Autor: Opina Babi

Jornalista | Social Media, 31 anos.

1ª noite do Carnaval de São Paulo: Campeã ainda não desfilou

Com enredo controverso, Rosas de Ouro foi a melhor de sexta-feira com sobras. Resta saber se alguém vai superá-la neste sábado;

Reprodução: Globoplay

Colorado do Brás: Desfilou para cumprir tabela

A Colorado do Brás passou pela avenida sem grandes destaques. Não trouxe um desfile memorável, parecendo apenas cumprir sua participação no Carnaval. Faltou impacto e emoção, tornando sua apresentação previsível e sem grandes chances de brigar por algo maior. No entanto, sua comunidade cantou o samba e estava muito aguerrida do início ao fim.

Barroca Zona Sul: Surpreendeu, mas erros podem custar caro

A Barroca Zona Sul mostrou que não veio apenas para brincar o Carnaval. Fez um desfile acima das expectativas, surpreendendo quem não apostava tanto na escola. Seja pela criatividade do enredo ou pela força da comunidade, deixou uma boa impressão no Anhembi. Infelizmente, o segundo carro da escola sofreu problemas para entrar na avenida. Isso fez com que a Barroca cometesse erros de harmonia e acabou desfilou em cima do tempo, o que pode custar pontos caros na apuração.

Dragões da Real: Samba desanimado e enredo difícil de desenvolver

A Dragões da Real apostou em um enredo que não foi dos mais fáceis de levar para a avenida, o que pode ter atrapalhado a conexão com o público. O samba, pouco empolgante, contribuiu para a falta de animação. No entanto, visualmente, a escola estava muito bonita e executou bem sua parte técnica, garantindo um desfile correto e com grande emoção por parte dos componentes, envolvidos com o enredo em homenagem ao neto do carnavalesco Jorge Freitas.

Mancha Verde: Enredo manjado sobre a Bahia; Samba não empolgou

A Mancha Verde tinha recursos para fazer um desfile grandioso, mas não conseguiu transformar investimento em impacto. O enredo sobre a Bahia, apesar de sempre render bons carnavais, já foi abordado melhor por outras escolas, o que deixou a apresentação com cara de repetição. O samba não teve força para levantar o público, e o desfile acabou sendo um dos mais frios da noite. O intérprete Fredy Vianna segue sendo um dos pontos altos da escola.

Acadêmicos do Tatuapé: Muito competente, mas com enredo complicado para conquistar o público

O Tatuapé mostrou sua tradicional competência, mesmo lidando com um enredo difícil de ser traduzido na avenida. O diferencial da escola foi o “chão”, com uma comunidade que cantou e vibrou do começo ao fim. Esse fator pode fazer diferença na apuração, compensando possíveis dificuldades na narrativa do enredo. O carro de som comandado por Celsinho Mody continua carregando sambas que crescem em sua voz na avenida.

Rosas de Ouro: Prometeu nada e entregou tudo. Melhor da noite

A Rosas de Ouro surpreendeu ao transformar um enredo polêmico sobre apostas e bets em um grande espetáculo. Mesmo sem grandes expectativas, fez o melhor desfile da noite, com um samba que ganhou força ao longo da apresentação e acordou o Anhembi. O amanhecer no encerrar do desfile ficou com o céu colorido nas cores da escola, cenário de beleza impulsionado pelo talento do intérprete Carlos Jr. Uma grata surpresa e com enorme chance de conquistar o título, que não vai para a Brasilândia há 15 anos.

Camisa Verde e Branco: Emocionou, mas será difícil não fletar com o rebaixamento

O Camisa Verde e Branco apostou na emoção e conseguiu tocar o público com o enredo sobre Cazuza, mas talvez isso não seja suficiente para garantir uma vaga no Desfile das Campeãs ou se manter no Especial. Apesar de um desfile bonito e carregado de sentimento, a competitividade do grupo pode acabar deixando a escola na disputa para não cair. A Barra Funda foi muito bem representada pelo trevo verde e branco, mesmo tendo um Carnaval de muitas dificuldades.

