Beija-Flor derrota Grande Rio e conquista 15º título com bençãos de Laíla

Foto: Rio Carnaval

A Beija-Flor de Nilópolis conquistou hoje seu 15º título no Carnaval do Rio de Janeiro, com um desfile emocionante que homenageou Laíla, uma das figuras mais emblemáticas da história do samba. O enredo, intitulado “Laíla de Todos os Santos, Laíla de Todos os Sambas”, celebrou a trajetória e o legado do diretor de carnaval que esteve à frente da escola em 13 de seus títulos anteriores e faleceu em 2021, vítima da COVID-19. Laíla não teve a despedida que merecia na escola, mas neste ano voltou para a avenida como merecia e foi coroado com a vitória.

O desfile também marcou a despedida do emblemático Neguinho da Beija-Flor, que, após 50 anos como intérprete oficial, se aposentou do carro de som da escola. Sua voz inconfundível embalou a agremiação em momentos históricos, e sua presença na avenida foi uma celebração à sua contribuição inestimável para o samba. Seu carro de som é um dos mais fortes da atualidade com cantores que passaram os últimos meses ensaiando com uma eficiência que poucos conseguem, junto ao parceiro de Neguinho, Betinho do Cavaco.

A comissão de frente foi o último quesito lido na apuração. A Beija-Flor apresentou uma coreografia que retratava a infância de Laíla, sua devoção aos orixás e sua ascensão no mundo do samba. As alegorias, ricas em detalhes e simbolismos, destacaram momentos marcantes de sua carreira, incluindo sua parceria com o carnavalesco Joãozinho Trinta. Um dos carros alegóricos mais impactantes trouxe uma reinterpretação do famoso “Cristo Mendigo” de 1989, com sósias de Laíla (Serginho Aguiar, um dos compositores do samba) e Joãozinho, relembrando a ousadia e a criatividade que marcaram aquela época.

A bateria, sob a liderança dos Mestres Rodney e Plínio, inovou ao incorporar elementos que remetiam às raízes afro-brasileiras de Laíla, trazendo uma batida envolvente que contagiou o público. As fantasias, luxuosas e cheias de simbolismo, refletiram a riqueza cultural e a espiritualidade presentes na vida do homenageado. Durante a apuração, a Beija-Flor manteve-se entre as favoritas, disputando ponto a ponto com a Grande Rio e a Imperatriz Leopoldinense.

No entanto, a escola de Nilópolis se destacou nos quesitos de samba-enredo, fantasia e evolução, garantindo a vitória com uma pequena margem somando seus 270 pontos. Este título reforça a posição da Beija-Flor como uma das maiores campeãs do Carnaval carioca, consolidando seu legado de inovação, resistência e paixão pelo samba. A homenagem a Laíla não apenas celebrou sua memória e seus feitos como o maior diretor de carnaval da Sapucaí, mas também ressaltou a importância de figuras que, nos bastidores, dedicam suas vidas à cultura popular brasileira.

A comunidade de Nilópolis e os amantes do samba celebram este triunfo, que ficará marcado na história como justiça a tudo que Laíla construiu em seu legado. A Beija-Flor voltará para o desfile das Campeãs como Neguinho sonhava em sua despedida, com o título na mão e reapresentando um de seus maiores desfiles na Marquês. Pra quem já viu a escola nilopolitana homenagear o Boni, lavou a alma mais uma vez com um enredo gigante para a lenda Laíla.

(Neguinho venceu ainda o Estandarte de Ouro como ‘Personalidade do Ano’ em sua despedida)

Última noite no Carnaval do Rio: Grande Rio crava favoritismo e deve levar título pra Caxias

Portela surpreende encerrando o Carnaval com linda homenagem a Milton Nascimento

Foto: Rio Carnaval

A inédita terceira noite de desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro presenteou o público com apresentações grandiosas e sambas que fizeram a Sapucaí tremer. Quatro escolas fecharam a festa com desfiles marcantes, cada uma apostando em suas forças para brigar por um lugar entre as campeãs.

Mocidade Independente: Fez um desfile de superação com aposta no futuro e emocionou na Sapucaí

A Mocidade Independente de Padre Miguel levou para a avenida um enredo futurista, explorando as possibilidades e desafios do amanhã. Com alegorias tecnológicas e um samba-enredo que cresceu na avenida, a escola apostou na criatividade para encantar o público. O destaque ficou para a comissão de frente, que trouxe um jogo de luzes e coreografias impactantes, além de alegorias muito nostálgicas. O mascote Castorzinho roubou atenção de todos na Sapucaí.

Paraíso do Tuiuti: Enredo crítico e necessário levantou a arquibancada, mas correu para não estourar tempo

O Paraíso do Tuiuti mais uma vez mostrou que sabe unir história e crítica social em um desfile marcante. Com um enredo que revisitou figuras da cultura popular e sua relação com o Brasil atual, a escola trouxe um visual rico e uma narrativa envolvente. O samba funcionou muito bem e garantiu um canto forte da comunidade, além de uma comissão de frente que surpreendeu com uma encenação teatral bem executada. O intérprete Pixulé foi um dos pontos fortes da escola.

