Desde a estreia de “Superman” na semana passada, muitos espectadores saíram apaixonados. Por David Corenswet? Não, por Krypto, o cachorro adotado pelo super-herói. No filme, Superman precisa lidar com as trapalhadas e a falta de treinamento de Krypto, mas também conta com a ajuda e a companhia do cãozinho que está sob seus cuidados.
E a participação do cachorro no filme foi tão encantadora que, segundo o aplicativo de treinamento de cães Woofz, o interesse por adoção de cachorros cresceu nos Estados Unidos logo após a estreia de “Superman“. As buscas no Google por “adotar um cachorro perto de mim” aumentaram 513% após o fim de semana de estreia do longa, enquanto as buscas por “adoção de cachorro resgatado perto de mim” aumentaram 163%, segundo os dados divulgados pelo Woofz.
E as buscas por “adotar um schnauzer” aumentaram em 299%, já que Krypto parece ser uma mistura de vira-lata Terrier com Schnauzer. O cachorro super-herói é inteiramente feito em CGI, mas sua aparência foi inspirada no cão da vida real adotado pelo diretor James Gunn: Ozu. O animal de estimação foi resgatado em uma situação de maus tratos. Ele assistiu ao trailer em casa e com latidos aprovou a atuação do Krypto de CGI no filme.
Recentemente, Gunn disse ao The New York Times que usou seus próprios vídeos de Ozu brincando com seu gato como base para alguns dos movimentos de Krypto na tela. “Tenho muitos vídeos deles brincando“, disse o diretor ao Times. “Na verdade, quando Krypto está pulando no Superman no início do filme, tudo isso é baseado em filmagens dele brincando com meu gato.“. Gunn também contou, em suas redes sociais, que adotou Ozu pouco depois de começar a escrever o roteiro de “Superman“, e foi assim que o cão entrou na história.
O apresentador Celso Portiolli venceu o Troféu Imprensa como Melhor Apresentador do Ano, e mais do que merecido, o prêmio só confirma algo que muita gente já sente faz tempo: ele é, hoje, o melhor comunicador da televisão brasileira. Não apenas pelo carisma e simpatia, mas pela habilidade rara de segurar, com leveza e naturalidade, horas e horas ao vivo no Domingo Legal, um programa de auditório que mistura entretenimento, emoção e bom humor — um dos formatos mais difíceis de comandar.
Celso não apresenta um programa: ele conduz um espetáculo dominical como quem conversa com o público na sala de casa. Vai dos quadros divertidos como o Passa ou Repassa a entrevistas espontâneas e bem conduzidas na casa dos próprios artistas, provando que seu talento atravessa o tempo sem perder o frescor. Ele entende o jogo da TV como poucos, e por isso consegue entregar audiência sem precisar apelar — conquista o público pela inteligência, pelo timing cômico e, principalmente, por ser genuinamente gente como a gente. O ícone até já gravou uma música do Michael Sullivan (Amizades Virtuais), zerando o game de um talento completo que se tornou na vida.
Desde os tempos de Câmeras Escondidas, quando herdou o estilo consagrado por Silvio Santos, Celso sempre teve a missão de continuar uma linhagem difícil, a dos grandes apresentadores populares, que unem família, diversão e carisma aos domingos. E ele não só assumiu esse desafio como se consolidou como o nome que mais se aproxima da herança de Silvio e Gugu, tanto pelo estilo quanto pela entrega ao público. Para muitos, ele é o filho que Silvio Santos não teve – pois ele só teve mulheres como filhas. A trajetória e o cuidado que Silvio sempre teve com Celso realmente o moldou como o melhor apresentador para seguir seus passos na televisão.
Celso Portiolli é mais do que o vencedor do Troféu Imprensa. Ele é o rosto de uma televisão que ainda acredita no bom entretenimento, feito com respeito à plateia e com o brilho no olhar de quem ama o que faz. Seus quadros são simples e divertidos, sem fórmulas mirabolantes para conquistar uma audiência a qualquer custo. Ele merece todo reconhecimento por isso — e talvez o maior legado que Celso planta hoje seja esse: domingo após domingo, ele segue sendo uma companhia insubstituível para milhões de brasileiros que se divertem com seu estilo único de ser um grande comunicador.
