Categoria: Famosos

Gosta de música? Você precisa assistir “Building the Band”

Foto/Reprod: Netflix

Entre tantos realities musicais que já vimos ao longo dos anos, Building the Band surge como uma grata surpresa. Aqui não tem exagero, não tem performance ensaiada para arrancar aplausos fáceis — tem talento puro, autêntico e um formato diferente de tudo. É um programa que respira música e entrega emoção de verdade a cada episódio. Quem gosta desse tipo de reality não pode deixar passar essa experiência. Esqueça as bombas The Voice e Estrela da Casa

Grande parte desse frescor vem do comando de AJ McLean, que prova mais uma vez porque é um dos artistas mais carismáticos de sua geração. Ele conduz o programa com leveza, energia e conhecimento de causa, conseguindo ser tanto apresentador quanto cúmplice dos participantes. AJ não só apresenta, ele vibra junto, torce e cria uma atmosfera acolhedora que faz diferença.

Ao lado dele, o trio de jurados não poderia ser mais certeiro. Liam Payne, com sua experiência em grupo, entende como poucos a dinâmica entre vozes e personalidades. O programa também ficou como um tributo ao seu trabalho na música e que faz os fãs matarem a saudade do jovem artista que nos deixou em outubro do ano passado. Kelly Rowland (nossa diva de Dilemma) traz olhar afiado e sensibilidade, equilibrando técnica e emoção. E Nicole Scherzinger, dona de uma das performances mais marcantes do pop, consegue captar nuances que muitos não perceberiam.

O resultado é um reality que não se prende apenas a escolher bons cantores, mas sim a construir artistas completos e, acima de tudo, conectar pessoas pela música. Building the Band é aquele programa que dá vontade de maratonar e, ao mesmo tempo, faz acreditar que ainda existem formatos capazes de surpreender e emocionar. Se você é apaixonado por música, prepare-se: esse é o reality que vai te lembrar por que você ama tanto esse universo. O programa está disponível na Netflix.

Arlindo Cruz foi enredo em vida por duas escolas de samba, no Rio e em São Paulo

X-9 Paulistana fez desfile histórico no Anhembi com samba composto por Arlindinho

Foto/Reprod: O Globo

O samba perdeu hoje um de seus maiores mestres. Arlindo Cruz partiu, mas deixa um legado inestimável para a música e para a cultura brasileira. Um artista que viveu para o samba e, raridade entre os grandes, foi celebrado como enredo de escolas de samba ainda em vida — e não apenas uma, mas duas vezes.

A primeira homenagem veio em 2019, no Carnaval de São Paulo, pela X-9 Paulistana. O enredo ganhou ainda mais significado por ter o samba assinado por Arlindinho, filho de Arlindo. A escola foi a penúltima a entrar na avenida naquela noite de sexta para sábado, num amanhecer mágico que marcou a história do Anhembi. A X-9 e a família do cantor não mediu esforços para levá-lo à avenida: organizaram toda a logística para que ele chegasse de avião e pudesse viver aquele momento. E ele viveu intensamente. Visivelmente emocionado, sentiu a energia pulsante do Anhembi — na cidade onde começou sua trajetória como sambista. Foi, sem dúvida, um dos desfiles mais bonitos daquele carnaval.

Quatro anos depois, em 2023, veio a segunda homenagem, desta vez na escola do coração: o Império Serrano. Arlindinho, por escolha própria, não participou da composição do samva, deixando que a comunidade expressasse sua própria forma de celebrar o pai. Mais uma vez, Arlindo foi levado à avenida, agora na Marquês de Sapucaí, para viver um sonho de vida: ser enredo na verde e branco imperial. A emoção tomou conta, e o desfile ficou marcado na memória de quem ama o samba.

Apesar disso, o Império foi rebaixado naquele ano — uma decisão contestada por muitos, já que outras agremiações tiveram desempenhos muito mais fracos. Por coincidência, a Império desfilou naquele dia junto com a Portela e a Grande Rio (esta que tinha como enredo Zeca Pagodinho), proporcionando um domingo inesquecível na avenida para o carnaval carioca.

Arlindo Cruz foi o sambista perfeito: compositor, intérprete poeta, ícone. Viveu para o samba e, com a mesma grandeza, viveu para ver o samba contar a sua própria história. Em vida, sentiu o calor da arquibancada e o abraço da avenida — no Anhembi e na Sapucaí. Hoje, o samba chora, mas também celebra o privilégio de ter convivido com um mestre que soube transformar vida em melodia, e melodia em eternidade.

