Categoria: Estilo de Vida

Amargurado, César Augusto esquece do próprio legado em entrevista

Foto: Youtube

César Augusto é, sem sombra de dúvida, um dos maiores compositores e produtores da música sertaneja. Seu nome está gravado em álbuns icônicos, em canções que embalaram gerações e em parcerias que ajudaram a moldar o sucesso da música brasileira. No entanto, em sua mais recente entrevista, ele pareceu mais preocupado em ajustar contas com o passado do que em celebrar a grandiosidade de sua trajetória.

Foi uma conversa carregada de ressentimento, com indiretas, recados diretos e desabafos que, embora tenham seu lugar, acabaram deixando de lado algo muito mais importante: sua própria história. Ele tem todo o direito de falar o que pensa, por ser quem é. Mas o que poderia ser um registro riquíssimo de sua carreira virou um palco de mágoas ou uma sessão de terapia em Campinas, sem espaço para uma real imersão em tudo o que ele construiu.

Por exemplo, faltaram menções essenciais a nomes como Lucas Robles e Nil Bernardes, parceiros que tiveram participação ativa em sua jornada musical. O produtor Piska, figura fundamental no sertanejo, também não teve o devido reconhecimento, mencionado apenas em alguns minutos de uma resposta no início da entrevista. Assim como César Rossini, outro nome que esteve ao lado de César Augusto em momentos fundamentais de sua carreia, inclusive sendo parceiro na dupla Cesar & Cesar.

Além disso, o diálogo deixou de lado diversas composições memoráveis que mereciam uma explicação. A música “Mentira que Virou Paixão”, no disco de Leonardo em 1999, teve a gravação de todos os instrumentos pelo Piska? Por que a música repete o arranjo do início no meio? Leonardo só gravou a primeira parte e teve uma emenda? Como foi fazer a versão que foi o feat de Leonardo com Alan Jackson, “Meu grito de Amor”?

Outra música que merecia atenção era a “Felicidade, que Saudade de Você”. Por que ela é tão profunda e diferente da linguagem da época? Como foi feita? A música “Antes de Voltar pra Casa”, de quem foi a ideia de fazer um arranjo tão marcante? Ela tem uso de terça voz e ecos, isso a fez ser destaque naquele disco de 2000? Álbum considerado o melhor de Zezé di Camargo & Luciano por muitos críticos. Como foi a produção da “Tarde Demais” com Chrystian, autor da música, fazendo backing vocal no disco? A música “Irmão da Lua, Amigo das Estrelas” é muito a frente ao seu tempo, como ela foi feita na questão dos arranjos? Como a “Sonho de Amor”, uma regravação pop, entrou no repertório de Zezé e Luciano?

Esses são apenas alguns exemplos de canções que carregam a assinatura de César Augusto, seja na produção ou na composição, mas que foram ignoradas na conversa. Outro assunto que seria incrível abordar era sobre a produção do DVD de Zezé Di Camargo & Luciano Ao Vivo (2000), um marco na carreira da dupla, que sequer foi mencionada. Assim como os álbuns de 1995 (o mais vendido da dupla), de 1998 (considerado o mais conceitual de ZC&L), ou o disco Double Face que venceu o Grammy Latino em 2010. Todos esses projetos são verdadeiras referências no gênero até hoje.

Mais um ponto que merecia uma profundidade na sessão de terapia, ops, entrevista, foi seu trabalho com Eduardo Costa. A música “Anjo Protetor”, composta em parceria com o cantor, é um dos destaques dessa colaboração, mas passou despercebida. Músicas feitas por César Augusto e Cláudio Noam, como a “Eu Aposto” nem foram lembradas. E porquê não citar outras que fizeram parte, por exemplo, do disco “Pecado de Amor”, eleito por muitos o melhor trabalho de Eduardo Costa em estúdio. Parte desse repertório integrou o “Acústico” do cantor gravado no Brook’s Bar em São Paulo, que é um marco na carreira de Eduardo. O DNA das composições de César estão em muitos desses trabalhos do cantor mineiro.