Bastidores sórdidos que a dupla viveu durante os últimos anos foram contados em conversa que rendeu revelações e desabafos;
Foto: Tem Base Podcast
Depois de 14 anos sob a gestão do escritório Worldshow, que tem como produto principal a consagrada dupla Bruno & Marrone, George Henrique & Rodrigo anunciaram oficialmente sua saída da empresa no início deste ano. A decisão, embora já ventilada nos bastidores do sertanejo, ganhou contornos reveladores após matérias publicadas por Leo Dias. Agora, a participação da dupla no podcast Tem Base, de Müller Bento e Juliana; os irmãos expuseram detalhes da complicada saída do escritório e episódios delicados que viveram ao longo do tempo em que estiveram vinculados aos ex-empresários. Segundo eles, o acúmulo de desgastes internos, promessas não cumpridas e dificuldades no direcionamento da carreira foram fatores decisivos para o rompimento.
Com uma trajetória marcada por grandes sucessos, George Henrique & Rodrigo conquistaram seu espaço no cenário sertanejo com canções que rapidamente caíram no gosto do público. “Receita de Amar” foi um dos primeiros hits a projetar a dupla nacionalmente, abrindo caminho para outros grandes sucessos na carreira como “Vai Lá em Casa Hoje”, “Promessa de Cachaceiro”, “De Copo em Copo” e a energética “Bagunça Minha Vida”. O talento da dupla, aliado a composições certeiras, consolidou uma base fiel de fãs, especialmente após o emblemático primeiro DVD gravado em um posto de combustíveis de Goiânia, que se tornou um símbolo da identidade jovem, romântica e popular dos dois.
Durante a conversa no Tem Base, George Henrique & Rodrigo não apenas detalharam os bastidores da saída, mas também relataram episódios sórdidos vividos dentro do escritório, como negligência de compromissos, falta de apoio estratégico em momentos decisivos da carreira e um distanciamento crescente entre artistas e gestão. Um dos fatos derradeiros para a dupla tomar a decisão de novos rumos na carreira foi ter ficado de fora – literalmente – do projeto “Inevitável”, iniciado no ano passado por Bruno & Marrone.
A franqueza com que trataram os temas surpreendeu e revelou um lado pouco conhecido da relação entre escritórios e artistas no universo sertanejo. O público muitas vezes nem faz ideia do que acontece fora dos palcos. Enfim, livres do vínculo com a Worldshow, George Henrique & Rodrigo seguem com a missão de reestruturar a carreira de maneira mais independente, apostando na própria visão artística e no relacionamento direto com o público. A saída marca o fim de um ciclo, mas também o início de uma nova fase, com a promessa de mais liberdade, autenticidade e espaço para arriscar novos caminhos no cenário musical. Talentos eles tem de sobra, pois são uma das duplas mais completas em um mercado tão carente de coisa boa nos últimos tempos.
Quem sobreviveu ao Paulistão na TNT, sabe do que estou falando!
Foto/Reprodução: Instagram
Galvão em 2022: “Tchau, galera. Vô aposentar!”. Galvão em 2025: “Bem, amigos da Prime Video!!”
Sim, Galvão Bueno voltou a narrar futebol com a pompa que merece sendo a principal estrela das transmissões ao vivo pela Prime Video. Sua estreia foi em um jogo do Corinthians e já tinha dado o que falar. Ontem, Fluminense x Santos foi com ele no comando — e, como sempre, os “NeymarZets” estavam atentos, prontos pra destilar veneno diante da sinceridade de Galvão. Estão doídos e não é de hoje – “ain num fala do menino Ney”… Enfim, no jogo deste domingo, muitos criticaram o tom, o ritmo, os erros e os exageros do narrador. Sim, ele comete erros. Sim, já teve narrações mais afiadas. Ele não está mais no auge.
