Categoria: Televisão

Após 2ª temporada sem conclusão, Round 6 tem data para final da trama

A segunda temporada de “Round 6” estreou em 26 de dezembro de 2024, dando continuidade à história de Gi-hun e aprofundando os mistérios dos jogos mortais. Com sete episódios, a temporada foi bem recebida pelo público, acumulando 68 milhões de visualizações e mais de 487 milhões de horas assistidas em 93 países. A narrativa trouxe novas dinâmicas e desafios, mantendo os espectadores engajados e ansiosos pelo desfecho da trama.

A recepção crítica também foi positiva, destacando o desenvolvimento dos personagens e a complexidade da trama. A série continuou a explorar temas como desigualdade social e moralidade, elementos que contribuíram para seu sucesso global. Os fãs elogiaram a capacidade da série de surpreender e provocar reflexões profundas, consolidando “Round 6” como um fenômeno cultural. Ao mesmo tempo, ficou sem conclusão, deixando toda resolução da trama para daqui alguns meses.

A terceira e última temporada de “Round 6” foi anunciada para estrear em 27 de junho de 2025, conforme divulgação da Netflix Coreia. O criador da série, Hwang Dong-hyuk, revelou que Gi-hun enfrentará uma crise emocional e psicológica após os acontecimentos da 2ª temporada. A narrativa promete aprofundar os dilemas morais do protagonista, questionando se ele desistirá ou persistirá em sua missão de expor os responsáveis pelos jogos. Ou se irá se tornar um deles…

Além de Gi-hun, personagens importantes retornarão, como o Líder e o detetive Hwang Jun-ho. A temporada final buscará resolver os mistérios deixados em aberto, oferecendo um encerramento satisfatório para a jornada dos personagens. Espera-se que a série mantenha sua abordagem crítica, explorando as pressões sociais e os dilemas éticos enfrentados pelos participantes dos jogos.

Com a proximidade da data de lançamento, que antes era especulada para somente o fim do ano, a expectativa dos fãs aumenta para descobrir como “Round 6” concluirá sua envolvente história. A série que se tornou um marco na cultura pop, rompendo a bolha asiática ao ser sucesso no mundo todo, promete um desfecho emocionante e reflexivo com os temas que a tornaram um éxito mundial. Estamos prontos!

“Sullivan & Massadas: Retratos e Canções” – A trilha sonora de uma geração

Foto: Globoplay

Nem preciso dizer que o Globoplay acertou em cheio ao trazer Sullivan & Massadas: Retratos e Canções, uma série documental que faz justiça à maior dupla de compositores do Brasil. Para quem viveu os anos 80, 90 e cresceu nos anos 2000, assistir a essa produção é como abrir um baú de memórias musicais e reviver sucessos que marcaram gerações. Para os mais jovens, é uma aula essencial sobre a grandiosidade de Michael Sullivan e Paulo Massadas, responsáveis por uma infinidade de sucessos que dominaram as paradas e continuam vivos até hoje.

Com um formato envolvente, depoimentos valiosos e uma trilha sonora irretocável com obras dessa parceria, a série revela não apenas o talento da dupla, mas também a influência absurda que tiveram na música brasileira. Roberto Carlos, Roupa Nova, Fafá de Belém, José Augusto, Alcione, Trem da Alegria e tantos outros nomes brilharam ao som das composições de Sullivan & Massadas. Cada episódio reforça a genialidade desses criadores de melodias e letras que grudam na memória e tocam fundo no coração.

O mais impressionante é perceber o alcance e a versatilidade de ambos. Das baladas românticas aos temas infantis, das trilhas de novela aos hinos de karaokê, eles construíram um legado imbatível. A série não só resgata essa história, como também nos lembra da importância de valorizar os grandes compositores por trás dos sucessos que cantamos sem nem perceber quem os escreveu.

Se você ainda não assistiu, corra para o Globoplay. A série é emocionante, viciante e perfeita para maratonar. Afinal, quem nunca cantou os sucessos de Sullivan & Massadas que vão de Xuxa a Tim Maia? Eles são a trilha sonora da nossa vida, e esse documentário é a homenagem que eles sempre mereceram. Além de tudo, você vai reviver memórias da sua vida em cada canção que está ali.