Desfilam neste sábado (1º) no Anhembi:

Águia de Ouro

Império da Casa Verde

Mocidade Alegre

Gaviões da Fiel

Acadêmicos do Tucuruvi

Estrela do Terceiro Milênio

Vai-Vai

Os desafios da Viradouro, favorita ao bicampeonato no Carnaval 2025

Foto: Rio Carnaval

A Unidos do Viradouro, atual campeã do Carnaval carioca, prepara-se para o desfile de 2025 com o enredo “Malunguinho: O Mensageiro de Três Mundos”. Desenvolvido pelo carnavalesco Tarcísio Zanon, o tema destaca a figura histórica de Malunguinho, líder do Quilombo do Catucá, em Pernambuco, no século XIX. Este enredo busca ressaltar a resistência e a ancestralidade das culturas afro e indígenas, celebrando a união dessas tradições na luta pela liberdade.  

Malunguinho, também conhecido como João Batista, foi um líder quilombola que, ao fugir da perseguição das autoridades, refugiou-se nas matas e aprendeu com os povos indígenas os segredos das ervas e da espiritualidade. Essa vivência o transformou em uma entidade reverenciada em cultos afro-indígenas, manifestando-se como caboclo da mata, mestre juremeiro e guardião das encruzilhadas. A Viradouro pretende levar para a avenida essa rica história, destacando a fusão cultural e a resistência dos povos oprimidos.  

O samba-enredo escolhido para 2025 reflete a profundidade poética característica das composições da Viradouro. Com versos que evocam a espiritualidade e a força de Malunguinho, a letra convida o público a mergulhar na atmosfera mística das matas e das tradições afro-indígenas. A melodia, aliada a uma interpretação apaixonada, promete envolver e emocionar os espectadores durante o desfile.  

A comunidade da Viradouro está engajada e entusiasmada com o enredo deste ano. Os ensaios de rua têm sido marcados por uma energia contagiante, refletindo a união e a dedicação dos integrantes. Para muitos, participar deste desfile é uma forma de homenagear suas raízes e celebrar a cultura afro-indígena, reforçando o compromisso da escola com a representatividade e a valorização das ancestralidades brasileiras.  

A disciplina e o perfeccionismo são marcas registradas da Viradouro, fatores que a colocam como uma das favoritas ao bicampeonato em 2025. A escola tem investido em uma preparação minuciosa, desde a confecção de fantasias e alegorias até a coordenação dos movimentos coreográficos. Essa busca incessante pela excelência visa garantir uma apresentação impecável na Marquês de Sapucaí, encantando jurados e público. Outro ponto forte da escola é a bateria, comandada por Mestre Ciça com a belíssima Érika Januza reinando absoluta. O samba da Viradouro cresceu muito na voz de Wander Pires, que se tornou mais um trunfo da escola desde o carnaval passado, com seu famoso topete.

A expectativa em torno do desfile da Viradouro é elevada. A combinação de um enredo potente, um samba-enredo poético e uma comunidade comprometida sugere que a escola está pronta para entregar uma performance memorável como foi em 2024. A abordagem de temas relevantes e a celebração das culturas afro e indígenas reforçam a importância do Carnaval como espaço de resistência e expressão cultural. No entanto, um de seus desafios desse ano é o fato de desfilar no domingo, primeira noite de carnaval do Grupo Especial. Levando em conta que em 2020 a escola foi a segunda a desfilar no primeiro dia e levou o título, esse fator possa não pesar tanto.

No ano passado a escola foi campeã encerrando o carnaval, como acontece com muitas escolas que conseguem esse feito nas últimas décadas. Com “Malunguinho: O Mensageiro de Três Mundos”, a Viradouro não apenas busca o bicampeonato, mas também pretende deixar um legado de valorização e respeito às raízes históricas do Brasil. Ao trazer para o centro do palco figuras e histórias muitas vezes marginalizadas, a escola reafirma seu papel como agente cultural e educativo, utilizando o Carnaval como plataforma para reflexão e celebração da diversidade.

