Categoria: Celebridades

Quarteto Fantástico – Primeiros Passos: Há tempos um filme da Marvel não era aplaudido nas sessões

Desde Deadpool & Wolverine, público não aclamava um filme do UCM como agora

Foto: Arquivo Pessoal

Ontem, finalmente, um filme do Universo Marvel voltou a ser aclamado. Após erros e desconfianças em recentes produções, o quarteto de heróis entregou tudo que nem estava prometendo aos fãs do cinema e da editora vermelha. Assisti à pré-estreia de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, e a reação do público foi unânime: aplausos. Não aqueles tímidos de cortesia, mas uma salva de palmas genuína, empolgada, que começou antes mesmo da importante cena pós-créditos.

Era algo que a gente não via há tempo. Este ano, nenhum dos lançamentos conseguiu provocar essa comoção. Kraven, da parceria Marvel/Sony, passou despercebido. Capitão América 4 e Thunderbolts* também não conseguiram entregar o impacto que se esperava. Restava uma esperança. E ela tinha nome: Quarteto Fantástico. A responsabilidade era enorme — reviver uma das equipes mais importantes da Marvel com o peso de anos de expectativas frustradas.

E o que aconteceu foi surpreendente. O filme funciona muito bem. Ele não só acerta, como emociona, diverte e impressiona. É claro que muito se deve ao elenco, que traz química, carisma e muita ação. Desde Deadpool & Wolverine, há exato 1 ano de sua estreia, não se via o público respondendo com aplausos um filme da Marvelquem não amou ver Dogpool, fofíssima, roubando a cena e se tornando protagonista ao lado de Ryan Reynolds e Hugh Jackman.

Foto: Televisa Cinema

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos proporciona exatamente isso que o público buscou há tempos: um novo começo do UCM, com novos fanservices e novas histórias para vivermos. Um filme que honra o legado de Stan Lee e aponta para onde a Marvel pode — e deve — caminhar a partir de agora. O Quarteto que nos fez levantar da cadeira e bater palmas, calou às críticas se consolidando como a estreia do ano.

Qual o grande filme do ano até agora? Ação tomou conta do cinema no primeiro semestre

Foto/Reprodução: Televisa

Já passamos da metade de 2025, e o cinema está entregando tudo — e mais um pouco. De blockbusters explosivos a produções autorais que surpreenderam, o título de “filme do ano” ainda está em aberto, mas os principais candidatos já começam a se destacar. Vamos dar uma olhada nos nomes que estão esquentando essa disputa.

Entre os gigantes, “Missão: Impossível 8” chegou como uma bomba, no bom sentido, literalmente. Com Tom Cruise entregando mais uma vez cenas insanas de ação prática e uma trama envolvente, o longa manteve o padrão da franquia e até superou as expectativas de muitos fãs. Um forte candidato, especialmente para quem valoriza cinema de ação no mais alto nível técnico.

Na linha do drama intenso, “Pecadores” surge como aquele filme que pega de surpresa e fica martelando na cabeça por dias — pode não ter o mesmo apelo comercial, mas seu impacto é inegável. Entre as surpresas nacionais, “Vitória” é a grande aposta brasileira no ano com a protagonista Fernanda Montenegro. O filme emociona, provoca e tem levantado debates importantes, mostrando que o cinema nacional segue vivo, forte e pronto pra brigar de igual pra igual com qualquer produção internacional.

Do lado dos super-heróis, 2025 teve uma safra cheia. “Thunderbolts”, com sua proposta mais sombria e cheia de personagens anti-heróis, dividiu opiniões, mas consolidou um novo tom dentro do universo Marvel abrindo caminho para o “Quarteto Fantástico” que estreia no fim de julho. Já “Superman”, dirigido por James Gunn, conquistou crítica e público com um Clark Kent mais humano e uma abordagem renovada do icônico herói jornalista, que brilha junto com o dog Krypto. É um dos favoritos ao título de “filme do ano” até agora, especialmente por devolver o hype à DC e seu contexto no mundo pop.

