Com o melhor show da atualidade, Backstreet Boys devem fazer história no The Town

Foto: MTV Music

Os Backstreet Boys são muito mais do que uma boyband: eles são um marco na história da música pop. Há 26 anos, o lançamento do lendário álbum Millennium transformou a indústria fonográfica, redefiniu o conceito de sucesso no pop e deu voz a uma geração inteira que cresceu embalada por hits como “I Want It That Way”. Esse disco não apenas consolidou a banda como fenômeno mundial, mas também ajudou a moldar a forma como a música pop seria consumida e celebrada nas décadas seguintes.

Hoje, em 2025, os cinco integrantes — AJ McLean, Howie Dorough, Nick Carter, Kevin Richardson e Brian Littrell — seguem juntos, mostrando que a verdadeira essência de uma boyband vai muito além de modismos. Cada um deles traz uma energia única para o palco: AJ com sua irreverência, Howie com sua suavidade, Nick com o carisma explosivo, Kevin com a imponência elegante e Brian com a voz inesquecível que atravessa gerações.

A atual residência em Las Vegas, realizada na arena mais tecnológica do mundo, comprova que os Backstreet Boys não vivem apenas de nostalgia. O espetáculo, considerado o mais impressionante da atualidade, é uma experiência completa de música, luzes e emoção, que tem encantado fãs novos e antigos. Viral nas redes sociais, cada apresentação se transforma em um acontecimento cultural, reforçando o peso da banda como a maior boyband do planeta. Agora, os demais artistas que lutem para transformarem os shows en grandes experiências como os BSB estão oferecendo ao público.

Com esse histórico e o atual presente vibrante, a expectativa para o show no The Town nesta sexta-feira é gigantesca. Tudo indica que será um dos pontos mais altos do festival — um momento para celebrar a música pop em sua forma mais poderosa, com os Backstreet Boys provando mais uma vez que continuam no topo, entregando emoção, qualidade e a magia que só eles sabem oferecer. A banda está em seu melhor momento, vivendo um novo auge. É o melhor show da atualidade, com um repertório pesado de sucessos e quem ver ao vivo terá grandes surpresas para guardar na memória.

Demon Slayer: Espetáculo de filme vai garantir bilhão em bilheteria e lugar no Oscar

Roteiro e qualidade dos efeitos especiais carimbam anime como forte candidato às premiações; (Resenha sem spoiler)

Foto: Sony Pictures

Acabei de sair da sessão de Demon Slayer – Castelo Infinito e é impossível não ficar impressionado com a grandiosidade desse filme. Cada detalhe é um espetáculo à parte: as lutas são intensas, eletrizantes e ao mesmo tempo belas, um verdadeiro balé de espadas e emoções. As cores saltam da tela com uma vivacidade impressionante, transformando cada cena em uma pintura viva, enquanto os efeitos visuais elevam a experiência a um novo patamar.

Tudo isso mostrando o quanto a animação japonesa sabe inovar. O roteiro é outro ponto alto: tudo se encaixa de forma precisa, amarrando a trama com uma consistência admirável. O protagonista, Tanjiro, é o coração pulsante da história. Aqui, ele surge mais maduro, dono de uma força que vai além do físico — uma força de caráter e de vida, que inspira e emociona.

A trilha sonora é simplesmente espetacular, conduzindo cada momento com intensidade e emoção na medida certa. Não à toa, o filme já é apontado como forte candidato ao Oscar, com grandes chances de conquistar indicações tanto em Melhor Animação quanto em Melhor Trilha Sonora, um feito que carimba de vez o nome de Demon Slayer na história do cinema. Além disso, a bilheteria já tem batido recordes em sua semana de estreia pelo mundo. O bilhão será atingido em dias.

Acredito que a produção poderia ter sido condensada em duas horas, mas por ser o encerramento de um arco tão importante, entendemos e aceitamos esse tempo extra — ele é quase um presente para os fãs. No fim das contas, a sensação é de ter assistido a algo único. Demon Slayer não é só mais um anime adaptado para o cinema: é um fenômeno mundial, um sucesso de bilheteria que conquistou o público pela sua originalidade e sua força narrativa. Vale muito a pena conferir e vale também o combo do cinema – já que tem filmes que não valem um Fandangos da Americanas.

Galvão Bueno fecha com SBT para ser a voz principal da emissora na Copa de 2026

Contrato como grande estrela do futebol no SBT não interfere em seu programa na Band

Foto: Band Esportes

O narrador e apresentador Galvão Bueno fechou parceria para narrar jogos da Copa do Mundo de 2026 no SBT. As informações são de Gabriel Vaquer, da “Folha de São Paulo”. Galvão deve trabalhar nos jogos da Seleção Brasileira, além da final e duelos importantes.

