Autor: Opina Babi

Jornalista | Social Media, 31 anos.

Querido Nick, a saudade é grande

Carta para o dog mais fofo do mundo que partiu recentemente

Foto: Arquivo pessoal

Baby Nick,

Um dia seu dono me mandou uma foto sua, logo me apaixonei por você. Seu pelo ainda estava curto, mas sua beleza era uma fofura. Com o passar do tempo, fui convivendo mais com seu dono me apaixonando por ele e por você. Sempre te vi como um daqueles cachorros que não precisavam fazer muito para conquistar o coração de alguém. Com seu jeitinho fofo, amável e carinhoso, deixava qualquer ambiente mais feliz simplesmente por estar presente. Quando seu dono me contou sua história vi que você era praticamente um Krypto, fiel companheiro do Superman: pequeno, especial e com um coração enorme. Você foi parceiro do seu papai nos momentos em que ele mais precisou.

Em troca ele cuidou de você como ninguém. Nunca esqueço do seu dono te abraçando no ano novo para você não passar mal com os foguetes. Logo no mês de janeiro desse ano, eu e seu dono nos afastamos por uns dias. Mas ele precisou te socorrer de uma convulsão. Não pensei duas vezes em ajudar no que podia, porque você já fazia parte dos meus dias e da minha vida de alguma forma. Em tantas vezes que tive ansiedade via suas fotos e seus videos. Poxa Nick, meu sonho era te dar um abraço e você me retribuir com uma lambida. Fiz planos para te levar na praia com seu dono, mas não conseguimos. Prometo que um dia iremos juntos para honrar você em uma praia bem bonita.

Quando você sumiu na semana santa, fiquei aqueles dias tão preocupada com sua aventura nas ruas. Só queria você de volta em casa para sua família. E que alegria te ver voltando, magrinho, mas com toda fofura e doçura que sempre transmitiu. Infelizmente, você se foi há alguns dias, deixando um vazio que nenhuma palavra consegue definir. É difícil aceitar que seu olhar marcante, sua presença, seus latidos e aquele jeitinho tão único que você tinha, agora existem apenas nas nossas lembranças. 

Mas o amor que você deixou na vida do seu dono e um pouco na minha, continua entre nós. Alguns animais passam pelo nosso caminho e deixam marcas que permanecem para sempre. Você foi muito amado, Nick, pelo seu dono e pelos pais dele. A saudade é grande, infinita, mas também é uma prova do tamanho do amor que sentimos por você nesses anos de convivência. Querido Nick, agora você vive nas memórias, nas fotos, nos videos e principalmente, no coração de quem teve a felicidade de conhecê-lo. Nosso pequeno Krypto partiu, mas seu amor e sua energia ficarão para sempre. Se divirta muito no céu dos animais, anjinho de quatro patas. Seu dono estará bem aqui na terra, lembrando de você todos os dias! 🐾❤️

Colômbia vai se reerguer como em tantas outras vezes que enfrentou suas dores

Terremoto que atingiu o país nesta segunda-feira foi o mais devastador em décadas

Foto: Arquivo Pessoal

A Colômbia amanheceu nesta segunda-feira diante de uma das maiores tragédias naturais de sua história recente. Um forte terremoto de magnitude 7,4 atingiu o país, provocando mortes, feridos, desabamentos e deixando um rastro de destruição em diferentes regiões. Mais do que números, ficam famílias assustadas, pessoas que perderam suas casas e comunidades inteiras tentando entender como reconstruir suas vidas depois de poucos minutos que foram capazes de mudar tudo.

Em momentos como esse, é impossível não pensar na fragilidade da vida. Um país pode estar seguindo sua rotina normalmente e, de repente, tudo pode ser interrompido pela força da natureza. A Colômbia, localizada em uma região de intensa atividade sísmica, infelizmente conhece esse tipo de tragédia. Mas, diante da dor, também aparece uma característica que tantas vezes marcou a história colombiana: a capacidade de seus habitantes de se unirem quando mais precisam.

A reconstrução será longa e dolorosa. Haverá casas para reconstruir, cidades para recuperar, famílias para amparar e feridas emocionais que levarão muito mais tempo para cicatrizar. Mas é justamente nesses momentos que um povo mostra sua verdadeira força. A solidariedade daqueles que ajudam nos resgates, acolhem vizinhos e estendem a mão para quem perdeu tudo é uma demonstração de que, mesmo quando os prédios caem, os laços entre as pessoas podem permanecer de pé.

E se existe algo que a história do país cafetero ensina é que este povo sabe sobreviver. Os colombianos já enfrentaram terremotos devastadores, conflitos, violência, crises e inúmeras dificuldades ao longo de sua existência. Muitas vezes precisaram começar novamente, reconstruir suas cidades e recuperar a esperança. E fizeram isso sem perder aquilo que torna a Colômbia tão especial: sua alegria, sua cultura, sua música, suas cores e a força de um povo que não aceita ser definido apenas pelas suas tragédias.

