Categoria: Estilo de Vida

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda: Filme agrada e funciona com humor fiel ao original

Foto: Reprodução

Querendo conquistar os millenniums, “Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda” chegou como uma sequência cheia de energia e nostalgia, mantendo o espírito divertido do clássico de 2003. Ambientado décadas depois, o filme mostra Anna e Tess lidando com novos desafios: Anna (Lindsay Lohan) agora é mãe e prestes a se tornar madrasta, enquanto Tess (Jamie Lee Curtis) aparece como uma avó contemporânea e adorável. A trama se intensifica quando, em meio à união das famílias, quatro personagens acabam trocando de corpo — e o caos delicioso tem início.

O humor do filme acerta em cheio ao equilibrar a nostalgia com referências atualizadas, sem perder a leveza que cativou espectadores no original. As brincadeiras, trocas e confusões são pontuais, contemporâneas, e capazes de arrancar boas risadas do público, especialmente com o humor físico e as trocas inesperadas entre as personagens. “Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda” tem aquela pegada de Sessão da Tarde, mas que vai servir para divertir o público em qualquer horário assim que chegar ao Disney Plus.

As protagonistas brilham em cena: Lindsay Lohan retorna ao papel de Anna com uma performance que mistura a rebeldia da juventude com a sensibilidade de uma mãe moderna, mostrando-se natural e carismática mais uma vez. Já Jamie Lee Curtis domina cada cena com sua energia contagiante, equilibrando humor físico e autoridade emocional com maestria — é impossível não se encantar com a conexão renovada entre as duas.

Em suma: vale a pena assistir. A sequência é uma mistura eficiente de emoção, risadas e boas lembranças, com performances calorosas e bem-humoradas de Lohan e Curtis. Perfeita para fãs antigos e novos, é um filme que diverte e toca o coração — uma celebração do laço materno e familiar com muito humor e leveza. O cinema precisava disso nessa temporada pós-férias. O reboot é um dos melhores já feitos pela Disney. Pode ficar em paz nessa, Mickey!

Gestão de banca: É a coisa mais importante no mercado de apostas

Isso, junto a outros quesitos, separa o amadorismo do profissional

Foto: MGM Grand

No encantado universo das apostas esportivas, muita gente acha que o mais difícil é acertar um bilhete. Mas a verdade é que o maior desafio está longe de ser a escolha do jogo ou o número de escanteios. O que realmente separa os apostadores amadores dos profissionais é a gestão de banca.

Você pode acertar várias entradas seguidas, ter feeling, amar futebol e até entender o jogo como ninguém rezando para São Jorge nas partidas do Corinthians — mas se não souber cuidar do seu dinheiro, tudo isso vai embora na primeira sequência ruim. Nunca aposte mais do que você pode. Nunca dê um passo maior que a perna. Como a gente costuma dizer em Goiás: não coloque o carro na frente dos bois.

Apostar não é sorte! É estudo, análise, paciência e sangue frio, muito sangue frio como o do Piastri na Formula 1. E tudo isso precisa estar conectado a uma gestão sólida da sua banca. Ter controle significa definir uma stake padrão, entender seu limite, saber a hora de parar e nunca, em hipótese alguma, apostar por impulso. Quem busca viver disso precisa levar isso como um negócio, não como passatempo.

E aqui vai outra dica de ouro: tenha um Diário de Apostas. Anote tudo. Suas entradas, seus motivos, suas odds, os mercados que você escolheu, o que deu certo, o que deu errado e, principalmente, o que você aprendeu. Isso transforma sua caminhada. Te ajuda a entender padrões, corrigir erros e fortalecer seu método. Pegar o lucro e não sair por aí se achando o Tio Patinhas. Pelo contrário! Faça aportes em suas próprias apostas e também investimentos financeiros com aquilo que você conquistou em um resultado positivo.

Além disso, é fundamental ter uma rotina de estudo. Não é só seguir dica de canal no Instagram ou Telegram do fulano. Quem quer se profissionalizar precisa ir além: entender estatísticas, identificar comportamentos dos times, acompanhar o histórico de jogos, saber os momentos em que cada equipe costuma pressionar, como se comporta quando está ganhando ou perdendo, e por aí vai.

Apostar com responsabilidade é respeitar seu dinheiro, seu tempo, sua vida acima de tudo e sua mente. Com organização e disciplina, a caminhada pode ser lucrativa, sim — mas só se você estiver disposta a tratar as apostas com seriedade e maturidade. Profissionalismo não é acertar tudo: É saber perder com controle, ganhar com consistência e evoluir com cada entrada!

