Se tem um jeito bom de começar uma temporada da Turismo Carretera, é com corrida em Viedma. O autódromo da cidade, conhecido como Autódromo Ciudad de Viedma, é daqueles que fazem qualquer fã de automobilismo sorrir à toa. A pista é bonita, bem cuidada e sempre entrega boas disputas. Não à toa, está entre as favoritas de muitos pilotos e torcedores.
A largada da temporada por lá é sempre um evento à parte. O calor da Patagônia argentina nessa época do ano deixa tudo ainda mais intenso – tanto dentro da pista, com os motores roncando forte, quanto fora dela, onde o público faz a festa. Quem já foi sabe: Viedma recebe os fãs da Turismo Carretera de braços abertos.
E para quem vai acompanhar a etapa e quer aproveitar um pouco da cidade, tem coisa boa pra fazer. O rio Negro, que corta Viedma, é um ótimo lugar para dar uma pausa na correria e curtir uma vista bonita. Quem gosta de praia pode dar um pulo em El Cóndor, que tem aquelas paisagens que parecem ter saído de cartão-postal. Já os apaixonados por comida podem experimentar bons assados e empanadas pelos restaurantes locais.
Se a ideia é curtir o fim de semana inteiro, dá até para atravessar a ponte e conhecer Carmen de Patagones, que tem aquele charme de cidade histórica e um clima bem tranquilo. No fim das contas, Viedma é o pacote completo: corrida boa, ambiente incrível e opções para aproveitar a viagem. Um ótimo lugar para dar a largada em mais uma temporada da Turismo Carretera.
A temporada 2025 do Turismo Carretera promete ser emocionante, com o retorno de pilotos de destaque como Matías Rossi e Luis José “Josito” Di Palma. Rossi, campeão de 2014, volta à categoria com a equipe Pradecon Racing, enquanto Di Palma competirá com um Chevrolet Camaro do RUS MED Team. Além deles, novos talentos como Hernán Palazzo e Jeremías Olmedo ascendem à categoria principal, aumentando a competitividade do grid.
As disputas entre as tradicionais marcas Ford, Chevrolet, Dodge e Torino continuam a ser o centro das atenções, com a adição da Toyota e seu modelo Camry, que estreou recentemente na categoria. A diversidade de fabricantes e modelos promete corridas acirradas e imprevisíveis, mantendo os fãs ansiosos para ver quem se destacará nesta temporada.
“Conclave” é uma obra de suspense dirigida por Edward Berger, baseada no romance homônimo de Robert Harris. A trama se desenrola após a morte inesperada do Papa, quando o Cardeal Lawrence, interpretado por Ralph Fiennes, é encarregado de organizar o conclave para eleger o novo líder da Igreja Católica. À medida que as intrigas políticas dentro do Vaticano se intensificam, Lawrence descobre segredos ocultos que podem mudar o rumo da eleição papal.
O elenco é composto por atores renomados, incluindo Stanley Tucci (eterno diretor da Runway de Miranda Priestly), John Lithgow, Isabella Rossellini e Lucian Msamati, que entregam performances marcantes, enriquecendo a narrativa com profundidade e complexidade que esse filme carrega. Fiennes, como protagonista, transmite uma dualidade fascinante: ao mesmo tempo em que mantém a compostura e a devoção esperadas de um cardeal, sua expressão revela um homem atormentado por dúvidas e dilemas éticos. Tucci e Lithgow, por sua vez, brilham em papéis que adicionam camadas à disputa política dentro da Santa Sé.
A direção de Edward Berger é precisa e envolvente. Ele consegue transformar um cenário essencialmente estático — as paredes solenes do Vaticano — em um palco de tensão crescente, onde cada olhar e cada palavra dita (ou não dita) carrega um peso significativo. A maneira como Berger conduz o suspense é digna de comparação com clássicos do gênero, tornando a experiência cinematográfica eletrizante, mesmo sem recorrer a exageros dramáticos.
