Já pode começar a maratona de “Esqueceram de Mim”

Foto: Disney Plus

Todo fim de ano é a mesma coisa: basta o clima de Natal começar que “Esqueceram de Mim” volta ao topo dos streams — especialmente no Disney+, onde o clássico de 1990 e sua sequência direta de 1992 se tornam os queridinhos da temporada. E não é à toa: poucos filmes conseguem capturar tão bem o espírito natalino quanto as trapalhadas de Kevin McCallister (Macaulay Culkin) tentando proteger sua casa — e mais tarde um hotel em Nova York — dos ladrões mais atrapalhados do cinema.

O primeiro Esqueceram de Mim é quase uma aula de como fazer um filme de Natal sem ser piegas. Ele tem tudo: aventuras, família bagunçada, um toque de comédia, e aquela mensagem final sobre união e perdão que sempre arranca um sorriso. Já o segundo, Esqueceram de Mim 2: Perdido em Nova York, leva o mesmo encanto pra uma das cidades mais mágicas durante o Natal. A cena de Kevin no Rockefeller Center, diante da árvore gigante, é puro símbolo de fim de ano — e já virou tradição revisitar esse momento quando as festas se aproximam.

Há também algo nostálgico que faz o público voltar a esses filmes todos os anos. É como se assistir a Esqueceram de Mim fosse uma forma de ligar o modo “Natal On”: você se lembra da infância, do riso fácil, do cheirinho de ceia chegando da cozinha. A trilha sonora de John Williams é outro detalhe que contribui pra atmosfera — basta tocar as primeiras notas pra já sentir aquele clima de dezembro no ar.

Por isso, maratonar Esqueceram de Mim 1 e 2 virou quase um ritual. São filmes que ultrapassaram o tempo, resistiram às gerações e se tornaram parte da memória afetiva coletiva. No fim do ano, entre luzes piscando e filmes novos pipocando nos streamings, sempre há espaço pra rever Kevin derrotando os bandidos molhados — e lembrar que o Natal é, acima de tudo, sobre reencontros e boas risadas.

Contrato renovado e camisa nova da selección: Franco Colapinto desfila por Interlagos com gritos da torcida argentina

Foto: F1

Franco Colapinto viveu nesta sexta-feira um dos dias mais marcantes de sua jovem carreira. A Alpine confirmou oficialmente a renovação do argentino para a temporada 2026 da Fórmula 1, consolidando o piloto como uma das apostas mais promissoras da categoria. O anúncio chega em meio ao fim de semana do GP do Brasil, onde Colapinto vem roubando os holofotes não apenas pelo talento, mas também pela identificação com o público que o acompanha com bandeiras celestes nas arquibancadas de Interlagos.

Poucos meses atrás, havia dúvidas sobre seu futuro. A Alpine atravessou uma temporada irregular, e o argentino ainda busca seu primeiro ponto na F1. Mesmo assim, a equipe destacou sua evolução técnica e o impacto positivo dentro da estrutura, apostando na continuidade do projeto. Para Colapinto, a renovação é mais do que um novo contrato — é um voto de confiança, uma declaração de que seu caminho no automobilismo de elite está apenas começando.

E como se não bastasse o anúncio, Colapinto também foi visto nos boxes de Interlagos com a nova camisa da Seleção Argentina, tricampeã mundial, símbolo máximo do orgulho nacional. O gesto arrancou aplausos e gritos dos torcedores hermanos que viajaram ao Brasil para vê-lo correr. “¡Vamos, Franco!” ecoou entre as arquibancadas, mostrando que, mesmo em solo brasileiro, a paixão albiceleste se faz ouvir. O piloto respondeu com sorrisos e autógrafos, reforçando sua imagem carismática e próxima do público.

O momento é emblemático: há décadas um argentino não despertava tanto entusiasmo na Fórmula 1. Colapinto se tornou um ponto de união entre duas paixões — a velocidade e o futebol. Seu gesto de vestir a camisa da seleção no paddock brasileiro simboliza o orgulho de um país que sonha em voltar a ver seu representante subir ao pódio. E, ao mesmo tempo, mostra que a F1 pode ser também um palco de emoção, identidade e pertencimento.

Com o contrato renovado, Franco entra em 2026 com tranquilidade para crescer e mostrar todo o potencial que o levou à categoria máxima do automobilismo. Ainda falta o carro ideal, é verdade, mas sobra talento, humildade e um fator que não se compra: a conexão com o povo apaixonado por automobilismo. Em Interlagos, entre motores e bandeiras, o garoto de Pilar provou que já é muito mais do que uma promessa — é o novo orgulho da Argentina acelerando rumo ao futuro.

