fora e, ao mesmo tempo, irresistivelmente fofa, ela conquistou o público e provou que um cachorro também pode ser um dos grandes destaques de um filme de super-heróis.

Em 2025, quem brilhou foi Krypto, o fiel companheiro do Superman. O cãozinho kryptoniano trouxe uma dose extra de humor, carinho e emoção para a história, mostrando que até mesmo um super-herói precisa de um melhor amigo de quatro patas. E agora, em 2026, Krypto retornou em Supergirl, mantendo sua posição como um dos cachorros mais queridos do cinema recente.

Mas 2026 ainda reservou espaço para outro grande personagem canino: Argos, em A Odisseia, de Christopher Nolan. O cachorro é uma figura fundamental na história de Odisseu e representa uma das relações mais bonitas e emocionantes da obra. Sua presença no filme reforça como os cães conseguem transmitir sentimentos e criar momentos marcantes mesmo sem precisar de muitas palavras. E ele espera Odisseu voltar de Troia por 20 anos.

Dogpool, Krypto e Argos mostram que a força canina está em alta no cinema. Cada um, à sua maneira, conseguiu conquistar o público e deixar sua respectiva produção ainda mais especial. Afinal, pode ter herói, vilão, deuses, monstros e grandes batalhas… mas coloque um cachorro no meio e, de repente, tudo fica um pouquinho mais fofo. 🐶🎬❤️

Dinossauros estreiam em dose dupla no cinema

De suspense à diversão com Patrulha Canina, os gigantes pré-históricos estão em alta nas telonas

Se 2026 não trouxe um novo Jurassic Park para os fãs dos dinossauros, o cinema resolveu compensar de um jeito bem curioso. A partir desta quinta-feira, 13 de agosto, chegam às telonas dois filmes com dinossauros, mas com propostas completamente diferentes. Já adianto que ambos valem o combo do cinema.

De um lado, O Fim da Rua, um suspense que coloca os dinossauros em uma história muito mais sombria e cheia de tensão. É para quem gosta daquela sensação de perigo, perseguição e, claro, de ver essas criaturas pré-históricas causando problemas. Neste longa teremos a diva Anne Hathaway como protagonista. Vai correr dos dinossauros depois de esperar o marido por 20 anos na Odisseia.

Do outro, temos Patrulha Canina: Uma Aventura Dino, que leva os dinossauros para o universo infantil da querida franquia Patrulha Canina. Uma aventura mais divertida, colorida e família, perfeita para os pequenos que também são apaixonados pelos gigantes do passado.

Ou seja: não tem Jurassic Park, mas tem dinossauro para todos os gostos! 🍿 De um lado, suspense e tensão; do outro, aventura e diversão. Dois filmes, dois públicos e o mesmo ingrediente principal: os dinossauros. Então, para quem estava sentindo falta de ver essas criaturas gigantes dominando as telonas, a partir dessa semana o cinema tem uma boa dose de pré-história para oferecer. Agora é escolher: você prefere fugir dos dinossauros ou se aventurar com eles? 😂🦖

Completei 30 semanas assistindo “O Poderoso Chefão”

Faltam 22 semanas para fechar a meta do ano com meu filme favorito

Foto: Telemundo TV

Uma das metas que estabeleci para este ano foi assistir a O Poderoso Chefão uma vez por semana. Já chegamos à 30ª semana concluída do ano e estou muito feliz por estar conseguindo cumprir esse compromisso. Em algumas semanas acabei acumulando e precisei assistir ao filme duas vezes para colocar tudo em dia, mas o importante é que a meta continua viva.

Meu objetivo é manter esse ritmo até a última semana do ano. Quero terminar 2026 tendo assistido ao maior clássico do cinema, O Poderoso Chefão, em todas as semanas do ano. Ainda faltam cerca de 22 para o ano acabar, e sigo firme para concluir esse desafio. Esse filme tem um significado muito especial para mim. Foi um dos primeiros longas que assisti ainda muito criança e, de certa forma, foi ele que me apresentou a um universo mais adulto: de coragem, disputa pelo poder, lealdade, estratégia, inimigos e as consequências de cada escolha na vida.

É um filme que nunca deixa de ensinar alguma coisa e mesmo assistindo tantas vezes, ele sempre traz algo diferente. Também é sempre um prazer reencontrar meus personagens favoritos. Luca Brasi continua sendo um dos mais marcantes para mim, assim como Al Neri e, principalmente, Michael Corleone, interpretado de forma brilhante por Al Pacino. E, claro, é impossível falar de O Poderoso Chefão sem lembrar do inesquecível Don Vito Corleone, vivido por Marlon Brando. A atuação dos dois é simplesmente extraordinária e a presença deles transforma o filme em uma experiência única.