Já Tiago Leifert, titular das transmissões do canal paulista, vai participar de programas especiais, além de trabalhar em demais jogos do torneio. A informação de que a Copa do Mundo de 2026 será transmitida pelo SBT é do colunista Flávio Ricco. Agora, a emissora de Silvio Santos será mais uma opção de exibição do torneio na TV aberta. A Rede Globo tem direito a transmitir 52 jogos.

O acerto com o SBT não interfere no vínculo do narrador com a Band, onde apresenta o “Galvão e Amigos” às segundas-feiras. O narrador deve discutir com a emissora do Morumbi a continuidade do programa até a realização da Copa do Mundo.

O pacote da emissora garante a transmissão de todas as partidas da seleção de Ancelotti, além de jogos decisivos da competição, que pela primeira vez contará com 48 seleções participantes. O acordo representa mais um avanço nas estratégias esportivas da emissora, que vinha disputando espaço no setor.

Domingo de rock salva primeiro fim de semana do ‘The Town’

Green Day e bandas brasileiras entregaram tudo com rock pesado em Interlagos. Sábado só deu os Enzo;

Foto: Arquivo Pessoal

O primeiro final de semana do The Town, em Interlagos, foi de altos e baixos. O sábado acabou ficando marcado como o “dia dos Enzo’s” — line-up fraco, pouca entrega, salvo apenas pelo show de Filipe Ret, que surpreendeu e provou o ótimo momento que vive na carreira. Ele mesmo reforçou isso no palco e entregou uma das poucas apresentações realmente memoráveis do dia.

Mas se o sábado deixou a desejar, o domingo veio para salvar o festival. E não foi de qualquer jeito: foi com rock pesado, atitude e emoção. O line-up de domingo foi simplesmente perfeito. Capital Inicial abriu um dos palcos principais com um show potente, cheio de mensagens importantes sobre democracia, num 7 de setembro que merecia ser lembrado dessa forma. Foi rock, foi política, foi necessário.

Na sequência, o público vibrou com nomes que são verdadeiros símbolos do rock nacional: CPM 22, Tihuana e até Supla, que mostrou por que continua sendo um dos artistas mais autênticos do país. Teve também o brilho de Pitty, que trouxe só os sucessos e fez o público cantar em coro cada música — um show emocionante para a artista e para os fãs.

E como se não bastasse, o festival ainda entregou duas lendas internacionais: Iggy Pop, energia pura, e Green Day, que está fechando a noite com chave de ouro. Uma banda que marcou gerações e que mostrou no The Town por que continua sendo tão especial. O público vibrou, cantou, se emocionou em cada acorde.

Foi um domingo histórico. O saldo? O sábado não empolgou, mas o 7 de setembro compensou tudo. Agora, fica a expectativa para o próximo final de semana, que promete ser ainda mais nostálgico com a chegada dos Backstreet Boys e da diva Mariah Carey. Quem você ainda quer ver nos próximos dias de festival?

De Jason Momoa a 50 Cent: Quem está no elenco do novo “Street Fighter”

Vai ser melhor que o filme do Van Damme, garanto!

Foto: Televisa Entretenimento

O tão aguardado reboot live-action de Street Fighter está em produção e traz um elenco estrelar e diversificado, além de um enredo renovado inspirado nos clássicos dos anos 90. O filme está agendado para estrear mundialmente em 16 de outubro de 2026. A produção é um reboot do filme de 1994, protagonizado por Jean-Claude Van Damme. Na época o filme foi considerado bem mediano.

Ambientado em 1993, no auge dos arcades de Street Fighter II, a história acompanha Ryu (Andrew Koji) e Ken Masters (Noah Centineo), que são convidados pela misteriosa Chun-Li (Callina Liang) para participar do torneio World Warrior Tournament. No entanto, por trás das lutas frenéticas, esconde-se uma conspiração mortal que os obriga a confrontar seus próprios fantasmas.

