Categoria: Cinema

Ken Miles e sua memorável vitória nas 24 Horas de Daytona

Foto/Reprodução: BBC Sports

Com a chegada das 24 Horas de Daytona, é impossível não lembrar de um dos momentos mais emblemáticos da história do automobilismo: a vitória de Ken Miles emblemática pista em 1966. Para os fãs de corridas de longa duração, Miles é um nome lendário, não apenas pelo talento como piloto, mas também pela mente genial que ajudou a moldar o automobilismo como o conhecemos hoje em dia.

Ken Miles era mais do que um piloto; ele era um engenheiro dedicado, que vivia para ajustar cada detalhe dos carros que pilotava. Essa paixão o tornou uma figura crucial na épica batalha entre a Ford e a Ferrari nos anos 1960, retratada de forma brilhante no filme Ford vs Ferrari (2019). No longa, Christian Bale interpreta Miles, capturando sua determinação, genialidade e o espírito de luta que marcaram sua carreira. Mesmo sem nenhum acesso a arquivos de video, Bale fez os trejeitos de Miles deixando o personagem tão familiar a quem assiste. Aliás, esse é um daqueles filmes que assistimos toda semana e choramos de qualquer jeito, mesmo já sabendo as falas de cor.

A vitória em Daytona, em 1966, foi um marco para o automobilismo na época. Naquele ano, Miles e Lloyd Ruby pilotaram o Ford GT40 Mk II, um carro que representava o auge da engenharia automotiva para aquele período de primórdios da tecnologia das quatro rodas. A corrida foi dominada pela dupla, que liderou mais da metade das 24 horas e cruzou a linha de chegada com uma vantagem impressionante, consolidando o domínio da Ford no cenário internacional. De quebra ainda deixou Enzo Ferrari preocupado.

Shelby e Miles interpretados por Matt Damon e Christian Bale no cinema;

Essa vitória em Daytona foi especialmente significativa porque representou a primeira etapa da chamada tríplice coroa americana de Ken Miles: Daytona, Sebring e Le Mans, todas conquistadas no mesmo ano. Apesar de sua controversa derrota em Le Mans, quando a Ford ordenou que ele diminuísse o ritmo para uma chegada fotográfica com os três carros da marca, a performance de Miles em Daytona permanece como um dos maiores feitos do automobilismo. E cá entre nós, Le Mans 66 sempre será dele.

Além de ser um piloto fora da curva que tinha uma visão totalmente além do que um piloto qualquer tinha da pista e de seu carro, Ken Miles foi inovador ajudando a Ford construir máquinas capazes de rivalizar com a Ferrari, até então imbatível nas pistas. Seu impacto vai além dos troféus. Ele redefiniu o conceito do que significava ser um piloto de resistência, com uma combinação rara de habilidade ao volante e profundo entendimento técnico. Suas conversas com o carro o fizeram ter esse lado romântico entre a velocidade e o perigo de se correr em 7 mil RPM.

Para quem ainda não conhece em detalhes sua história, o filme Ford vs Ferrari é um excelente ponto de partida. Ele não apenas celebra a rivalidade épica entre as duas montadoras mais relevantes do mercado, mas também presta uma homenagem merecida a Miles, um homem cuja paixão pelo automobilismo transcendeu as pistas. O filme mostra um lado pessoal de Ken que não conhecíamos antes, mas também o consolida como um dos pilotos mais completos da história que pouco reconhecimento teve fora da bolha automobilística.

Enquanto acompanhamos os carros rasgando o circuito de Daytona, é importante lembrar daqueles que pavimentaram o caminho para o que o automobilismo se tornou. Ken Miles, com sua vitória icônica em 1966, certamente merece um lugar de destaque nessa memória. Reverenciar seus feitos, ao lado do grande parceiro Carroll Shelby, é entender o que realmente faz a velocidade ser uma paixão!