Um dos grandes trunfos do filme é sua fotografia, que impressiona ao capturar tanto a grandiosidade da Basílica de São Pedro quanto a claustrofobia dos aposentos onde os cardeais deliberam. A iluminação sutil, muitas vezes evocando a luz de velas e reflexos dourados, reforça o clima solene e misterioso da narrativa. Cada enquadramento parece uma pintura renascentista, remetendo às obras de Caravaggio e Rembrandt, o que amplifica a sensação de que estamos testemunhando um evento histórico de magnitude épica. Surpreendentemente, a fotografia de “Conclave” não foi indicada ao Oscar, uma omissão difícil de justificar, considerando seu impacto visual e a riqueza estética que adiciona à trama.
Desde sua estreia no Festival de Telluride, “Conclave” tem sido aclamado pela crítica. Além disso, foi reconhecido pelo National Board of Review como um dos Top 10 Filmes do ano e recebeu o prêmio de Melhor Elenco. A produção oferece uma visão intrigante dos bastidores do Vaticano, explorando temas de poder, fé e moralidade, mantendo o espectador envolvido do início ao fim.
É um filme que não apenas entretém, mas também faz refletir sobre as complexidades das instituições e a natureza humana. Durante uma entrevista realizada no fim do ano passado para o site Hammer To Nail, Berger compartilhou detalhes do processo criativo de “Conclave”, revelando de onde saiu a ideia de adaptar a trama:
“A ideia para a adaptação surgiu de uma conversa que tive com Tessa Ross, a produtora; eu a conheci talvez sete anos atrás. E decidimos, ‘OK, vamos tentar encontrar o filme certo juntos.’ Ela tinha me enviado algumas coisas que eu achava que não eram certas – ou que eu não era certo para elas. E então, ela me ligou um dia e disse: ‘Eu tenho essa ideia e esse livro que é opcional.” E eu disse, “Sim, quem vai escrever o roteiro?” E ela disse: ‘Peter Straughan’”, contou Berger.
“E eu disse: ‘Peter Straughan é o melhor escritor do mundo.’ Porque o que ele faz é criar um tipo maravilhoso de enredo, como uma história de virar a página com muitas reviravoltas. Mas também, sempre há algo mais profundo por baixo, um motivo do porquê estamos fazendo o filme; uma alma para o filme, como um arco interno. Neste caso, é o arco interno de dúvida do personagem de Ralph Fiennes. Você conhece aquele sentimento de ser oprimido pela dúvida e se sentir liberto por ela. Isso me fez querer fazer o filme, seu discurso sobre a dúvida, basicamente.”, completa.
Portanto, “Conclave” surpreende ao entregar uma narrativa envolvente, atuações excepcionais e uma fotografia de tirar o fôlego até seu final arrebatador. Com sua abordagem única e execução impecável, é um forte candidato ao Oscar, merecendo o reconhecimento em diversas categorias e principalmente na de Melhor Filme. Até porque, ele se mostra o grande favorito da lista no momento e tem pontos parecidos com o vencedor de 2016,Spotlight – Segredos Revelados.
Talvez você não o conheça, mas já ouviu o violão dele tocando várias vezes. Flavinho Coelho carrega um legado musical impressionante no sertanejo. O violonista se destacou nos arranjos que ajudaram a fazer o sertanejo universitário sucesso nacional, com sua trajetória musical começando de forma inusitada. O violonista iniciou sua carreira ao lado de João Bosco & Vinícius com apenas 14 anos. O primeiro projeto de Flavinho com a dupla foi o famoso disco “Acústico no Bar”, um trabalho que, na época, circulou muito em cópias piratas. Inclusive o Bruninho, da dupla com Davi, vendia bastante para a galera universitária. Estou citando ele aqui porque, mais tarde, a história dele com a de Flavinho irá se cruzar.