Como será o retorno de AC/DC no Monumental de Núñez, palco do maior álbum ao vivo da lendária banda

Foto: Clarín ARG

Há momentos na música que são quase rituais — e quando o AC/DC volta à América Latina, especialmente a Buenos Aires, é como se o rock inteiro resolvesse prestar reverência. O Monumental de Núñez, palco sagrado do futebol e da história argentina, volta a tremer com o som de “Back in Black”, e é impossível não lembrar do que aconteceu ali em 2009, quando a banda gravou o lendário Live at River Plate, o DVD que virou símbolo do poder do rock ao vivo e da devoção dos fãs hermanos. Aquele mar vermelho e preto, pulando e gritando a cada riff de Angus Young, não era só um show — era uma religião.

Quase duas décadas depois, o trovão retorna. A turnê atual marca o reencontro da banda com um público que nunca os esqueceu. Brian Johnson, de volta aos vocais após problemas auditivos, carrega a mesma energia de sempre; Angus continua o mestre do palco, girando, chutando o ar, e provando que a idade não domou o espírito rebelde do rock. É uma celebração não só da música, mas da resistência — do poder de uma banda que sobreviveu a tragédias, trocas de integrantes e ao próprio tempo, sem jamais perder a essência.

E há algo especial em fazer isso em Buenos Aires. Nenhum outro público canta como os argentinos — e o AC/DC sabe disso. O Monumental se transforma em uma usina de energia pura, onde cada acorde ecoa como um gol em final de Libertadores. Os argentinos não assistem ao show: eles fazem parte dele. E o AC/DC, que já tocou em estádios pelo mundo inteiro, parece entender que ali, naquele gramado que pertence tanto a River Plate quanto ao rock, mora um tipo de paixão que não se encontra em lugar nenhum.

O retorno ao Monumental não é apenas nostalgia — é destino. É a confirmação de que algumas lendas não envelhecem: apenas afinam suas guitarras e voltam para incendiar o planeta. E se o Live at River Plate foi o registro do passado glorioso, o que vem agora promete ser o novo capítulo de uma história que continua eletrizando gerações. Buenos Aires volta a sentir o trovão. E o mundo, mais uma vez, se curva ao poder do AC/DC. ⚡

E se você está organizando a viagem para o show no Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, aqui estão 5 excelentes opções de hospedagem próximas ao estádio, com localização conveniente para facilitar o acesso antes e depois do evento:

  • Top Rentals Montañeses
  • Sarum Hotel Design
  • FLIPHAUS Libertador 6300
  • BENS L’Hotel Palermo
  • Sofitel Buenos Aires Recoleta

Max Verstappen concedeu a melhor entrevista de sua carreira ao Pelas Pistas

Foto: Youtube Pelas Pistas

Nesta quinta (06) foi ao ar um episódio especial do melhor podcast de automobilismo do Brasil. Max Verstappen já deu muitas entrevistas ao longo da carreira, mas nenhuma com a naturalidade e espontaneidade que mostrou no podcast Pelas Pistas. O tetracampeão mundial da Fórmula 1 parecia que estava em casa — e, de certa forma, estava mesmo. Ao lado do cunhado Nelsinho Piquet, que divide a bancada do programa com Christian Fittipaldi e Thiago Alves, Verstappen se soltou como raramente faz em frente às câmeras, falando sobre bastidores, rivalidades e até momentos pessoais.

O episódio, gravado na véspera de um GP da Fórmula 1, representou um marco para o automobilismo brasileiro. O Pelas Pistas, comandado pelo narrador Thiago Alves — voz inconfundível das transmissões da Indy e do tênis na ESPN —, atingiu seu ponto mais alto desde que foi criado. Thiago tem o mérito de conduzir o papo com leveza, misturando o profissionalismo de quem entende o esporte com o carisma de quem realmente ama o que faz.

Além de Verstappen e Nelsinho, o episódio contou com a presença de Gabriel Bortoleto, reforçando o clima de integração entre gerações do automobilismo. Foi um encontro raro, entre campeões de diferentes eras, com uma energia que contagiou o público e viralizou entre fãs da Fórmula 1. O podcast é produzido pela Pod 360º e conta com a direção de Karina Chimenti, que sempre se conecta com o público nos chats do programa.