Capitão América: Admirável Mundo Novo – Críticas ao filme não tem nada a ver com CGI ou roteiro

O próximo capítulo do universo cinematográfico da Marvel, Capitão América: Admirável Mundo Novo, já está cercado de expectativas, polêmicas e promessas de inovação. O filme, que marca o retorno de Sam Wilson, interpretado por Anthony Mackie, como o novo Capitão América, também traz Harrison Ford como o enigmático e implacável Hulk Vermelho. Com estreia marcada para 14 de fevereiro, a produção tem tudo para ser um divisor de águas na história do MCU – mas também está enfrentando questionamentos antes mesmo de chegar aos cinemas.

A transformação de Sam Wilson, anteriormente o Falcão, no novo Capitão América foi consolidada na série Falcão e o Soldado Invernal (2021), uma história que explorou temas como herança, identidade e o peso de carregar o manto deixado por Steve Rogers. Anthony Mackie, agora em seu primeiro filme solo como Capitão América, tem a responsabilidade de encarnar um herói que representa não apenas o símbolo de liberdade dos EUA, mas também a luta por inclusão e igualdade em um cenário global. E muitos não estão entendo esse simples fato.

O filme promete aprofundar os dilemas de Sam enquanto ele tenta equilibrar o legado de Steve com sua própria visão de justiça e com sua personalidade. A presença de Anthony Mackie traz um frescor necessário ao personagem, dando espaço para narrativas mais contemporâneas e socialmente relevantes.

Harrison Ford, um dos nomes mais icônicos de Hollywood, fará sua estreia no MCU interpretando Thaddeus Ross, o Hulk Vermelho. O papel foi anteriormente interpretado por William Hurt, e a escalação de Ford sugere que o personagem terá um papel central na trama. Ross, como Hulk Vermelho, pode ser uma ameaça formidável tanto física quanto politicamente, trazendo à tona questões sobre poder, controle e o papel dos heróis em um mundo cada vez mais dividido.

Com Ford no elenco, o filme deve explorar temas mais sérios e complexos, ao mesmo tempo que entrega a ação característica da Marvel. A expectativa é que sua presença amplie o apelo do filme, atraindo tanto os fãs de longa data quanto novos espectadores. Não é possível que vão desperdiçar esse elenco no filme, certo?

No entanto, Admirável Mundo Novo já enfrenta críticas relacionadas à questões maiores do que roteiro ou CGI, especialmente no mercado asiático. Todos sabemos que o buraco é mais embaixo. Uma das controvérsias gira em torno do traje de Sam Wilson no filme. Algumas imagens promocionais mostram o personagem em um uniforme que cobre quase todo o corpo, incluindo o pescoço e as mãos – algo que alguns críticos interpretaram como uma tentativa de minimizar a exposição da pele negra de Anthony Mackie para o público de mercados onde o racismo ainda influencia o consumo cultural, como em certas regiões da Ásia.

Lembrando que os pôsters de promo do Pantera Negra no território asiático eram bem diferentes dos que vimos por aqui. Essa questão reacende o debate sobre como Hollywood, mesmo em 2025, ainda enfrenta desafios em conciliar inclusão com preocupações comerciais sem enfrentar o racismo, por exemplo. Para muitos fãs, esse tipo de abordagem contradiz o próprio simbolismo do Capitão América como um defensor da liberdade e igualdade. Por outro lado, a Marvel ainda não se pronunciou oficialmente sobre essas acusações, deixando no ar o impacto que a polêmica pode ter na recepção do filme em fevereiro.

O que o filme pode trazer de bom?

Deixando polêmicas de lado, há muito que se celebrar em Capitão América: Admirável Mundo Novo. O filme tem o potencial de explorar novas dinâmicas no MCU, especialmente com a introdução de Harrison Ford como um grande vilão e a consolidação de Sam Wilson como líder daqui em diante. A narrativa pode abordar temas contemporâneos, como nacionalismo, responsabilidade social e o papel dos heróis em um mundo dividido por ideologias, principalmente no cenário que muitos países vivem hoje.

Outro ponto alto é o retorno de personagens queridos do MCU e a expansão de novos arcos narrativos. O filme deve preparar o terreno para Vingadores: Doomsday e Guerras Secretas, conectando pontas soltas e introduzindo elementos cruciais para as futuras produções da Marvel. Capitão América: Admirável Mundo Novo é mais do que um filme de super-herói; é uma declaração sobre o futuro do MCU e os valores que ele busca representar.

