Categoria: Estilo de Vida

‘Stans’: Documentário sobre a importância de Eminem no rap é surpreendente

Foto: The Detroit Daily

Nada convencional, o documentário dirigido pelo diretor vencedor do Emmy, Steven Leckart, conta a trajetória do artista mais influente no rap americano nas últimas décadas. “Stans” é um presente para os fãs do rapper e, principalmente, para aqueles que acompanharam a trajetória de Eminem desde o início.

Mais do que revisitar momentos marcantes da carreira, o filme mergulha na relação única entre o rapper e sua base de fãs mais leais — os “stans”, termo que nasceu de uma de suas músicas e acabou se tornando sinônimo de devoção incondicional. O longa não se limita a mostrar estatísticas ou conquistas musicais. Ele traz à tona a forma como Eminem moldou a cultura pop, rompeu barreiras dentro do rap e se consolidou como a voz mais influente e controversa de sua geração.

É impressionante ver como sua música atravessou fronteiras, inspirou artistas e se tornou trilha sonora de diferentes fases da vida de milhões de pessoas ao redor do mundo. Mais do que um registro histórico, Stans reforça a importância de Marshall Mathers como ícone que transcende gêneros musicais.

O documentário é surpreendente, provocativo e, acima de tudo, uma celebração do impacto duradouro de um artista que redefiniu o que significa ser uma lenda do rap. Depoimentos de grandes artistas ao longo da produção só mostram como Eminem chegou ao topo, por merecer e se manter gigante em uma indústria onde muitos caem do dia pra noite. “Stans” está disponível no Paramount+, com muita história e trilha sonora nota 10.

Domingo de rock salva primeiro fim de semana do ‘The Town’

Green Day e bandas brasileiras entregaram tudo com rock pesado em Interlagos. Sábado só deu os Enzo;

Foto: Arquivo Pessoal

O primeiro final de semana do The Town, em Interlagos, foi de altos e baixos. O sábado acabou ficando marcado como o “dia dos Enzo’s” — line-up fraco, pouca entrega, salvo apenas pelo show de Filipe Ret, que surpreendeu e provou o ótimo momento que vive na carreira. Ele mesmo reforçou isso no palco e entregou uma das poucas apresentações realmente memoráveis do dia.

Mas se o sábado deixou a desejar, o domingo veio para salvar o festival. E não foi de qualquer jeito: foi com rock pesado, atitude e emoção. O line-up de domingo foi simplesmente perfeito. Capital Inicial abriu um dos palcos principais com um show potente, cheio de mensagens importantes sobre democracia, num 7 de setembro que merecia ser lembrado dessa forma. Foi rock, foi política, foi necessário.

Na sequência, o público vibrou com nomes que são verdadeiros símbolos do rock nacional: CPM 22, Tihuana e até Supla, que mostrou por que continua sendo um dos artistas mais autênticos do país. Teve também o brilho de Pitty, que trouxe só os sucessos e fez o público cantar em coro cada música — um show emocionante para a artista e para os fãs.

E como se não bastasse, o festival ainda entregou duas lendas internacionais: Iggy Pop, energia pura, e Green Day, que está fechando a noite com chave de ouro. Uma banda que marcou gerações e que mostrou no The Town por que continua sendo tão especial. O público vibrou, cantou, se emocionou em cada acorde.

Foi um domingo histórico. O saldo? O sábado não empolgou, mas o 7 de setembro compensou tudo. Agora, fica a expectativa para o próximo final de semana, que promete ser ainda mais nostálgico com a chegada dos Backstreet Boys e da diva Mariah Carey. Quem você ainda quer ver nos próximos dias de festival?

Corra Que A Polícia Vem Aí: Muito fiel ao original, filme tem humor ácido e diversão

Foto: Arquivo Pessoal

Assisti “Corra que a Polícia Vem Aí!” e saí do cinema com aquela sensação boa de quando a gente encontra algo que estava faltando há anos: uma comédia realmente engraçada, com humor ácido, sem medo de ser escrachada – e ao mesmo tempo, fiel ao espírito do original. É um dos melhores reboots de comédia que vi em anos. E olha que eu já tinha perdido as esperanças nesse gênero na telona. Mas agosto trouxe duas surpresas em cartaz no cinema, que são a comédia policial desse texto e “Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda”.

