Categoria: Estilo de Vida

Melhor apresentadora de saúde e beleza da atualidade, Carol Minhoto assina com a Rede Brasil

Após estranha demissão da Gazeta, Carol vai brilhar no mesmo horário em nova casa

Foto: Instagram @carol_minhoto

A demissão de Carol Minhoto da Gazeta, no fim de 2025 após completar 19 anos no canal, pegou todo mundo de surpresa. Ninguém entendeu nada. À frente do “Você Bonita”, Carol fazia algo raro na TV brasileira: unia informação, beleza, saúde e entretenimento com naturalidade, credibilidade e muito carisma. Não era apenas um programa de estética, era companhia diária para quem queria aprender, se cuidar e se sentir melhor consigo mesmo.

Nos bastidores da Gazeta, porém, a história era outra. Mesmo entregando audiência, mantendo um público fiel e nunca deixando de trabalhar um único dia em décadas de emissora, Carol se sentia invisível para os chefes superiores. Uma situação injusta, especialmente para alguém que construiu uma relação tão sólida com o telespectador e ajudou a consolidar um dos programas mais tradicionais das tardes da TV.

Com talento e conexão única com seu público, Carol Minhoto poderia seguir qualquer caminho — digital, palestras, projetos autorais — e teria sucesso novamente em qualquer um deles. Mas o lugar dela sempre foi a televisão. E a TV não deixou de ser o seu lugar. Nesta segunda-feira (05), Carol assinou com a Rede Brasil, onde foi recebida de braços abertos e terá carta branca para comandar um novo programa chamado “Beleza & Vida com Carol Minhoto”, no mesmo horário que seu público já estava acostumado a encontrá-la.

Carol é do mesmo signo que eu: escorpião. Muita coisa que mudei na minha vida, na minha rotina e na saúde foi assistindo ela, uma inspiração para mim além da profissão. Todo sucesso do mundo para você, Carol, uma das grandes comunicadoras do país com um carisma sem igual que entrega absolutamente tudo em cada projeto que faz. Este 2026 marca uma nova era em sua carreira e na grade da Rede Brasil, que ganha uma estrela televisiva que nenhuma emissora tem atualmente com o mesmo brilho.

Colômbia já sente impacto da presença de tropas americanas em sua região no Caribe

Pesca artesanal está em crise. Assunto também é retratado na novela mexicana A.mar – transmitida atualmente no país

Foto: Arquivo Pessoal

A tensão no Caribe deixou de ser apenas um tema diplomático distante e passou a impactar diretamente a vida de quem depende do mar na Colômbia. A presença crescente de tropas e embarcações dos Estados Unidos no mar da Venezuela acendeu um alerta no litoral colombiano, principalmente em regiões tradicionalmente voltadas à pesca artesanal e ao turismo. O que antes era apenas um corredor marítimo virou área de tensão, vigilância e incerteza.

Em Santa Marta, os pescadores já sentem os efeitos no dia a dia. Há relatos de restrições informais de circulação, mudança nas rotas tradicionais de pesca e diminuição significativa da atividade em alto-mar. O medo de se aproximar de áreas monitoradas por navios militares tem afastado embarcações pequenas, que dependem exclusivamente da pesca diária para sobreviver. Resultado: menos peixe, menos renda e mais insegurança para famílias inteiras.

Além do impacto econômico, existe também um desgaste social e psicológico. O mar, que sempre foi símbolo de sustento e tranquilidade para comunidades costeiras, agora carrega um clima de ameaça constante. A presença militar estrangeira nas proximidades cria um ambiente de instabilidade, mesmo sem confrontos diretos. Para quem vive do litoral, a simples possibilidade de um incidente já é suficiente para paralisar atividades essenciais.

A situação expõe mais uma vez como disputas geopolíticas acabam atingindo quem menos tem culpa no conflito. Enquanto governos discutem estratégias e alianças, pescadores de Santa Marta pagam a conta com redes vazias e dias perdidos no mar. A Colômbia se vê no meio de um tabuleiro internacional delicado, e o litoral caribenho — tão vital para a economia local — corre o risco de se tornar mais uma vítima silenciosa dessa escalada de tensão.

A pesca artesanal é algo que me chama muita atenção, não só pelo aspecto econômico, mas pelo valor cultural e humano que carrega. Recentemente, assisti à novela A.MAR, cujo enredo acompanha uma comunidade que vive exclusivamente da pesca artesanal e passa a ser ameaçada pela chegada de uma pesqueira industrial, projeto ambicioso do vilão da trama. A história dialoga diretamente com o que vemos hoje no Caribe: pequenos trabalhadores enfrentando forças muito maiores, que colocam lucro e poder acima da subsistência local.

A novela foi gravada em Puerto Morelos (MEX), cenário que valoriza o litoral, o cotidiano dos pescadores e a relação íntima entre comunidade e mar. A exibição aconteceu pela UniNovelas, canal do grupo Univision, levando essa discussão para um público amplo nas Américas. Coincidência ou não, a ficção reforça como a pesca artesanal segue sendo frágil diante de interesses externos — seja na novela, seja na vida real, como agora no litoral colombiano. No Brasil, a novela vai ao ar pelo SBT no horário nobre.

