Categoria: Celebridades

DC vs Marvel agora é Krypto vs Dogpool

Foto: Reprodução

Esqueça os duelos épicos entre Batman e Homem de Ferro ou Mulher-Maravilha e Capitã Marvel. O verdadeiro embate entre DC e Marvel agora atende por quatro patas, muito carisma e latidos que conquistaram o coração do público.

De um lado, temos a fofa e irreverente Dogpool, sensação do ano passado no sucesso Deadpool & Wolverine. Ela não só arrancou risadas, mas também ajudou a levar o filme ao cobiçado bilhão nas bilheterias roubando a cena. Do outro, chega agora o adorável Krypto chega ao cinema com um hype absoluto. O Supercão, que fará sua estreia oficial no universo cinematográfico da DC no novo filme “Superman”, com pré-estreia neste dia 8 de julho e lançamento oficial no dia 10.

A britânica Peggy, que deu vida a querida Dogpool, virou uma estrela instantânea com seu jeitinho desengonçado e cheio de atitude. Adotada por um casal inglês ainda filhote e descoberta por Ryan Reynolds, ela trouxe frescor, representatividade canina e uma dose extra de humor ao filme da Marvel. Agora, Dogpool é praticamente uma heroína de tapete vermelho — com coleira estilosa e tudo vestida nas cores do Deadpool. Aguardamos sua presença em “Vingadores Doomsday” (cof cof)…

Mas a DC não ficou para trás. Em “Superman”, dirigido por James Gunn, quem ganha os holofotes é Krypto, o inseparável companheiro do maior super-herói do nosso planeta. Embora o personagem seja criado em CGI, sua alma e movimentos são inspirados em Ozu, o cão do próprio diretor Gunn. Um toque pessoal e emocionante que promete deixar o público com aquela sensação de fofura — e um sorriso no rosto — sempre que o branquinho de capa vermelha aparecer em cena.

Além da rivalidade clássica entre estúdios, o embate entre Dogpool e Krypto é o reflexo de uma nova fase no cinema de super-heróis, que aposta no inesperado, no emocional e, claro, na sagacidade canina para arrebatar o público que segue criterioso no cinema. Quem ganha essa disputa? Os fãs e cinéfilos, é claro, que agora podem torcer por dois heróis de quatro patas — cada um com seu estilo, sua história e sua gigante fofura na sétima arte.

Então, prepare-se: enquanto os humanos salvam o mundo, os cachorros estão salvando o cinema. E falta poucos dias para vermos a estreia tão aguardada de Krypto, que tem tudo para ser o dog do ano!

Final de “Round 6” decepciona e não condiz nem de longe com grandeza que a série foi

Foto: Netflix

O final de Round 6 decepcionou. Não só a mim, claro. Para uma série que começou com um soco no estômago, cheia de tensão, crítica social e reviravoltas intensas, era esperado um desfecho à altura do fenômeno mundial que ela foi — e isso não aconteceu. A melancolia do último episódio não foi uma escolha estilística poderosa, foi um esvaziamento daquilo que a série prometeu e entregou tão bem ao longo dos episódios anteriores. A sensação é de que o roteiro afrouxou justamente na reta final, quando a história mais precisava de impacto e ousadia.

Até as teorias mirabolantes criadas pelos fãs nas redes sociais, principalmente no TikTok, eram mais emocionantes, mais criativas e faziam mais sentido do que a resolução escolhida pela série coreana. É como se o roteiro tivesse medo de ousar, de ir além. E nesse medo, acabou sacrificando boa parte da alma que fez Round 6 explodir no mundo todo. O final foi um desperdício criativo, que deixou no ar aquela incômoda pergunta: “Era só isso?”.

Claro que, dentro da proposta da série, a morte do protagonista, Seong Gi-hun, poderia até fazer sentido. A trajetória dele já caminhava para um desfecho trágico, e isso era algo que os fãs até esperavam — e aceitariam, se bem construído. Mas o problema é que não foi apenas a morte dele que pesou. Foi todo o resto: a falta de clímax, o esvaziamento da crítica, o tom morno que se instaurou ali nos episódios finais, onde antes havia explosão, tensão, angústia e loucura. Round 6 terminou como se tivesse cansado de si mesma.