O filme não tenta reinventar a roda. Ele entende o que fez a franquia original funcionar e mantém a fórmula: piadas rápidas, visuais absurdas, diálogos cheios de trocadilhos e um timing perfeito para o pastelão. E no meio dessa bagunça deliciosa, quem brilha é Liam Neeson no papel de Frank Drebin Jr. — filho do inesquecível detetive interpretado por Leslie Nielsen. Neeson entrega um desempenho tão sério que acaba sendo ainda mais engraçado. Ele é atrapalhado, charmoso e absurdamente convincente nas situações mais sem noção possíveis.

O elenco de apoio também é um golaço. Pamela Anderson, como Beth Davenport, tem uma química ótima com Neeson, e os dois dividem algumas das melhores cenas. E ela está lindíssima. Tem ainda Paul Walter Hauser, Kevin Durand e Danny Huston, que entram no jogo com personagens caricatos na medida certa. É aquela mistura de nomes improváveis que, por algum motivo, funciona maravilhosamente.

Com apenas 84 minutos, Corra que a Polícia Vem Aí! não perde tempo e mantém um ritmo acelerado do começo ao fim. Não é um filme para assistir quietinho comendo pipoca; é para rir alto, quase se engasgar, e sair comentando as melhores piadas no caminho de volta para casa. É o tipo de comédia que a gente estava precisando — divertida, sem filtros e com um respeito enorme ao que veio antes. Para mim, um filmão que já entrou na lista dos melhores do ano. E deveria ter 2 horas de duração.

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda: Filme agrada e funciona com humor fiel ao original

Foto: Reprodução

Querendo conquistar os millenniums, “Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda” chegou como uma sequência cheia de energia e nostalgia, mantendo o espírito divertido do clássico de 2003. Ambientado décadas depois, o filme mostra Anna e Tess lidando com novos desafios: Anna (Lindsay Lohan) agora é mãe e prestes a se tornar madrasta, enquanto Tess (Jamie Lee Curtis) aparece como uma avó contemporânea e adorável. A trama se intensifica quando, em meio à união das famílias, quatro personagens acabam trocando de corpo — e o caos delicioso tem início.

O humor do filme acerta em cheio ao equilibrar a nostalgia com referências atualizadas, sem perder a leveza que cativou espectadores no original. As brincadeiras, trocas e confusões são pontuais, contemporâneas, e capazes de arrancar boas risadas do público, especialmente com o humor físico e as trocas inesperadas entre as personagens. “Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda” tem aquela pegada de Sessão da Tarde, mas que vai servir para divertir o público em qualquer horário assim que chegar ao Disney Plus.

As protagonistas brilham em cena: Lindsay Lohan retorna ao papel de Anna com uma performance que mistura a rebeldia da juventude com a sensibilidade de uma mãe moderna, mostrando-se natural e carismática mais uma vez. Já Jamie Lee Curtis domina cada cena com sua energia contagiante, equilibrando humor físico e autoridade emocional com maestria — é impossível não se encantar com a conexão renovada entre as duas.

Em suma: vale a pena assistir. A sequência é uma mistura eficiente de emoção, risadas e boas lembranças, com performances calorosas e bem-humoradas de Lohan e Curtis. Perfeita para fãs antigos e novos, é um filme que diverte e toca o coração — uma celebração do laço materno e familiar com muito humor e leveza. O cinema precisava disso nessa temporada pós-férias. O reboot é um dos melhores já feitos pela Disney. Pode ficar em paz nessa, Mickey!

Gestão de banca: É a coisa mais importante no mercado de apostas

Isso, junto a outros quesitos, separa o amadorismo do profissional

Foto: MGM Grand

No encantado universo das apostas esportivas, muita gente acha que o mais difícil é acertar um bilhete. Mas a verdade é que o maior desafio está longe de ser a escolha do jogo ou o número de escanteios. O que realmente separa os apostadores amadores dos profissionais é a gestão de banca.

