Categoria: Famosos

Mascote Castorzinho conquista o público a cada carnaval

Castorzinho faz homenagem à carnavalesca da Mocidade, Márica Lage / Foto: Instagram

A Mocidade Independente de Padre Miguel sempre foi sinônimo de inovação no mundo do samba. Em 2021, a escola deu mais um passo à frente na construção de sua identidade ao apresentar um mascote que rapidamente conquistou os corações dos torcedores e sambistas: o Castorzinho. Inspirado na figura emblemática de Castor de Andrade, lendário patrono da Mocidade que fez a escola conquistar importantes títulos, o mascote estreou no Carnaval de 2022 e trouxe uma nova energia para a agremiação.

Com um visual simpático, temático com os enredos da escola e uma energia vibrante, Castorzinho rapidamente se tornou uma estrela, não apenas na Sapucaí, mas também nas redes sociais e eventos da Mocidade. Ele é um show à parte com suas interações cativantes, sempre reforçando o espírito independente e a alegria da escola da Vila Vintém. As crianças ficam apaixonadas pelo mascote quando encontram com ele. Seja posando para fotos com o público, brincando com a garotada ou regindo a bateria com Mestre Dudu, o mascote é a personificação do carisma da verde e branco. E a escola estava precisando disso fazia um tempinho.

Castorzinho fez muita gente redescobrir a admiração que tem pela Mocidade dentro e fora da avenida. Por isso o sucesso do Castorzinho vai além da fantasia. Ele simboliza uma estratégia de marketing inovadora da Mocidade, que soube utilizar o mascote para engajar torcedores de todas as idades e reforçar sua presença no universo digital. Com posts criativos e interações diretas com o público, o Castorzinho é uma ponte entre a tradição da escola e as novas gerações de apaixonados pelo Carnaval.

Um exemplo bacana foi após o carnaval de 2022, quando Castorzinho queria ter seu contrato renovado com a escola. Ele fez uma imensa campanha nas redes sociais e até plantão na porta da escola ele armou para não ficar de fora do próximo carnaval. Desde então ele sempre tem o post de contrato renovado garantido como os principais integrantes da Mocidade. Outro movimento legal de Castorzinho durante o ano, fora dos holofotes do carnaval, foram nos shows de Madonna e Bruno Mars pelo Rio de Janeiro. Castorzinho teve pôster como o da diva pop e foi visto na imensa fila para comprar os ingressos de Bruninho.

O mascote em pouco tempo se tornou mais que um personagem. Hoje ele é um verdadeiro embaixador da Mocidade, tendo direito a produtos com sua imagem como camisetas, almofadas e miniaturas. Castorzinho mostra que a história da escola segue viva, celebrando suas raízes enquanto inova e conquista cada vez mais espaço no coração dos sambistas.

Atualmente, o bicho carismático – e às vezes teimoso ao receber elogios – também tem sido usado como figurinhas nas redes. Ele tem um meme para qualquer situação. Um dos momentos mais icônicos de Castorzinho é quando o mascote se encontra com o colega do Salgueiro, o Sabiá. Os dois caem no samba e mostram um talento de dar inveja a Viviane Araújo e Fabíola Andrade.

Com todo carisma e energia que transmite, Castorzinho tem saído da bolha do carnaval e conquistado até mesmo o público que nem é tão ligado com o carnaval das escolas de samba. Eu mesma uso videos do Castorzinho para dar “bom dia” todos os dias no instagram. O mascote criado para um período de festas hoje tem sua imagem atrelada a qualquer ocasião que a Mocidade está. Seu propósito agora no samba é igual ao que a escola carrega: Ousar, emocionar, divertir e continuar fazendo história.

Kendrick Lamar se prepara para mais um show histórico no Super Bowl

Foto: Getty Imagens

O Super Bowl LIX, marcado para 9 de fevereiro de 2025 no Caesars Superdome em Nova Orleans, trará um emocionante reencontro entre o Kansas City Chiefs e o Philadelphia Eagles. Os Chiefs, liderados pelo talentoso quarterback Patrick Mahomes, buscam seu terceiro título consecutivo, um feito inédito na NFL. Do outro lado, os Eagles, comandados por Jalen Hurts, almejam vingança pela derrota sofrida no Super Bowl LVII em 2023. A expectativa é de um confronto acirrado, refletido na linha de aposta inicial que favorece os Chiefs por apenas 1,5 pontos. Em quem nosso money boxeador Floyd Mayweather vai apostar os dólares?

