Se você ainda estava com um pé atrás em relação ao filme ‘Quarteto Fantástico – Primeiros Passos’, pode respirar aliviado: o filme é simplesmente incrível. Um verdadeiro presentão da Marvel para os fãs – e para quem já estava perdendo a esperança com a querida que vinha errando ultimamente.
Sem spoilers, o que dá pra dizer é que esse é o grande filme do ano – Krypto e Superman que nos desculpem. Cheio de surpresas, o longa não só impressiona em visual e roteiro, como também resgata toda aquela sensação de empolgação que a gente sentia nos melhores momentos do universo Marvel. Como diz o meme da novela ‘Salve Jorge’: A Marvel tá vivaaaa!
Mais do que isso, Quarteto Fantástico dá o pontapé inicial para o tão aguardado Vingadores: Doomsday, como muitos já imaginavam. Mas o jeito como tudo é conduzido vai surpreender até quem estava por dentro de todas as teorias. Dessa vez, souberam esconder as cartas na manga e todo filme se torna surpreendente a cada minuto. Nem vemos o tempo passar. O humor também está no tom ideal, nem de menos, nem demais.
Pra quem estava pessimista, achando que seria mais do mesmo, o recado é claro: deixa a crítica de lado, esqueça tudo e vai assistir o filme no cinema. É sim um filmão. Redondinho, envolvente, eletrizante e digno do “absolut cinema”. Vale muito a pena – especialmente agora, nessa reta final das férias.
OBS: Tem duas cenas pós-crédito. A primeira é a mais importante. Divirta-se!
O live-action de Lilo & Stitch surpreendeu ao ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, tornando-se o primeiro filme americano de 2025 a atingir tal feito. Apesar do sucesso comercial, a produção dividiu opiniões — especialmente entre os fãs mais antigos da animação original da Disney, lançada em 2002. Para muitos, o valor nostálgico da história não foi respeitado, e a nova versão ficou aquém do que se esperava de uma adaptação de um dos desenhos mais queridos dos anos 2000.
O roteiro foi uma das maiores críticas feitas ao longa. A história, que no desenho misturava emoção, humor e uma dose generosa de sentimento de pertencimento, foi simplificada demais no live-action. Personagens marcantes perderam complexidade, diálogos foram esvaziados e o tom sensível da relação entre Lilo, Nani e Stitch deu lugar a soluções rasas e forçadas. O resultado é um filme com ritmo arrastado, que tenta compensar a falta de profundidade com cenas “fofas” em excesso, apostando mais no apelo visual do alienígena do que no vínculo afetivo que ele representa.
Outro ponto bastante criticado foi o cenário. A ilha do Havaí, que na animação tinha presença viva, com cultura local visível e bem representada, foi retratada de forma genérica e quase artificial, assim como a estranha casa de Lilo e sua irmã. Faltou autenticidade, faltou cuidado com os detalhes que faziam a ambientação original ser tão encantadora. Essa superficialidade incomodou especialmente quem cresceu com o desenho e conhecia cada detalhe da história original. Para esses fãs, o live-action entregou apenas uma sombra pálida do que um dia foi uma obra rica em alma e identidade.
Enquanto isso, a chamada “geração Enzo”, público mais jovem e muitas vezes mais focado em estética e redes sociais do que em fidelidade à obra original, saiu satisfeita das sessões. O visual modernizado, o Stitch carismático em CGI e algumas piadas adaptadas à linguagem atual renderam muitos clipes virais e postagens animadas. Mas, para quem esperava uma adaptação emocionalmente honesta e respeitosa, o bilhão conquistado pelo filme tem gosto amargo — é o triunfo do marketing sobre a memória afetiva.
Desde a estreia de “Superman” na semana passada, muitos espectadores saíram apaixonados. Por David Corenswet? Não, por Krypto, o cachorro adotado pelo super-herói. No filme, Superman precisa lidar com as trapalhadas e a falta de treinamento de Krypto, mas também conta com a ajuda e a companhia do cãozinho que está sob seus cuidados.
E a participação do cachorro no filme foi tão encantadora que, segundo o aplicativo de treinamento de cães Woofz, o interesse por adoção de cachorros cresceu nos Estados Unidos logo após a estreia de “Superman“. As buscas no Google por “adotar um cachorro perto de mim” aumentaram 513% após o fim de semana de estreia do longa, enquanto as buscas por “adoção de cachorro resgatado perto de mim” aumentaram 163%, segundo os dados divulgados pelo Woofz.