A estreia de Anthony Mackie no cinema como Capitão América é um marco para a diversidade na indústria do cinema. Portanto, a expectativa é alta para que Admirável Mundo Novo entregue um espetáculo emocionante e relevante, consolidando Sam Wilson como o Capitão América que o mundo precisa receber de braços abertos no presente que se vive. Você tem o direito de achar o filme bom ou ruim, mas somente após assistir. Críticas pesadas antes disso que não venham de votantes da academia do Oscar, por exemplo, é puro preconceito com o novo Capitão América das telonas.

Dogpool segue fazendo sucesso e sua rotina chama atenção nas redes

Foto: Getty Imagens

Banho, passeio, assistir TV e comer petiscos são um dos hobbys favoritos da canina mais fofa dos últimos tempos. Em um multiverso de super-heróis e aventuras épicas, uma pequena cachorrinha encontrou seu lugar entre as grandes estrelas de Hollywood. Estou falando de Peggy, aka Mary Puppins, aka Dogpool. A adorável canina originada de uma mistura das raças Pug e Chinese Crested Dog deu vida à protagonista de quatro patas no filme Deadpool & Wolverine.

Com seu carisma único e muita energia, Peggy mostrou que mesmo com patas curtinhas, é possível alcançar o estrelato. Ela tem feito eventos como a Comic Con na Europa e ainda é presença vip em programas de TV na Inglaterra, onde vive com os donos dela.

Nos bastidores do fenômeno de bilheteria Deadpool & Wolverine, Peggy era o centro das atenções. Sua alegria e doçura conquistaram a equipe de produção, os atores e, claro, todos os fãs que assistiram ao filme. Ryan Reynolds foi o primeiro a se apaixonar pela canina da língua pra fora, ao conhecer ela na internet após ser eleita a cachorrinha mais feia do Reino Unido em 2022.

Usando seu instinto de apurar acertos para seus filmes, o marido de Blake entrou em contato com os donos de Peggy fazendo convite para o filme. Mesmo dividindo a tela com gigantes como Deadpool & Wolverine, Peggy brilhou como só ela sabe, arrancando sorrisos e fofura em cada cena. Mas não pensem que ela já nasceu pronta para ser estrela do Cinema. A canina era muito tímida e introvertida. Para o papel de Dogpool, precisou passar por treinamentos do nível de Hugh Jackman na academia. E Peggy soube aprender diversos comandos para conseguir atuar nas gravações. Assim, brilhou nas telonas e se tornou tão protagonista quanto os heróis do filme.

Dogpool, sua personagem, é a versão canina do irreverente Deadpool, que nos quadrinhos tem uma história de bastante sofrimento e maus tratos. Nas HQ’s Dogpool é um cachorrinho, abandonado após ser usado em diversos experimentos científicos. Mas no filme ninguém poderia interpretar Dogpool melhor do que Peggy. Com sua energia e expressividade, ela trouxe um toque especial ao filme, tornando a experiência ainda mais divertida e memorável. Seu sucesso saiu do cinema e logo ganhou lojas com acessórios e seu desejável funko pop, um dos mais vendidos do ano de 2024.

Hoje, Peggy continua a encantar a todos com sua fofura e talento na redes sociais. Seu dia a dia é compartilhado pelos donos. Ela é a prova de que as maiores estrelas vêm em todas as formas e tamanhos — e às vezes, elas têm um rabinho que não para de abanar e um topete estiloso de pelos na cabeça. A Dogpool é uma verdadeira heroína, pois com sua personalidade de cachorrinha estrelada do Cinema mostra que o mundo pode ser mais leve e alegre todos os dias com sua presença!

Foto: Instagram
Foto: Getty Imagens
Video: TikTok

Oscar 2025 será no domingo de Carnaval: Programe-se!

Após a vitória de Fernanda Torres no Globo de Ouro, o Oscar 2025 é a edição mais aguardada dos últimos tempos pelos brasileiros. Neste ano, a maior festa do Cinema mundial vai acontecer no mesmo dia do Carnaval, a maior festa popular do país que arrasta multidões. E, se isso já seria curioso por si só, ainda temos outro ingrediente especial: a possibilidade de um filme brasileiro sair vencedor na premiação.