Mais do que uma simples entrevista, o que se viu foi um registro histórico: o maior piloto da atualidade falando com liberdade em um podcast brasileiro, valorizando o esporte e mostrando seu lado mais humano. Para o Pelas Pistas, é o momento de consagração de anos de trabalho sério nas principais categorias do automobilisml — e para os fãs, um episódio para guardar na memória. E dessa vez não precisou de “tamo competindo, tamo competindo”…

Assista ao episódio completo:

A bela Mendoza será rota na Libertadores: Independiente Rivadavia é campeão da Copa Argentina

Time vai para a primeira Libertadores em sua história e tem como protagonista Sebastián Villa, ex-Boca Jrs

Foto: Arquivo Pessoal

O futebol argentino viveu uma noite inesquecível nesta quarta (5). O Independiente Rivadavia, de Mendoza, conquistou pela primeira vez a Copa Argentina, ao derrotar o Argentinos Juniors nos pênaltis por 5 a 3, após um eletrizante empate em 2 a 2 no tempo regular. É a consagração de um clube que até pouco tempo lutava apenas para se manter na elite, e que agora vai disputar, de forma inédita, a Copa Libertadores da América de 2026.

Mas se há um nome que simboliza essa virada histórica, ele é Sebastián Villa. Revelado pelo Tolima, da Colômbia, o atacante brilhou no Boca Juniors, onde chegou a ser considerado um dos jogadores mais rápidos e decisivos do país. No entanto, sua trajetória foi marcada por graves problemas fora de campo, especialmente as acusações de violência doméstica, que interromperam o auge de sua carreira e mancharam sua imagem no futebol argentino.

Foto: TyC Sports

Agora, Villa escreve um novo capítulo. Foi o grande protagonista da campanha do Rivadavia, com gols decisivos, liderança e a fome de quem queria se reinventar. Levou um clube do interior, considerado de “baixo escalão”, ao título mais difícil do país — e, ironicamente, retorna à Libertadores, mas desta vez defendendo o Independiente Rivadavia, não o Boca.

Para Mendoza, terra dos melhores vinhos do continente e de uma beleza natural inigualável, o feito tem sabor duplo. O futebol e o turismo se encontram: sorte de quem cair no grupo do time, porque a viagem já valerá a experiência e o jogo será um detalhe. O Rivadavia colocou seu nome na história — e Villa, de forma inesperada, reconquistou o continente onde quase foi esquecido.

Fotos: Arquivo Pessoal

Ratinho vai no caminho oposto de Luciano Huck e defende megaoperação feita no Rio

Apresentador reforçou que o Brasil prende comediante por fazer piada, mas deixa bandido na rua aterrorizando a sociedade

Público votou a favor junto ao apresentador (Foto: Arquivo Pessoal)

Em seu programa, o apresentador Ratinho se manifestou hoje a favor da operação policial realizada no Rio de Janeiro. Enquanto parte da imprensa e nomes da TV criticaram a ação, ele foi direto: disse que a sociedade precisa apoiar esse tipo de operação, porque é justamente contra o tráfico — que está cada vez mais forte — que o Estado deve agir. Durante a atração, Ratinho lançou uma enquete com o público e 94% dos participantes também votaram a favor, mostrando que a opinião popular segue mais alinhada com o endurecimento contra o crime do que com o discurso de vitimização de criminosos.

A fala do apresentador contrastou diretamente com a postura de Luciano Huck, que havia repudiado a operação em seu programa neste domingo. Ratinho, por outro lado, defendeu os policiais e apontou o perigo de transformar ações de segurança em debates ideológicos. Ele lembrou que há famílias reféns de facções e que a falta de apoio às forças de segurança só fortalece os criminosos.

Durante o programa, Ratinho foi contundente: “Brasil prende comediante por fazer piada, e deixa bandido armado controlando território… chega de politizar e transformar ação em ideologia. Traficante não é vítima”. A frase repercutiu fortemente nas redes, onde muitos internautas reforçaram o apoio ao apresentador, destacando o contraste entre a liberdade para o crime e a censura ao humor e à opinião.

Enquanto o país ainda se divide entre discursos e ideologias, Ratinho reforça um ponto que ecoa fora da bolha: a sensação de insegurança é real, e a população quer respostas práticas. No meio do caos urbano, o apresentador revive o papel de voz popular — a mesma que o consagrou na TV — ao dizer em alto e bom som o que muita gente pensa, mas poucos têm coragem de dizer diante das câmeras. Além de entretenimento, ele ainda sabe oferecer sinceridade no ao vivo.