Você pode acertar várias entradas seguidas, ter feeling, amar futebol e até entender o jogo como ninguém rezando para São Jorge nas partidas do Corinthians — mas se não souber cuidar do seu dinheiro, tudo isso vai embora na primeira sequência ruim. Nunca aposte mais do que você pode. Nunca dê um passo maior que a perna. Como a gente costuma dizer em Goiás: não coloque o carro na frente dos bois.

Apostar não é sorte! É estudo, análise, paciência e sangue frio, muito sangue frio como o do Piastri na Formula 1. E tudo isso precisa estar conectado a uma gestão sólida da sua banca. Ter controle significa definir uma stake padrão, entender seu limite, saber a hora de parar e nunca, em hipótese alguma, apostar por impulso. Quem busca viver disso precisa levar isso como um negócio, não como passatempo.

E aqui vai outra dica de ouro: tenha um Diário de Apostas. Anote tudo. Suas entradas, seus motivos, suas odds, os mercados que você escolheu, o que deu certo, o que deu errado e, principalmente, o que você aprendeu. Isso transforma sua caminhada. Te ajuda a entender padrões, corrigir erros e fortalecer seu método. Pegar o lucro e não sair por aí se achando o Tio Patinhas. Pelo contrário! Faça aportes em suas próprias apostas e também investimentos financeiros com aquilo que você conquistou em um resultado positivo.

Além disso, é fundamental ter uma rotina de estudo. Não é só seguir dica de canal no Instagram ou Telegram do fulano. Quem quer se profissionalizar precisa ir além: entender estatísticas, identificar comportamentos dos times, acompanhar o histórico de jogos, saber os momentos em que cada equipe costuma pressionar, como se comporta quando está ganhando ou perdendo, e por aí vai.

Apostar com responsabilidade é respeitar seu dinheiro, seu tempo, sua vida acima de tudo e sua mente. Com organização e disciplina, a caminhada pode ser lucrativa, sim — mas só se você estiver disposta a tratar as apostas com seriedade e maturidade. Profissionalismo não é acertar tudo: É saber perder com controle, ganhar com consistência e evoluir com cada entrada!

Krypto cumpriu a missão: Lançamento de “Superman” aumentou procura por adoção de cães nos EUA

Foto: NYT

Desde a estreia de “Superman” na semana passada, muitos espectadores saíram apaixonados. Por David Corenswet? Não, por Krypto, o cachorro adotado pelo super-herói. No filme, Superman precisa lidar com as trapalhadas e a falta de treinamento de Krypto, mas também conta com a ajuda e a companhia do cãozinho que está sob seus cuidados.

E a participação do cachorro no filme foi tão encantadora que, segundo o aplicativo de treinamento de cães Woofz, o interesse por adoção de cachorros cresceu nos Estados Unidos logo após a estreia de “Superman“. As buscas no Google por “adotar um cachorro perto de mim” aumentaram 513% após o fim de semana de estreia do longa, enquanto as buscas por “adoção de cachorro resgatado perto de mim” aumentaram 163%, segundo os dados divulgados pelo Woofz.

E as buscas por “adotar um schnauzer” aumentaram em 299%, já que Krypto parece ser uma mistura de vira-lata Terrier com Schnauzer. O cachorro super-herói é inteiramente feito em CGI, mas sua aparência foi inspirada no cão da vida real adotado pelo diretor James Gunn: Ozu. O animal de estimação foi resgatado em uma situação de maus tratos. Ele assistiu ao trailer em casa e com latidos aprovou a atuação do Krypto de CGI no filme.

Recentemente, Gunn disse ao The New York Times que usou seus próprios vídeos de Ozu brincando com seu gato como base para alguns dos movimentos de Krypto na tela. “Tenho muitos vídeos deles brincando“, disse o diretor ao Times. “Na verdade, quando Krypto está pulando no Superman no início do filme, tudo isso é baseado em filmagens dele brincando com meu gato.“. Gunn também contou, em suas redes sociais, que adotou Ozu pouco depois de começar a escrever o roteiro de “Superman“, e foi assim que o cão entrou na história.