Autor: Opina Babi

Jornalista | Social Media, 31 anos.

Título do Chelsea consagra um Mundial de Clubes que derrubou favoritismos

Melhor invenção do futebol no século XXI, Copa do Mundo de Clubes nos fez sair da rotina e vai deixar saudade

Foto: Chelsea FC

O Chelsea é o campeão do Mundial de Clubes — e não foi só um título, foi a assinatura final de um torneio que fugiu completamente da cartilha. Um Mundial de zebras, de viradas, de queda de gigantes. Um Mundial que ignorou o script e entregou um futebol cheio de surpresas e intensidade. Mesmo com os times europeus em fim de temporada, eles souberam mostrar uma certa supremacia chegando de ambos os lados na final.

O PSG (P$G como costumo escrever, que chegou como favorito absoluto, foi o retrato perfeito do que foi essa edição: o triunfo da técnica sobre o marketing, do estudo sobre o estrelismo. O Chelsea não venceu no grito, nem no nome — venceu na bola com categoria e goleada por 3×0. Foi uma equipe organizada, inteligente, corajosa. E provou que futebol não se ganha com fama, e sim com estratégia, coragem e entrega. Como já disse o ex-técnico do Botafogo, Renato Paiva: “O cemitério está cheio de favoritos.

Esse Mundial mudou nossa rotina. Por um mês, o mundo parou pra acompanhar algo novo. Jogos imprevisíveis, times de todos os continentes jogando de igual pra igual. O Mundial de Clubes em novo formato é, sem exagero, a melhor invenção do futebol no século XXI. É entretenimento puro, é globalização de verdade, é paixão em estado bruto.

A cada rodada, a gente esqueceu os campeonatos chatos de sempre e embarcou numa montanha-russa internacional. Não tinha como prever. E no fim, o Chelsea ergue a taça — não só como campeão, mas como símbolo desse novo momento. Que venha 2029. Que seja no Brasil, com estádio cheio, festa nas ruas e mais uma dose dessa loucura boa chamada Mundial de Clubes. Porque o futebol precisa disso. E a gente também!

Atriz venezuelana de Isa TKM está brilhando em ‘Superman‘

Foto: Televisa

Quem acompanhava a novelinha Isa TKM na adolescência provavelmente jamais imaginou que aquela carismática e apaixonada Isa, vivida por María Gabriela de Faría (32), um dia estaria brilhando nas telonas de Hollywood. Pois esse dia chegou. A atriz venezuelana integra o elenco do novo Superman, dirigido por James Gunn, interpretando uma engenheira inteligente, forte e cheia de personalidade. Um papel marcante que mostra o quanto María Gabriela cresceu como artista, sem perder o brilho que sempre a acompanhou desde os tempos da Nickelodeon.

Nascida em Caracas, María Gabriela começou sua carreira ainda criança na televisão venezuelana. Mas foi com Isa TKM, sucesso em toda a América Latina, que conquistou o coração de uma geração. Sua atuação leve e espontânea, combinada ao carisma natural, fez dela uma das estrelas teens mais queridas dos anos 2000. Após o sucesso na América Latina, ela continuou sua trajetória com papéis importantes em séries e filmes internacionais, incluindo produções nos Estados Unidos, sempre mostrando versatilidade e talento.

Em Superman, María Gabriela mostra toda a sua maturidade artística ao interpretar a Engenheira, determinada a ser uma grande vilã, que contribui com inteligência e coragem para os desafios traçados por Lex Luthor. Sua presença em cena é magnética, e sua atuação consegue ser ao mesmo tempo técnica e radiante, provando que ela não está ali por acaso — ela conquistou esse espaço com muito trabalho, dedicação e talento genuíno.

Foto/Reprod: Televisa

Ver uma atriz venezuelana alcançando esse nível de reconhecimento em Hollywood é motivo de orgulho para toda a América Latina. María Gabriela de Faría é a prova de que o talento latino pode — e deve — estar presente nos grandes filmes do cinema mundial. E o mais bonito é ver que, mesmo depois de tantos anos, ela segue cativando o público, agora com papéis mais maduros, mas com a mesma autenticidade de sempre.

Do mundo pop adolescente para o universo dos super-heróis, María Gabriela construiu uma carreira admirável. E se depender do que ela mostrou em Superman, essa nova fase promete ser ainda mais grandiosa. E só pra deixar claro: Isa TKM na Venezuela é maior que o RBD!