Mas a verdade é uma só: não existe ninguém como Galvão Bueno na TV, no rádio ou no streaming. Ele é a maior voz da televisão brasileira e do futebol nacional. Não adianta forçar a barra procurando outro nome equivalente. A nova geração de narradores? Fraquíssima. Parece que foram criados narrando com o playstation no sofá de casa. É uma tentativa atrás da outra de emplacar nomes sem carisma, sem pegada, sem paixão verdadeira pela bola rolando e sem condição nenhuma de aguentarmos ouvir a voz da pessoa por mais de 90 minutos.
A Globo e o SBT, por exemplo, tentam, insistem, martelam — e nada. Porque talento não se fabrica em laboratório. E carisma, muito menos. Aliás, o que mais falta na atual geração de narradores é justamente o carisma que faz toda diferença para cativar o público neutro e os torcedores fanáticos. Como entender Tiago Leifert narrando Champions League no SBT? E se alguém teve o desprazer de assistir ao Paulistão pela TNT, sabe exatamente do que estou falando. Os narradores são um pesadelo sonoro.
Falam muito, sentem pouco. Gritam sem razão, erram nome de jogador, confundem emoção com histeria. Pavor. Nem o Gusttavo Lima grita tanto quando faz show de 5 horas. Ao menos o grito dele vem de uma voz afinada e de uma música boa. Os narradores da atualidade gritam sem motivo e com um exagero sem tamanho. É tudo tão genérico que parece que estão narrando em um aplicativo de inteligência artificial com delay.
A diferença de Galvão para os demais é que ele viveu tudo. Tem uma bagagem como nenhum outro tem. Ele carrega toda essa história na voz. Narrou Copas, Maradona, Pelé, Messi, Zico, finais de campeonatos inesquecíveis e ainda media um debate como ninguém. Ele viu a história acontecer — e faz parte dela em décadas de profissão. Por isso, quando ele grita “haja coração!”, não é só um bordão. É sua verdade, sua nostalgia e sua alma transmitida em cada lance.
Galvão tem licença poética para errar nome, se enrolar num lance ou outro e às vezes parecer perdido numa transmissão moderna. Mas quando Galvão fala, o Brasil escuta. Quando ele narra, todos sentem a emoção que poucos hoje conseguem passar ao público. Felizmente ou não, só existe um Galvão. E, mesmo com os defeitos de hoje, ele ainda é o melhor. Na verdade, ele é o melhor e o maior em tudo o que faz. O resto? O resto grita tentando ser ouvido, seja narrando ou tentando apresentar um programa. Mas voz de verdade não se improvisa ou se fabrica.
Se lembram que muitos reclamavam de Faustão aos domingos em seus últimos anos, atacando o apresentador e sempre sugerindo sua aposentadoria? Pois bem, olhem o que os domingos viraram hoje. Em seu horário, temos um Caldeirão do Huck genérico, com atrações cada vez mais bobas que vem perdendo a soberana audiência para as concorrentes Record e SBT. Faustão saiu do Domingão e hoje todos sentem falta. Galvão ainda está aí! Não esperem ele se despedir de vez para dizer mais tarde que “jogo bom era com o Galvão narrando”. Aproveitem ao máximo do que ele ainda pode proporcionar ao futebol. Quando for a hora do adeus, ninguém ocupará seu lugar com o mesmo gabarito.
Não assistiu Vitória ainda? Olha que o Major Messias vai atrás de você, hein… O filme segue firme como um fenômeno de bilheteria, mesmo diante da forte concorrência de grandes lançamentos como Branca de Neve, em sua nova versão live-action, e o aguardado Minecraft, adaptação do popular jogo que acabou de estrear. Com uma trama envolvente, direção sensível e atuações marcantes, o longa conquistou não apenas o público brasileiro, mas também vem despertando atenção internacional.
Em meio a blockbusters recheados de efeitos visuais, Vitória brilha ao apostar na emoção, no roteiro bem construído, realista e em uma narrativa profundamente humana. O filme foi visto até agora por mais de 585 mil pessoas e arrecadou 12 milhões em bilheteria, se tornando a maior da carreira da protagonista da produção, Fernanda Montenegro. A atriz que entrega uma das atuações mais potentes de sua trajetória, já foi indicada ao Oscar em 1999 por Central do Brasil, mas acabou perdendo para Gwyneth Paltrow (conhecida como viúva do Tony Stark).