Ou seja, este é o tipo de domingo em que as paixões vão transbordar de todas as formas possíveis. Agora eu me pergunto: como é que a gente se prepara para isso? De um lado, temos as escolas de samba desfilando no auge de sua energia, com suas cores, histórias e ritmos pulsando no coração dos foliões. De outro, os fãs de cinema, vestidos de gala (ou pijamas), prontos para acompanhar cada premiação, torcer por seus favoritos e debater os discursos.

A torcida vai ser reforçada, pois além do filme “Ainda estou Aqui” concorrer nas mais importantes categorias, a atriz Fernanda Torres é uma das grandes favoritas para levar o Oscar. Mas o que fazer quando você é apaixonado por Carnaval e por Cinema? Bom, se tem uma coisa que brasileiro sabe fazer bem, é misturar as coisas e transformar em festa.

Hoje com os streamings nos ajuda a se dividir em uma programação que cai no mesmo horário. Quem quiser se dividir, vai conferir ao vivo o desfile das escolas de samba na Globo e no Globoplay. Já a premiação mais desejada do Cinema vai ser transmitida pelos canais Max e TNT.

No fundo, Carnaval e Oscar não são tão diferentes assim. Ambos contam histórias, emocionam, e refletem culturas. O Carnaval faz isso com seus sambas e enredos a cada ala das escolas. Enquanto o Cinema nos faz viajar com roteiros e performances nas telonas. Talvez o segredo seja aceitar que esse domingo será mesmo um espetáculo duplo, em que cada um escolhe sua forma de se emocionar.

E para compensar os domingos tediosos, 2025 nos presenteou com um domingo inusitado, uma espécie de mashup entre o Samba e o Cinema. Isso não podia ser mais brasileiro. Enquanto Hollywood aplaude, as baterias das escolas de samba também estarão ecoando. Seja nas arquibancadas do Sambódromo, seja no sofá de casa, esse dia promete ser histórico.

Aliás, o Carnaval de 2025 traz mudanças no regulamento das escolas de samba do Rio de Janeiro. Serão três noites de desfiles. No domingo junto ao Oscar, favoritas ao título como Viradouro e Imperatriz vão entrar na avenida.

A ordem dos desfiles do Rio de Janeiro será:

Domingo (2 de março):

1) Unidos de Padre Miguel

2) Imperatriz Leopoldinense

3) Unidos do Viradouro

4) Estação Primeira de Mangueira

Segunda (3 de março):

1)Unidos da Tijuca

2) Beija-Flor de Nilópolis

3) Acadêmicos do Salgueiro

4) Unidos de Vila Isabel 

Terça (4 de março):

1) Mocidade Independente de Padre Miguel

2) Paraíso do Tuiuti

3) Acadêmicos do Grande Rio

4) Portela 

Prepare a pipoca para o red-carpet e muita bebida para curtir esse domingo do maior espetáculo da terra, com uma pitada do glamour de Hollywood!

Foto: TurismoRJ

Kraven – O Caçador: Vale cada segundo de muita ação

Reprodução: Sony

Se você ainda não assistiu Kraven – O Caçador, eu só tenho uma coisa pra dizer: ASSISTA! O filme entrega tudo o que promete e mais um pouco. Na verdade ele não prometeu nada, mas entregou bem mais do que a crítica imaginou. Para quem achava que seria “só mais um spin-off da Sony”, a produção veio para mostrar que tem personalidade própria, cenas de ação de tirar o fôlego e um elenco que simplesmente brilha. Eu tive a chance de ver 2 vezes no cinema. O filme chega em breve no streaming.

O que tem de tão bom nesse filme? As cenas de ação do início ao fim, que são espetaculares. Não sei você, mas eu sou daquelas pessoas que, quando o filme tem muita luta, perseguição, tiro e correria já fico esperando o momento em que o ritmo vai cair pra gente respirar. Mas com o Kraven? Esquece. Cada cena de ação é tão bem coreografada que dá vontade de aplaudir no meio do cinema. Desde as sequências de combate corpo a corpo até os momentos mais selvagens de Kraven (literalmente), inclusive enfrentando seus inimigos e até mesmo uma onça raivosa tiram nosso fôlego. Tudo é intenso, visceral e brutal na medida certa.

