Título do Chelsea consagra um Mundial de Clubes que derrubou favoritismos

Melhor invenção do futebol no século XXI, Copa do Mundo de Clubes nos fez sair da rotina e vai deixar saudade

Foto: Chelsea FC

O Chelsea é o campeão do Mundial de Clubes — e não foi só um título, foi a assinatura final de um torneio que fugiu completamente da cartilha. Um Mundial de zebras, de viradas, de queda de gigantes. Um Mundial que ignorou o script e entregou um futebol cheio de surpresas e intensidade. Mesmo com os times europeus em fim de temporada, eles souberam mostrar uma certa supremacia chegando de ambos os lados na final.

O PSG (P$G como costumo escrever, que chegou como favorito absoluto, foi o retrato perfeito do que foi essa edição: o triunfo da técnica sobre o marketing, do estudo sobre o estrelismo. O Chelsea não venceu no grito, nem no nome — venceu na bola com categoria e goleada por 3×0. Foi uma equipe organizada, inteligente, corajosa. E provou que futebol não se ganha com fama, e sim com estratégia, coragem e entrega. Como já disse o ex-técnico do Botafogo, Renato Paiva: “O cemitério está cheio de favoritos.

Esse Mundial mudou nossa rotina. Por um mês, o mundo parou pra acompanhar algo novo. Jogos imprevisíveis, times de todos os continentes jogando de igual pra igual. O Mundial de Clubes em novo formato é, sem exagero, a melhor invenção do futebol no século XXI. É entretenimento puro, é globalização de verdade, é paixão em estado bruto.

A cada rodada, a gente esqueceu os campeonatos chatos de sempre e embarcou numa montanha-russa internacional. Não tinha como prever. E no fim, o Chelsea ergue a taça — não só como campeão, mas como símbolo desse novo momento. Que venha 2029. Que seja no Brasil, com estádio cheio, festa nas ruas e mais uma dose dessa loucura boa chamada Mundial de Clubes. Porque o futebol precisa disso. E a gente também!

Atriz venezuelana de Isa TKM está brilhando em ‘Superman‘

Foto: Televisa

Quem acompanhava a novelinha Isa TKM na adolescência provavelmente jamais imaginou que aquela carismática e apaixonada Isa, vivida por María Gabriela de Faría (32), um dia estaria brilhando nas telonas de Hollywood. Pois esse dia chegou. A atriz venezuelana integra o elenco do novo Superman, dirigido por James Gunn, interpretando uma engenheira inteligente, forte e cheia de personalidade. Um papel marcante que mostra o quanto María Gabriela cresceu como artista, sem perder o brilho que sempre a acompanhou desde os tempos da Nickelodeon.

Nascida em Caracas, María Gabriela começou sua carreira ainda criança na televisão venezuelana. Mas foi com Isa TKM, sucesso em toda a América Latina, que conquistou o coração de uma geração. Sua atuação leve e espontânea, combinada ao carisma natural, fez dela uma das estrelas teens mais queridas dos anos 2000. Após o sucesso na América Latina, ela continuou sua trajetória com papéis importantes em séries e filmes internacionais, incluindo produções nos Estados Unidos, sempre mostrando versatilidade e talento.

Em Superman, María Gabriela mostra toda a sua maturidade artística ao interpretar a Engenheira, determinada a ser uma grande vilã, que contribui com inteligência e coragem para os desafios traçados por Lex Luthor. Sua presença em cena é magnética, e sua atuação consegue ser ao mesmo tempo técnica e radiante, provando que ela não está ali por acaso — ela conquistou esse espaço com muito trabalho, dedicação e talento genuíno.

Foto/Reprod: Televisa

Ver uma atriz venezuelana alcançando esse nível de reconhecimento em Hollywood é motivo de orgulho para toda a América Latina. María Gabriela de Faría é a prova de que o talento latino pode — e deve — estar presente nos grandes filmes do cinema mundial. E o mais bonito é ver que, mesmo depois de tantos anos, ela segue cativando o público, agora com papéis mais maduros, mas com a mesma autenticidade de sempre.

Do mundo pop adolescente para o universo dos super-heróis, María Gabriela construiu uma carreira admirável. E se depender do que ela mostrou em Superman, essa nova fase promete ser ainda mais grandiosa. E só pra deixar claro: Isa TKM na Venezuela é maior que o RBD!