Por isso, hoje, a Colômbia está ferida, mas não está derrotada. Ela vai se reerguer, como já fez tantas vezes antes. Os escombros serão retirados, as cidades serão reconstruídas e, pouco a pouco, a vida voltará a ocupar os espaços que hoje estão marcados pela dor. Porque a história colombiana já provou que o país pode enfrentar coisas terríveis e continuar sendo forte, vibrante e feliz. A terra pode ter tremido, mas a Colômbia continua de pé. E voltará a ser colorida e feliz! 🇨🇴

Como os planos de De La Espriella podem afetar o futebol colombiano

Presidente eleito do país cafetero toma posse nesta sexta-feira

Foto: RCN Notícias

Eleito em julho, Abelardo De La Espriella assume a Presidência da Colômbia nesta semana, 7 de agosto. Uma de suas principais bandeiras será a segurança pública. Se as medidas propostas conseguirem reduzir a criminalidade e aumentar a sensação de segurança no país, os reflexos podem ir muito além da economia e alcançar também o futebol colombiano. Um ambiente mais seguro tende a atrair mais turistas e incentivar a presença de torcedores nos estádios, fortalecendo a relação entre o esporte e o turismo.

Cidades como Medellín e Cartagena, que já recebem milhões de visitantes todos os anos, poderiam se beneficiar desse cenário. Com mais segurança, muitos turistas poderiam incluir uma partida de futebol em seus roteiros de viagem, conhecendo estádios como o Atanasio Girardot, casa do Atlético Nacional e do Independiente Medellín, ou o Estádio Jaime Morón León, onde manda seus jogos o Real Cartagena. Essa integração entre turismo e futebol já acontece em diversos países e pode representar uma importante fonte de receita para os clubes colombianos.

Além disso, as propostas de De la Espriella para ampliar investimentos em infraestrutura esportiva e incentivar o esporte de base poderiam contribuir para o fortalecimento do futebol colombiano a médio e longo prazo. Clubes com melhores centros de treinamento, categorias de base mais estruturadas e estádios mais modernos tendem a formar mais talentos e oferecer um espetáculo de maior qualidade para seus torcedores.

Outro possível reflexo desse cenário seria o fortalecimento dos clubes colombianos no cenário continental. Com mais investimentos, maior estabilidade econômica e um ambiente favorável ao desenvolvimento do esporte, as equipes teriam mais condições de manter seus principais jogadores, investir em infraestrutura e qualificar seus elencos, aumentando a competitividade na Copa Sul-Americana e na Libertadores da América. Ao mesmo tempo, uma economia mais aquecida pode elevar o poder de compra da população, permitindo que mais torcedores frequentem os estádios, adquiram produtos oficiais e acompanhem seus clubes de forma mais ativa, fortalecendo o futebol colombiano dentro e fora de campo.

Embora o novo comandante do país ainda não tenha apresentado um plano específico para reformar o futebol profissional, suas propostas para segurança pública e desenvolvimento do esporte podem criar um ambiente mais favorável para o crescimento da liga colombiana. Se esse cenário se concretizar, os clubes poderão se fortalecer financeiramente, aumentar o público nos estádios e transformar o futebol em um dos grandes aliados do turismo e da economia do país. Potencial para tudo isso, a Colômbia tem.

Luiz Antônio Simas e parceiros assinam samba-enredo da Gaviões para 2027

Escola é uma das favoritas ao título no Carnaval paulistano do ano que vem

Foto: SRZD

A vitória do samba-enredo da Gaviões da Fiel para o Carnaval de 2027 representa muito mais do que o fim de uma disputa. A obra, assinada por Grandão, José Rifai, Luciano Costa, Sukata, Fadico, Marcelo Paschoal JB, Gabriel Lima, Alex Biro Morganti, Oliveira, Neck, Andrezinho, Cláudio Russo, Luiz Antônio Simas e Chico Poeta, emociona pela força da mensagem e pela beleza de sua construção. Entre os autores, Luiz Antônio Simas e Cláudio Russo levam para o Carnaval paulistano toda a experiência acumulada em sambas consagrados, enriquecendo ainda mais um enredo de enorme significado.

A escolha desse samba reforça a ambição da Gaviões da Fiel de voltar ao topo do Carnaval de São Paulo. Desde 2024, a escola vem batendo na trave e mostrando que está cada vez mais próxima de conquistar mais um campeonato no Anhembi. Com um enredo poderoso sobre Ogum e um samba que já nasce com cara de clássico, a Gaviões desponta como uma das grandes favoritas ao título de 2027, reunindo todos os ingredientes para realizar um desfile memorável.

Falar de Ogum é falar de coragem, proteção, caminhos abertos e fé. É impossível não estabelecer uma conexão com São Jorge, devoção tão presente entre os corintianos e na própria identidade da Gaviões. O samba consegue transformar essa força espiritual em poesia, respeitando a tradição do Carnaval e exaltando uma figura que representa luta, resistência e esperança para milhões de brasileiros.