No fim das contas, faz parte. Nem toda série sabe como se despedir, e Round 6 tropeçou justamente nesse adeus. Agora, resta torcer para que os spin-offs e derivados que já estão a caminho consigam resgatar um pouco do espírito original, ou pelo menos entregar algo mais envolvente. Porque se depender apenas do final da temporada principal, o gosto que fica é de frustração. A série terminou com mais perguntas do que respostas, mortes forçadas e com o ‘Frontman’ bad com a vida – igual a nós depois de assistir.

Acredite: Krypto está sofrendo hate nas redes sociais

Gente tóxica tem reclamado da performance do dog no trailer de Superman;

Foto: Warner Bros

NESSAS HORAS A GENTE TORCE PRO TRUMP APERTAR O BOTÃO ATÔMICO E EXPLODIR TUDO! Criticar CGI, atores, roteiro e direção é algo normal no mundo nerd antes mesmo de um filme estrear nos cinemas. Mas agora, extrapolaram a noção de vez. Críticas incontáveis surgiram na última semana direcionadas ao querido Krypto, doguinho que promete roubar toda a atenção no novo filme de “Superman” interpretando o Supercão. O aguardado logametragem, dirigido por James Gunn, tem sua estreia prevista para 10 de julho deste ano com altas chances de ser a obra do ano na sétima arte.

O personagem Krypto, tradicionalmente conhecido nos quadrinhos como o leal companheiro de Superman, terá um papel significativo na nova adaptação cinematográfica. Historicamente, ele é um cão originário de Krypton, enviado à Terra, onde desenvolve habilidades semelhantes às de Superman. Um pulo dele derruma muita gente. Nos quadrinhos, ele simboliza a conexão de Clark Kent com suas raízes kryptonianas e oferece apoio emocional ao herói, o ajudando em importantes momentos.

No filme de Gunn, Krypto manterá essa origem alienígena, reforçando sua ligação profunda com Superman. A inspiração para a inclusão de Krypto no filme veio do próprio cachorro de James Gunn, chamado Ozu. O cineasta adotou Ozu durante o processo de escrita do roteiro e compartilhou que o comportamento desafiador do animal o fez refletir sobre como seria lidar com um cão superpoderoso. Essa reflexão levou à decisão de integrar Krypto à narrativa do filme. 

Diferentemente de algumas adaptações anteriores, onde Krypto possuía a habilidade de falar, James Gunn esclareceu que, nesta versão, o Supercão se comunicará apenas por meio de latidos, mantendo-se fiel ao comportamento canino realista. Além disso, Gunn destacou que embora Krypto seja frequentemente retratado como um cão branco genérico, sua versão no filme será multiversal, não se encaixando necessariamente em raças terráqueas específicas.

A presença de Krypto no filme de Superman promete adicionar uma camada emocional e nostálgica à história, explorando a relação única entre o herói e seu fiel companheiro canino. No trailer lançado recentemente, o público pode ver que o dog será muito espuleta e sagaz. E foi justamente isso que incomodou algumas pessoas. Estavam reclamando que ele pulou demais durante sua performance em minutos de trailer. Onde já se viu isso?!

Bom, os fãs sensatos aguardam ansiosamente para ver como essa dinâmica será retratada nas telonas. Segundo críticos americanos que assistiram a uma exibição do filme na semana passada, “Superman” tem um tom leve na sua história e promete ser mais coração do que razão. Vindo de James Gunn, a expectativa só aumenta para vermos toda ação de David Corenswet e seu escudeiro Krypto.

Foto: DC Comics

Única coisa boa de “Vale Tudo” é a abertura

Foto: Globoplay

A tão aguardada estreia do remake de “Vale Tudo” ocorreu na noite desta segunda-feira. Infelizmente, o primeiro capítulo não correspondeu às expectativas, apresentando uma narrativa engessada e atuações caricatas que não conseguiram capturar a essência da trama original. Apenas Taís Araújo e Antonio Pitanga brilharam de verdade com seus personagens.

A interpretação de Cauã Reymond como César, um modelo charmoso e oportunista, deixou a desejar. Apesar de sua reconhecida beleza, sua performance não convenceu no papel de sedutor, parecendo deslocada e sem a profundidade necessária para dar vida ao personagem. Parece que Cauã está tentando ser o galã de “Malhação”, jovenzinho do rolê, mas sem ter mais idade pra isso.