Mesmo sem Judite, Gottino derrota concorrência no comando do Cidade Alerta

Foto: Reprodução/Record

Um dos principais nomes do Telejornalismo nos últimos anos, Reinaldo Gottino assumiu em definitivo o comando do Cidade Alerta. E bastou uma semana para deixar claro que não veio para brincadeira. No horário mais disputado das tardes semanais, ele já se mostrou forte na briga pela audiência superando a “família Datena”. Tanto José Luiz Datena, que está no SBT; quanto Joel Datena, que assumiu o Brasil Urgente na Band com a saída do pai; foram superados por Gottino em uma semana desafiadora de fortes tempestades pelo Brasil.

Gottino, que já comandou o Cidade Alerta em outras ocasiões, retorna dessa vez após brilhar no Balanço Geral. Foi lá que ele conquistou o público com sua condução firme, seu bom humor e claro, com sua parceria inesquecível ao lado da cobra Judite na Hora da Venenosa. Muita gente reclamou bastante de sua saída do Balanço Geral assim que a notícia chegou. Agora, sem Judite, mas com a mesma energia e credibilidade, ele está à frente de um dos programas mais emblemáticos da TV brasileira no horário que todos buscam por informação.

Já nesses primeiros dias ele demonstrou ao público que manterá sua essência e que toda bagagem que ganhou no Balanço também estará presente no Cidade Alerta. Uma de suas marcas mais especiais é o abraço que dá no telespectador assim que o programa começa. Quem conhece o Gottino sabe que ele vem da “escola Marcelo Rezende” e traz no DNA aquele jornalismo popular que ouve o povo e não foge do dia a dia das ruas.

Marcelo Rezende revolucionou o formato e transformou o Cidade Alerta em um fenômeno de audiência – e, sem dúvida, estaria orgulhoso de ver seu pupilo dominando o horário e mantendo viva essa tradição. Pronto para isso Gottino sempre esteve! Mas o apresentador não é só o jornalista firme e carismático que vemos na telinha.

Quem acompanha sua trajetória, sabe que ele tem um lado apaixonado pelo futebol e outros esportes como o boxe. Palmeirense fanático e goleiro nas peladas de fim de semana, era possível que Gottino tivesse seguido a carreira no esporte, se seu caminho não fosse traçado pelo jornalismo policial e do cotidiano. Aliás, uma de suas primeiras matérias na TV foi justamente uma denúncia, contra cambistas na porta do estádio do Morumbi. E quem diria que aquele jovem repórter, que sonhava com o mundo esportivo e admirava Osmar Santos, se tornaria um dos grandes nomes do jornalismo brasileiro em outra editoria.

Seu fiel público também já se divertiu muito com ele na TV. Seja rindo das fofocas dos famosos com a Fabíola Reipert, comentando crimes com o Renato Lombardi ou cantando com a Judite enquanto dava cartão vermelho pra ela pela desafinação. Como não se lembrar ainda de quando ele encarou o desafio no Domingo Record no ano passado, perdendo mais de 20KG com reeducação alimentar e exercícios. Nem Higuaín teve tanta determinação. Aliás, eles até se encontraram uma vez:

Mas diferente do centroavante argentino, Gottino está em forma – com pernas de goleiro que fariam inveja ao Oliver Kahn – e pronto para seguir escrevendo mais um capítulo importante no jornalismo da sua emissora, que é referência nesse quesito. E depois de muitos anos acordando bem cedo, agora ele pode dormir um pouquinho a mais.

Se no futebol ele precisa defender o gol, na TV ele vai continuar defendendo o jornalismo de verdade que o fez chegar até ali. E pelo visto, está fazendo essa função com muita categoria no novo horário. Gottino ainda pode deixar saudades na hora do almoço, mas esse sentimento passa quando lembramos que depois de um dia puxado, veremos ele no fim de tarde com sua competência e jeito único de nos trazer notícias e pensamentos positivos em meio ao caos.