Para uma compreensão mais aprofundada sobre o samba-enredo da Viradouro, confira ele ao vivo:

“Revelação – 30 anos” é uma aula de cultura brasileira

O Grupo Revelação acaba de lançar o primeiro volume do DVD comemorativo de seus 30 anos de carreira, e o resultado não poderia ser diferente: um espetáculo grandioso, repleto de sucessos que marcaram gerações produzido por Bira Haway e Marquinhos dos Santos. Com uma trajetória sólida e inquestionável no pagode, a banda reafirma sua relevância com esse projeto, celebrando três décadas de inovação e influência dentro do gênero. O DVD, gravado com uma produção impecável, reúne clássicos que embalaram o público ao longo dos anos desde “Na Palma da Mão” a “Deixa Acontecer”, trazendo ainda o sucesso que até a milícia gosta: “Zé do Caroço”, eternizado na voz de Leci Brandão, mas que ganhou outro patamar através do grupo.

O Revelação sempre se destacou pela sonoridade única, combinando uma base percussiva marcante com arranjos sofisticados e um swing irresistível. Essa identidade sonora diferenciada ajudou a redefinir o pagode, tornando o grupo ainda mais acessível e conquistando fãs de todas as idades. Eles trouxeram uma nova roupagem ao gênero, sem perder a essência do samba de raiz, e esse equilíbrio é um dos fatores que garantiu a longevidade e sucesso contínuo do grupo. E claro que quem fez parte dessa história, como Xande de Pilares também marca presença nesse álbum especial. Ele divide o palco com a atual formação do grupo que tem Jonathan Alexandre no vocal e segue com integrantes lendários como Mauro Júnior, Sérgio Rufino, Beto Lima e Rogerinho.

Ao longo dessas três décadas, o impacto do Revelação no cenário musical é inegável. Eles abriram caminhos para uma nova geração de artistas, influenciando a maneira como o pagode é produzido e consumido. Muitos grupos e cantores que surgiram nos últimos anos se inspiraram na musicalidade e na estrutura melódica que o Revelação popularizou. Seu repertório, recheado de canções inesquecíveis, tornou-se referência para quem busca entender a evolução do pagode moderno.

Dentro do pagode, poucos grupos podem ser considerados tão influentes e representativos quanto o Revelação. Junto ao Exaltasamba, e ao pai de todos, Raça Negra, formam uma verdadeira tríade do gênero nos últimos 30 anos, seguindo no caminho de se consagrar como algo único no alto do panteão musical como o Fundo de Quintal. Enquanto o Exaltasamba trouxe uma pegada mais romântica e envolvente e o Raça Negra popularizou a fusão entre o pagode e outros estilos musicais dando ainda estrutura ao gênero no cenário nacional; o Revelação consolidou uma estética rítmica única, valorizando a percussão e criando um som que é imediatamente reconhecível.

O lançamento do DVD de 30 anos é, portanto, um marco não apenas para o grupo, mas para o pagode como um todo. É um testemunho de sua capacidade de se reinventar sem perder a essência, de continuar relevante em um mercado que se transforma constantemente. A recepção do público tem sido extremamente positiva, evidenciando o carinho e a admiração que os fãs mantêm pela banda ao longo do tempo. Esse projeto reforça o papel do Revelação como um dos pilares fundamentais do pagode contemporâneo.

Com esse DVD, o Revelação reafirma seu status de gigante do pagode, trazendo uma celebração à altura de sua trajetória e uma aula de cultura brasileira. Mais do que um registro audiovisual, trata-se de um presente para os amantes do gênero, um lembrete do legado construído ao longo desses 30 anos e da importância do grupo na história da nossa música. Quem acompanha a boa música sabe que de samba ou pagode nos últimos tempos sem citar o Revelação, é simplesmente impossível.

Qual é o seu filme conforto?

Foto: Paramount

Toda semana, sem exceção, eu me sento para assistir O Poderoso Chefão. Não importa quantas vezes eu já tenha visto, sempre encontro algo diferente para admirar. Esse filme é mais do que um clássico do cinema para mim — é um ritual, um conforto, quase como visitar uma família que, de certa forma, já se tornou minha também. Quando preciso refrescar a mente e colocar a cabeça no lugar, busco a ele.