O roteiro original da novela de Gilberto Braga, agora adaptado por Manuela Dias, mostrou-se previsível e sem a intensidade que marcou a versão de 1988. As cenas careceram de emoção genuína, e os diálogos soaram artificiais, dificultando a conexão do público com a história. A antagonista, Maria de Fátima vivida por Bella Campos, também não convence.

Além disso, a direção artística de Paulo Silvestrini não conseguiu imprimir um ritmo envolvente ao episódio inaugural. As sequências foram conduzidas de maneira burocrática, sem inovações que pudessem revitalizar a narrativa para os telespectadores contemporâneos. Mas como dizem por aí, é só o primeiro capítulo. “Vale Tudo” recebeu o público do Jornal Nacional com 24 pontos de audiência, oscilou entre 22 e 25 pontos, terminando com média de 24,09.

O único destaque positivo – para mim, na minha bolha – foi a abertura da novela, que manteve a icônica canção “Brasil” na voz de Gal Costa, homenageando a produção original e trazendo um momento de nostalgia para os fãs com a presença de Gal ao final do clipe. No entanto, esse acerto isolado não foi suficiente para salvar um primeiro capítulo que, até o momento, não justificou o investimento em um remake de um clássico tão querido da teledramaturgia brasileira. Seguirei com minhas atividades no horário nobre. A novela não me conquistou.

O que esperar do estrelado elenco de “Avengers: Doomsday”? Doutor Estranho e Dogpool ficaram fora

Foto: Marvel Studios

Vingadores: Doomsday”, programado para estrear em 1º de maio de 2026, promete ser um marco no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), reunindo um elenco estelar que combina rostos familiares e novas adições. Entre os retornos notáveis estão Chris Hemsworth como Thor, Anthony Mackie como Capitão América e Tom Hiddleston brilhando em seu papel como Loki. Surpreendentemente, Robert Downey Jr. retorna ao MCU, desta vez interpretando o icônico vilão Doutor Destino.

Além disso, o filme contará com a participação de Patrick Stewart e Ian McKellen, reprisando seus papéis como Professor X e Magneto, respectivamente, integrando os X-Men ao enredo. Novos membros do elenco incluem Vanessa Kirby como Sue Storm e Pedro Pascal como Reed Richards, do Quarteto Fantástico. Com o elenco estrelado, a Marvel entra em um momento decisivo, e “Vingadores: Doomsday” precisa ser um grande acerto para reacender o entusiasmo dos fãs. Além dos 27 nomes já anunciados, outros tão bons quanto ainda podem surgir nos próximos meses.

A ausência do Doutor Estranho, interpretado por Benedict Cumberbatch, chamou a atenção da crítica. Cumberbatch revelou que seu personagem não aparecerá em “Vingadores: Doomsday” devido a mudanças na narrativa após a saída de Jonathan Majors, que originalmente interpretaria Kang. O ator mencionou que o Doutor Estranho “não se alinha com esta parte da história”, mas garantiu que o personagem terá um papel significativo em “Vingadores: Guerras Secretas”, previsto para 2027. 

Sem o ‘Mago Supremo’ até o momento, o roteiro levanta questões sobre como a trama lidará com as ameaças multiversais. No entanto, a inclusão de Loki, o deus mor da atualidade, sugere que o filme explorará as complexidades das linhas do tempo e do multiverso sob uma nova perspectiva. Loki tem sido a figura central nas narrativas relacionadas ao multiverso, especialmente após os eventos da série “Loki”, onde ele desempenhou um papel crucial na compreensão e manipulação das realidades alternativas.

Agora, uma ausência super sentida é a de Dogpool. Como assim a protagonista de “Deadpool & Wolverine” não vai encarar o Doutor Destino? Brincadeira à parte, os nomes de Ryan Reynolds e Hugh Jackman também são sondados para estarem presente na trama, já que o filme de 2024 dos dois parceiros foi fenômeno de bilheteria e agora eles fazen oficialmente parte do MCU. MAS DEVERIAM LEVAR A DOGPOOL TAMBÉM, NEM QUE FOSSE PRA COMER SHAWARMA NO PÓS-CRÉDITO.