E as buscas por “adotar um schnauzer” aumentaram em 299%, já que Krypto parece ser uma mistura de vira-lata Terrier com Schnauzer. O cachorro super-herói é inteiramente feito em CGI, mas sua aparência foi inspirada no cão da vida real adotado pelo diretor James Gunn: Ozu. O animal de estimação foi resgatado em uma situação de maus tratos. Ele assistiu ao trailer em casa e com latidos aprovou a atuação do Krypto de CGI no filme.
Recentemente, Gunn disse ao The New York Times que usou seus próprios vídeos de Ozu brincando com seu gato como base para alguns dos movimentos de Krypto na tela. “Tenho muitos vídeos deles brincando“, disse o diretor ao Times. “Na verdade, quando Krypto está pulando no Superman no início do filme, tudo isso é baseado em filmagens dele brincando com meu gato.“. Gunn também contou, em suas redes sociais, que adotou Ozu pouco depois de começar a escrever o roteiro de “Superman“, e foi assim que o cão entrou na história.
Semana que vem estreia Quarteto Fantástico – Primeiros Passos nos cinemas. Apesar da expectativa natural em torno de um dos grupos mais clássicos da Marvel, as críticas iniciais não foram muito generosas. Os primeiros trailers geraram mais desconfiança do que empolgação. Especialistas que já assistiram à exibição teste também não sairam satisfeitos. Só que o último trailer mudou o jogo.
O novo vídeo entrega menos em termos de roteiro, mas acende um alerta positivo: o filme pode estar escondendo cartas na manga. Ao contrário de produções recentes como Capitão América: Admirável Mundo Novo, que mostrou praticamente tudo no material promocional e entregou pouco na tela, Quarteto Fantástico parece jogar na retranca para ir ao ataque valendo tudo na decisão. E isso pode ser o que salva – ou até transforma – o filme em um dos grandes do ano.
A grande peça-chave parece ser o vilão: Galactus. Se for bem construído, ele tem potencial para ser o maior antagonista do MCU desde Thanos. E mais: há rumores sobre participações inesperadas, reviravoltas e conexões com Vingadores: Doomsday que ainda não vieram à tona. Diferente do que se esperava, Quarteto Fantástico talvez não esteja querendo “convencer” com trailer, mas sim impactar no cinema.
E é aí que pode superar até Superman, que apesar de ter seus méritos, entregou demais antes mesmo de estrear. O excesso de hype e de informações vazadas ou reveladas nos trailers tirou um pouco da força da experiência para os fãs mais atentos. O mesmo aconteceu com Capitão América 4, que vendeu algo explosivo, entregou o Hulk Vermelho de bandeja e em tela se tornou algo bem morno.
Thunderbolts, por outro lado, surpreendeu justamente por esconder seus trunfos. E Quarteto Fantástico parece seguir essa mesma linha: menos prévia e mais impacto na hora certa. Se tudo correr bem, o filme pode quebrar as expectativas negativas e ser o grande aquecimento do ano para o aguardado Vingadores: Doomsday em 2026. Estamos no aguardo, sem muita expectativa para não decepcionar.
Já passamos da metade de 2025, e o cinema está entregando tudo — e mais um pouco. De blockbusters explosivos a produções autorais que surpreenderam, o título de “filme do ano” ainda está em aberto, mas os principais candidatos já começam a se destacar. Vamos dar uma olhada nos nomes que estão esquentando essa disputa.
Entre os gigantes, “Missão: Impossível 8” chegou como uma bomba, no bom sentido, literalmente. Com Tom Cruise entregando mais uma vez cenas insanas de ação prática e uma trama envolvente, o longa manteve o padrão da franquia e até superou as expectativas de muitos fãs. Um forte candidato, especialmente para quem valoriza cinema de ação no mais alto nível técnico.
Na linha do drama intenso, “Pecadores” surge como aquele filme que pega de surpresa e fica martelando na cabeça por dias — pode não ter o mesmo apelo comercial, mas seu impacto é inegável. Entre as surpresas nacionais, “Vitória” é a grande aposta brasileira no ano com a protagonista Fernanda Montenegro. O filme emociona, provoca e tem levantado debates importantes, mostrando que o cinema nacional segue vivo, forte e pronto pra brigar de igual pra igual com qualquer produção internacional.
Do lado dos super-heróis, 2025 teve uma safra cheia. “Thunderbolts”, com sua proposta mais sombria e cheia de personagens anti-heróis, dividiu opiniões, mas consolidou um novo tom dentro do universo Marvel abrindo caminho para o “Quarteto Fantástico” que estreia no fim de julho. Já “Superman”, dirigido por James Gunn, conquistou crítica e público com um Clark Kent mais humano e uma abordagem renovada do icônico herói jornalista, que brilha junto com o dog Krypto. É um dos favoritos ao título de “filme do ano” até agora, especialmente por devolver o hype à DC e seu contexto no mundo pop.