Tudo que já sabemos sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia

Filme deve ser o grande lançamento de 2026 que abrirá a porta para “Vingadores: Doomsday

Foto: Sony Pictures

A produção de Homem-Aranha: Brand New Day (Um Novo Dia), tem tudo para ser o grande evento cinematográfico de 2026. Marcado para estrear no meio do ano, durante as férias de julho, o longa vem cercado de expectativas altíssimas — tanto pelos fãs da Marvel quanto pelo grande público. A produção, que já está em ritmo acelerado de gravações, promete ser o “filme bilhão” da temporada, abrindo caminho para o aguardado encerramento da saga dos Vingadores: Doomsday, previsto para dezembro. Ou seja: Brand New Day será o aquecimento perfeito para o clímax do universo Marvel.

Um dos grandes destaques já divulgados oficialmente pela Sony é o novo uniforme do herói. A nova roupa do Homem-Aranha chamou atenção nas redes sociais essa semana, com um visual que remete aos quadrinhos clássicos, mas com detalhes tecnológicos inéditos — misturando o tradicional azul e vermelho com toques modernos que deixam claro o amadurecimento do personagem vivido por Tom Holland. A reação dos fãs foi imediata, com elogios ao design que equilibra nostalgia e inovação. Importante esse amadurecimento, pois ninguém aguentava mais ele com aquele jeito adolescente dizendo: “Sinhô Xtark, Sinhô Xtark”…

As imagens de bastidores que já circulam mostram cenas de ação empolgantes sendo gravadas nas ruas de Nova York, com cabos, dublês e explosões em pleno funcionamento. Tudo indica que a nova aventura vai apostar em um equilíbrio entre o drama pessoal de Peter Parker e sequências épicas que só o Homem-Aranha sabe entregar. E, claro, os rumores sobre possíveis participações especiais — como outros personagens do universo Marvel e até vilões clássicos — só aumentam a curiosidade.

Tom Holland retorna mais uma vez no papel que o consagrou como um dos queridinhos da nova geração. Desde sua estreia no MCU, o ator conquistou o público com sua mistura de carisma, juventude e emoção. Ele já declarou em entrevistas que Brand New Day será um ponto de virada para o personagem, prometendo uma história mais intensa e com escolhas difíceis para Peter Parker. Tudo indica que o tom do filme será mais maduro, mas ainda fiel ao espírito leve e divertido que tornou o herói tão popular.

Faltando um ano para sua estreia, Homem-Aranha: Brand New Day tem todos os ingredientes para dominar a bilheteria mundial. Será o blockbuster que reúne fãs antigos e novos, e uma peça-chave na fase atual do Universo Cinematográfico da Marvel que está se reconstruindo. Se depender da expectativa, da força do personagem e do momento estratégico do lançamento, o caminho para o sucesso já está pavimentado.

Chef de Alto Nível: Mirou no MasterChef, acertou em A Fazenda da Record

Foto: Globoplay

O programa “Chef de Alto Nível”, apresentado por Ana Maria Braga, tinha tudo para ser um respiro interessante na programação. Três grandes chefs, talentos inquestionáveis, reunidos em um formato que prometia revelar novos nomes da gastronomia e proporcionar entretenimento com que gosta desse formato. Mas o que se vê, episódio após episódio, é apenas gritaria, confusão e humilhação gratuita.

A proposta parece ter mirado no sucesso do MasterChef da Band, mas o tiro saiu completamente pela culatra. O resultado lembra mais uma mistura de A Fazenda da Record com No Limite da própria Globo – e isso não é um elogio. Falta leveza, falta carisma, falta alma na cozinha. O que sobra é estresse e incômodo para o público. É como se o programa tivesse esquecido que estamos falando de comida, sensibilidade e paixão pela cozinha – e não de um ringue onde os participantes são testados até o limite emocional.

O pior é que tudo isso vem embrulhado num clima que não combina em nada com o horário e com o público que acompanha Ana Maria há tantos anos. Quem é que quer encerrar o dia ouvindo gritos, ofensas e gente sendo colocada no chão, emocionalmente falando? Ninguém tem mais paciência para isso. Muitos telespectadores comentaram nas redes que sofrem até gatilhos, pois já passaram por situações ruins parecidas com as mostradas no programa. Imagina o brasileiro que trabalha o dia todo e liga a TV para se distrair à noite, vai curtir vendo isso? Melhor ficar no Youtube assistindo o Ei Nerd contando as fofocas da Marvel.

O formato do reality globista, além de cansativo, está completamente saturado. A fórmula da competição com humilhação já não empolga, não surpreende e, definitivamente, não entretém ninguém. “Chef de Alto Nível” tinha o nome, os jurados e a apresentadora para fazer algo realmente especial. Mas, no fim, entregou apenas mais do mesmo – com menos empatia e mais barulho no ouvido de quem tenta assistir. A televisão brasileira merece mais do que isso no horário nobre. E o público também!