Smurfs: Trilha sonora e aventuras seguram o filme dos azuis

Foto: Paramount

Eles voltaram com tudo. “Smurfs” é aquele tipo de filme que conquista logo de cara pela leveza, pelo bom humor e, claro, pela trilha sonora contagiante. Mesmo com um roteiro que em alguns momentos escorrega para o lado mais previsível ou preguiçoso, a produção compensa com carisma, ritmo e um visual encantador. É difícil sair da sessão sem sorrir, cantarolar alguma música ou se apegar a algum dos pequenos personagens azuis.

A trilha sonora é, sem dúvidas, um dos pontos altos do filme. Ela embala a narrativa com energia, cria atmosfera nas cenas mais emotivas e dá o tom das aventuras com um frescor que agrada desde o público infantil até os adultos nostálgicos que cresceram acompanhando os Smurfs. A trilha dessa vez é reforçada pelo brilho e talento de Rihanna.

Mas o que realmente torna o filme especial é a mensagem que ele carrega: a importância de descobrir nosso dom, nosso talento único — e entender que nunca é tarde para isso. Em um mundo que pressiona por respostas rápidas e caminhos prontos, os Smurfs nos lembram que cada um tem seu tempo e que o processo de autodescoberta é tão importante quanto o resultado final.

Para esse mês das férias, “Smurfs” é um filme que diverte, embala e inspira qualquer geração. Uma mistura de fofura, comédia e reflexão leve que faz valer o tempo na frente da tela. No entanto, o filme estreia em um mês concorrido de franquias pesadas como Jurrassic Park, Superman, o badalado Formula 1 e o futuro bilionário Lilo & Stitch.

Superman: O filme do ano até aqui com Krypto protagonista

Um novo fôlego para a DC, que ela e o mundo pop precisavam

Foto: Arquivo pessoal

O novo Superman, dirigido por James Gunn, é tudo o que os fãs da DC estavam esperando — e muito mais. No estúdio que vinha mergulhado em um marasmo criativo e cheio de incertezas, Gunn entrega um filme que não só reinventa o maior herói de todos os tempos, como também dá início a uma nova era do universo DC nos cinemas. É um recomeço promissor, cheio de alma, humanidade e, o mais surpreendente de tudo, com um protagonista inusitado: o adorável cachorro Kripto.

A história equilibra com maestria a grandiosidade do Superman com um lado emocional raramente explorado com tanta sensibilidade. O herói vivido por David Corenswet mostra um Clark Kent mais próximo das pessoas, com dúvidas, dores e escolhas difíceis. É um Superman humano — no melhor sentido possível — que representa um símbolo não só de força, mas de empatia, responsabilidade e esperança.

Mas quem rouba a cena de verdade é Krypto. O supercão, que poderia facilmente ser apenas um alívio cômico ou uma fofura acessória, acaba sendo o fio condutor das batalhas do longa. Carismático, corajoso e extremamente expressivo (agressivo também), Krypto não só salva o dia em várias cenas como também salva a própria narrativa, trazendo leveza e profundidade ao mesmo tempo. Ele é, sem exagero, o coração do filme.

Outro destaque inquestionável é a fotografia. Cada enquadramento parece ter sido pensado com cuidado extremo, mesclando tons clássicos de quadrinhos com uma estética moderna e cinematográfica. As cenas de voo, as lutas e os momentos mais íntimos são todos visualmente deslumbrantes, com uma paleta que respeita as raízes do Superman, mas também aponta para algo novo e ousado. O vilão Lex Luthor (que tá a cara do rapper Pitbull), também rouba a cena.

Por enquanto, Superman é, com folga, o filme do ano valendo cada centavo do ingresso. James Gunn mostra que sabe brincar com o épico e o íntimo, o simbólico e o emocional. Com um roteiro afiado, atuações carismáticas e uma visão clara de futuro, ele entrega o que os fãs pediam havia anos: um filme com alma. E sim, Krypto é o herói que a gente não sabia que precisava. Vai vender funko e pelúcia como água no deserto.

DC vs Marvel agora é Krypto vs Dogpool

Foto: Reprodução

Esqueça os duelos épicos entre Batman e Homem de Ferro ou Mulher-Maravilha e Capitã Marvel. O verdadeiro embate entre DC e Marvel agora atende por quatro patas, muito carisma e latidos que conquistaram o coração do público.

De um lado, temos a fofa e irreverente Dogpool, sensação do ano passado no sucesso Deadpool & Wolverine. Ela não só arrancou risadas, mas também ajudou a levar o filme ao cobiçado bilhão nas bilheterias roubando a cena. Do outro, chega agora o adorável Krypto chega ao cinema com um hype absoluto. O Supercão, que fará sua estreia oficial no universo cinematográfico da DC no novo filme “Superman”, com pré-estreia neste dia 8 de julho e lançamento oficial no dia 10.

