Dogpool poderá estar em Vingadores: Doomsday ao lado de Deadpool

Peggy, a mascote-atriz, fez viagem misteriosa recentemente e acendeu a curiosidade de sua possível presença no MCU em 2026

Foto: TMZ

Olha só que notícia divertida para os fãs da Marvel! A mascote Dogpool, que roubou a cena em Deadpool & Wolverine, pode estar de malas prontas para integrar o aguardadíssimo Vingadores: Doomsday. Recentemente, a dog Peggy, atriz de quatro patas que tomou conta do UCM, fez uma viagem “secreta” justamente para a cidade inglesa onde estão acontecendo as gravações do novo filme dos Vingadores. Coincidência? Parece que não. Peggy já mora na Inglaterra, onde passa boa parte do ano com seus donos, quando não está viajando por aí.

O longa do Universo Marvel, que originalmente estava marcado para estrear em maio do ano que vem, foi adiado para dezembro de 2026. A justificativa oficial é dar mais tempo à produção, que envolve ajustes técnicos e algumas mudanças de roteiro e dinâmica pedidas por Robert Downey Jr. O ator, inclusive, tem sido alvo de comentários de bastidores sobre seu estresse e perfeccionismo nesse retorno ao mundo dos heróis, dessa vez como o grande vilão Doutor Destino.

Mas se a notícia de que o Deadpool estará presente no longa já deixou os fãs animados, a possibilidade de que Dogpool faça sua estreia oficial entre os heróis em Vingadores: Doomsday eleva ainda mais as expectativas. Afinal, o carisma da mascote conquistou o público e virou símbolo de irreverência. Imaginar Deadpool e Dogpool lado a lado em uma batalha épica contra uma das maiores ameaças do MCU é exatamente o tipo de tempero que só a Marvel sabe dar.

Se confirmada, a participação da Dogpool não será apenas um fan service: será um aceno à expansão divertida e caótica que o estúdio vem abraçando nos últimos anos. E, convenhamos, quem não quer ver uma cachorrinha de língua de fora salvando o universo e derrotando os vilões? Além dos sinais de que a dog pode estar atuando nos sets de filmagem de Vingadores, especialistas da imprensa cinematográfica tem levantados roteiros onde a presença de Dogpool é totalmente compatível com o filme que está em produção. Aguardamos ansiosos o retorno da mascote nas telonas!

Foto: Televisa Entretenimento

Gosta de música? Você precisa assistir “Building the Band”

Foto/Reprod: Netflix

Entre tantos realities musicais que já vimos ao longo dos anos, Building the Band surge como uma grata surpresa. Aqui não tem exagero, não tem performance ensaiada para arrancar aplausos fáceis — tem talento puro, autêntico e um formato diferente de tudo. É um programa que respira música e entrega emoção de verdade a cada episódio. Quem gosta desse tipo de reality não pode deixar passar essa experiência. Esqueça as bombas The Voice e Estrela da Casa

Grande parte desse frescor vem do comando de AJ McLean, que prova mais uma vez porque é um dos artistas mais carismáticos de sua geração. Ele conduz o programa com leveza, energia e conhecimento de causa, conseguindo ser tanto apresentador quanto cúmplice dos participantes. AJ não só apresenta, ele vibra junto, torce e cria uma atmosfera acolhedora que faz diferença.

Ao lado dele, o trio de jurados não poderia ser mais certeiro. Liam Payne, com sua experiência em grupo, entende como poucos a dinâmica entre vozes e personalidades. O programa também ficou como um tributo ao seu trabalho na música e que faz os fãs matarem a saudade do jovem artista que nos deixou em outubro do ano passado. Kelly Rowland (nossa diva de Dilemma) traz olhar afiado e sensibilidade, equilibrando técnica e emoção. E Nicole Scherzinger, dona de uma das performances mais marcantes do pop, consegue captar nuances que muitos não perceberiam.

O resultado é um reality que não se prende apenas a escolher bons cantores, mas sim a construir artistas completos e, acima de tudo, conectar pessoas pela música. Building the Band é aquele programa que dá vontade de maratonar e, ao mesmo tempo, faz acreditar que ainda existem formatos capazes de surpreender e emocionar. Se você é apaixonado por música, prepare-se: esse é o reality que vai te lembrar por que você ama tanto esse universo. O programa está disponível na Netflix.