O mesmo vale para clássicos como “Pare!”, que teve uma história bonita com uma fã, mas não teve detalhes do arranjo e da gravação contados. Piska também gravou todos os instrumentos nela? E a querida “Minha Estrela Perdida” – aliás, quando ele finalmente ia falar sobre essa obra, a entrevista tomou outro rumo e o assunto se perdeu. Só sabemos que a coitada levou nota 3 de um famoso cantor.

E não foi só com Zezé & Luciano e Eduardo Costa que faltou aprofundamento. Grandes discos de Gian & Giovani e Bruno & Marrone também ficaram de fora. O álbum “Cilada de Amor” (1999) e o icônico “Paixão Demais” (2000), que traz a gravação única de “Passou da Conta”, são registros importantíssimos do sertanejo e têm a marca de César Augusto, mas pouco (ou nada) foi dito sobre eles. A clássica “Agarrada em Mim”, nem preciso dizer que passou batida também. Assim como “Cansei de Namorar a Solidão”, feita para a dupla Gian & Giovani em 1993.

Outras obras que mereciam uma boa história contada para o público eram “Madrugada em meu Olhar” (ZC&L 1994), “Vem ficar Comigo” (ZC&L 1995), “Demorou Demais” (ZC&L 2000), “Alguém” (João Paulo & Daniel 1995), “Ela tem o dom de me fazer Chorar” (JP&D 1997), “Eu era Assim” (ZC&L 2002), “Diz pro meu Olhar” (ZC&L 2001) e “Loucura Demais” (Chrystian & Ralf 1993).

No fim das contas, a entrevista decepcionou por dois motivos. Faltou conhecimento e vontade por parte do host do podcast (como sempre), pois parece que ele aprendeu sobre sertanejo no Wikipédia. Mas também faltou o entrevistado olhar mais para seu grande legado na música, dentro e até mesmo fora do sertanejo, do que para os rancores do passado. Uma pena!

Fiquem aí com a “Antes de Voltar pra Casa” pra animar o dia de vocês, já que ela segue com segredos de sua produção guardados…

Personagens de ‘Vale o Escrito’ inspiram fantasias de Carnaval mais uma vez

Com o sucesso da série documental Vale o Escrito, não seria surpresa se os personagens que marcaram a série virassem inspiração para as fantasias do Carnaval 2025, assim como aconteceu em 2024. Do luxo dos bicheiros à força das milícias, passando pelo bom humor do delegado Vinícius Jorge, há material de sobra para quem quer chamar atenção na avenida ou nos blocos de rua. Vamos às ideias:

Maninho – Icônico bicheiro do Salgueiro

Se a ideia é homenagear Waldemir Paes Garcia, o Maninho, a fantasia pede um visual colorido no estilo Agostinho Carrara de A Grande Família. Maninho na verdade tem dois estilos: antes e depois de Ana Cláudia, sua mulher oficial na fase das maquininhas que foi coroada a primeira rainha de bateria do Salgueiro em 2004.

Tanto com terno bem cortado, óculos escuros e um charuto de mentira na mão, quanto vestido de amarelo gema de ovo, você estará na beca para ser o Maninho. Para dar o toque carnavalesco, que tal um blazer vermelho e dourado, nas cores do Salgueiro? Só não seja pavil curto e evite sair na mão com alguém como ele fazia.

Castor de Andrade – O Magnata do Jogo

O look de Castor de Andrade é puro luxo. Terno branco impecável, gravata colorida (verde da Mocidade ou laranja do Bangu) e muitos anéis com colares dourados. Como ele tinha grande ligação justamente com o Bangu e a Mocidade Independente de Padre Miguel, uma opção é customizar a fantasia com detalhes das cores dessas instituições. Além de carregar um “bloquinho” de cédulas cenográficas para distribuir pelo caminho com a cara dele estampada, leve um baralho para o carteado.

Piruinha – O mais carismático dos bicheiros

Para quem quer um visual mais despojado, a inspiração em Piruinha pode vir com um traje bem Zeca Pagodinho. Óculos do tamanho daqueles que o Daniel Diau usa na banda Calcinha Preta, uma regata com short colorido do Bob Esponja e chinelo das cores da Portela no pé combinavam com Piruinha. Um detalhe interessante seria um broche com os números do jogo do bicho, reforçando a origem da grana.