Kraven – O Caçador”, por outro lado, ficou aquém das expectativas — bom visual, mas pouco impacto. As cenas de ação seguram o roteiro sem sentido. Nessa pegada de “Sessão da Tarde”, “Karatê Kid – Legends” é divertido e toruxe toda nostalgia da franquia consagrada das artes marciais.

Outros lançamentos de peso merecem menção. A versão live-action de “Lilo & Stitch” dividiu os fãs mais nostálgicos, mas trouxe um bom resultado visual e está próximo do bilhão. Já “Branca de Neve”, envolta em polêmicas desde o início da produção, não teve a recepção esperada no cinema. Apesar das críticas, ficou no TOP 1 do Disney Plus na primeira semana de sua estreia. Na pegada do live-action, “Como Treinar o Seu Dragão” também entregou no que se propôs.

Falando na Disney, temos ainda “Capitão América Admirável Mundo Novo”, com Sam Wilson assumindo de vez o escudo no quarto filme solo do capitão. Um filme confuso, político, mas que também sofreu com expectativas altas não cumpridas. Já o inesperado destaque de ficção científica, “Mickey-17”, vem sendo considerado um dos maiores flopes do ano. Mas tem que o coloque como um dos melhores dessa temporada. Vai entender…

Mas se existe um título que pode roubar a cena como o filme do ano, esse é “Fórmula 1”. A superprodução que mergulha no mundo das corridas de forma visceral, com atuações vibrantes e direção segura, vem sendo aclamada em festivais e lotando salas. A adrenalina, os conflitos humanos, a beleza estética (além da beleza de Brad Pitt) — contribui para fazer desse filme a grande zebra (ou favorito?) da temporada.

A corrida está aberta, e ainda tem muito filme pra estrear até dezembro. Mas por enquanto, “Superman” e “Fórmula 1” parecem acelerar na frente. Resta saber quem cruza a linha de chegada com o troféu de filme do ano. Em relação a recordes de bilheteria, “Minecraft” e “Jurassic World” somam milhões em dólares, mas com enredos que não agregam em nada para serem cogitados como melhores do ano.

Qual a sua aposta?

Atriz venezuelana de Isa TKM está brilhando em ‘Superman‘

Foto: Televisa

Quem acompanhava a novelinha Isa TKM na adolescência provavelmente jamais imaginou que aquela carismática e apaixonada Isa, vivida por María Gabriela de Faría (32), um dia estaria brilhando nas telonas de Hollywood. Pois esse dia chegou. A atriz venezuelana integra o elenco do novo Superman, dirigido por James Gunn, interpretando uma engenheira inteligente, forte e cheia de personalidade. Um papel marcante que mostra o quanto María Gabriela cresceu como artista, sem perder o brilho que sempre a acompanhou desde os tempos da Nickelodeon.

Nascida em Caracas, María Gabriela começou sua carreira ainda criança na televisão venezuelana. Mas foi com Isa TKM, sucesso em toda a América Latina, que conquistou o coração de uma geração. Sua atuação leve e espontânea, combinada ao carisma natural, fez dela uma das estrelas teens mais queridas dos anos 2000. Após o sucesso na América Latina, ela continuou sua trajetória com papéis importantes em séries e filmes internacionais, incluindo produções nos Estados Unidos, sempre mostrando versatilidade e talento.

Em Superman, María Gabriela mostra toda a sua maturidade artística ao interpretar a Engenheira, determinada a ser uma grande vilã, que contribui com inteligência e coragem para os desafios traçados por Lex Luthor. Sua presença em cena é magnética, e sua atuação consegue ser ao mesmo tempo técnica e radiante, provando que ela não está ali por acaso — ela conquistou esse espaço com muito trabalho, dedicação e talento genuíno.

Foto/Reprod: Televisa

Ver uma atriz venezuelana alcançando esse nível de reconhecimento em Hollywood é motivo de orgulho para toda a América Latina. María Gabriela de Faría é a prova de que o talento latino pode — e deve — estar presente nos grandes filmes do cinema mundial. E o mais bonito é ver que, mesmo depois de tantos anos, ela segue cativando o público, agora com papéis mais maduros, mas com a mesma autenticidade de sempre.