Além do espetáculo em campo, o show do intervalo deste ano será protagonizado por Kendrick Lamar, um dos rappers mais influentes da atualidade. Esta será sua segunda apresentação no Super Bowl, após sua participação memorável em 2022 ao lado de Dr. Dre, Snoop Dogg, Eminem, Mary J. Blige e 50 Cent. A escolha de Lamar como atração principal destaca a crescente importância do rap na cultura americana e sua influência internacional.

O rap, desde suas raízes nas comunidades afro-americanas, evoluiu para se tornar uma força dominante na música popular, abordando questões sociais, políticas e culturais. Um gênero que precisou ver muito sangue derramar para chegar ao topo, hoje ocupa o espaço merecido no cenário da música brilhando no intervalo mais asisstido da TV mundial. Artistas como o próprio Kendrick Lamar têm sido fundamentais nesse processo de engrandecer o rap, utilizando suas plataformas para promover diálogos sobre temas cruciais. Sua performance no Super Bowl LVI em 2022 foi amplamente elogiada por sua energia e mensagem poderosa no ‘Dre Day’, consolidando ainda mais sua posição no panteão dos grandes nomes do rap até então.

A expectativa para sua segunda apresentação no Super Bowl é enorme. Os fãs aguardam ansiosamente para ver como Lamar vai superar sua performance anterior e que surpresas ele levará ao palco. Dessa vez ele é a estrela principal do show mais aguardado nos eventos americanos. Com a adição de SZA como convidada especial, conhecida por sucessos como “Kill Bill” e “BMF”, a promessa é de um espetáculo inesquecível que celebrará a riqueza e a diversidade do rap americano. 

Neste ano, o Super Bowl LIX não será apenas uma batalha épica entre dois dos melhores times da NFL pelo título máximo da bola oval. Será também uma celebração da cultura do rap e do hip-hop que trará Kendrick Lamar, vencedor de 17 Grammy’s, como protagonista. Seu show deve reafirmar a importância e o impacto do gênero que revolucionou a sociedade, dando voz aos que precisam se provar em dobro para conquistar seu lugar no mundo.

“A Queda de P. Diddy” promete revelações inéditas sobre os horrores que o rapper cometia

Assinou a Max pra ver o Globo de Ouro ou vai assinar pra ver o Oscar? Tem um lançamento imperdível pra você aproveitar até lá na plataforma. A série documental “A Queda de P. Diddy” vai estrear em 1º de fevereiro, com produção composta por quatro episódios. O doc deve oferecer uma análise aprofundada das acusações de comportamento violento e atividades ilegais que envolvem o magnata da música Sean “P. Diddy” Combs, ou Puff Daddy pra nós da geração que o conheceu assim.

A série apresenta mais de 30 entrevistas exclusivas com uma variedade de pessoas que tiveram contato próximo com P. Diddy ao longo de sua carreira. Entre os entrevistados estão acusadores, ex-amigos, colegas de trabalho e funcionários que compartilham suas experiências e observações sobre o comportamento do artista que movimentou o mundo pop com sua influência desde os anos 90. Destacam-se depoimentos de:

• D. Woods: Integrante do grupo Danity Kane, que relata suas experiências nos bastidores ao lado de P. Diddy;

• Danyel Smith: Ex-editora-chefe da VIBE Magazine, que discute incidentes de comportamento agressivo por parte do artista;

• Rodney ‘Lil Rod’ Jones: Ex-produtor que alega ter sido assediado sexualmente durante a produção do “The Love Album”;

• Thalia Graves: Afirma ter sido violentamente estuprada por P. Diddy no verão de 2001 e ameaçada para manter silêncio;

• Jourdan Cha’Taun: Chef pessoal de P. Diddy entre 2007 e 2010, que compartilha detalhes sobre sua experiência trabalhando para ele;

• Natania Griffin: Vítima de um tiroteio em uma boate em 1999, que sofreu ferimentos no rosto;

• Wardel Fenderson: Ex-motorista pessoal de P. Diddy, que testemunhou uma tentativa de suborno.

Além desses depoimentos, a série utiliza imagens de arquivo inéditas para traçar um retrato abrangente de P. Diddy, desde seus anos na Howard University até o auge de sua carreira na Bad Boy Records, explorando as alegações de abusos e o impacto de suas ações na indústria musical e na cultura pop. Querendo ou não, ele foi um dos nomes mais importantes desse meio revelando grandes artistas e também sendo responsáveis por hits atemporais do rap americano.