Recentemente, Piruinha se tornou uma lenda e nos deixou. Mas sempre será lembrado pela sua generosidade com as comunidades que convivia e pelo jeito leve de levar a vida – com samba e mulheres.

Adriano da Nóbrega – O Luca Brasi brasileiro

Ex-capitão do Bope e nome forte da milícia de Rio das Pedras, Adriano virou um dos personagens mais controversos da série. A fantasia pode misturar elementos de um uniforme tático com acessórios carnavalescos (coloque bastante acessório com brilho e strass pra não ser confundido…). O estilo do Adriano pode ser remetido ao seu período de Bope ou também de milícia, quando andava de camiseta gola polo, imitação do relógio Richard Mille e colar dourado no pescoço.

Se quiser ousar pra botar medo nos inimigos, pode pegar ainda aquele look do Luca Brasi, de O Poderoso Chefão. Quero ver alguém ter coragem de pisar no nosso pé durante o bloco com essas vestimentas de impor respeito.

Bernardo Bello – Cosplay de Abraham Lincoln

A nova geração do bicho pede uma fantasia atualizada. O visual deve incluir camisa social de marca famosa, tênis de grife e uma pochete estilizada (que virou um símbolo dos “novos milionários”). Para brincar com a referência, uma credencial da Vila Isabel fictícia de “presidente da escola/chefe do jogo” pode ser um bom acessório. O cabelo grudado e a barba para o disfarce ao gravar a série também não podem faltar. Ficou parecendo o político norte-americano…

Rogério Andrade – O Michael Corleone carioca

Ele jura não ser homem de vingança. Meses depois de um atentado que sofreu, uma porrada de gente morreu. Nosso Michael Corleone do Rio tem um estilo requintado dos veteranos. Rogério pede uma fantasia clássica de bicheiro, mas com um toque mais robusto. Terno escuro, cabelo impecável e postura de vaidoso são marcas para a fantasia de quem quer ser o patrono da Mocidade.

Talvez até uma miniatura de caça-níquel pendurada no pescoço seriam boas referências para trazer leveza ao personagem, junto com uma camiseta bem colada para mostrar que está bem malhado.

Capitão Guimarães – Do Exército ao Bicho

A farda camuflada, misturada com adereços dourados, pode representar a trajetória do Capitão Guimarães. Para completar, uma faixa de presidente do jogo do bicho com a inscrição “Rei do Jogo” daria um tom carnavalesco. O Capitão é discreto em seus looks, mas se tornou a figura mais marcante do jogo nos últimos tempos pela sua relevância na cúpula.

Anísio Abraão Davi – Comandante da Beija-Flor

Anísio pode ser representado com um look azul e branco, inspirado na Beija-Flor, mas sem perder o estilo bicheiro. Para dar um toque irreverente, um colar com números da loteria poderia ser um bom detalhe. Ou um beija-flor bem grande como muitos da escola gostam de usar. O chapéu panamá com faixa azul também não pode faltar na fantasia de Anísio. Leve rosas para distribuir fazendo referência ao enredo de 2011 da escola, que foi Roberto Carlos.

Delegado Vinícius Jorge – O melhor de Vale o Escrito

Se tem um personagem que roubou a cena em Vale o Escrito, foi o delegado Vinícius Jorge. Seu jeito irreverente de narrar os crimes virou um espetáculo à parte. A fantasia ideal? Camisa branca e acessórios que remetem ao jogo do bicho. Vale levar algo para reproduzir as frases icônicas com bom humor, como quando ele se refere ao Zé Personal: “Esse cara era um prego, um Zé Mané…”.

Qual será seu escolhido? Com tantas opções, o Carnaval 2025 promete ser um verdadeiro desfile do submundo carioca homenageando a melhor série feita sobre o assunto. Afinal, se a vida imita a arte, nada mais justo do que o jogo do bicho virar um universo de fantasias – pelo menos na folia!

“Diogo na Cozinha” surpreende com lado intimista de Diogo Nogueira

Foto: Instagram

Se você ainda não assistiu ao Diogo na Cozinha, programa comandado por Diogo Nogueira no GNT, reverse na agenda todas as segundas-feiras, às 21h. Integrando a programação de verão do canal, o cantor e compositlr proporciona uma experiência deliciosa – em todos os sentidos! Diogo mostra seu talento, agora como apresentador, trazendo à telinha uma faceta intimista e cheia de carisma que só confirma o que já sabemos: Diogo é um artista completo.