Dirigido por Francis Ford Coppola e lançado em 1972, O Poderoso Chefão não é só uma obra-prima do cinema gangster, mas um dos maiores filmes de todos os tempos. Baseado no livro de Mario Puzo, ele nos leva ao universo da família Corleone, comandada pelo lendário Don Vito Corleone, vivido de forma magistral por Marlon Brando. Mas, para mim, o coração do filme está na transformação de Michael Corleone, interpretado por Al Pacino, como vocês sabem. Ele começa como um jovem que deseja distância dos negócios da família, apenas para ser inexoravelmente arrastado para esse mundo e, no final, se tornar algo ainda mais implacável do que seu pai jamais foi.

O que me fascina nesse filme é o equilíbrio entre brutalidade e elegância. A máfia, retratada aqui, não é apenas violência e crime, mas também lealdade, tradição e uma complexa rede de códigos de conduta. Há cenas que são pura poesia visual, como o casamento de Connie Corleone no início do filme, intercalado com as negociações de Don Vito no escritório, ou a sequência do batizado no final, onde Michael sela seu destino de forma irônica e devastadora. E um dos meus personagens favoritos, Luca Brasi, que no livro é gigante, mas no filme fez sua ponta de 3 minutos que pra mim é o suficiente para amar seu intérprete, Lenny Montana.

Outro ponto que me prende é a trilha sonora de Nino Rota. Aquela melodia principal, melancólica e imponente, me transporta imediatamente para o universo do filme. O simples ato de ouvir a música já me faz sentir como se estivesse prestes a entrar na casa dos Corleone, com seus corredores sombrios e conversas sussurradas. Ah, claro que meu crush pelo Michael é inevitável, mas com a perda de Brasi, quem entra na família para ser o protetor do novo Dom é lindo Al Neri.

Mesmo sabendo de cor cada cena, cada fala icônica (“I’m gonna make him an offer he can’t refuse”), cada olhar de Don Vito ou Michael, eu nunca me canso e faço esse compromisso semanal onde quer que eu esteja. Assistir O Poderoso Chefão não é apenas um hábito, é uma forma de reencontrar personagens que já se tornaram parte da minha vida. Para mim, esse filme não envelhece e não perde o impacto. Pelo contrário, ele só se torna mais fascinante a cada nova vez que eu o vejo e me faz de alguma forma mais forte para encarar meus medos ou desafios.

Seu Jorge retorna com “Baile à la Baiana” mais genial do que nunca

Após uma década sem um álbum de inéditas, Seu Jorge prova mais uma vez por que é um dos artistas mais completos da música brasileira. Cantor, compositor e ator de talento inquestionável, ele retorna ao cenário musical com Baile à la Baiana, um trabalho vibrante, cheio de brasilidade e que não dá vontade de pular uma faixa sequer. Com sua voz inconfundível e um repertório que passeia por diversos ritmos, ele reafirma sua genialidade e sua capacidade de se reinventar sem perder a essência que o fez ser reconhecido.

O álbum transborda a alegria e a riqueza cultural do Brasil, misturando elementos do samba, MPB, lambada e carimbó em uma fusão irresistível do Norte ao litoral. Seu Jorge entrega um trabalho sofisticado e, ao mesmo tempo, acessível, daqueles que envolvem qualquer ouvinte logo nos primeiros acordes. A sonoridade é contagiante e reforça sua versatilidade como artista, sempre equilibrando tradição e modernidade.

Entre os destaques, “Sábado à Noite” se sobressai como uma música perfeita para relaxar e curtir enquanto viaja ou se arruma pra sair. A faixa tem um groove delicioso e convida ao balanço, transportando o ouvinte para uma noite animada e cheia de energia boa. A produção esbanja qualidade, com arranjos bem construídos e aquela interpretação envolvente que só Seu Jorge sabe entregar. O mesmo acontece com a faixa de abertura do álbum, “Sete Prazeres”.