A britânica Peggy, que deu vida a querida Dogpool, virou uma estrela instantânea com seu jeitinho desengonçado e cheio de atitude. Adotada por um casal inglês ainda filhote e descoberta por Ryan Reynolds, ela trouxe frescor, representatividade canina e uma dose extra de humor ao filme da Marvel. Agora, Dogpool é praticamente uma heroína de tapete vermelho — com coleira estilosa e tudo vestida nas cores do Deadpool. Aguardamos sua presença em “Vingadores Doomsday” (cof cof)…

Mas a DC não ficou para trás. Em “Superman”, dirigido por James Gunn, quem ganha os holofotes é Krypto, o inseparável companheiro do maior super-herói do nosso planeta. Embora o personagem seja criado em CGI, sua alma e movimentos são inspirados em Ozu, o cão do próprio diretor Gunn. Um toque pessoal e emocionante que promete deixar o público com aquela sensação de fofura — e um sorriso no rosto — sempre que o branquinho de capa vermelha aparecer em cena.

Além da rivalidade clássica entre estúdios, o embate entre Dogpool e Krypto é o reflexo de uma nova fase no cinema de super-heróis, que aposta no inesperado, no emocional e, claro, na sagacidade canina para arrebatar o público que segue criterioso no cinema. Quem ganha essa disputa? Os fãs e cinéfilos, é claro, que agora podem torcer por dois heróis de quatro patas — cada um com seu estilo, sua história e sua gigante fofura na sétima arte.

Então, prepare-se: enquanto os humanos salvam o mundo, os cachorros estão salvando o cinema. E falta poucos dias para vermos a estreia tão aguardada de Krypto, que tem tudo para ser o dog do ano!

“Jurassic World: Recomeço“ vale pelo entretenimento e nostalgia

Foto: Universal Pictures

Jurassic World: Recomeço chegou aos cinemas com a difícil missão de honrar um legado que começou lá nos anos 1990, sob o comando visionário de Steven Spielberg. Apesar de o roteiro seguir uma linha já conhecida dos fãs — com humanos em conflito direto com dinossauros em um ambiente fora de controle —, o novo longa consegue se destacar pelo que entrega além da história: uma experiência visual impressionante e um resgate bem-feito da essência original. Mesmo com críticas à trama, o filme consegue fisgar o espectador pela aventura envolvente e pela força do seu conjunto técnico.

Sob a direção competente de Gareth Edwards, conhecido por seu olhar detalhista e domínio sobre efeitos visuais (como visto em Rogue One), o filme ganha camadas de tensão e imersão que elevam a narrativa. Edwards não tenta reinventar a roda, mas lapida o material com precisão, respeito e uma clara admiração pelo universo jurássico. Sua direção é inteligente ao valorizar os silêncios, os olhares e os momentos de pura contemplação, algo que Spielberg sempre soube fazer tão bem. E aqui, essa influência é sentida, mas sem parecer cópia — é homenagem com personalidade.

A fotografia do longa é um espetáculo à parte. Desde os enquadramentos amplos das paisagens selvagens até os closes dramáticos nos personagens diante do perigo iminente, tudo contribui para a construção de uma atmosfera envolvente e, muitas vezes, hipnotizante. A luz natural é bem aproveitada em cenas de tensão, e os contrastes entre natureza e tecnologia são marcantes — remetendo, inclusive, ao conflito central da própria franquia: o controle humano sobre o incontrolável.

O elenco também brilha ao sustentar a história com performances sólidas, mesmo quando o roteiro não oferece grandes reviravoltas. A química entre os personagens é convincente, e há espaço tanto para os veteranos quanto para novos rostos que injetam energia à trama. A nostalgia também cumpre bem seu papel, sendo dosada com inteligência para agradar tanto os fãs antigos quanto quem está chegando agora ao universo Jurassic.

Apesar das ressalvas que cercam a trama, Jurassic World: Recomeço vale a pena ser visto. A aventura é empolgante, o visual é muito bacana e a direção de Edwards mostra que ainda há espaço para boas histórias nesse universo de dinossauros e ambição humana. Melhor que os últimos capítulos da era Jurassic World, o novo filme prova que, quando há respeito ao material original e cuidado técnico, a magia pode — e deve — ser revivida. Vale a pena pelo entretenimento.

Agora, se não tiver com tanta vontade de gastar seu rico dinheiro no cinema nessa semana, aguarde 6 dias para ver o maior super-herói de todos chegando nas telonas a partir do dia 08!