Reconhecido no samba pela voz inconfundível e pelas belas letras que já compôs nos enredos do carnaval, Diogo não apenas faz música; ele cria histórias e emoções que se transformam em trilhas sonoras da vida de muita gente. Nessa nova empreitada como apresentador, ele prova que sua versatilidade vai muito além dos palcos e do estúdio. Essa versão chef de cozinha nós já sabíamos que ele tinha, pois sempre aparece ao lado de Paolla Oliveira cozinhando em uma tarde de domingo nas redes sociais.

Dessa vez, além de cozinhar para convidados especiais nos episódios do programa, compartilha receitas que fazem parte do seu dia a dia, sem complicações e com muito sabor para o público também fazer em casa. De quebra ele também dá dicas de drinks para aproveitar o calor da estação. O programa é incrível ao misturar boa conversa, culinária de primeira e claro, a leveza de quem domina a arte de encantar em tudo no que faz. Entre panelas e receitas, Diogo recebe seus convidados, conta histórias e mostra um lado descontraído que faz com que o público se sinta na cozinha de casa, em ótima companhia.

Na estreia do Diogo na Cozinha, ele fez o prato que conquistou Paolla. Inclusive ela foi a primeira convidada, junto do cantor Criolo. Diogo Nogueira continua se reinventando, mantendo a essência que o consagrou no samba, mas mostrando que seu talento vai muito além da música. Se o futebol perdeu um jogador do Flamengo (sonho que Diogo já teve), a música ganhou uma estrela.

Agora a TV também tem um novo host, para programas de entretenimento e de boas histórias pra contar. Com Diogo na Cozinha, ele não só nos alimenta de sabor, mas também de cultura, música de qualidade e inspiração. Se ainda não entrou nessa roda de samba e sabor, dá tempo de conferir os próximos episódios. Vai ter receita para o verão e até mesmo para o carnaval. Pra encerrar, falando em verão, além da música “Pé na Areia”, Diogo também tem uma outra música que é a cara da melhor estação do ano: “Bota pra Tocar Tim Maia”. Coloquem na playlist!

Foto: Reprodução/GNT

Com céu colorido, Avellaneda assiste estreia do Independiente na temporada

O céu nublado logo abriu espaço no fim da tarde para a estreia do Independiente na temporada 2025. O time rojo conquistou a primeira vitória suada e emocionante contra o Sarmiento por 2×1 na noite de hoje, no lendário Estádio Libertadores da América. Em um jogo intenso, os diabólicos vermelhos abriram o placar no primeiro tempo, fazendo ainda no primeiro tempo 2×0. O Sarmiento descontou no segundo tempo, mas o time da casa manteve sua vantagem levando a torcida ao delírio em Avellaneda com a vitória na primeira rodada do Apertura. A atmosfera pulsante da casa do “Rey de Copas” foi fundamental para impulsionar o time a buscar os três pontos nesse início de campeonato, provando mais uma vez por que jogar ali é tão especial.

Avellaneda é um lugar mágico para os amantes de futebol. O bairro, conhecido por abrigar dois gigantes times porteños de rivalidade máxima – Independiente e Racing – se transforma em dias de jogo. O clima é único, com as ruas tomadas por torcedores vestindo vermelho, e o pôr do sol é um espetáculo à parte, como o de hoje. Tingindo o céu com tons alaranjados e lilás de algodão doce, a beleza do fim de tarde se misturam às bandeiras e faixas da torcida, junto com o dominante vermelho do estádio que leva o nome de Ricardo Bochini. É como se o bairro inteiro conspirasse para criar o cenário perfeito para o futebol voltar a ser o centro das atenções para os argentinos na temporada que se inicia.

O Estádio Libertadores da América não é apenas um lugar para ver partidas, mas também um templo repleto de história que vale a pena o passeio. O estádio exibe com orgulho a grandeza do clube que carrega em sua trajetória 7 Copas Libertadores. E há outra figura que merece destaque: José Omar Pastoriza, o treinador que ajudou a consolidar a fama do “Rey de Copas”. Suas pinturas no entorno do estádio, é uma parada obrigatória para quem quer entender a alma do Independiente. Durante o verão, melhor estação do ano; o Independiente abre a piscina para seus sócios. O lugar é muito tranquilo e tem espaço para aproveitar uma bela tarde no clube do coração.