Apesar da venda informal, o disco se tornou um estouro e teve grande impacto no cenário sertanejo do Matogrosso do Sul. Esse disco ajudou a solidificar os primeiros arranjos de Flavinho na memória do público como as músicas “Magia e Mistério”, “Tatuagem”, “Faz de Conta” e “Quero provar que te Amo”. Ele ficou na estrada com a dupla por dez anos, conquistando espaço e muito respeito no meio musical. O violonista já fez diversos trabalho de gravações com outros artistas também, sempre destacando-se no violão, seu instrumento-chave.
Após essa fase com João Bosco & Vinícius, Flavinho decidiu seguir um novo caminho, trabalhando com o agronegócio. Mas nunca deixou a música de lado. Nesse novo momento da carreira, ele esteve em projetos incríveis que se tornaram marcas registradas em várias produções sertanejas. A sua contribuição não se limitou a grandes nomes como Michel Teló no programa especial ‘Bem Sertanejo’, mas também se estendeu a artistas como Gusttavo Lima (DVD 50/50), Munhoz & Mariano (Ao vivo em Campo Grande) e no projeto “Segura Maracaju”, acústico onde reviveu sua parceria com João Bosco & Vinícius. Inclusive, ele jamais pode tocar em algum lugar sem que peçam para ele tocar a música “Semi-luz”.
A trajetória de Flavinho Coelho também está intimamente ligada ao seu estado natal, o Mato Grosso do Sul. As influências da região transparecem em seu trabalho e no modo como ele contribuiu para o nascimento do sertanejo universitário. Sua linguagem no violão se tornou diferenciada por isso. Seu estilo, com influências da vaneira, do chamamé e do rasqueado se consolidou no Brasil durante a década de 2000 e Flavinho esteve ali, no epicentro desse movimento, responsável por hits atemporais que se tornaram grandes sucessos de uma geração.
Além de sua ligação com grandes nomes do sertanejo, Flavinho também tem um vínculo forte com sua família musical. Ele é irmão de Euler Coelho, um talentoso compositor que assinou hits como “Chora Me Liga” e “Voa Beija-Flor”. A influência musical em sua casa foi essencial para o seu desenvolvimento como violonista e para sua incursão no mundo da música. Flavinho esteve nos principais álbuns de JB&V de 2002 a 2012, entre eles o primeiro DVD da dupla, em 2005; e o marcante ao vivo de Ribeirão Preto, em 2010. Em uma década ele fez parte de um capítulo fundamental para a recente história do sertanejo.
Lembram que citei o Bruninho (Davi)? Foi também em 2010 que a jovem dupla estava começando a se lançar no mercado. Durante um show de João e Vinícius, em Campo Grande, eles invadiram o palco para cantar a música “Zona Sul”, primeiro hit deles. Decidiram naquele momento gravarem um video em cima da hora, na loucura. Até hoje está disponível no Youtube (Confira Aqui) e vez ou outra aparece como sugestão para eu ficar rindo do Flavinho, que estava na banda tocando a música que ele nem sabia… Eu brinco que ele fez parte do começo da carreira deles nesse sentido. Até porque, anos depois, Bruninho se tornou produtor musical de seus próprios projetos, convidando Flavinho para gravar faixas no DVD “Violada” e também na produção que Bruninho fez com a dupla Marco Antonio & Gabriel. A música “Presente do Vovô”, é praticamente um hino não-oficial de Campo Grande e tem o violão de Flavinho nela.
Nesses recentes trabalhos, ele demonstrou mais uma vez o quão único e talentoso é em cada acorde do violão, trazendo sua técnica refinada e sua sensibilidade musical para cada canção. Hoje, Flavinho não está mais na correria da estrada como antes, mas continua deixando sua marca na música. Atualmente, ele se dedica ao projeto Modão & Moagem, um trabalho que resgata a essência do sertanejo de raiz, mas com sua identidade musical refinada ao lado do parceiro Edson. Flavinho faz segunda-voz além de tocar. Sempre falo que ele só perde para o Santiago, do Guilherme, como melhor segundeiro do Brasil.