A presença de compositores experientes, como Luiz Antônio Simas, ao lado de toda a parceria vencedora, valoriza ainda mais esse projeto. Simas é o botafoguense mais incrível do Brasil. Seus ensinamentos são únicos a cada aula e conversa. A participação dele engrandece ainda mais esse samba. Historiador, escritor, professor e um dos maiores pesquisadores da cultura popular brasileira, Simas construiu uma obra respeitada por seu olhar profundo sobre o Carnaval, as religiões de matriz africana e a história do Rio de Janeiro. Autor de diversos livros, entre eles uma obra dedicada a São Jorge, ele reúne um conhecimento raro sobre as manifestações culturais e a formação da identidade brasileira.

Ver um intelectual desse porte também assinando sambas-enredo é a prova de que erudição e cultura popular caminham juntas, tornando sua contribuição para a Gaviões da Fiel ainda mais especial. O resultado de seu lado compositor é um samba marcante, que consagra o trabalho desenvolvido pela escola do Timão e traduz com emoção um dos enredos mais aguardados do Carnaval de 2027. Se a Gaviões conseguir levar para a avenida toda a energia que o samba transmite, tem tudo para viver um ano histórico e voltar a conquistar o tão sonhado título no Anhembi.

River de Coudet precisa acordar pra vida

Elenco estrelado parece estar com preguiça de jogar, pois sua maioria já ganhou de tudo

Foto: Sport.tv

O River Plate voltou da pausa da Copa do Mundo exatamente da mesma forma que encerrou o primeiro semestre: sem intensidade, sem confiança e, principalmente, sem qualquer sinal de evolução. O problema é que essa versão do time já era conhecida desde o início do trabalho de Eduardo Coudet. A pausa serviu para pouco.

A perda do título para o Belgrano parece ter deixado marcas em um elenco que, em vez de reagir, transmite a sensação de que perdeu ainda mais a competitividade. O River tem jogadores de enorme qualidade, muitos deles acostumados a conquistar os maiores títulos do futebol. Há atletas com Libertadores, Champions League e até Copa do Mundo no currículo. Mas, dentro de campo, falta aquilo que sempre caracterizou o River: fome de vencer.

Durante meses, muita gente apontou Marcelo Gallardo como o principal responsável pela queda de rendimento da equipe. De fato, seu ciclo dava sinais claros de desgaste, e uma mudança parecia inevitável. Mas a troca de comando, por si só, não resolveu nada. Pelo contrário: o River segue preso aos mesmos problemas, e o trabalho de Coudet ainda não conseguiu apresentar uma identidade capaz de convencer.

O mais preocupante é a postura da equipe. O River parece apático, sem urgência e sem a sensação de que cada partida realmente vale alguma coisa. E isso não faz sentido. O clube ainda tem pela frente duas competições importantes, que sobraram para a temporada: a Copa Sul-Americana e o Campeonato Argentino. Se o time não encontrar motivação para disputar esses torneios, vai jogar por quê?

O River ainda tem objetivos na temporada, ainda pode conquistar um título e ainda pode terminar o ano de cabeça erguida. Mas, para isso, precisa mudar de postura imediatamente. Porque, mantendo esse futebol burocrático e sem ambição, o risco é encerrar mais uma temporada sem levantar nenhuma taça. E, para um clube do tamanho do “millionario” e para um elenco tão estrelado, isso é simplesmente inaceitável.

Completei 30 semanas assistindo “O Poderoso Chefão”

Faltam 22 semanas para fechar a meta do ano com meu filme favorito

Foto: Telemundo TV

Uma das metas que estabeleci para este ano foi assistir a O Poderoso Chefão uma vez por semana. Já chegamos à 30ª semana concluída do ano e estou muito feliz por estar conseguindo cumprir esse compromisso. Em algumas semanas acabei acumulando e precisei assistir ao filme duas vezes para colocar tudo em dia, mas o importante é que a meta continua viva.

Meu objetivo é manter esse ritmo até a última semana do ano. Quero terminar 2026 tendo assistido ao maior clássico do cinema, O Poderoso Chefão, em todas as semanas do ano. Ainda faltam cerca de 22 para o ano acabar, e sigo firme para concluir esse desafio. Esse filme tem um significado muito especial para mim. Foi um dos primeiros longas que assisti ainda muito criança e, de certa forma, foi ele que me apresentou a um universo mais adulto: de coragem, disputa pelo poder, lealdade, estratégia, inimigos e as consequências de cada escolha na vida.

É um filme que nunca deixa de ensinar alguma coisa e mesmo assistindo tantas vezes, ele sempre traz algo diferente. Também é sempre um prazer reencontrar meus personagens favoritos. Luca Brasi continua sendo um dos mais marcantes para mim, assim como Al Neri e, principalmente, Michael Corleone, interpretado de forma brilhante por Al Pacino. E, claro, é impossível falar de O Poderoso Chefão sem lembrar do inesquecível Don Vito Corleone, vivido por Marlon Brando. A atuação dos dois é simplesmente extraordinária e a presença deles transforma o filme em uma experiência única.

Depois de tantas sessões, já sei muitos diálogos de cor, mas isso não diminui em nada o encanto. Pelo contrário, a cada nova revisão encontro detalhes que antes tinham passado despercebidos. É justamente por isso que essa meta tem sido tão prazerosa. Mais do que cumprir um desafio, é uma forma de revisitar, semana após semana, um dos filmes mais importantes da minha vida.