Garoto narrando a final da Libertadores na montanha ao lado de cachorro caramelo é a imagem do ano

A Champions League tem glamour, mas só a Libertadores proporciona certas coisas

Foto: @Pol_deportes

Não é todo dia que nasce diante da gente um símbolo do jornalismo raiz, aquele jornalismo que não precisa de credencial VIP nem câmera 4K para existir. Pol Deportes, um menino de apenas 15 anos chamado Cliver Sánchez, ganhou o mundo quando narrou aa grande final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras do alto de uma montanha – cercado por crianças e por um cachorro caramelo que parecia seu assistente oficial. Enquanto alguns procuravam um estúdio perfeito, Pol transformou a precariedade em palco. Aquele vídeo não mostrou só um narrador: mostrou uma vocação.

A trajetória de Pol sempre foi guiada por essa obstinação doce de quem nasceu pra contar histórias. Ele começou registrando jogos de bairro, criando seus conteúdos, treinando a voz e a emoção na marra, sem nenhum luxo — só vontade. Mesmo novinho, ele já tinha algo que muito adulto bem formado não tem: verdade. Nada nele é montado. Nada é artificial. Ele narra com o coração, com o ambiente, com o improviso, com a vida pulsando ao redor. E talvez por isso tenha encantado tanta gente. Antes mesmo do jogo ele estava fazendo toda cobertura, ao lado de um coleguinha. Fez lives e se meteu no meio da torcida flamenguista à caminho do estádio para cantar “Acabou o caô, o Guerrero chegou!

E a prova de que talento abre portas veio esta semana, quando Pol narrou pela primeira vez direto da cabine de um estádio profissional. E não qualquer jogo: simplesmente Sporting Cristal x Alianza Lima, um dos clássicos mais importantes do Peru. Aquele menino que narrava do alto de uma montanha agora narrava de dentro, no ponto mais nobre de um estádio, onde tantos sonham chegar. Foi resultado de esforço, autenticidade e da força de uma internet que ainda sabe reconhecer talento quando vê.

No fim das contas, Pol Deportes representa uma frase que deveria estar colada no espelho de todo aspirante a jornalista: quem quer fazer jornalismo de verdade sempre dá um jeito. Seja na arquibancada, na montanha, na rua de barro, na cabine profissional ou com um cachorro caramelo como produtor. Pol já descobriu o que muita gente passa a vida inteira tentando aprender: quando a paixão é real, o dom futebolístico aparece. E o mundo escuta. Pena que a sua seleção não irá para a Copa do Mundo, mas ele, pode ir!

Viradouro cala críticos e se mostra como uma das favoritas para vencer o Carnaval 2026

Enredo sobre mestre de bateria da escola mostra muitas cartas na manga para comunidade crescer na avenida

Foto: Rio Carnaval

A Viradouro chega com um enredo que muita gente ousou subestimar: Mestre Ciça, uma narrativa rica, profunda e com peso cultural suficiente pra virar o jogo no Sambódromo. Durante meses, teve crítico dizendo que o tema era fraco, que faltava impacto, que a escola não teria fôlego pra repetir o nível altíssimo dos últimos anos. Pois bem: quem menosprezou esse enredo pode, sinceramente, desistir do carnaval. Porque aquilo que criticaram do enredo da Viradouro não tá escrito. E o samba… ah, o samba é aquele tipo que cresce, que vai tomando forma nos ensaios, que amadurece na quadra até virar furacão na avenida.

O pré-carnaval já deixou isso explícito. O samba da Viradouro tem crescido de um jeito absurdo nos ensaios — daqueles que você escuta em agosto e acha ok, mas em dezembro já está cantando de mão pro alto, sem perceber. A comunidade comprou a ideia, o carro de som entendeu a alma do enredo e o casamento entre melodia e narrativa tá redondo. E quando a comunidade canta com verdade, é questão de tempo até explodir na Sapucaí. A Viradouro sabe fazer isso como ninguém hoje. E com o trunfo a mais, pela volta de Juliana Paes à frente da bateria como rainha.

Falar de Mestre Ciça é abrir espaço pra uma ancestralidade que emociona. Assim como o Salgueiro entregou um desfile histórico homenageando Mestre Louro e o Tambor em 2009 — e levou o título com um dos sambas mais emblemáticos do século — a Viradouro tem nas mãos uma história com potência semelhante. Ciça é fundamento, é resistência, é a memória viva dos terreiros e da música afro-brasileira. Um enredo desses, quando tratado com respeito e grandeza, vira diferencial. Vira título. E ninguém duvide disso.

A verdade é que a Viradouro virou uma máquina de fazer carnaval. Está pra Sapucaí assim como a Mocidade Alegre está pra São Paulo: regular, forte, técnica, agressiva e cada vez mais madura. Se entregar o que promete — e tudo indica que vai — esse desfile vai ficar ali nas cabeças. E se o samba crescer na avenida do jeito que tá crescendo nos ensaios… meu amigo, segura. Porque a Vermelha e Branca tá vindo pra brincar de verdade.