Krypto cumpriu a missão: Lançamento de “Superman” aumentou procura por adoção de cães nos EUA

Foto: NYT

Desde a estreia de “Superman” na semana passada, muitos espectadores saíram apaixonados. Por David Corenswet? Não, por Krypto, o cachorro adotado pelo super-herói. No filme, Superman precisa lidar com as trapalhadas e a falta de treinamento de Krypto, mas também conta com a ajuda e a companhia do cãozinho que está sob seus cuidados.

E a participação do cachorro no filme foi tão encantadora que, segundo o aplicativo de treinamento de cães Woofz, o interesse por adoção de cachorros cresceu nos Estados Unidos logo após a estreia de “Superman“. As buscas no Google por “adotar um cachorro perto de mim” aumentaram 513% após o fim de semana de estreia do longa, enquanto as buscas por “adoção de cachorro resgatado perto de mim” aumentaram 163%, segundo os dados divulgados pelo Woofz.

E as buscas por “adotar um schnauzer” aumentaram em 299%, já que Krypto parece ser uma mistura de vira-lata Terrier com Schnauzer. O cachorro super-herói é inteiramente feito em CGI, mas sua aparência foi inspirada no cão da vida real adotado pelo diretor James Gunn: Ozu. O animal de estimação foi resgatado em uma situação de maus tratos. Ele assistiu ao trailer em casa e com latidos aprovou a atuação do Krypto de CGI no filme.

Recentemente, Gunn disse ao The New York Times que usou seus próprios vídeos de Ozu brincando com seu gato como base para alguns dos movimentos de Krypto na tela. “Tenho muitos vídeos deles brincando“, disse o diretor ao Times. “Na verdade, quando Krypto está pulando no Superman no início do filme, tudo isso é baseado em filmagens dele brincando com meu gato.“. Gunn também contou, em suas redes sociais, que adotou Ozu pouco depois de começar a escrever o roteiro de “Superman“, e foi assim que o cão entrou na história.

Atriz venezuelana de Isa TKM está brilhando em ‘Superman‘

Foto: Televisa

Quem acompanhava a novelinha Isa TKM na adolescência provavelmente jamais imaginou que aquela carismática e apaixonada Isa, vivida por María Gabriela de Faría (32), um dia estaria brilhando nas telonas de Hollywood. Pois esse dia chegou. A atriz venezuelana integra o elenco do novo Superman, dirigido por James Gunn, interpretando uma engenheira inteligente, forte e cheia de personalidade. Um papel marcante que mostra o quanto María Gabriela cresceu como artista, sem perder o brilho que sempre a acompanhou desde os tempos da Nickelodeon.

Nascida em Caracas, María Gabriela começou sua carreira ainda criança na televisão venezuelana. Mas foi com Isa TKM, sucesso em toda a América Latina, que conquistou o coração de uma geração. Sua atuação leve e espontânea, combinada ao carisma natural, fez dela uma das estrelas teens mais queridas dos anos 2000. Após o sucesso na América Latina, ela continuou sua trajetória com papéis importantes em séries e filmes internacionais, incluindo produções nos Estados Unidos, sempre mostrando versatilidade e talento.

Em Superman, María Gabriela mostra toda a sua maturidade artística ao interpretar a Engenheira, determinada a ser uma grande vilã, que contribui com inteligência e coragem para os desafios traçados por Lex Luthor. Sua presença em cena é magnética, e sua atuação consegue ser ao mesmo tempo técnica e radiante, provando que ela não está ali por acaso — ela conquistou esse espaço com muito trabalho, dedicação e talento genuíno.

Foto/Reprod: Televisa

Ver uma atriz venezuelana alcançando esse nível de reconhecimento em Hollywood é motivo de orgulho para toda a América Latina. María Gabriela de Faría é a prova de que o talento latino pode — e deve — estar presente nos grandes filmes do cinema mundial. E o mais bonito é ver que, mesmo depois de tantos anos, ela segue cativando o público, agora com papéis mais maduros, mas com a mesma autenticidade de sempre.

Do mundo pop adolescente para o universo dos super-heróis, María Gabriela construiu uma carreira admirável. E se depender do que ela mostrou em Superman, essa nova fase promete ser ainda mais grandiosa. E só pra deixar claro: Isa TKM na Venezuela é maior que o RBD!