“Kraven – O Caçador”, por outro lado, ficou aquém das expectativas — bom visual, mas pouco impacto. As cenas de ação seguram o roteiro sem sentido. Nessa pegada de “Sessão da Tarde”, “Karatê Kid – Legends” é divertido e toruxe toda nostalgia da franquia consagrada das artes marciais.
Outros lançamentos de peso merecem menção. A versão live-action de “Lilo & Stitch” dividiu os fãs mais nostálgicos, mas trouxe um bom resultado visual e está próximo do bilhão. Já “Branca de Neve”, envolta em polêmicas desde o início da produção, não teve a recepção esperada no cinema. Apesar das críticas, ficou no TOP 1 do Disney Plus na primeira semana de sua estreia. Na pegada do live-action, “Como Treinar o Seu Dragão” também entregou no que se propôs.
Falando na Disney, temos ainda “Capitão América – Admirável Mundo Novo”, com Sam Wilson assumindo de vez o escudo no quarto filme solo do capitão. Um filme confuso, político, mas que também sofreu com expectativas altas não cumpridas. Já o inesperado destaque de ficção científica, “Mickey-17”, vem sendo considerado um dos maiores flopes do ano. Mas tem que o coloque como um dos melhores dessa temporada. Vai entender…
Mas se existe um título que pode roubar a cena como o filme do ano, esse é “Fórmula 1”. A superprodução que mergulha no mundo das corridas de forma visceral, com atuações vibrantes e direção segura, vem sendo aclamada em festivais e lotando salas. A adrenalina, os conflitos humanos, a beleza estética (além da beleza de Brad Pitt) — contribui para fazer desse filme a grande zebra (ou favorito?) da temporada.
A corrida está aberta, e ainda tem muito filme pra estrear até dezembro. Mas por enquanto, “Superman” e “Fórmula 1” parecem acelerar na frente. Resta saber quem cruza a linha de chegada com o troféu de filme do ano. Em relação a recordes de bilheteria, “Minecraft” e “JurassicWorld” somam milhões em dólares, mas com enredos que não agregam em nada para serem cogitados como melhores do ano.
Quem acompanhava a novelinha Isa TKM na adolescência provavelmente jamais imaginou que aquela carismática e apaixonada Isa, vivida por María Gabriela de Faría (32), um dia estaria brilhando nas telonas de Hollywood. Pois esse dia chegou. A atriz venezuelana integra o elenco do novo Superman, dirigido por James Gunn, interpretando uma engenheira inteligente, forte e cheia de personalidade. Um papel marcante que mostra o quanto María Gabriela cresceu como artista, sem perder o brilho que sempre a acompanhou desde os tempos da Nickelodeon.
Nascida em Caracas, María Gabriela começou sua carreira ainda criança na televisão venezuelana. Mas foi com Isa TKM, sucesso em toda a América Latina, que conquistou o coração de uma geração. Sua atuação leve e espontânea, combinada ao carisma natural, fez dela uma das estrelas teens mais queridas dos anos 2000. Após o sucesso na América Latina, ela continuou sua trajetória com papéis importantes em séries e filmes internacionais, incluindo produções nos Estados Unidos, sempre mostrando versatilidade e talento.
Em Superman, María Gabriela mostra toda a sua maturidade artística ao interpretar a Engenheira, determinada a ser uma grande vilã, que contribui com inteligência e coragem para os desafios traçados por Lex Luthor. Sua presença em cena é magnética, e sua atuação consegue ser ao mesmo tempo técnica e radiante, provando que ela não está ali por acaso — ela conquistou esse espaço com muito trabalho, dedicação e talento genuíno.
Foto/Reprod: Televisa
Ver uma atriz venezuelana alcançando esse nível de reconhecimento em Hollywood é motivo de orgulho para toda a América Latina. María Gabriela de Faría é a prova de que o talento latino pode — e deve — estar presente nos grandes filmes do cinema mundial. E o mais bonito é ver que, mesmo depois de tantos anos, ela segue cativando o público, agora com papéis mais maduros, mas com a mesma autenticidade de sempre.
Do mundo pop adolescente para o universo dos super-heróis, María Gabriela construiu uma carreira admirável. E se depender do que ela mostrou em Superman, essa nova fase promete ser ainda mais grandiosa. E só pra deixar claro: Isa TKM na Venezuela é maior que o RBD!