Como enfrentei a Fascite Plantar

Foto: Arquivo Pessoal

Enfrentar a fascite plantar foi uma das experiências mais dolorosas e irritantes que já passei. É aquela dor que pega na sola do pé, principalmente no calcanhar até o peito dos pés, e parece que você está pisando em cima de pregos toda vez que levanta da cama. A fisioterapia ajuda — e muito — mas ninguém te prepara para o impacto que isso causa no dia a dia. Caminhar, treinar, até ficar em pé por muito tempo vira um tormento. E quando a dor aparece, ela realmente te lembra que é você quem precisa correr atrás da própria recuperação.

Entre alongamentos, massagens e aqueles exercícios específicos que a fisioterapia passa, eu descobri o que mais me deu alívio de verdade: o escalda-pés, um método milenar que parece simples demais pra ser tão eficiente — mas funciona. O escalda-pés nada mais é do que uma bacia com água morna, sal grosso e alguma erva terapêutica, que pode ser alecrim ou cravo-da-índia. É natural, barato, fácil de fazer em casa e relaxa profundamente a região inflamada, melhorando a circulação e diminuindo aquela sensação de “queimação” que a fascite traz.

O ritual que mais funcionou pra mim foi direto ao ponto: primeiro, o escalda-pés bem quente, deixando o pé ali de 15 a 20 minutos, sentindo o alívio chegar devagar. A combinação do sal com as ervas realmente dá uma desinchada e acalma a musculatura. É impressionante como algo tão antigo consegue competir com qualquer anti-inflamatório por aí. E quando você termina, o pé já parece mais leve, mais solto, menos travado.

Logo depois, vem o outro segredo que salvou a minha rotina: a bolsa fria. Pode ser bolsa de gel ou até um simples saquinho de gelo — o importante é aplicar no local da dor por alguns minutos. Essa alternância de quente e frio é poderosa, porque o quente relaxa e ativa a circulação, enquanto o frio desinflama e reduz o incômodo. Foi essa dobradinha que acelerou minha recuperação de um jeito que eu não esperava. E hoje eu falo com tranquilidade: dá pra enfrentar a fascite plantar, sim. Dá trabalho, mas com o método certo, o alívio chega. Sempre chega.

Para entender todos os detalhes do método que salvou meu pé da dor, acesse aqui!

Grande fase do Bayern também populariza o mascote do clube

Sucesso nas redes sociais, Berni tem vivido uma fase tão boa quanto seu time alemão

Foto: Bayern de Munique

O Bayern de Munique sempre foi um clube que leva a própria identidade muito a sério, e nada simboliza melhor isso do que o seu mascote oficial: o urso bávaro. A escolha não é aleatória — força, coragem e proteção são valores que combinam com a história do gigante alemão. E o mais curioso é que essa figura tem raízes profundas na própria Europa, onde ursos eram comuns até o século XIX. Há até o caso famoso de 2006, quando um urso-europeu reintroduzido nos Alpes italianos resolveu “turistar” pela Alemanha em busca de companhia. Ou seja, a presença do urso no imaginário alemão vai muito além do marketing esportivo.

Berni, no entanto, não tem nada de selvagem. Pelo contrário: é fofo, simpático, engraçado e totalmente preparado para encantar qualquer criança na Allianz Arena. Ele chegou em 2004 para substituir Bazi — um mascote bem mais simples, um garoto de calça de couro e nariz redondo — e acabou ocupando o lugar com personalidade. Dizem até que Bastian Schweinsteiger é seu “padrinho”, o que explica um pouco da identificação imediata com a torcida. E não para por aí: Berni tem música própria, tocada nos jogos, e os torcedores fazem questão de cantar o tema junto com ele na entrada em campo, transformando o momento em parte do ritual bávaro. Além disso, ele viaja com o time durante a Champions League e não perde um jogo no campeonato alemão.

O impacto do mascote vai muito além do estádio. Berni é praticamente uma celebridade digital — aparece em campanhas, trends, vídeos engraçados e tudo mais que o Bayern inventa para engajar sua torcida global. Ele participou do famoso “desafio do balde de gelo”, entrou na trend da canela em 2014 e já até cozinhou um ovo durante uma onda de calor de 40 °C na Europa. O clube percebeu cedo que mascotes não são só bonecos animados: são pontes emocionais que aproximam a marca do torcedor. E Berni, com seu jeitão acessível, domina essa arte como poucos.

No fim das contas, o urso do Bayern virou mais do que um símbolo de força — ele se tornou parte da cultura do clube. Presente em ações comunitárias, visitas a escolas e hospitais, Berni ultrapassa o papel de animador e se transforma num representante dos valores que o Bayern gosta de divulgar: acolhimento, respeito e união. Em campo ou fora dele, ele é aquele personagem que lembra ao torcedor por que o futebol é tão grande: porque emociona, cria vínculos e transforma até um urso de pelúcia gigante em ícone mundial.