A experiência em dias de jogos vai além do futebol. As ruas ao redor do estádio oferecem uma explosão de sabores gastronômicos. É impossível resistir ao cheiro do choripán grelhado nas barraquinhas, assim como as empanadas quentinhas e até o sanduíche de bondiola. Para os mais tradicionais, há opções de tamales e locro em pontos familiares. E, claro, não pode faltar uma Quilmes gelada para acompanhar. Para os que chegam cedo, vale a pena explorar o museu do clube, que conta a história das glórias do Independiente, com camisas emblemáticas, troféus, ídolos eternizados e painéis sobre os principais títulos conquistados pelo time rojo.

Estar em Avellaneda, no coração da maior rivalidade do futebol argentino, vivenciando tudo isso é uma experiência que transcende o esporte. Hoje, o Independiente venceu, mas quem realmente ganhou foi o torcedor, que pôde sentir na pele o que significa fazer parte dessa história e de quebra ter um cenário tão bonito para viver momentos especiais no fim de um dia corrido.

Que fique uma dica de viagem: Não visite só La Bombonera e Monumental. A visita em Avellaneda (do lado vermelho) é indispensável no seu guia de Buenos Aires, caso você seja realmente um amante do futebol raiz!

Um verão inesquecível em Mar del Plata

Foto: Arquivo pessoal

Mar del Plata, carinhosamente chamada de “MDQ” ou “La Feliz”, é um dos destinos mais procurados da Argentina durante o verão. Suas belezas naturais e a agitada vida noturna são atrativos que encantam a todos. Localizada na costa atlântica, a cidade combina belas praias, uma rica oferta cultural, gastronomia de primeira e uma energia vibrante.

Se você está planejando um verão inesquecível, Mar del Plata é o lugar perfeito para relaxar, se divertir e explorar grandes experiências como faz o goleiro, orgulho da cidade, Dibu Martínez. Na primeira vez que você vai, pode chegar sem expectativas. Mas quando vai embora, contará os dias para voltar.

Praias imperdíveis para aproveitar

Mar del Plata possui diversas praias para todos os gostos;

• Playa Grande: Popular entre os surfistas e jovens, oferece ótima infraestrutura e um ambiente animado.

• Playa Varese: Ideal para famílias, com águas calmas e um calçadão perfeito para caminhadas ao pôr do sol.

• Punta Mogotes: Uma das maiores praias, com clubes que oferecem serviços exclusivos, como espreguiçadeiras e gastronomia à beira-mar.

• Playa Bristol: A mais central e famosa, ótima para quem quer curtir a cidade sem abrir mão do mar.

Pontos Turísticos

Além das praias, Mar del Plata oferece atrações que enriquecem qualquer roteiro:

• Casino Central: Um ícone da cidade, perfeito para quem gosta de jogos ou quer apreciar a arquitetura.

• Aquário de Mar del Plata: Um passeio ideal para famílias, com shows de golfinhos e tanques interativos.

• Torre Tanque: Um mirante com vista panorâmica de tirar o fôlego.

• Museu do Mar: Uma coleção fascinante de conchas e exposições sobre a vida marinha.

• Puerto de Mar del Plata: O lugar perfeito para saborear frutos do mar frescos enquanto observa os barcos de pesca e os leões-marinhos.

Gastronomia e Vida Noturna

Mar del Plata é um paraíso para os amantes de boa comida. Não deixe de experimentar:

• Frutos do Mar: Restaurantes como o La Marina e o Chichilo são conhecidos por pratos frescos e saborosos.

• Asado Argentino: O Los García Asador Criollo é uma escolha imperdível para provar a tradicional parrilla argentina.

• Confeitarias e Cafés: O Confitería Boston é famoso por suas medialunas e doces deliciosos.

• Vida Noturna: Bares como o Antares (cervejaria artesanal) e boates como o Bruto Playa garantem noites animadas.

Melhores Hotéis para se hospedar

• Hotel Costa Galana: Luxuoso, com vista para o mar e serviços de alto padrão.