Dá pra sentir o peso de cada golpe e a adrenalina em cada movimento. A direção acertou em cheio em como filmar essas cenas – são dinâmicas, bem editadas e nunca confusas. Também foi muito importante contar toda origem do personagem e amarrar o enredo na sua própria história.

Aaron Taylor-Johnson como Kraven é simplesmente a escolha perfeita. Ele traz uma fisicalidade impressionante ao papel, mas também uma carga emocional que surpreende. Você compra a ideia de que ele é um caçador implacável, mas ao mesmo tempo entende suas motivações e conflitos internos envolvendo seu pai e seu irmão. É aquele tipo de personagem que não é herói nem vilão, o que deixa tudo mais interessante.

Cada personagem desse filme tem seu momento para brilhar. As interações de Kraven com seu pai, interpretado por Russell Crowe foi sensacional. O pai de Kraven tem a mesma vibe ‘tóxica’ do pai da Lilly de “É Assim que Acaba”. Mas no final ele até que se redimiu um pouco. Sem spoilers, mas há momentos em que você realmente sente o impacto das escolhas e ações de cada personagem ali. O filme não tem uma baixa em nenhum momento e isso vale cada minuto assistido.

O tom do filme é sombrio e cativante ao mesmo tempo. Kraven – O Caçador tem uma pegada mais selvagem que outros filmes baseados em personagens da Marvel. Obviamente pelo fato dele se originar do rei da selva e ser defensor de seu habitat faz o filme abraçar essa atmosfera mais brutal sem medo. Isso é o que faz total sentido para a história de um caçador implacável que está no topo da cadeia alimentar. O roteiro mistura bem os dilemas pessoais de Kraven com o caos ao seu redor, criando um equilíbrio entre narrativa e ação.

Minha única crítica? Queria mais! Queria mais tempo de tela para explorar alguns personagens secundários e mais flashbacks para aprofundar na história do Kraven. Mas, sinceramente, isso não diminui em nada o impacto do filme. Pena que quando acaba ficamos esperando uma sequência, o que infelizmente não deve ocorrer, segundo a imprensa americana já apurou.

No fim das contas, Kraven – O Caçador é um dos melhores filmes de ação que vi recentemente. Ele honra o personagem e traz uma energia própria que o universo da Sony estava devendo. Se você ama boas cenas de luta, atuações marcantes e histórias que prendem do início ao fim, não perca a chance de conferir esse filmão para ser surpreendido.

Depois me conte: Você também curtiu Kraven?

Foto: Divulgação

BEM-VINDOS AO “OPINA BABI”

Olá, minha gente! Que alegria te ver por aqui! Esse é o “Opina Babi”, meu espaço para falar de tudo aquilo que eu amo — e que, aposto, você também curte: filmes, séries, músicas, esportes e tudo o que deixa a vida mais interessante em meio a nossa rotina.

Aqui o papo é direto, leve e sem enrolação. Sabe aquele amigo que sempre tem uma opinião sobre tudo? Pois é, prazer, sou eu! Só que, em vez de guardar tudo pra mim, resolvi criar um cantinho onde posso compartilhar essas ideias (e umas boas fofocas aleatórias também).

A proposta aqui é falar de tudo que mexe com a gente. Pode ser a emoção de uma corrida épica, aquela série que ninguém consegue parar de maratonar, um filme que fez história ou que passamos raiva. Até mesmo uma música que não sai da minha playlist pode ser compartilhada nessa coluna. E o melhor? Quero saber o que você pensa também. Aqui é uma troca, uma resenha, uma conversa aberta.

Vai ter post sobre aquela estreia que tá bombando, curiosidades que ninguém te contou, e claro, as boas doses de opinião sincera que dão nome a esse blog. Já separa seu tempo pra comentar, porque quero muito saber tudo o que você pensa também.

Agora que você já sabe o que esperar, bora viajar nessa? Vem comigo nessa jornada. Divirtam-se!

Com carinho,

Babi Martín