Do mundo pop adolescente para o universo dos super-heróis, María Gabriela construiu uma carreira admirável. E se depender do que ela mostrou em Superman, essa nova fase promete ser ainda mais grandiosa. E só pra deixar claro: Isa TKM na Venezuela é maior que o RBD!

DC vs Marvel agora é Krypto vs Dogpool

Foto: Reprodução

Esqueça os duelos épicos entre Batman e Homem de Ferro ou Mulher-Maravilha e Capitã Marvel. O verdadeiro embate entre DC e Marvel agora atende por quatro patas, muito carisma e latidos que conquistaram o coração do público.

De um lado, temos a fofa e irreverente Dogpool, sensação do ano passado no sucesso Deadpool & Wolverine. Ela não só arrancou risadas, mas também ajudou a levar o filme ao cobiçado bilhão nas bilheterias roubando a cena. Do outro, chega agora o adorável Krypto chega ao cinema com um hype absoluto. O Supercão, que fará sua estreia oficial no universo cinematográfico da DC no novo filme “Superman”, com pré-estreia neste dia 8 de julho e lançamento oficial no dia 10.

A britânica Peggy, que deu vida a querida Dogpool, virou uma estrela instantânea com seu jeitinho desengonçado e cheio de atitude. Adotada por um casal inglês ainda filhote e descoberta por Ryan Reynolds, ela trouxe frescor, representatividade canina e uma dose extra de humor ao filme da Marvel. Agora, Dogpool é praticamente uma heroína de tapete vermelho — com coleira estilosa e tudo vestida nas cores do Deadpool. Aguardamos sua presença em “Vingadores Doomsday” (cof cof)…

Mas a DC não ficou para trás. Em “Superman”, dirigido por James Gunn, quem ganha os holofotes é Krypto, o inseparável companheiro do maior super-herói do nosso planeta. Embora o personagem seja criado em CGI, sua alma e movimentos são inspirados em Ozu, o cão do próprio diretor Gunn. Um toque pessoal e emocionante que promete deixar o público com aquela sensação de fofura — e um sorriso no rosto — sempre que o branquinho de capa vermelha aparecer em cena.

Além da rivalidade clássica entre estúdios, o embate entre Dogpool e Krypto é o reflexo de uma nova fase no cinema de super-heróis, que aposta no inesperado, no emocional e, claro, na sagacidade canina para arrebatar o público que segue criterioso no cinema. Quem ganha essa disputa? Os fãs e cinéfilos, é claro, que agora podem torcer por dois heróis de quatro patas — cada um com seu estilo, sua história e sua gigante fofura na sétima arte.

Então, prepare-se: enquanto os humanos salvam o mundo, os cachorros estão salvando o cinema. E falta poucos dias para vermos a estreia tão aguardada de Krypto, que tem tudo para ser o dog do ano!

Final de “Round 6” decepciona e não condiz nem de longe com grandeza que a série foi

Foto: Netflix

O final de Round 6 decepcionou. Não só a mim, claro. Para uma série que começou com um soco no estômago, cheia de tensão, crítica social e reviravoltas intensas, era esperado um desfecho à altura do fenômeno mundial que ela foi — e isso não aconteceu. A melancolia do último episódio não foi uma escolha estilística poderosa, foi um esvaziamento daquilo que a série prometeu e entregou tão bem ao longo dos episódios anteriores. A sensação é de que o roteiro afrouxou justamente na reta final, quando a história mais precisava de impacto e ousadia.

Até as teorias mirabolantes criadas pelos fãs nas redes sociais, principalmente no TikTok, eram mais emocionantes, mais criativas e faziam mais sentido do que a resolução escolhida pela série coreana. É como se o roteiro tivesse medo de ousar, de ir além. E nesse medo, acabou sacrificando boa parte da alma que fez Round 6 explodir no mundo todo. O final foi um desperdício criativo, que deixou no ar aquela incômoda pergunta: “Era só isso?”.