A gente fala isso brincando, pois é claro que temos a maior admiração pelo Santiago. E como gosto de elogiar o Flavinho, dizer que ele só perde para o Santiago é uma forma de elogio. Por curiosidade, eles são amigos, um dos tantos que Flavinho conquistou ao longo de sua lida na estrada. Guilherme & Santiago também já gravaram uma composição do Flavinho, feita com Euler. Sim, além de ótimo músico ele tem “o hobby” da composição.
Diferente da rotina intensa de turnês que ele vivia com João Bosco & Vinícius, o Modão & Moagem permite que ele continue fazendo música de forma mais tranquila, sem abrir mão da qualidade de vida e da paixão pelo violão. O projeto já contou com um feat de Fred & Fabrício e, em breve, terá um lançamento justamente com Guilherme & Santiago. Nada melhor que juntar o pai da segunda voz (Santiago) com seu pupilo (Flavinho), não é mesmo… Falando em pupilo, o violonista, como muitos de seus colegas, é muito fã de Marco Abreu, Paulinho Ferreira e Ivan Miyazato, outros três gênios do violão. Um ídolo à parte dele é o Almir Sater. Ele tem tanto bom gosto que assim como eu e Fátima Leão, Flavinho odeia A BOATE AZUL! (Saturaram essa música, vamos combinar…)
Com sua técnica impecável e um ouvido apurado para tirar qualquer música sem partitura, Flavinho Coelho é um músico diferenciado dos demais e nunca precisou buscar uma música no Cifras.com. Poucos sabem tirar onda tocando uma “Ligação Urbana” sem colar ou errar no acorde, por exemplo. Flavinho consegue isso e muito mais sendo o fenômeno que se tornou no violão. Mesmo longe dos holofotes, o violonista é considerado um dos melhores do país, sendo referência para quem entende de sertanejo e reconhece o valor de um grande músico como ele.
Nem preciso dizer que o Globoplay acertou em cheio ao trazer Sullivan & Massadas: Retratos e Canções, uma série documental que faz justiça à maior dupla de compositores do Brasil. Para quem viveu os anos 80, 90 e cresceu nos anos 2000, assistir a essa produção é como abrir um baú de memórias musicais e reviver sucessos que marcaram gerações. Para os mais jovens, é uma aula essencial sobre a grandiosidade de Michael Sullivan e Paulo Massadas, responsáveis por uma infinidade de sucessos que dominaram as paradas e continuam vivos até hoje.
Com um formato envolvente, depoimentos valiosos e uma trilha sonora irretocável com obras dessa parceria, a série revela não apenas o talento da dupla, mas também a influência absurda que tiveram na música brasileira. Roberto Carlos, Roupa Nova, Fafá de Belém, José Augusto, Alcione, Trem da Alegria e tantos outros nomes brilharam ao som das composições de Sullivan & Massadas. Cada episódio reforça a genialidade desses criadores de melodias e letras que grudam na memória e tocam fundo no coração.
O mais impressionante é perceber o alcance e a versatilidade de ambos. Das baladas românticas aos temas infantis, das trilhas de novela aos hinos de karaokê, eles construíram um legado imbatível. A série não só resgata essa história, como também nos lembra da importância de valorizar os grandes compositores por trás dos sucessos que cantamos sem nem perceber quem os escreveu.
Se você ainda não assistiu, corra para o Globoplay. A série é emocionante, viciante e perfeita para maratonar. Afinal, quem nunca cantou os sucessos de Sullivan & Massadas que vão de Xuxa a Tim Maia? Eles são a trilha sonora da nossa vida, e esse documentário é a homenagem que eles sempre mereceram. Além de tudo, você vai reviver memórias da sua vida em cada canção que está ali.
Neste fim de semana, o mundo da música volta seus olhos para o Grammy Awards 2025, onde Beyoncé e Taylor Swift se destacam como as principais concorrentes na categoria Álbum do Ano. Beyoncé lidera as indicações com 11 nomeações, incluindo a de melhor álbum por “Cowboy Carter”, um trabalho que a consagrou como a primeira mulher negra a estrear no topo da parada country da Billboard. Seu show no intervalo da NFL no fim do ano passado consolidou ainda mais o sucesso do projeto.