Depois de tantas sessões, já sei muitos diálogos de cor, mas isso não diminui em nada o encanto. Pelo contrário, a cada nova revisão encontro detalhes que antes tinham passado despercebidos. É justamente por isso que essa meta tem sido tão prazerosa. Mais do que cumprir um desafio, é uma forma de revisitar, semana após semana, um dos filmes mais importantes da minha vida.

Cada vez mais insuportável ir ao cinema, pois ninguém cala a boca

Adultos sem educação e crianças barulhetas estragam a experiência de toda sessão

Foto ilustrativa. (Arquivo pessoal)

Ir ao cinema já foi uma experiência especial. A expectativa de ver um grande lançamento na tela gigante, com som de qualidade e a emoção de dividir aquele momento com outras pessoas era parte da diversão. Só que, de uns tempos para cá, isso tem se tornado cada vez mais raro. O problema não está nos filmes, mas no comportamento do público, que parece ter esquecido completamente as regras básicas de convivência.

Hoje em dia é praticamente impossível assistir a uma sessão sem algum tipo de incômodo. Tem adulto que passa o filme inteiro conversando e fofocando como se estivesse na sala de casa. Tem criança fazendo barulho, falando durante o filme todo e correndo pelo corredor enquanto os pais simplesmente ignoram a situação. E ainda há quem ache normal tirar fotos com flash ou gravar trechos — às vezes o filme inteiro — com o brilho da tela no máximo, atrapalhando todo mundo que pagou para assistir à sessão.

Como se isso não bastasse, a chamada “geração Enzo” parece ter transformado o cinema em um lugar de entra e sai. É gente levantando da poltrona a todo instante, entrando e saindo da sala várias vezes, falando alto e mexendo no celular sem qualquer preocupação com quem está ao redor. A sensação é de que o respeito pelo espaço coletivo ficou em segundo plano.

No fim das contas, fica difícil justificar o alto preço dos ingressos, da pipoca e do estacionamento para ainda ter que enfrentar tanto estresse. Não é à toa que cada vez mais pessoas preferem esperar alguns meses para assistir ao filme no conforto de casa. Pode não ter a tela gigante nem o som de um cinema, mas pelo menos existe uma garantia: ninguém vai ficar conversando, atrapalhando, usando flash, iluminando a sala com o celular ou estragando a experiência de quem só queria aproveitar um bom filme em paz. Mais um lazer que se tornou uma batalha infernal no dia a dia!

“Homem-Aranha: Um Novo Dia” traz enfim o amadurecimento do herói

Protagonista deixou de ser aquele adolescente que falava com a voz fina “Senhor Xtarqui, Senhor Xtarqui”; Parceria com Justiceiro é ponto alto do filme

Foto: Arquivo Pessoal

Homem-Aranha: Um Novo Dia é um bom filme, mas eu esperava mais. Depois de tanta promessa e expectativa, saí da sessão com a sensação de que faltou alguma coisa para realmente marcar. O roteiro funciona, a história é interessante e o filme entrega um protagonista mais maduro, mas não chega a surpreender como muitos imaginavam.

O maior acerto é justamente mostrar um Peter Parker mais adulto. Finalmente deixaram para trás aquele Homem-Aranha que vivia no modo “Senhor Xtarqui, Senhor Xtarqui” com o Homem de Ferro e parecendo um adolescente inseguro o tempo todo. Agora ele assume de vez o papel de herói, descobre mais sobre si mesmo e mostra que consegue caminhar com as próprias pernas.

Quem estava esperando que o filme servisse como uma grande preparação para Vingadores: Doomsday também pode se decepcionar. Apesar de ser o único filme da Marvel antes do próximo grande evento, ele praticamente não faz ligação com os Vingadores. O foco é reorganizar o universo do Homem-Aranha, deixando essa fase mais consistente e dando uma identidade própria ao personagem, sem ficar preso ao que aconteceu nos filmes anteriores.

Os vilões cumprem seu papel, mas não são nada extraordinários. Quem realmente deixa o filme mais interessante é a parceria com o Justiceiro, que rende alguns dos melhores momentos da história. No fim das contas, Homem-Aranha: Um Novo Dia vale o ingresso, mas, para mim, vale o salgadinho da Americanas ou, no máximo, uma pipoca simples. O combo do cinema fica reservado apenas para quem é muito fã do Homem-Aranha.