Smurfs: Trilha sonora e aventuras seguram o filme dos azuis

Foto: Paramount

Eles voltaram com tudo. “Smurfs” é aquele tipo de filme que conquista logo de cara pela leveza, pelo bom humor e, claro, pela trilha sonora contagiante. Mesmo com um roteiro que em alguns momentos escorrega para o lado mais previsível ou preguiçoso, a produção compensa com carisma, ritmo e um visual encantador. É difícil sair da sessão sem sorrir, cantarolar alguma música ou se apegar a algum dos pequenos personagens azuis.

A trilha sonora é, sem dúvidas, um dos pontos altos do filme. Ela embala a narrativa com energia, cria atmosfera nas cenas mais emotivas e dá o tom das aventuras com um frescor que agrada desde o público infantil até os adultos nostálgicos que cresceram acompanhando os Smurfs. A trilha dessa vez é reforçada pelo brilho e talento de Rihanna.

Mas o que realmente torna o filme especial é a mensagem que ele carrega: a importância de descobrir nosso dom, nosso talento único — e entender que nunca é tarde para isso. Em um mundo que pressiona por respostas rápidas e caminhos prontos, os Smurfs nos lembram que cada um tem seu tempo e que o processo de autodescoberta é tão importante quanto o resultado final.

Para esse mês das férias, “Smurfs” é um filme que diverte, embala e inspira qualquer geração. Uma mistura de fofura, comédia e reflexão leve que faz valer o tempo na frente da tela. No entanto, o filme estreia em um mês concorrido de franquias pesadas como Jurrassic Park, Superman, o badalado Formula 1 e o futuro bilionário Lilo & Stitch.

Superman: O filme do ano até aqui com Krypto protagonista

Um novo fôlego para a DC, que ela e o mundo pop precisavam

Foto: Arquivo pessoal

O novo Superman, dirigido por James Gunn, é tudo o que os fãs da DC estavam esperando — e muito mais. No estúdio que vinha mergulhado em um marasmo criativo e cheio de incertezas, Gunn entrega um filme que não só reinventa o maior herói de todos os tempos, como também dá início a uma nova era do universo DC nos cinemas. É um recomeço promissor, cheio de alma, humanidade e, o mais surpreendente de tudo, com um protagonista inusitado: o adorável cachorro Kripto.

A história equilibra com maestria a grandiosidade do Superman com um lado emocional raramente explorado com tanta sensibilidade. O herói vivido por David Corenswet mostra um Clark Kent mais próximo das pessoas, com dúvidas, dores e escolhas difíceis. É um Superman humano — no melhor sentido possível — que representa um símbolo não só de força, mas de empatia, responsabilidade e esperança.

Mas quem rouba a cena de verdade é Krypto. O supercão, que poderia facilmente ser apenas um alívio cômico ou uma fofura acessória, acaba sendo o fio condutor das batalhas do longa. Carismático, corajoso e extremamente expressivo (agressivo também), Krypto não só salva o dia em várias cenas como também salva a própria narrativa, trazendo leveza e profundidade ao mesmo tempo. Ele é, sem exagero, o coração do filme.

Outro destaque inquestionável é a fotografia. Cada enquadramento parece ter sido pensado com cuidado extremo, mesclando tons clássicos de quadrinhos com uma estética moderna e cinematográfica. As cenas de voo, as lutas e os momentos mais íntimos são todos visualmente deslumbrantes, com uma paleta que respeita as raízes do Superman, mas também aponta para algo novo e ousado. O vilão Lex Luthor (que tá a cara do rapper Pitbull), também rouba a cena.

Por enquanto, Superman é, com folga, o filme do ano valendo cada centavo do ingresso. James Gunn mostra que sabe brincar com o épico e o íntimo, o simbólico e o emocional. Com um roteiro afiado, atuações carismáticas e uma visão clara de futuro, ele entrega o que os fãs pediam havia anos: um filme com alma. E sim, Krypto é o herói que a gente não sabia que precisava. Vai vender funko e pelúcia como água no deserto.

DC vs Marvel agora é Krypto vs Dogpool

Foto: Reprodução

Esqueça os duelos épicos entre Batman e Homem de Ferro ou Mulher-Maravilha e Capitã Marvel. O verdadeiro embate entre DC e Marvel agora atende por quatro patas, muito carisma e latidos que conquistaram o coração do público.

De um lado, temos a fofa e irreverente Dogpool, sensação do ano passado no sucesso Deadpool & Wolverine. Ela não só arrancou risadas, mas também ajudou a levar o filme ao cobiçado bilhão nas bilheterias roubando a cena. Do outro, chega agora o adorável Krypto chega ao cinema com um hype absoluto. O Supercão, que fará sua estreia oficial no universo cinematográfico da DC no novo filme “Superman”, com pré-estreia neste dia 8 de julho e lançamento oficial no dia 10.