Foto: Variety

Além disso, a introdução do Doutor Destino como principal antagonista adiciona uma camada de profundidade a história que vai se desenrolar. Conhecido por sua inteligência estratégica e domínio de tecnologias avançadas, Dr. Destino representa uma ameaça formidável que não depende necessariamente de elementos místicos, permitindo que a narrativa se concentre em conflitos de poder, ciência e domínio interdimensional. Não espero menos do que un encontro dele com o Homem Aranha adolescente da voz fina dizendo com sotaque carioca: SENHOR STARK SENHOR STARK – Victor von Doom respondendo: SENHOR STARK É O CARALHO! AQUI É DOUTOR DESTINO PORRA!! (diálogo inspirado em Cidade de Deus…).

Enfim, o que importa é que com essa combinação de personagens icônicos e a promessa de uma história envolvente, “Vingadores: Doomsday” tem o potencial de expandir ainda mais os horizontes do MCU, explorando novas dinâmicas e preparando o terreno para futuros confrontos épicos. Após uma recepção mista de algumas produções recentes, a Marvel tem o desafio de entregar uma narrativa coesa e impactante. O sucesso de “Doomsday” será crucial não apenas para estabelecer um novo rumo para a franquia, mas também para pavimentar o caminho até “Guerras Secretas”, que promete ser um dos maiores eventos da história do cinema de super-heróis.

Confira o elenco completo:

  • Robert Downey Jr.
  • Pedro Pascal
  • Chris Hemsworth
  • Vanessa Kirby
  • Anthony Mackie
  • Sebastian Stan
  • Channing Tatum
  • Letitia Wright
  • Paul Rudd
  • Wyatt Russell
  • Tenoch Huerta Mejia
  • Ebon Moss-Bachrach
  • Simu Liu
  • Florence Pugh
  • Kelsey Grammer
  • Lewis Pullman
  • Danny Ramirez
  • Joseph Quinn
  • David Harbour
  • Winston Duke
  • Hannah John-Kamen
  • Tom Hiddleston
  • Patrick Stewart
  • Ian McKellen
  • Alan Cumming
  • Rebecca Romijn
  • James Marsden

Caso Irmãos Menendez sofre reviravolta

Foto: ABC News

O caso dos irmãos Erik e Lyle Menendez voltou a ganhar destaque nos últimos meses e recebeu uma onda de apoio muito positiva para que os irmãos pudessem ter a pena revista pela Justiça. No entanto, o procurador de Los Angeles, Nathan Hochman, rejeitou hoje a petição para um novo julgamento. Os irmãos, condenados à prisão perpétua pelo assassinato dos pais, Jose e Kitty Menendez, alegam que foram vítimas de anos de abuso sexual por parte do pai e que isso motivou o crime. Novidades no caso envolvendo crimes graves por parte de Jose Menendez vieram à tona recentemente, como nos depoimentos do ex-Menudo Roy Rosselló.

A recente tentativa de reverter a sentença ainda teve como base novas alegações de testemunhas que reforçam a narrativa do abuso, algo que já foi apresentado durante os julgamentos dos anos 1990, mas que não impediu a condenação por homicídio qualificado. No entanto, a história dos Menendez ganhou uma nova perspectiva nos últimos anos, especialmente após o lançamento da série documental da Netflix “The Menendez Murders: Erik Tells All” e o fenômeno nas redes sociais que se seguiu com a série baseada no caso, “Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais” que rendeu indicações ao Globo de Ouro ao elenco.

A série reacendeu a comoção pública em torno do caso, levando muitos a questionar se os irmãos receberam um julgamento justo ou se foram vítimas de um sistema que ignorou seu sofrimento. Campanhas nas redes sociais e um grande número de apoiadores vêm pedindo que suas sentenças sejam reconsideradas, argumentando que a justiça falhou ao desconsiderar o histórico de abusos na decisão final.

Apesar da nova onda de apoio, Hochman manteve a condenação, afirmando que as novas provas não são suficientes para justificar um novo julgamento. A decisão frustrou aqueles que acreditam que Erik e Lyle foram punidos de maneira desproporcional, enquanto outros defendem que o assassinato dos pais, independentemente das circunstâncias, foi um crime imperdoável.

O caso Menendez continua a dividir opiniões e a gerar debates sobre trauma, abuso e o funcionamento do sistema judicial. Para os irmãos, a luta por justiça ainda não acabou, e para o público, a questão permanece: foram eles assassinos frios ou vítimas desesperadas que não viram outra saída? Você no lugar deles teria feito o mesmo? Independente dessas questões, o caso merecia ser revisto. Mas a Justiça americana é complexa e não será fácil reverter uma pena a favor deles.