Os Caras Malvados 2: Sequência supera o primeiro filme e pode cravar lugar no Oscar

Foto: Arquivo Pessoal

Acabei de sair do cinema depois de assistir Os Caras Malvados 2 e preciso dizer: É bom demais! Pra ser bem sincera, achei o filme até melhor que o primeiro. O roteiro tá mais redondinho, mais bem amarrado e a quantidade de ação é muito maior. E eu que adoro filme com muita ação e porradaria, curti bastante. Não tem enrolação, o ritmo é ótimo e os personagens estão ainda mais carismáticos.

O grupo formado pelo Sr. Lobo, a Srta. Tarântula, o Sr. Tubarão, o Sr. Piranha e a Sr. Cobra está de volta — e é justamente essa turma que dá todo o tempero do filme. Cada um brilha no seu estilo, seja nas piadas, nas trapalhadas ou nas cenas de ação, que estão ainda melhores nesta sequência. O filme também inicia com uma leve explicação do que aconteceu nesse intervalo de tempo entre o primeiro filme (2022) até chegarmos nos dias atuais.

Se a primeira vez dessa turma nas telonas já tinha feito barulho, tanto que chegou até o Oscar, concorrendo como Melhor Animação, a continuação veio ainda mais forte. E olha, pelo que vi hoje, o segundo também tem grandes chances de seguir o mesmo caminho. A safra de animações esse ano não tá tão forte, e Os Caras Malvados 2 chega com tudo, com cara de favorito mesmo, pra brigar por uma indicação ao Oscar 2026.

É um filme divertido, daqueles que as crianças adoram e os adultos também se divertem junto. Ele honrou muito o que foi construído no primeiro longa — e mais do que isso, superou. Na minha opinião, este é melhor que o primeiro. Aliás, a trilha sonora tá muito fofa também. Vale a pena conferir no cinema!

Está na hora de Taylor Swift ter o seu Super Bowl

Atual líder do pop mundial é a favorita nas cotações para ser atração principal do Super Bowl em 2026

Foto: Televisa Music

Nos últimos dias, entre um destino e outro, peguei alguns Ubers que — por coincidência ou destino — estavam tocando Taylor Swift. Como se dissesse: “Toma aqui, adolescente!”. E tudo bem, eu até entendo. Tenho essa cara mesmo. Mas a verdade é que tenho 31 anos. Gosto da Taylor, claro, mas não com a intensidade apaixonada das adolescentes. Ou, pelo menos, não gostava tanto assim.

Quanto mais essa trilha sonora inesperada me cercava — no carro, no shopping, no rádio, em qualquer lugar — mais eu comecei a entender o porquê de ela ser a dona da indústria atualmente. Foi aí que decidi: vou parar e assistir esse tal de Eras Tour. E olha… Demorei, eu sei. Mas finalmente assisti ao The Eras Tour e entendi tudo. O hype faz sentido. O alvoroço das adolescentes faz sentido. A Taylor Swift? Um fenômeno. E não é só uma grande artista — ela está em outro patamar. The Eras Tour é, sem dúvida, um dos maiores shows que uma diva pop já fez na história.

Um espetáculo de três horas que mais parece uma viagem emocional coletiva. A produção é impecável, a narrativa é bem costurada, e Taylor domina o palco de um jeito que é quase hipnótico. Mas a mágica vai além da técnica. Ela tem algo que não dá pra ensinar: conexão. Não é só presença de palco, é presença de alma. Ela olha, canta, dança e você tem a impressão de que é tudo só pra você. Ela fala com a plateia e você sente que está conversando com uma amiga. Como pode?

Poucos artistas conseguem isso. Talvez Beyoncé, talvez Lady Gaga, mas em outra chave, em outro tom. A Taylor faz isso de um jeito quase ilógico. Não dá pra explicar. Você sente. E é por isso que o Eras Tour vai além de um show — vira uma experiência que muda algo dentro da gente. Juro. Saí transformada. Ela já passou do título de “diva pop”. O que ela tem com o público dela é um fenômeno geracional que a transformou na dona da industria musical na atualidade.

A geração Z ama a Taylor por um motivo: ela traduz sentimentos, fases da vida, traumas, alegrias e tudo o que vem no meio. E faz isso com música boa, com inteligência e com verdade. A loirinha é sensacional. Com atraso, sim. Mas entendi. Taylor Swift é simplesmente uma artista completa. E The Eras Tour é um showzaço. Não é exagero, é entrega. Ela não é só pop. Ela é um acontecimento. Por esses e outros motivos, merece ter seu Super Bowl em 2026.