Claro que, dentro da proposta da série, a morte do protagonista, Seong Gi-hun, poderia até fazer sentido. A trajetória dele já caminhava para um desfecho trágico, e isso era algo que os fãs até esperavam — e aceitariam, se bem construído. Mas o problema é que não foi apenas a morte dele que pesou. Foi todo o resto: a falta de clímax, o esvaziamento da crítica, o tom morno que se instaurou ali nos episódios finais, onde antes havia explosão, tensão, angústia e loucura. Round 6 terminou como se tivesse cansado de si mesma.

No fim das contas, faz parte. Nem toda série sabe como se despedir, e Round 6 tropeçou justamente nesse adeus. Agora, resta torcer para que os spin-offs e derivados que já estão a caminho consigam resgatar um pouco do espírito original, ou pelo menos entregar algo mais envolvente. Porque se depender apenas do final da temporada principal, o gosto que fica é de frustração. A série terminou com mais perguntas do que respostas, mortes forçadas e com o ‘Frontman’ bad com a vida – igual a nós depois de assistir.

Acredite: Krypto está sofrendo hate nas redes sociais

Gente tóxica tem reclamado da performance do dog no trailer de Superman;

Foto: Warner Bros

NESSAS HORAS A GENTE TORCE PRO TRUMP APERTAR O BOTÃO ATÔMICO E EXPLODIR TUDO! Criticar CGI, atores, roteiro e direção é algo normal no mundo nerd antes mesmo de um filme estrear nos cinemas. Mas agora, extrapolaram a noção de vez. Críticas incontáveis surgiram na última semana direcionadas ao querido Krypto, doguinho que promete roubar toda a atenção no novo filme de “Superman” interpretando o Supercão. O aguardado logametragem, dirigido por James Gunn, tem sua estreia prevista para 10 de julho deste ano com altas chances de ser a obra do ano na sétima arte.

O personagem Krypto, tradicionalmente conhecido nos quadrinhos como o leal companheiro de Superman, terá um papel significativo na nova adaptação cinematográfica. Historicamente, ele é um cão originário de Krypton, enviado à Terra, onde desenvolve habilidades semelhantes às de Superman. Um pulo dele derruma muita gente. Nos quadrinhos, ele simboliza a conexão de Clark Kent com suas raízes kryptonianas e oferece apoio emocional ao herói, o ajudando em importantes momentos.

No filme de Gunn, Krypto manterá essa origem alienígena, reforçando sua ligação profunda com Superman. A inspiração para a inclusão de Krypto no filme veio do próprio cachorro de James Gunn, chamado Ozu. O cineasta adotou Ozu durante o processo de escrita do roteiro e compartilhou que o comportamento desafiador do animal o fez refletir sobre como seria lidar com um cão superpoderoso. Essa reflexão levou à decisão de integrar Krypto à narrativa do filme. 

Diferentemente de algumas adaptações anteriores, onde Krypto possuía a habilidade de falar, James Gunn esclareceu que, nesta versão, o Supercão se comunicará apenas por meio de latidos, mantendo-se fiel ao comportamento canino realista. Além disso, Gunn destacou que embora Krypto seja frequentemente retratado como um cão branco genérico, sua versão no filme será multiversal, não se encaixando necessariamente em raças terráqueas específicas.

A presença de Krypto no filme de Superman promete adicionar uma camada emocional e nostálgica à história, explorando a relação única entre o herói e seu fiel companheiro canino. No trailer lançado recentemente, o público pode ver que o dog será muito espuleta e sagaz. E foi justamente isso que incomodou algumas pessoas. Estavam reclamando que ele pulou demais durante sua performance em minutos de trailer. Onde já se viu isso?!

Bom, os fãs sensatos aguardam ansiosamente para ver como essa dinâmica será retratada nas telonas. Segundo críticos americanos que assistiram a uma exibição do filme na semana passada, “Superman” tem um tom leve na sua história e promete ser mais coração do que razão. Vindo de James Gunn, a expectativa só aumenta para vermos toda ação de David Corenswet e seu escudeiro Krypto.

Foto: DC Comics