“A Queda de P. Diddy” foi produzida pela Maxine Productions, em parceria com a Rolling Stone Films. Na data de lançamento, todos os episódios estarão disponíveis na plataforma Max, enquanto o canal ID exibirá os dois primeiros episódios a partir das 22h10, com os episódios subsequentes sendo transmitidos semanalmente no mesmo horário. 

Essa série promete ser uma análise reveladora e detalhada das controvérsias que cercam uma das figuras mais influentes da música contemporânea. Além desse documental, o rapper 50 Cent também está produzindo algo na mesma linha, que vai abordar também todo lamaçal que envolve a vida de P. Diddy. Preparem o estômago, pois se já era difícil ver notícias desse caso, agora vamos mergulhar nas profundezas obscuras que Puff promovia por trás do glamour de Hollywood que o disfarçava até então.

Bruno & Marrone deveriam seguir Leonardo e não gravar mais nada inédito

Foto: @iamluiz

Não dá pra agradar a todos, mas não agradar ninguém é complicado. Bruno e Marrone, sem dúvidas, são uma das duplas sertanejas mais icônicas do Brasil. Para muitos, a melhor voz e o melhor repertório do gênero vieram desses 30 anos que Bruno & Marrone estão na estrada. Eles têm uma carreira sólida, uma história incrível e músicas que atravessaram décadas tocando o coração de muita gente. Mas, nos últimos anos, a dupla parece ter entrado em um caminho perigoso, tentando conquistar um público jovem que, sejamos sinceros, nunca foi o público deles. E, nesse processo, estão desagrando quem sempre esteve lá, acompanhando cada passo da trajetória deles.

É impossível falar de Bruno e Marrone sem lembrar do renomado Acústico, de 2001, gravado em Uberlândia. Ou da genialidade do AcústicoAmarelinho” feito no ano anterior. Ambos foram um marco na carreira da dupla, daqueles discos que você ouve do começo ao fim sem pular uma faixa. O Acústico de Uberlândia foi o trabalho que colocou a dupla em outro patamar, conquistando uma audiência nacional e eternizando músicas como “Vida Vazia”, “Um Bom Perdedor” e “Por Um Minuto”. Bruno & Marrone quebraram o monótono mercado sertanejo que vinha da hierarquia da tríade formada pelo “Amigos”. Não é exagero dizer que foi um divisor de águas no sertanejo toda sonoridade daquele disco. É uma obra que até hoje se tornou referência de qualidade, principalmente pelos violões de Marco Abreu.

Mantendo a áurea de Bruno & Marrone, outros discos como o Inevitável, de 2003, o Viagem produzido por Paulo Debétio em 1998 com um repertório impecável e canções que se tornaram trilha sonora de muitos romances e desilusões. Sucessos dali entraram na carreira de outras duplas anos depois, como “Mil Razões para Chorar” e “Tem Nada a Ver”. E quem teve o privilégio de assistir a um show deles no Olympia, em São Paulo, sabe do que eu estou falando. Aquela casa de shows, tão emblemática, foi palco de momentos inesquecíveis da música brasileira. Bruno & Marrone eram presença constante, sempre lotando o lugar e entregando apresentações emocionantes. Podemos ver isso no DVD ao vivo de 2004. Eram shows intimistas, com uma energia única, onde cada música era cantada em coro pelo público. Eles não precisavam de pirotecnia ou de grandes produções: era só a voz do Bruno, a sanfona do Marrone e aquelas letras que falavam direto ao coração tocadas pela banda de excelentes músicos. Como esquecer o grande álbum “De Volta aos Bares”, de 2009.

E é justamente por isso que é tão frustrante ver a dupla tentando se reinventar de forma tão desconectada do que sempre foram atualmente. É claro que todo artista tem o direito de experimentar, de buscar novos caminhos. Mas Bruno & Marrone já encontraram o deles há muito tempo. Eles são mestres no que fazem, e a fórmula sempre foi simples: Músicas boas, arranjos diferenciados das produções de Maluly e Dudu Borges, e aquela conexão única com o público. Hoje as pessoas saem do show reclamando dos arranjos em sertanejo universitário que algumas músicas já clássicas da dupla ganharam no último DVD de regravações. Se essas não agradaram por terem mexido com o que não precisava, o que dizer dos novos lançamentos? Uma música pior que a outra nos últimos anos, que dava pra fazer uma lista infinita de “Piores do Ano” como o Dudu Purcena faz.