Smurfs: Trilha sonora e aventuras seguram o filme dos azuis

Foto: Paramount

Eles voltaram com tudo. “Smurfs” é aquele tipo de filme que conquista logo de cara pela leveza, pelo bom humor e, claro, pela trilha sonora contagiante. Mesmo com um roteiro que em alguns momentos escorrega para o lado mais previsível ou preguiçoso, a produção compensa com carisma, ritmo e um visual encantador. É difícil sair da sessão sem sorrir, cantarolar alguma música ou se apegar a algum dos pequenos personagens azuis.

A trilha sonora é, sem dúvidas, um dos pontos altos do filme. Ela embala a narrativa com energia, cria atmosfera nas cenas mais emotivas e dá o tom das aventuras com um frescor que agrada desde o público infantil até os adultos nostálgicos que cresceram acompanhando os Smurfs. A trilha dessa vez é reforçada pelo brilho e talento de Rihanna.

Mas o que realmente torna o filme especial é a mensagem que ele carrega: a importância de descobrir nosso dom, nosso talento único — e entender que nunca é tarde para isso. Em um mundo que pressiona por respostas rápidas e caminhos prontos, os Smurfs nos lembram que cada um tem seu tempo e que o processo de autodescoberta é tão importante quanto o resultado final.

Para esse mês das férias, “Smurfs” é um filme que diverte, embala e inspira qualquer geração. Uma mistura de fofura, comédia e reflexão leve que faz valer o tempo na frente da tela. No entanto, o filme estreia em um mês concorrido de franquias pesadas como Jurrassic Park, Superman, o badalado Formula 1 e o futuro bilionário Lilo & Stitch.

Lilo & Stitch: Funciona mais pra geração Enzo do que pra geração do desenho

Roteiro deixou a desejar pela mega promoção feita. Geração Enzo/Valentina dão um banho de educação nas sessões, enquanto os adultos não calam a boca. Até quando?

Foto: Disney Plus

A versão live-action de Lilo & Stitch chegou cercada de expectativa e nostalgia. A divulgação foi pesada, a promessa era grande — afinal, estamos falando de um clássico querido da geração que cresceu vendo o desenho original nas tardes de sábado ou nas fitas VHS. Mas, no fim das contas, o que entregaram foi um filme com ritmo arrastado, que tenta, sem muito fôlego, alcançar o coração dos fãs antigos.

O roteiro demora a engatar e parece se esforçar demais para parecer “fofinho”, o que tira um pouco da naturalidade da história. A relação entre Lilo e Stitch ainda é o ponto alto, mas falta aquele calor que o original sabia oferecer — aquele que fazia a gente rir, chorar e repetir a frase “ohana quer dizer família” com os olhos cheios d’água. No entanto, o filme funciona — só que para outro público.

Dá pra perceber que ele foi pensado muito mais para a geração “Enzo/Valentina” do que pra quem já sabe de cor a trilha sonora original. É leve, colorido, rende algumas risadas e entrega uma boa mensagem sobre amizade verdadeira e os valores que realmente importam. No fim, é um típico “Sessão da Tarde”: passa o tempo, diverte em momentos pontuais, mas não emociona de verdade. Pra quem cresceu com o desenho, fica aquele gostinho de que poderiam ter feito mais. Ou, pelo menos, feito melhor.

Ao menos, a experiência de ir ao cinema ainda é válida só pela abertura lindíssima da Disney que sempre nos transporta para aquele mundo onde um rato nos comanda. Falando na geração Enzos, que torcem para o P$G, eles tem dado um show de educação no cinema atualmente. Desde “Moana” e outros filmes “infantis”, tenho tido boas experiências com crianças no cinema. Em compensação, os adultos estão cada dia piores. Parece que desaprenderam a se comportarem no cinema pós-pandemia.

Que falta faz o Wolverine mandando o pessoal calar a boca e desligar o celular durante a sessão antes do filme começar. Por essas e outras, muitas pessoas estão esperando os filmes nos streamings para verem no conforto do seu lar sem ninguém atrapalhar. Errados não estão. Aliás, Lilo & Stitch é um dos filmes que também valem a pena esperar em casa. Guarde seu dinheiro para os próximos lançamentos ou pro Missão Impossível – O acerto final (esse sim, precisa ser vivido na telona).