Categoria: Estilo de Vida

Como enfrentei a Fascite Plantar

Foto: Arquivo Pessoal

Enfrentar a fascite plantar foi uma das experiências mais dolorosas e irritantes que já passei. É aquela dor que pega na sola do pé, principalmente no calcanhar até o peito dos pés, e parece que você está pisando em cima de pregos toda vez que levanta da cama. A fisioterapia ajuda — e muito — mas ninguém te prepara para o impacto que isso causa no dia a dia. Caminhar, treinar, até ficar em pé por muito tempo vira um tormento. E quando a dor aparece, ela realmente te lembra que é você quem precisa correr atrás da própria recuperação.

Entre alongamentos, massagens e aqueles exercícios específicos que a fisioterapia passa, eu descobri o que mais me deu alívio de verdade: o escalda-pés, um método milenar que parece simples demais pra ser tão eficiente — mas funciona. O escalda-pés nada mais é do que uma bacia com água morna, sal grosso e alguma erva terapêutica, que pode ser alecrim ou cravo-da-índia. É natural, barato, fácil de fazer em casa e relaxa profundamente a região inflamada, melhorando a circulação e diminuindo aquela sensação de “queimação” que a fascite traz.

O ritual que mais funcionou pra mim foi direto ao ponto: primeiro, o escalda-pés bem quente, deixando o pé ali de 15 a 20 minutos, sentindo o alívio chegar devagar. A combinação do sal com as ervas realmente dá uma desinchada e acalma a musculatura. É impressionante como algo tão antigo consegue competir com qualquer anti-inflamatório por aí. E quando você termina, o pé já parece mais leve, mais solto, menos travado.

Logo depois, vem o outro segredo que salvou a minha rotina: a bolsa fria. Pode ser bolsa de gel ou até um simples saquinho de gelo — o importante é aplicar no local da dor por alguns minutos. Essa alternância de quente e frio é poderosa, porque o quente relaxa e ativa a circulação, enquanto o frio desinflama e reduz o incômodo. Foi essa dobradinha que acelerou minha recuperação de um jeito que eu não esperava. E hoje eu falo com tranquilidade: dá pra enfrentar a fascite plantar, sim. Dá trabalho, mas com o método certo, o alívio chega. Sempre chega.

Para entender todos os detalhes do método que salvou meu pé da dor, acesse aqui!

Grande fase do Bayern também populariza o mascote do clube

Sucesso nas redes sociais, Berni tem vivido uma fase tão boa quanto seu time alemão

Foto: Bayern de Munique

O Bayern de Munique sempre foi um clube que leva a própria identidade muito a sério, e nada simboliza melhor isso do que o seu mascote oficial: o urso bávaro. A escolha não é aleatória — força, coragem e proteção são valores que combinam com a história do gigante alemão. E o mais curioso é que essa figura tem raízes profundas na própria Europa, onde ursos eram comuns até o século XIX. Há até o caso famoso de 2006, quando um urso-europeu reintroduzido nos Alpes italianos resolveu “turistar” pela Alemanha em busca de companhia. Ou seja, a presença do urso no imaginário alemão vai muito além do marketing esportivo.

Berni, no entanto, não tem nada de selvagem. Pelo contrário: é fofo, simpático, engraçado e totalmente preparado para encantar qualquer criança na Allianz Arena. Ele chegou em 2004 para substituir Bazi — um mascote bem mais simples, um garoto de calça de couro e nariz redondo — e acabou ocupando o lugar com personalidade. Dizem até que Bastian Schweinsteiger é seu “padrinho”, o que explica um pouco da identificação imediata com a torcida. E não para por aí: Berni tem música própria, tocada nos jogos, e os torcedores fazem questão de cantar o tema junto com ele na entrada em campo, transformando o momento em parte do ritual bávaro. Além disso, ele viaja com o time durante a Champions League e não perde um jogo no campeonato alemão.

O impacto do mascote vai muito além do estádio. Berni é praticamente uma celebridade digital — aparece em campanhas, trends, vídeos engraçados e tudo mais que o Bayern inventa para engajar sua torcida global. Ele participou do famoso “desafio do balde de gelo”, entrou na trend da canela em 2014 e já até cozinhou um ovo durante uma onda de calor de 40 °C na Europa. O clube percebeu cedo que mascotes não são só bonecos animados: são pontes emocionais que aproximam a marca do torcedor. E Berni, com seu jeitão acessível, domina essa arte como poucos.

No fim das contas, o urso do Bayern virou mais do que um símbolo de força — ele se tornou parte da cultura do clube. Presente em ações comunitárias, visitas a escolas e hospitais, Berni ultrapassa o papel de animador e se transforma num representante dos valores que o Bayern gosta de divulgar: acolhimento, respeito e união. Em campo ou fora dele, ele é aquele personagem que lembra ao torcedor por que o futebol é tão grande: porque emociona, cria vínculos e transforma até um urso de pelúcia gigante em ícone mundial.