Por outro lado, Taylor Swift não fica atrás, acumulando seis indicações, entre elas Álbum do Ano por “The Tortured Poets Department”. Com essa nomeação, a loirinha do momento se tornou a primeira artista a ser indicada sete vezes nessa categoria, tendo vencido quatro vezes anteriormente.
A competição entre as duas é acirrada. Enquanto Beyoncé busca sua primeira vitória na categoria Álbum do Ano, Swift já possui um histórico de sucessos nessa área. Especialistas apontam que, embora “Cowboy Carter” de Beyoncé seja um forte candidato, “Brat” de Charli XCX pode surpreender e levar o prêmio também pela qualidade apresentada.
Independentemente do resultado, a 67ª edição do Grammy Awards promete ser memorável, celebrando a diversidade e o talento de artistas que definem os rumos da música contemporânea. O Grammy 2025 terá transmissão da TNT e da Max, neste domingo (2). Confira quem está na briga pelo “Álbum do Ano”.
O forró nordestino escreveu um dos capítulos mais grandiosos de sua história em 2005. No coração de São Paulo, em um dos palcos mais icônicos do país, a banda Limão com Mel não apenas lotou o Olympia, mas transformou aquela noite em um espetáculo inesquecível. O resultado? Um emblemático DVD que mudou a história desse gênero musical. “Um Amor de Novela – Ao Vivo no Olympia” rompeu suas barreiras e consolidou a banda como uma das maiores do Brasil no cenário que colocou o forró como protagonista das rádios dentro e fora do Nordeste.
Hoje, duas décadas depois, a grandiosidade desse projeto continua ecoando e chama ainda mais atenção por tudo que foi realizado. O que parecia um desafio quase impossível – uma banda de forró vinda do Nordeste dominar o principal palco da capital paulista – se tornou uma consagração. Com um repertório recheado de sucessos autorais, ingressos esgotados e interpretações emocionantes de Batista Lima à frente dos vocais e da direção musical, guiou a Limão com Mel por um show impecável que nunca foi esquecido. Do início ao fim, a banda foi levando o público a momentos de pura euforia que ficaram registrados no melhor álbum ao vivo da Limão.
O Olympia, palco que já havia recebido lendas da MPB, do samba e do sertanejo, abriu suas portas para um gênero que, por muitos anos, lutou por reconhecimento nacional. Mas naquela noite, não havia dúvidas: o forró tinha conquistado de vez seu espaço. Com uma produção cinematográfica à la Hollywood, iluminação e estrutura de ponta, o DVD registrou o auge da banda e se tornou um dos trabalhos mais emblemáticos da história do ritmo nordestino. Músicos como o sanfoneiro Maestro Pica-pau, são lembrados até hoje pelo trabalho feito nesse projeto.
Canções como “Um Amor de Novela”, “Esse Amor É Mil”, “Toma Conta de Mim”, “Play Record” e “Tome Amor” se tornaram verdadeiros hinos. A energia daquela gravação, com aquela formação da banda, junto do repertório que emplacou sucessos, se perpetuou por gerações. O impacto desse disco foi tão grande que o projeto ajudou também a abrir portas para outras bandas do segmento, solidificando o forró como um movimento de alcance nacional podendo dominar os palcos fora da região de sua origem.
Em seus 20 aninhos, o “Ao Vivo no Olympia” da Limão segue sendo uma referência. Ele foi um verdadeiro divisor de águas que reafirmou a força do forró e da cultura nordestina, para quem ousava ainda duvidar que uma banda lotaria aquele sagrado lugar da música brasileira. Para os fãs da Limão com Mel – e para os amantes do gênero que só cresce a cada dia – esse DVD não é apenas um disco ao vivo bem feito: ele é uma celebração, uma obra-prima e um orgulho para os forrozeiros de plantão.