Krypto cumpriu a missão: Lançamento de “Superman” aumentou procura por adoção de cães nos EUA

Foto: NYT

Desde a estreia de “Superman” na semana passada, muitos espectadores saíram apaixonados. Por David Corenswet? Não, por Krypto, o cachorro adotado pelo super-herói. No filme, Superman precisa lidar com as trapalhadas e a falta de treinamento de Krypto, mas também conta com a ajuda e a companhia do cãozinho que está sob seus cuidados.

E a participação do cachorro no filme foi tão encantadora que, segundo o aplicativo de treinamento de cães Woofz, o interesse por adoção de cachorros cresceu nos Estados Unidos logo após a estreia de “Superman“. As buscas no Google por “adotar um cachorro perto de mim” aumentaram 513% após o fim de semana de estreia do longa, enquanto as buscas por “adoção de cachorro resgatado perto de mim” aumentaram 163%, segundo os dados divulgados pelo Woofz.

E as buscas por “adotar um schnauzer” aumentaram em 299%, já que Krypto parece ser uma mistura de vira-lata Terrier com Schnauzer. O cachorro super-herói é inteiramente feito em CGI, mas sua aparência foi inspirada no cão da vida real adotado pelo diretor James Gunn: Ozu. O animal de estimação foi resgatado em uma situação de maus tratos. Ele assistiu ao trailer em casa e com latidos aprovou a atuação do Krypto de CGI no filme.

Recentemente, Gunn disse ao The New York Times que usou seus próprios vídeos de Ozu brincando com seu gato como base para alguns dos movimentos de Krypto na tela. “Tenho muitos vídeos deles brincando“, disse o diretor ao Times. “Na verdade, quando Krypto está pulando no Superman no início do filme, tudo isso é baseado em filmagens dele brincando com meu gato.“. Gunn também contou, em suas redes sociais, que adotou Ozu pouco depois de começar a escrever o roteiro de “Superman“, e foi assim que o cão entrou na história.

Celso Portiolli é o melhor comunicador da atualidade na TV brasileira

Foto: SBT

O apresentador Celso Portiolli venceu o Troféu Imprensa como Melhor Apresentador do Ano, e mais do que merecido, o prêmio só confirma algo que muita gente já sente faz tempo: ele é, hoje, o melhor comunicador da televisão brasileira. Não apenas pelo carisma e simpatia, mas pela habilidade rara de segurar, com leveza e naturalidade, horas e horas ao vivo no Domingo Legal, um programa de auditório que mistura entretenimento, emoção e bom humor — um dos formatos mais difíceis de comandar.

Celso não apresenta um programa: ele conduz um espetáculo dominical como quem conversa com o público na sala de casa. Vai dos quadros divertidos como o Passa ou Repassa a entrevistas espontâneas e bem conduzidas na casa dos próprios artistas, provando que seu talento atravessa o tempo sem perder o frescor. Ele entende o jogo da TV como poucos, e por isso consegue entregar audiência sem precisar apelar — conquista o público pela inteligência, pelo timing cômico e, principalmente, por ser genuinamente gente como a gente. O ícone até já gravou uma música do Michael Sullivan (Amizades Virtuais), zerando o game de um talento completo que se tornou na vida.

Desde os tempos de Câmeras Escondidas, quando herdou o estilo consagrado por Silvio Santos, Celso sempre teve a missão de continuar uma linhagem difícil, a dos grandes apresentadores populares, que unem família, diversão e carisma aos domingos. E ele não só assumiu esse desafio como se consolidou como o nome que mais se aproxima da herança de Silvio e Gugu, tanto pelo estilo quanto pela entrega ao público. Para muitos, ele é o filho que Silvio Santos não teve – pois ele só teve mulheres como filhas. A trajetória e o cuidado que Silvio sempre teve com Celso realmente o moldou como o melhor apresentador para seguir seus passos na televisão.

Celso Portiolli é mais do que o vencedor do Troféu Imprensa. Ele é o rosto de uma televisão que ainda acredita no bom entretenimento, feito com respeito à plateia e com o brilho no olhar de quem ama o que faz. Seus quadros são simples e divertidos, sem fórmulas mirabolantes para conquistar uma audiência a qualquer custo. Ele merece todo reconhecimento por isso — e talvez o maior legado que Celso planta hoje seja esse: domingo após domingo, ele segue sendo uma companhia insubstituível para milhões de brasileiros que se divertem com seu estilo único de ser um grande comunicador.