Se a ideia é buscar inspiração em algo, que tal olhar pro Leonardo? Ele entendeu o jogo. Hoje, ele vive dos clássicos, lota shows, canta as mesmas músicas que o público ama desde os tempos de Leandro & Leonardo e de sua carreira solo que teve até momentos pop quando tentaram fazer dele o Ricky Martín brasileiro. Leonardo não grava nada novo e não tenta agradar um público que não é o dele. E sabe o que é mais interessante? Ninguém reclama, porque todo mundo sabe que é isso que se espera de um artista com uma carreira tão rica. Leonardo gravou um EP inédito em 2021. Mas alguém se lembra? Pois bem… Nem no repertório do show essas músicas devem ter entrado, porque ele tem repertório de sobra para horas de show sem ter que inventar moda. Recentemente, Leonardo declarou que não pretende gravar mais nada inédito em sua carreira. E ele está certo!

Bruno & Marrone têm um legado incrível, construído com trabalho duro e talento inquestionável. Não precisam correr atrás de tendências ou tentar agradar uma geração que provavelmente nunca vai se interessar pelo sertanejo deles. Músicas como “Namorando” ou “Nana” não fazem sucesso, nem quando vão pra rádio. O ouvinte liga nos programas pra pedir “Ligação Urbana”, de vinte anos atrás. O público fiel deles está ali, esperando por mais daqueles momentos mágicos que só eles sabem proporcionar nos shows com as guitarras do Márcio Kwen e o baixo do Giuliano Ferraz. As pessoas não querem hits descartáveis ou tentativas de viralizar no TikTok. O público de B&M quer as músicas que fazem parte da história que todos viveram ao som da dupla.

A verdade é que a grandeza de Bruno & Marrone está justamente no que eles já fizeram. O sonho de muitos é um projeto dos boleros gravados pela dupla, ou uma regravação daquele Acústico, mas sem arranjos de sertanejo modinha. Aproveitar o repertório onde se tem composições da Fátima Leão, do Elias Muniz, da parceria Bruno e Felipe (Falcão), do Luiz Cláudio e do Giuliano. Às vezes, o melhor caminho é olhar pra trás, valorizar o que já se construiu e continuar emocionando o público que sempre esteve ao lado deles desde os tempos da barraca Abobrão nas exposições agropecuária de Rio Verde. Afinal, pra quê mexer no que já é perfeito?

Ken Miles e sua memorável vitória nas 24 Horas de Daytona

Foto/Reprodução: BBC Sports

Com a chegada das 24 Horas de Daytona, é impossível não lembrar de um dos momentos mais emblemáticos da história do automobilismo: a vitória de Ken Miles emblemática pista em 1966. Para os fãs de corridas de longa duração, Miles é um nome lendário, não apenas pelo talento como piloto, mas também pela mente genial que ajudou a moldar o automobilismo como o conhecemos hoje em dia.

Ken Miles era mais do que um piloto; ele era um engenheiro dedicado, que vivia para ajustar cada detalhe dos carros que pilotava. Essa paixão o tornou uma figura crucial na épica batalha entre a Ford e a Ferrari nos anos 1960, retratada de forma brilhante no filme Ford vs Ferrari (2019). No longa, Christian Bale interpreta Miles, capturando sua determinação, genialidade e o espírito de luta que marcaram sua carreira. Mesmo sem nenhum acesso a arquivos de video, Bale fez os trejeitos de Miles deixando o personagem tão familiar a quem assiste. Aliás, esse é um daqueles filmes que assistimos toda semana e choramos de qualquer jeito, mesmo já sabendo as falas de cor.

A vitória em Daytona, em 1966, foi um marco para o automobilismo na época. Naquele ano, Miles e Lloyd Ruby pilotaram o Ford GT40 Mk II, um carro que representava o auge da engenharia automotiva para aquele período de primórdios da tecnologia das quatro rodas. A corrida foi dominada pela dupla, que liderou mais da metade das 24 horas e cruzou a linha de chegada com uma vantagem impressionante, consolidando o domínio da Ford no cenário internacional. De quebra ainda deixou Enzo Ferrari preocupado.

Shelby e Miles interpretados por Matt Damon e Christian Bale no cinema;

Essa vitória em Daytona foi especialmente significativa porque representou a primeira etapa da chamada tríplice coroa americana de Ken Miles: Daytona, Sebring e Le Mans, todas conquistadas no mesmo ano. Apesar de sua controversa derrota em Le Mans, quando a Ford ordenou que ele diminuísse o ritmo para uma chegada fotográfica com os três carros da marca, a performance de Miles em Daytona permanece como um dos maiores feitos do automobilismo. E cá entre nós, Le Mans 66 sempre será dele.

