Autor: Opina Babi

Jornalista | Social Media, 31 anos.

Maior novela de todos os tempos voltará no antigo “Viva”

Globoplay Novelas fez votação e o público escolheu rever o clássico de Benedito Ruy Barbosa

Foto: Reprodução

A volta de O Rei do Gado é mais do que uma reprise: é um evento. A novela que marcou gerações, atravessou debates sociais e virou referência de teledramaturgia retorna agora ao Globoplay Novelas (antigo Viva), reacendendo memórias afetivas e conquistando novos públicos. Tem novela que envelhece. O Rei do Gado, não. Ela amadurece junto com quem assiste.

A estreia está marcada para o dia 16 de fevereiro, com exibição de segunda a sábado, às 11h10 da manhã. Um horário estratégico, quase ritualístico, que combina perfeitamente com a densidade da história e com aquele prazer de parar tudo para acompanhar uma boa novela. É o tipo de trama que não serve apenas como fundo sonoro: ela exige atenção, envolvimento e entrega.

Escrita por Benedito Ruy Barbosa, O Rei do Gado é uma aula de narrativa. Amor, conflito agrário, disputas familiares e política se misturam de forma orgânica, sem jamais subestimar o público. Bruno Mezenga e Luana formam um dos casais mais emblemáticos da história da TV brasileira, enquanto o embate entre tradição, poder e justiça social segue atual — talvez até mais hoje do que na época da primeira exibição.

Rever O Rei do Gado é lembrar por que a novela brasileira já foi (e pode voltar a ser) uma das maiores do mundo. É nostalgia, sim, mas também é qualidade. A primeira fase da novela é uma das mais marcantes da teledramaturgia. No meio de tantas produções descartáveis, esse retorno funciona como um lembrete poderoso: quando a história é boa, o tempo joga a favor. E o público agradece!

Bob Esponja agita férias nos cinemas

Tom & Jerry também chegam para concorrer na bilheteria

Foto: Arquivo Pessoal

O novo filme de Bob Esponja, “Em Busca da Calça Quadrada”, já está em cartaz nos cinemas e entrega exatamente aquilo que o público espera: diversão leve, colorida e cheia de piadas que funcionam tanto para crianças quanto para adultos. É aquele tipo de animação que agrada quem cresceu assistindo ao personagem e também quem está conhecendo agora o universo da Fenda do Biquíni. Nessas férias nem todo filme precisa ser um Titanic ou Ultimato. Desligue a crítica e vá se divertir.

Com humor ágil, situações absurdas e personagens carismáticos, o longa mantém a essência que fez Bob Esponja atravessar gerações. Patrick, Lula Molusco e Siri Cascudo aparecem em cenas que arrancam risadas sinceras, sem precisar apelar para exageros. É entretenimento puro, do começo ao fim, ideal para desligar a cabeça e curtir.

Para quem está de férias ou procurando um programa tranquilo em família, o filme é uma ótima pedida. Tem ritmo, tem coração e aquele clima divertido que combina perfeitamente com sessões de cinema lotadas de crianças — e adultos rindo junto sem culpa. Para quem gosta de colecionar baldes, o do Bob Esponja no Cineflix é muito bonitinho e útil. O filme vale o combo ou os salgadinhos da Americanas com muitos chocolates.

E já fica a dica para anotar na agenda: Tom e Jerry estreia no dia 08 de janeiro, prometendo mais uma opção certeira para quem quer aproveitar as férias com humor, nostalgia e boas risadas na telona.

Foto: Arquivo Pessoal

Melhor apresentadora de saúde e beleza da atualidade, Carol Minhoto assina com a Rede Brasil

Após estranha demissão da Gazeta, Carol vai brilhar no mesmo horário em nova casa

Foto: Instagram @carol_minhoto

A demissão de Carol Minhoto da Gazeta, no fim de 2025 após completar 19 anos no canal, pegou todo mundo de surpresa. Ninguém entendeu nada. À frente do “Você Bonita”, Carol fazia algo raro na TV brasileira: unia informação, beleza, saúde e entretenimento com naturalidade, credibilidade e muito carisma. Não era apenas um programa de estética, era companhia diária para quem queria aprender, se cuidar e se sentir melhor consigo mesmo.