Corra Que A Polícia Vem Aí: Muito fiel ao original, filme tem humor ácido e diversão

Foto: Arquivo Pessoal

Assisti “Corra que a Polícia Vem Aí!” e saí do cinema com aquela sensação boa de quando a gente encontra algo que estava faltando há anos: uma comédia realmente engraçada, com humor ácido, sem medo de ser escrachada – e ao mesmo tempo, fiel ao espírito do original. É um dos melhores reboots de comédia que vi em anos. E olha que eu já tinha perdido as esperanças nesse gênero na telona. Mas agosto trouxe duas surpresas em cartaz no cinema, que são a comédia policial desse texto e “Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda”.

O filme não tenta reinventar a roda. Ele entende o que fez a franquia original funcionar e mantém a fórmula: piadas rápidas, visuais absurdas, diálogos cheios de trocadilhos e um timing perfeito para o pastelão. E no meio dessa bagunça deliciosa, quem brilha é Liam Neeson no papel de Frank Drebin Jr. — filho do inesquecível detetive interpretado por Leslie Nielsen. Neeson entrega um desempenho tão sério que acaba sendo ainda mais engraçado. Ele é atrapalhado, charmoso e absurdamente convincente nas situações mais sem noção possíveis.

O elenco de apoio também é um golaço. Pamela Anderson, como Beth Davenport, tem uma química ótima com Neeson, e os dois dividem algumas das melhores cenas. E ela está lindíssima. Tem ainda Paul Walter Hauser, Kevin Durand e Danny Huston, que entram no jogo com personagens caricatos na medida certa. É aquela mistura de nomes improváveis que, por algum motivo, funciona maravilhosamente.

Com apenas 84 minutos, Corra que a Polícia Vem Aí! não perde tempo e mantém um ritmo acelerado do começo ao fim. Não é um filme para assistir quietinho comendo pipoca; é para rir alto, quase se engasgar, e sair comentando as melhores piadas no caminho de volta para casa. É o tipo de comédia que a gente estava precisando — divertida, sem filtros e com um respeito enorme ao que veio antes. Para mim, um filmão que já entrou na lista dos melhores do ano. E deveria ter 2 horas de duração.

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda: Filme agrada e funciona com humor fiel ao original

Foto: Reprodução

Querendo conquistar os millenniums, “Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda” chegou como uma sequência cheia de energia e nostalgia, mantendo o espírito divertido do clássico de 2003. Ambientado décadas depois, o filme mostra Anna e Tess lidando com novos desafios: Anna (Lindsay Lohan) agora é mãe e prestes a se tornar madrasta, enquanto Tess (Jamie Lee Curtis) aparece como uma avó contemporânea e adorável. A trama se intensifica quando, em meio à união das famílias, quatro personagens acabam trocando de corpo — e o caos delicioso tem início.

O humor do filme acerta em cheio ao equilibrar a nostalgia com referências atualizadas, sem perder a leveza que cativou espectadores no original. As brincadeiras, trocas e confusões são pontuais, contemporâneas, e capazes de arrancar boas risadas do público, especialmente com o humor físico e as trocas inesperadas entre as personagens. “Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda” tem aquela pegada de Sessão da Tarde, mas que vai servir para divertir o público em qualquer horário assim que chegar ao Disney Plus.

As protagonistas brilham em cena: Lindsay Lohan retorna ao papel de Anna com uma performance que mistura a rebeldia da juventude com a sensibilidade de uma mãe moderna, mostrando-se natural e carismática mais uma vez. Já Jamie Lee Curtis domina cada cena com sua energia contagiante, equilibrando humor físico e autoridade emocional com maestria — é impossível não se encantar com a conexão renovada entre as duas.

Em suma: vale a pena assistir. A sequência é uma mistura eficiente de emoção, risadas e boas lembranças, com performances calorosas e bem-humoradas de Lohan e Curtis. Perfeita para fãs antigos e novos, é um filme que diverte e toca o coração — uma celebração do laço materno e familiar com muito humor e leveza. O cinema precisava disso nessa temporada pós-férias. O reboot é um dos melhores já feitos pela Disney. Pode ficar em paz nessa, Mickey!