Além de ser um piloto fora da curva que tinha uma visão totalmente além do que um piloto qualquer tinha da pista e de seu carro, Ken Miles foi inovador ajudando a Ford construir máquinas capazes de rivalizar com a Ferrari, até então imbatível nas pistas. Seu impacto vai além dos troféus. Ele redefiniu o conceito do que significava ser um piloto de resistência, com uma combinação rara de habilidade ao volante e profundo entendimento técnico. Suas conversas com o carro o fizeram ter esse lado romântico entre a velocidade e o perigo de se correr em 7 mil RPM.

Para quem ainda não conhece em detalhes sua história, o filme Ford vs Ferrari é um excelente ponto de partida. Ele não apenas celebra a rivalidade épica entre as duas montadoras mais relevantes do mercado, mas também presta uma homenagem merecida a Miles, um homem cuja paixão pelo automobilismo transcendeu as pistas. O filme mostra um lado pessoal de Ken que não conhecíamos antes, mas também o consolida como um dos pilotos mais completos da história que pouco reconhecimento teve fora da bolha automobilística.

Enquanto acompanhamos os carros rasgando o circuito de Daytona, é importante lembrar daqueles que pavimentaram o caminho para o que o automobilismo se tornou. Ken Miles, com sua vitória icônica em 1966, certamente merece um lugar de destaque nessa memória. Reverenciar seus feitos, ao lado do grande parceiro Carroll Shelby, é entender o que realmente faz a velocidade ser uma paixão!

Dogpool segue fazendo sucesso e sua rotina chama atenção nas redes

Foto: Getty Imagens

Banho, passeio, assistir TV e comer petiscos são um dos hobbys favoritos da canina mais fofa dos últimos tempos. Em um multiverso de super-heróis e aventuras épicas, uma pequena cachorrinha encontrou seu lugar entre as grandes estrelas de Hollywood. Estou falando de Peggy, aka Mary Puppins, aka Dogpool. A adorável canina originada de uma mistura das raças Pug e Chinese Crested Dog deu vida à protagonista de quatro patas no filme Deadpool & Wolverine.

Com seu carisma único e muita energia, Peggy mostrou que mesmo com patas curtinhas, é possível alcançar o estrelato. Ela tem feito eventos como a Comic Con na Europa e ainda é presença vip em programas de TV na Inglaterra, onde vive com os donos dela.

Nos bastidores do fenômeno de bilheteria Deadpool & Wolverine, Peggy era o centro das atenções. Sua alegria e doçura conquistaram a equipe de produção, os atores e, claro, todos os fãs que assistiram ao filme. Ryan Reynolds foi o primeiro a se apaixonar pela canina da língua pra fora, ao conhecer ela na internet após ser eleita a cachorrinha mais feia do Reino Unido em 2022.

Usando seu instinto de apurar acertos para seus filmes, o marido de Blake entrou em contato com os donos de Peggy fazendo convite para o filme. Mesmo dividindo a tela com gigantes como Deadpool & Wolverine, Peggy brilhou como só ela sabe, arrancando sorrisos e fofura em cada cena. Mas não pensem que ela já nasceu pronta para ser estrela do Cinema. A canina era muito tímida e introvertida. Para o papel de Dogpool, precisou passar por treinamentos do nível de Hugh Jackman na academia. E Peggy soube aprender diversos comandos para conseguir atuar nas gravações. Assim, brilhou nas telonas e se tornou tão protagonista quanto os heróis do filme.

Dogpool, sua personagem, é a versão canina do irreverente Deadpool, que nos quadrinhos tem uma história de bastante sofrimento e maus tratos. Nas HQ’s Dogpool é um cachorrinho, abandonado após ser usado em diversos experimentos científicos. Mas no filme ninguém poderia interpretar Dogpool melhor do que Peggy. Com sua energia e expressividade, ela trouxe um toque especial ao filme, tornando a experiência ainda mais divertida e memorável. Seu sucesso saiu do cinema e logo ganhou lojas com acessórios e seu desejável funko pop, um dos mais vendidos do ano de 2024.

Hoje, Peggy continua a encantar a todos com sua fofura e talento na redes sociais. Seu dia a dia é compartilhado pelos donos. Ela é a prova de que as maiores estrelas vêm em todas as formas e tamanhos — e às vezes, elas têm um rabinho que não para de abanar e um topete estiloso de pelos na cabeça. A Dogpool é uma verdadeira heroína, pois com sua personalidade de cachorrinha estrelada do Cinema mostra que o mundo pode ser mais leve e alegre todos os dias com sua presença!

Foto: Instagram
Foto: Getty Imagens
Video: TikTok