Noite inesquecível para o futebol panameño: Vaga na Copa e vitória no Nilton Santos

Foto: Botafogo

Quando vi a confirmação da classificação da querida seleção do Panamá para a Copa do Mundo de 2026, senti um misto de alegria e orgulho — não apenas por mais uma presença na festa máxima do futebol, mas por tudo o que esse país representa no contexto latino-americano. O Panamá, historicamente mais voltado ao beisebol do que ao futebol, tem dado claros sinais de sua crescente paixão pelo “esporte-rei”. Ao mesmo tempo em que os panamenhos celebravam o feito no Estádio Rommel Fernández, no Brasil o jovem José Kadir — jogador de 18 anos do Botafogo —estava fazendo história ao marcar dois gols e garantir a virada contra o Sport. 

A importância dessa classificação vai muito além de mais uma vaga no torneio. Para o Panamá, que não carrega a tradição de potências do futebol como Alemanha, França ou Argentina, chegar ao mundial representa uma ascensão simbólica. É o país que mais cresce na América Latina e, de certa forma, atua como elo entre norte e sul, entre Caribe e continente. Ver o Panamá conquistar este lugar significa reconhecer que o futebol também pulsa forte onde antes se pensava que o beisebol liderava — e isso dá nova vida à narrativa do esporte naquele país.

Foto: TUDN Mex

E não é apenas sobre futebol: é sobre identidade, sobre demonstração de que o sonho vale em qualquer canto do planeta. O Panamá, com sua história de nichos e desafios, agora se abre como palco para jovens talentos e novas esperanças. Nesse cenário, José Kadir entra como símbolo — o garoto que se destacou nas bases, foi captado pelo Botafogo, enfrentou a burocracia de estrangeiro menor de idade, assinou contrato profissional e emergiu no momento decisivo, marcando dois gols no acréscimo para virar o jogo. 

Foi na mesma noite em que a seleção panamenha carimbou o passaporte para a Copa que Kadir escreveu seu nome no estádio Nilton Santos — uma coincidência que pode bem simbolizar a nova era panamenha: de fora para dentro, de espectador para protagonista. Ele representou não só o clube brasileiro, mas também a promessa de um país que vai à mundial e ainda coloca um garoto seu brilhando em solo estrangeiro. Isso faz com que a classificação do Panamá tenha um sabor mais doce, porque ela aparece junto ao sucesso individual de alguém que viveu a migração e o sonho.

Por tudo isso, o Panamá merece estar na Copa do Mundo de 2026. Porque trouxe nova voz, nova luz, desafio, porque não é a potência do passado — e justamente por isso, sua presença tem frescor e significado. E o jovem Kadir reforça esse protagonismo: mostra que o país não está apenas de passagem, mas contribuindo com talento, com brilho, com história. Para nós que acompanhamos, fica o convite para torcer com entusiasmo, para descobrir o futebol panamenho e, quem sabe, ver o Kadir brilhar tanto na seleção quanto no clube. Afinal: o lugar dele — e do Panamá — é nesse palco mundial.

(Botafogo fez homenagem ao Panamá em seu perfil)

Caçador de Marajás: José Sarney impressiona por memória e imortalidade em série documental sobre Collor

O homi tá melhor que todos nós de saúde…

Foto: Arquivo Pessoal / Globoplay

Estou assistindo à série documental Caçador de Marajás, que retrata o período de Fernando Collor de Mello em seu auge político feita no Globoplay — e uma das figuras que mais me chamou atenção foi José Sarney. Nascido em 24 de abril de 1930, Sarney completou 95 anos em 2025. O que me impressiona não é apenas a longevidade, mas a clareza da memória, a riqueza dos detalhes que ele compartilha — muitos políticos daquela geração já se foram ou se recolheram ao silêncio, mas ele segue firme, ativo, contando causos, bastidores, com aquela desenvoltura marcada pela experiência de décadas.

É fascinante ver como, no documentário, os testemunhos dele ajudam a dar cores à “loucura” da vida do playboy Collor — a política brasileira, o poder, os erros, os excessos — e Sarney aparece como uma espécie de espectador privilegiado que estava lá, que viu, que lembra. Essa vitalidade — ver alguém de 95 anos postando nas redes sociais sua rotina saudável, exercitando-se, mantendo a cabeça firme — funciona quase como um espelho invertido para os muitos jovens que acham que “velho” ou “aposentado” significa “desligado”. Ele humilha (no bom sentido) muitos “jovens” por aí com sua força de vontade: levantar cedo, ler, escrever, estar presente. É quase como se a história viva estivesse ali nos vídeos, nas entrevistas, um personagem que recusa desaparecer.

E pensar: tantos protagonistas daquela época — militares, políticos, intermediários — já se foram. E Sarney, eis-que aparece “imortal” aos olhos de quem assiste. Não no sentido literal, claro, mas no sentido simbólico de permanecer relevante, lúcido, participante. Isso me leva a refletir sobre como a política se faz — e se desfaz — ao longo do tempo; sobre como o protagonismo muda de rosto, e como alguns person­agens históricos resistem, não só por cargos ou pompas, mas por presença, por palavra viva. No documentário, os trechos em que ele narra encontros, momentos tensos, bastidores do poder, adquirem uma potência especial porque vêm de alguém que acumulou histórias.