• NH Gran Hotel Provincial: Um clássico, com localização privilegiada e arquitetura icônica.

• Hotel Sainte Jeanne: Um boutique hotel encantador, ideal para quem busca conforto e exclusividade.

• Hotel Uthgra Sasso: Com spa e piscina, perfeito para relaxar.

Foto: Ni.ba

Por que Escolher Mar del Plata?

Esse lindo lugar é um destino que mistura praia, cultura e diversão. Suas paisagens naturais, infraestrutura de qualidade e o calor da hospitalidade argentina fazem da cidade uma escolha irresistível para o verão. É o litoral onde você pode saborear pratos incríveis, ver um pôr-do-sol incrível e criar memórias inesquecíveis, seja em casal, com amigos ou em família.

De quebra você ainda confere festivais de verão com os principais artistas da América Latina, além de encontrar os canais de TV porteños que fazem uma temporada especial em Mar del Plata durante janeiro e fevereiro. Se der sorte, ainda encontra pilotos da Carretera por lá aproveitando as férias antes de voltarem a acelerar nas pistas.

Dogpool segue fazendo sucesso e sua rotina chama atenção nas redes

Foto: Getty Imagens

Banho, passeio, assistir TV e comer petiscos são um dos hobbys favoritos da canina mais fofa dos últimos tempos. Em um multiverso de super-heróis e aventuras épicas, uma pequena cachorrinha encontrou seu lugar entre as grandes estrelas de Hollywood. Estou falando de Peggy, aka Mary Puppins, aka Dogpool. A adorável canina originada de uma mistura das raças Pug e Chinese Crested Dog deu vida à protagonista de quatro patas no filme Deadpool & Wolverine.

Com seu carisma único e muita energia, Peggy mostrou que mesmo com patas curtinhas, é possível alcançar o estrelato. Ela tem feito eventos como a Comic Con na Europa e ainda é presença vip em programas de TV na Inglaterra, onde vive com os donos dela.

Nos bastidores do fenômeno de bilheteria Deadpool & Wolverine, Peggy era o centro das atenções. Sua alegria e doçura conquistaram a equipe de produção, os atores e, claro, todos os fãs que assistiram ao filme. Ryan Reynolds foi o primeiro a se apaixonar pela canina da língua pra fora, ao conhecer ela na internet após ser eleita a cachorrinha mais feia do Reino Unido em 2022.

Usando seu instinto de apurar acertos para seus filmes, o marido de Blake entrou em contato com os donos de Peggy fazendo convite para o filme. Mesmo dividindo a tela com gigantes como Deadpool & Wolverine, Peggy brilhou como só ela sabe, arrancando sorrisos e fofura em cada cena. Mas não pensem que ela já nasceu pronta para ser estrela do Cinema. A canina era muito tímida e introvertida. Para o papel de Dogpool, precisou passar por treinamentos do nível de Hugh Jackman na academia. E Peggy soube aprender diversos comandos para conseguir atuar nas gravações. Assim, brilhou nas telonas e se tornou tão protagonista quanto os heróis do filme.

Dogpool, sua personagem, é a versão canina do irreverente Deadpool, que nos quadrinhos tem uma história de bastante sofrimento e maus tratos. Nas HQ’s Dogpool é um cachorrinho, abandonado após ser usado em diversos experimentos científicos. Mas no filme ninguém poderia interpretar Dogpool melhor do que Peggy. Com sua energia e expressividade, ela trouxe um toque especial ao filme, tornando a experiência ainda mais divertida e memorável. Seu sucesso saiu do cinema e logo ganhou lojas com acessórios e seu desejável funko pop, um dos mais vendidos do ano de 2024.

Hoje, Peggy continua a encantar a todos com sua fofura e talento na redes sociais. Seu dia a dia é compartilhado pelos donos. Ela é a prova de que as maiores estrelas vêm em todas as formas e tamanhos — e às vezes, elas têm um rabinho que não para de abanar e um topete estiloso de pelos na cabeça. A Dogpool é uma verdadeira heroína, pois com sua personalidade de cachorrinha estrelada do Cinema mostra que o mundo pode ser mais leve e alegre todos os dias com sua presença!

Foto: Instagram
Foto: Getty Imagens
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