Elenco:

Foto: Reprodução

Noah Centineo como Ken Masters, o energético e impetuoso lutador americano;

Andrew Koji como Ryu, o disciplinado mestre marcial japonês;

Callina Liang como Chun-Li, a agente investigativa e lutadora implacável;

Cody Rhodes como Guile, o soldado determinado de visual marcante;

Jason Momoa como Blanka, o feroz lutador brasileiro verde;

David Dastmalchian como o vilão General M. Bison;

50 Cent como Balrog, o boxeador com estilo agressivo;

Roman Reigns como Akuma, o lutador demoníaco implacável;

Orville Peck como Vega, o elegante e misterioso lutador mascarado;

Vidyut Jammwal como Dhalsim, o iogue que domina habilidades de fogo;

Olivier Richters como Zangief, o lutador gigante russo;

Hirooki Goto como E. Honda, o lutador de sumô carismático;

Mel Jarnson como Cammy, a agente britânica ágil e estratégica;

Rayna Vallandingham como Juli, uma das Dolls leais a Bison;

Alexander Volkanovski como Joe, personagem coadjuvante e inesperado;

Andrew Schulz como Dan Hibiki, o exagerado artista marcial cômico;

Eric André como Don Sauvage, figura curiosa do background do jogo;

Kyle Mooney como Marvin — personagem ainda pouco divulgado;

O filme está sendo dirigido por Kitao Sakurai, com produção da Legendary Entertainment em conjunto com a Capcom, e distribuição da Paramount Pictures. As filmagens já começaram, inclusive na Austrália.

Estreia da semana, “Demon Slayer” deve concorrer em duas categorias no Oscar

Foto: Cinemark

A espera acabou: Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Infinity Castle chega aos cinemas do Brasil nesta semana e já fez história. A estreia no Japão foi um verdadeiro fenômeno de bilheteria, consolidando de vez a saga de Tanjiro, Nezuko e companhia como uma das maiores marcas da cultura pop mundial.

Logo no primeiro dia de exibição, o longa arrecadou ¥1,64 bilhão (aprox. US$ 11,1 milhões), vendendo mais de 1,15 milhão de ingressos — o maior número já registrado na história do cinema japonês em uma estreia. O sucesso não parou aí: no segundo dia, o filme faturou ainda mais, chegando a ¥1,84 bilhão (US$ 12,4 milhões). No terceiro dia, bateu outro recorde com ¥2,03 bilhões (US$ 13,7 milhões) em bilheteria, o maior valor já conquistado por um filme em apenas um único dia no Japão.

No final de semana de estreia, o resultado foi avassalador: ¥5,52 bilhões (US$ 37,4 milhões) com 3,84 milhões de ingressos vendidos. Para efeito de comparação, nem mesmo sucessos anteriores como Mugen Train ou produções hollywoodianas de peso haviam alcançado esse feito.

E a onda de vitórias não parou por aí. Em menos de 10 dias, Infinity Castle ultrapassou a marca dos ¥10 bilhões (mais de US$ 71 milhões), tornando-se o filme mais rápido da história japonesa a alcançar esse valor. Atualmente, já soma mais de US$ 300 milhões mundialmente, mesmo antes da estreia oficial nos Estados Unidos e em outros mercados ocidentais como no Brasil. Isso significa que, antes mesmo de conquistar o mundo, o longa já tinha faturado mais de US$ 200 milhões, graças à força da bilheteria japonesa e de países da Ásia.

Oscar à vista?

Com tamanho impacto cultural e financeiro, a grande pergunta agora é: Demon Slayer: Infinity Castle tem chances no Oscar 2026? Na categoria de Melhor Filme de Animação, especialistas já consideram a produção da Ufotable uma candidata séria. O visual arrebatador, a fidelidade à obra original e a força narrativa colocam o longa no radar da Academia.

A concorrência, claro, será forte: títulos como Zootopia 2 da Disney e Ne Zha 2, que já é um fenômeno global, também devem disputar espaço. Mas não dá para ignorar o apelo internacional de Demon Slayer, que se tornou uma das marcas japonesas mais reconhecidas no mundo.

Já para a categoria de Melhor Trilha Sonora, as previsões ainda são mais tímidas. Apesar de a música ter sempre um papel central em Kimetsu no Yaiba, até agora não há análises especializadas indicando favoritismo nessa área. Mas, dado o histórico da franquia de trazer composições marcantes e emocionais, não seria surpresa ver seu nome cogitado.

Demon Slayer: Infinity Castle não é apenas mais um capítulo da saga — é um marco cultural e cinematográfico. O filme mostrou força em casa, está prestes a conquistar o mercado ocidental e já se posiciona como um dos grandes eventos do cinema em 2025. Se vai ou não levar uma estatueta dourada em 2026, ainda é cedo para dizer. Mas uma coisa é certa: Tanjiro e sua turma já conquistaram algo ainda mais raro — o coração de milhões de fãs ao redor do planeta e um fenômeno de bilheteria.