Nos bastidores da Gazeta, porém, a história era outra. Mesmo entregando audiência, mantendo um público fiel e nunca deixando de trabalhar um único dia em décadas de emissora, Carol se sentia invisível para os chefes superiores. Uma situação injusta, especialmente para alguém que construiu uma relação tão sólida com o telespectador e ajudou a consolidar um dos programas mais tradicionais das tardes da TV.

Com talento e conexão única com seu público, Carol Minhoto poderia seguir qualquer caminho — digital, palestras, projetos autorais — e teria sucesso novamente em qualquer um deles. Mas o lugar dela sempre foi a televisão. E a TV não deixou de ser o seu lugar. Nesta segunda-feira (05), Carol assinou com a Rede Brasil, onde foi recebida de braços abertos e terá carta branca para comandar um novo programa chamado “Beleza & Vida com Carol Minhoto”, no mesmo horário que seu público já estava acostumado a encontrá-la.

Carol é do mesmo signo que eu: escorpião. Muita coisa que mudei na minha vida, na minha rotina e na saúde foi assistindo ela, uma inspiração para mim além da profissão. Todo sucesso do mundo para você, Carol, uma das grandes comunicadoras do país com um carisma sem igual que entrega absolutamente tudo em cada projeto que faz. Este 2026 marca uma nova era em sua carreira e na grade da Rede Brasil, que ganha uma estrela televisiva que nenhuma emissora tem atualmente com o mesmo brilho.

2 anos sem João Carreiro: O artista insubstituível do sertanejo

Sua ausência só fez o gênero musical piorar. Doeu demais ver você partir, João!

Foto: G1 Mato Grosso

Esse assunto até hoje é difícil para mim, mas vamos lá. Dois anos se passaram desde que João Carreiro partiu. E o sertanejo nunca mais foi o mesmo. Não somente por nostalgia que ele deixou, mas porque a ausência dele escancarou um vazio criativo, estético e, principalmente, de identidade na música sertaneja. Em tempos de fórmulas prontas e hits descartáveis, João representava o contraponto: o artista que honrava a viola, a palavra e a verdade do sertanejo bruto. Desde sua partida, o gênero parece ter perdido um de seus últimos guardiões.

João Carreiro construiu uma trajetória sólida justamente por não negociar suas raízes. Ao lado de Capataz, formando a dupla que dominaria o mercado pouco antes de sua separação, levou para os palcos um sertanejo direto, sem maquiagem, que falava de estrada, sofrimento, orgulho e pertencimento. Suas composições carregavam peso, métrica e respeito pela tradição — algo cada vez mais raro. João não cantava para agradar algoritmos; cantava para quem entende que sertanejo é história, não só entretenimento.

Entre tantos marcos, o DVD ao vivo gravado em Maringá por João Carreiro & Capataz sob a produção de Zé Renato Mioto, se tornou um divisor de águas no gênero. Ali, o sertanejo bruto ganhou forma, som e identidade definitiva. Foi um registro que ajudou a consolidar uma geração inteira que ainda acreditava na força da viola e na honestidade das letras que emocionavam ou divertiam. Não era apenas um show: era um manifesto contra a pasteurização do gênero. Canções que também se eternizaram foram gravadas no projeto Lado A / Lado B. No sertanejo, um projeto daquele em 2012 foi algo digno de Grammy Latino.

Assim como Ronaldo Viola e Tião Carreiro, João Carreiro deixou uma lacuna que não será preenchida no meio musical. São artistas que não se substituem, porque não surgiram de tendências, mas de vivência. O sertanejo pode até seguir em frente, mas sem João, ele perdeu um pedaço da alma — e essa falta é definitiva. Doeu viver a partida de João. E com o passar do tempo, a saudade deu lugar a esse vazio que não só o sertanejo, mas todos sentem até hoje.