Por fim, gostaria de dizer que essa combinação — série documental + depoimentos de quem “viveu” o período — me faz revisitar nossa própria percepção de tempo e legado. A geração de Sarney, Collor, outros tantos foi marcada por um Brasil em mutação, por tensão, por transição. E ao ver Sarney ainda ali, ainda contando, ainda ativo, é como se ele nos lembrasse de que a história não é apenas arquivo morto — está viva, pulsando, e às vezes nos olhando de frente. Assistir “Caçador de Marajás” me fez valorizar esse viés humano, essa continuidade, e me deixou com uma impressão: se política é efêmera, memória bem vivida e bem contada é quase eterna.

E se você ainda não assistiu a série de Fernandinho Collor, assista!

Batalha do Marketing Digital: Primo Rico tentará superar Thiago Finch na Black Friday

Correndo por fora, Daiane Cavallcante – que aparece comendo bolacha em suas promos – também está na briga pelo recorde

Foto: Instagram @thiagofinch

Está aberta a grande batalha no marketing digital brasileiro. De um lado, o império Finch, liderado pelo próprio “He-Man do mercado”, Thiago Finch, que no ano de 2023 cravou um recorde histórico: R$128 milhões em um único lançamento. Do outro, a nova aliança formada por Thiago Nigro, Bruno Perini, Érico Rocha e Leandro Ladeira — o que muita gente já apelidou de “Quarteto Fantástico” do momento. Quatro cabeças pensantes, quatro gigantes do ensino online, quatro egos em busca de um troféu: superar o reinado de Finch na Black Friday das vendas.

Enquanto o público se divide, uma figura vem roubando a cena nos bastidores: Daiane Cavallcante, a “Mulher-Maravilha” desse confronto. Sem superprodução, sem explosão de anúncios, ela aparece tranquila, comendo bolacha em seus vídeos de divulgação — e é justamente essa simplicidade que tem conquistado o público. Daiane promete um evento na segunda semana de novembro, nas mesmas datas em que Thiago Finch também prepara seu mega espetáculo digital. O duelo promete ser quente, e a internet, claro, já escolhe seus lados como se fosse final de Copa do Mundo.

Foto: Instagram @daianecavallcante

De um lado, os fiéis seguidores de Finch aguardam ansiosamente por mais uma revolução de copy, estética e gatilhos que o transformaram em fenômeno da internet. Sabem que passei um tempo sem acompanhá-lo e por um momento pensei que ele tinha realizado o sonho de ser um grande ator de Hollywood. Por que? O ator que fará o live-action de He-Man é a cara dele… Mas ele segue seu reinado no marketing digital.

Do outro lado, os curiosos querem entender o que o time de Primo Rico e companhia tem de tão especial nesta oferta de 2025, “recheada” de conteúdo — e, ao mesmo tempo, tão arriscada por sua complexidade. Érico Rocha, o mago dos lançamentos, tenta organizar a tropa, mas a impressão é que o público pode se perder no meio de tantas promessas, bônus e estratégias.

No fim, o que está em jogo não é só quem vende mais — é quem domina a atenção do público em um mercado saturado de fórmulas mágicas, promessas vazias e frases de efeito. O público agora quer produtividade de verdade para conseguir mudar seus destinos e viver do digital como seus mentores favoritos. Thiago Finch chega com seu carisma e seus números imbatíveis. Daiane Cavallcante, com autenticidade e uma narrativa que foge do padrão. E o “Quarteto Fantástico”, com uma superprodução de peso e capital intelectual.

Quem leva essa? O He-Man com sua espada de super vendas, a Mulher-Maravilha com sua personalidade humilde; ou o Quarteto Fantástico com seus poderes combinados? O campo de batalha digital está armado — e o público, como sempre, vai decidir o vencedor.

Foto: Instagram @primorico

O refrigerante que te faz desinchar e te livra da cara de baiacu

Tá inchada parecendo um baiacu? 😩 Cansada sem ter feito nada? O culpado pode estar na sua geladeira — e não é o bolo de ontem. É o refrigerante comum, cheio de açúcar e químicos, que promete refrescar, mas só te deixa mais lenta, estufada e sem energia. Desinche com um sabor inesquecível.

Foi pra virar esse jogo que nasceu o PODDI, o refrigerante prebiótico natural que te faz desinchar, regula o intestino e ainda te dá aquela sensação deliciosa de leveza. 🍋 É saudável, refrescante e tem sabor de refrigerante de verdade — só que sem culpa.

Enquanto os outros te estufam, o PODDI trabalha por dentro, ajudando seu corpo a eliminar toxinas e acelerando o metabolismo. É como trocar a sujeira por energia. E o melhor: é sem açúcar, sem corantes artificiais e cheio de vida.

💣 PODDI é o refrigerante saudável que o seu corpo pediu — o único que cuida de você enquanto mata a vontade de algo gelado e gostoso. Ideal pra quem vai brindar o próprio bem-estar — com leveza e atitude de ser diferente. Tenha logo o seu!