Agora, a “dama da dramaturgia brasileira” retorna aos holofotes da crítica com chances de uma merecida “vingança”. Sua performance em Vitória tem sido amplamente elogiada pela crítica especializada e a produção do filme já começou a trabalhar para o caminho até o Oscar. O filme conta a história real de Joana da Paz, uma mulher que enfrentou um sistema muito bem articulado entre tráfico e milícia para se libertar de todo perigo que presenciava pela janela de seu apartamento.
A narrativa dialoga com temas urgentes como a violência, a dignidade e a redenção, sem cair em clichês. Essa combinação tem encantado plateias diversas, emocionando desde jovens cinéfilos até espectadores mais experientes, muitos dos quais acompanham Fernanda Montenegro há décadas. O longa foi muito fiel aos principais pontos descritos no livro “Dona Vitória – Joana da Paz”, escrito por Fábio Gusmão, vivido no filme por Alan Rocha.
Mesmo com o apelo comercial de Minecraft, que atrai o público infantojuvenil em massa, e com o fascínio visual de Branca de Neve, que aposta em nostalgia e magia, Vitória vem se mantendo no topo do ranking de ingressos vendidos. O filme prova que ainda há espaço para dramas adultos e sensíveis em meio ao domínio dos grandes estúdios e efeitos especiais. Esse feito é literalmente uma vitória para o cinema nacional e para os fãs de histórias contadas com o coração.
A possível indicação de Fernandona ao Oscar 2026 já é tratada como uma reparação histórica. Se for indicada, a atriz poderá encerrar sua carreira com a estatueta que muitos consideram ter-lhe sido injustamente negada há 26 anos. Vitória é mais do que um filme de sucesso — é um símbolo da força do cinema brasileiro, da resistência dos grandes artistas do elenco e da arte que, mesmo em tempos digitais, ainda emociona e transforma nossas vidas.
Sempre acompanhei o trabalho de Zé Mineiro, fundador da empresa goiana Friboi, que foi pioneiro ao levar a produção de carne de qualidade para Brasília em sua construção. E uma de suas filhas, Valere Batista é uma das maiores pecuaristas do Brasil, ao lado do filho Aguinaldo, comandam a Nelore Paranã. A marca é o maior criatório da raça nelore selecionada nos últimos anos, superando a Rima Agropecuária que ocupou esse posto durante anos na raça nelore de elite.
Toda família de seu Zé Mineiro é muito reservada. No entanto, esse ano, Joesley Batista surpreendeu a todos – inclusive a esposa e jornalista Ticiana Villas Boas – ao começar a compartilhar seu dia a dia no instagram. Joesley é um empresário conhecido por sua atuação no setor de alimentos e agronegócio, especialmente na J&F Investimentos, holding que controla empresas como a JBS S.A., uma das maiores processadoras de carne do mundo. Ao longo de sua carreira, Joesley desempenhou um papel fundamental na expansão e consolidação da JBS no mercado global.
Nos últimos meses ele tem buscado se aproximar do público e compartilhar aspectos de sua vida pessoal e profissional por meio das redes sociais. Desde janeiro, Joesley passou a manter um perfil ativo no Instagram, onde compartilha frases motivacionais que fazem parte de sua trajetória, registros de visitas a unidades da JBS, a outras empresas de seu grupo e momentos com sua família. Essa iniciativa reflete uma tendência entre líderes empresariais do agronegócio que utilizam plataformas digitais para humanizar sua imagem e estabelecer uma comunicação mais direta com diferentes públicos.
Ao compartilhar sua rotina e bastidores da vida no setor que atua nas redes sociais, Joesley Batista busca não apenas fortalecer a imagem de suas empresas, mas também inspirar e engajar uma audiência mais ampla, destacando sua trajetória e os princípios que nortearam seu sucesso empresarial. Muitos acionistas do mercado financeiro gostam de conhecer melhor aqueles que gerem parte das ações de sua carteira de investimentos – eu inclusive. Ter Joesley entre nós, instagrammers ativos, deixando a vida low profile de lado é interessante.
Foto: Joesley ao lado da mãe, Dona Flora, que se formou em mais uma faculdade – Teologia – aos 88 anos.