Outro momento marcante do álbum é “Shock”, que traz uma mistura irresistível de lambada e carimbó, remetendo a Luiz Caldas e algo meio ‘Chorando se Foi’. A faixa exala brasilidade e reforça a conexão do artista com ritmos populares que fazem parte da identidade musical do país. A batida dançante e o refrão cativante fazem dessa música um verdadeiro convite para celebrar e se deixar levar pelo som.

Mas a faixa que mais conquistou meu coração foi “Gente Boa Se Atrai”, uma canção que transmite uma mensagem extremamente positiva. Seu Jorge acerta em cheio ao trazer uma letra que exalta as boas energias e a importância de cercar-se de pessoas do bem. É aquele tipo de música que eleva o astral e deixa qualquer dia mais leve, com uma melodia gostosa e um refrão que gruda na cabeça.

Com Baile à la Baiana, Seu Jorge mostra que o tempo só aprimorou seu talento e sua capacidade de criar músicas que tocam a alma e fazem o corpo se mexer. O álbum não é apenas um retorno triunfal, mas uma reafirmação do seu lugar como um dos grandes nomes da música brasileira. Quem já era fã se encanta ainda mais, e quem ainda não conhecia bem seu trabalho tem aqui a oportunidade perfeita para se render ao seu talento. Confira o álbum completo: Baile à la Baiana !

Pequenas mudanças nos fazem ser melhores em tudo

Nesse começo de ano tenho pensado muito sobre como pequenas mudanças podem transformar a gente. Particularmente, nos últimos três anos, vivi no automático, fazendo tudo meio que por fazer, apenas sobrevivendo sem muita atenção ao que realmente me fazia bem. Mas, de uns meses pra cá, comecei a mudar pequenas coisas no meu dia a dia, e percebi que isso reflete diretamente em como me sinto e no que quero pra mim daqui pra frente.

Uma das primeiras coisas que fiz foi cuidar mais da minha casa. Organizar melhor os espaços, deixar tudo mais bonito e aconchegante. Me viciei em Home Spray, incenso, velas perfumadas… E eu achava isso um gasto desnecessário. Sério, que diferença faz nos nossos dias algo tão simples! Ter um ambiente cheiroso e arrumado muda completamente a energia do lugar e da gente também. Parece besteira, mas essas pequenas coisas fazem com que a gente se sinta melhor, mais leve. O Home Spray de Vanilla é a melhor aquisição que fiz nos últimos tempos.

Outra mudança foi com meu corpo. Sempre fui de deixar os exercícios pra depois, mas agora tenho feito todo dia, mesmo que seja um pouco. Além disso, mudei a rotina com meu cabelo – agora lavo dia sim, dia não, mudei a cor, estou hidratando mais e isso se reflete na saúde dos fios e do couro cabeludo. O mesmo com a pele, comecei a cuidar mais, hidratar, prestar atenção no que ela precisava e tomar mais sol durante a semana. E junto com isso, fiz pequenos ajustes na alimentação. Nada radical, só escolhas mais conscientes. E adivinha? Me sinto outra pessoa.

O mais interessante é que quando a gente começa a mudar por fora, algo dentro da gente também muda. A gente começa a querer mais, a enxergar novos caminhos. Foi assim que voltei a escrever com mais frequência e, com isso, nasceu o “Opina Babi”, que vocês conhecem. Escrever tem me feito dar passos maiores, pensar mais sobre tudo, buscar outras perspectivas.

E isso é o que mais tenho aprendido: cada pequena mudança abre espaço para outra, e outra, e quando a gente vê, já está em um caminho completamente novo. Não precisa ser nada grandioso, só algo que tire a gente do automático, que faça a gente perceber que pode querer mais, fazer mais. Porque viver sem perceber o tempo passando não dá. Nem que seja para ver um filme no meio da semana, sozinho, num horário que só você vai para ter a sorte de uma sessão exclusiva.

Agora me sinto mais presente na minha própria vida. E se tudo isso começou com um simples Home Spray e um novo jeito de lavar o cabelo, imagina o que mais pode acontecer de bom com pequenas mudanças que estão me fazendo ser cada dia melhor?!