A britânica Peggy, que deu vida a querida Dogpool, virou uma estrela instantânea com seu jeitinho desengonçado e cheio de atitude. Adotada por um casal inglês ainda filhote e descoberta por Ryan Reynolds, ela trouxe frescor, representatividade canina e uma dose extra de humor ao filme da Marvel. Agora, Dogpool é praticamente uma heroína de tapete vermelho — com coleira estilosa e tudo vestida nas cores do Deadpool. Aguardamos sua presença em “Vingadores Doomsday” (cof cof)…

Mas a DC não ficou para trás. Em “Superman”, dirigido por James Gunn, quem ganha os holofotes é Krypto, o inseparável companheiro do maior super-herói do nosso planeta. Embora o personagem seja criado em CGI, sua alma e movimentos são inspirados em Ozu, o cão do próprio diretor Gunn. Um toque pessoal e emocionante que promete deixar o público com aquela sensação de fofura — e um sorriso no rosto — sempre que o branquinho de capa vermelha aparecer em cena.

Além da rivalidade clássica entre estúdios, o embate entre Dogpool e Krypto é o reflexo de uma nova fase no cinema de super-heróis, que aposta no inesperado, no emocional e, claro, na sagacidade canina para arrebatar o público que segue criterioso no cinema. Quem ganha essa disputa? Os fãs e cinéfilos, é claro, que agora podem torcer por dois heróis de quatro patas — cada um com seu estilo, sua história e sua gigante fofura na sétima arte.

Então, prepare-se: enquanto os humanos salvam o mundo, os cachorros estão salvando o cinema. E falta poucos dias para vermos a estreia tão aguardada de Krypto, que tem tudo para ser o dog do ano!

“Jurassic World: Recomeço“ vale pelo entretenimento e nostalgia

Foto: Universal Pictures

Jurassic World: Recomeço chegou aos cinemas com a difícil missão de honrar um legado que começou lá nos anos 1990, sob o comando visionário de Steven Spielberg. Apesar de o roteiro seguir uma linha já conhecida dos fãs — com humanos em conflito direto com dinossauros em um ambiente fora de controle —, o novo longa consegue se destacar pelo que entrega além da história: uma experiência visual impressionante e um resgate bem-feito da essência original. Mesmo com críticas à trama, o filme consegue fisgar o espectador pela aventura envolvente e pela força do seu conjunto técnico.

Sob a direção competente de Gareth Edwards, conhecido por seu olhar detalhista e domínio sobre efeitos visuais (como visto em Rogue One), o filme ganha camadas de tensão e imersão que elevam a narrativa. Edwards não tenta reinventar a roda, mas lapida o material com precisão, respeito e uma clara admiração pelo universo jurássico. Sua direção é inteligente ao valorizar os silêncios, os olhares e os momentos de pura contemplação, algo que Spielberg sempre soube fazer tão bem. E aqui, essa influência é sentida, mas sem parecer cópia — é homenagem com personalidade.

A fotografia do longa é um espetáculo à parte. Desde os enquadramentos amplos das paisagens selvagens até os closes dramáticos nos personagens diante do perigo iminente, tudo contribui para a construção de uma atmosfera envolvente e, muitas vezes, hipnotizante. A luz natural é bem aproveitada em cenas de tensão, e os contrastes entre natureza e tecnologia são marcantes — remetendo, inclusive, ao conflito central da própria franquia: o controle humano sobre o incontrolável.

O elenco também brilha ao sustentar a história com performances sólidas, mesmo quando o roteiro não oferece grandes reviravoltas. A química entre os personagens é convincente, e há espaço tanto para os veteranos quanto para novos rostos que injetam energia à trama. A nostalgia também cumpre bem seu papel, sendo dosada com inteligência para agradar tanto os fãs antigos quanto quem está chegando agora ao universo Jurassic.

Apesar das ressalvas que cercam a trama, Jurassic World: Recomeço vale a pena ser visto. A aventura é empolgante, o visual é muito bacana e a direção de Edwards mostra que ainda há espaço para boas histórias nesse universo de dinossauros e ambição humana. Melhor que os últimos capítulos da era Jurassic World, o novo filme prova que, quando há respeito ao material original e cuidado técnico, a magia pode — e deve — ser revivida. Vale a pena pelo entretenimento.

Agora, se não tiver com tanta vontade de gastar seu rico dinheiro no cinema nessa semana, aguarde 6 dias para ver o maior super-herói de todos chegando nas telonas a partir do dia 08!