Trump pelo menos cumpre tudo o que prometeu no discurso de posse

Em meio à políticos que nunca cumprem promessas, o presidente laranja passa por cima de todos para realizar o que quer

Foto: X (ex-twitter)

Donald Trump voltou à Casa Branca com um discurso de posse que soou menos como promessa e mais como aviso no ano passado. O republicano deixou claro que não pretendia perder tempo entre o palanque e a prática, e as primeiras medidas confirmaram isso. Ao retomar a agenda energética, Trump voltou a mirar diretamente a Venezuela, sinalizando interesse em reativar acordos ligados ao petróleo venezuelano — um movimento pragmático, controverso e totalmente alinhado ao seu histórico de colocar a economia americana acima de qualquer constrangimento diplomático.

Outro ponto central do discurso foi o novo “tarifaço”. Trump reforçou a política protecionista, prometendo tarifas mais duras sobre produtos estrangeiros para proteger a indústria local. A lógica é simples: quem quiser vender para os Estados Unidos, vai pagar mais caro. Para aliados, isso soa como pressão; para adversários, como ameaça. Para a base trumpista, é apenas coerência. Ele voltou a defender que o comércio internacional precisa “favorecer o trabalhador americano”, mesmo que isso signifique tensionar relações históricas.

No cenário geopolítico, Trump também deixou claro que não pretende adotar um papel neutro no Oriente Médio. A promessa de intervenção direta nas negociações entre Israel e Palestina resgata a postura intervencionista de seu primeiro mandato, quando abandonou o discurso diplomático tradicional e apostou em decisões unilaterais. Para críticos, isso pode incendiar ainda mais a região; para apoiadores, é liderança firme em um conflito que se arrasta há décadas.

Já na questão migratória, Trump foi fiel ao personagem que o levou ao poder. Deportação em massa, endurecimento de fronteiras e tolerância zero com imigração ilegal voltaram ao centro do debate. Não há sutileza nem meia-palavra: a promessa é cumprir a lei com rigor máximo. Gostem ou não, Trump governa como discursou — e discursou como sempre foi. Dá pra dizer sem medo: ele não está improvisando. Está apenas executando o roteiro que nunca escondeu.

Hit do Carnaval 2026 está vindo de Claudia Leitte

Enquanto isso, a “rainha do Carnaval”, Ivete Sangalo, lançou uma porcaria de música

Foto: Instagram

Tudo indica que o hit do Carnaval 2026 já tem nome, sobrenome e coreografia pronta para dominar trios, bloquinhos e TikTok: “Pluguin da Bagaceira”, de Claudia Leitte. A música caiu no gosto popular com uma rapidez que o Carnaval adora — refrão chiclete, letra sem pudor e aquela energia que pede suor, sorriso e repetição infinita.

É exatamente esse combo que transforma uma canção em trilha oficial da folia, e Claudia parece ter entendido o espírito antes de todo mundo. A música ainda fala da liberdade e empoderamento da mulher, seja no Carnaval ou em qualquer lugar que nós merecemos.

Do outro lado do circuito, a sensação é de frustração. Ivete Sangalo, um dos maiores símbolos do Carnaval brasileiro, lançou uma música que decepciona — e muito: Vampirinha. Chega a soar como humilhação perto da carreira gigantesca que ela construiu e do peso que carrega na história da festa. Ivete é patrimônio cultural do Carnaval, mas desta vez errou a mão, e o público percebe quando falta aquela faísca que transforma música em fenômeno.

Enquanto isso, o Carnaval flerta com o improvável — e talvez com a loucura musical do ano. Gretchen volta a rondar o hype carnavalesco com Freak Le Boom Boom”, lançada lá em 1979, provando mais uma vez que sua carreira desafia qualquer lógica. Nada explica totalmente Gretchen, e talvez seja exatamente isso que a mantenha viva, relevante e sempre pronta para ressurgir quando ninguém espera. Era um meme, mas a música cresceu nas plataformas e virou uma thread da geração millenium.

Na corrida paralela, Léo Santana e Tony Salles também tentam emplacar seus candidatos a hit do Carnaval. O esforço é visível, o repertório é competente, mas por enquanto eles correm por fora. Carnaval é imprevisível, mas, neste momento, o plug já está conectado: se nada mudar, 2026 vai mesmo plugar geral na bagaceira — e quem viver, dançará.