Grande Rio: Desfile impactante cravou favoritismo da escola de Caxias

Uma das favoritas ao título, a Grande Rio entregou um desfile luxuoso e vibrante, com alegorias grandiosas e um samba-enredo que incendiou a Sapucaí. O trabalho de harmonia da escola foi um dos pontos altos, com componentes cantando forte do início ao fim. O enredo paraense bem amarrado e a aposta em efeitos visuais reforçam a Grande Rio como uma das candidatas ao campeonato. A bateria de Mestre Fafá deve gabaritar seu quesito, além de proporcionar uma grande despedida de Paolla Oliveira como rainha.

Portela: Força de sua tradição surpreendeu em homenagem com a grandeza de Milton Nascimento

A Portela mostrou mais uma vez porque é a maior campeã do Carnaval carioca. Com um desfile que equilibrou tradição e inovação, a azul e branco levou um enredo que exaltou sua própria história e emocionou o público. O conjunto visual foi um dos mais bonitos da noite, com uma ala das baianas deslumbrante e um último carro que sintetizou a grandeza da escola e da carreira de Milton Nascimento. Se ele foi barrado no Grammy, hoje conquistou uma pasarela toda para o ver brilhar e ser ovacionado.

Favoritas ao título: Depois das três noites de desfiles, Beija-Flor e Grande Rio despontam como as grandes favoritas ao campeonato. A apuração promete ser emocionante. Grande Rio no entanto desfilou com aura de campeã, o que faltou para outras escolas que fizeram excelentes desfiles como Viradouro e Imperatriz.

Nem tudo são rosas na apuração: Mancha Verde e Tucuruvi não mereciam rebaixamento

Foto: Reprodução/Instagram

O Carnaval de São Paulo de 2025 trouxe resultados que surpreenderam e geraram debates acalorados entre os amantes do samba. O mérito do título da Rosas de Ouro foi celebrado com mais alegria do que deveria, justamente pelo restante do julgamento não fazer nenhum sentido. Dentre as decisões mais controversas, destacam-se os rebaixamentos das escolas Acadêmicos do Tucuruvi e Mancha Verde, que não mereciam tal destino. Inclusive, a Tucuruvi era favorita ao título junto com Rosas e Gaviões da Fiel.

A Acadêmicos do Tucuruvi, conhecida por sua tradição e desfiles consistentes, apresentou um enredo que encantou o público e a crítica. Sua performance foi elogiada pela criatividade e pela qualidade técnica, o que torna seu rebaixamento uma decisão difícil de compreender. A escola entrou e saiu da avenida ovacionada, fazendo um desfile com a temática que o Salgueiro, por exemplo, teve no ano passado no Rio e não conseguiu entregar o que a Tucuruvi entregou.

A Mancha Verde, vencedora dos carnavais de 2019 e 2022, também foi surpreendentemente rebaixada. A escola trouxe para o Anhembi um desfile rico em diversos quesitos, mantendo o alto nível que a consagrou nos últimos anos. No enquanto, para muitos a escola passou fria na avenida. Nem por isso ela deveria ter sido tão penalizada, pois tiveram escolas bem piores que ela. Seu afastamento do Grupo Especial deixou muitos perplexos, considerando sua trajetória recente de sucesso.

Por outro lado, o retorno do Camisa Verde e Branco ao Desfile das Campeãs também gerou discussões. Embora seja uma escola de grande importância histórica, alguns acreditam que sua apresentação não foi suficiente para garantir tal posição, levantando questionamentos sobre os critérios de avaliação adotados. Vale lembrar que a escola passou por diversas dificuldades neste ano e muitos integrantes desfilaram chorando, imaginando que a Camisa estava se despedindo da elite do Carnaval paulistano.

Já a ausência da Dragões da Real no Desfile das Campeãs foi outra surpresa. A escola, que nos anos anteriores vinha alcançando posições de destaque e brigando por títulos, apresentou um desfile que, na opinião de muitos, merecia estar entre os melhores. A escola era também cotada para o título. Sua exclusão do grupo das campeãs foi recebida com desapontamento por parte de seus seguidores. Apesar de que, seu enredo e seu samba foram considerados abstratos em um desfile que não empolgou tanto quanto nos anos anteriores.

Por fim, a colocação da Império de Casa Verde também foi alvo de críticas. Conhecida por desfiles grandiosos e bem executados, a escola não alcançou a posição que muitos acreditavam ser justa, considerando a qualidade de sua apresentação. O que pode ter pesado no julgamento foi o enredo confuso que a Casa Verde apresentou. Mas ela foi superior a Colorado do Brás, por exemplo, que ficou à sua frente.

Contudo, esses resultados ressaltam a subjetividade presente nas avaliações e a complexidade do julgamento em desfiles de escolas de samba. As divergências entre público, crítica e jurados são naturais, mas é essencial que haja transparência e critérios claros para que o espetáculo continue a evoluir e encantar a todos.

Voltam nas campeãs: Rosas de Ouro, Tatuapé, Gaviões da Fiel, Mocidade Alegre e Camisa Verde & Branco.

Confira a classificação final do Grupo Especial de São Paulo:

Rosas de Ouro brilhou no amanhecer do Anhembi e leva título após 15 anos

Foto: Carnavalize

A Roseira está em festa! Após 15 anos de espera, a Sociedade Rosas de Ouro voltou ao topo do Carnaval paulistano, conquistando seu oitavo título com um desfile impecável e emocionante. A escola apostou alto, literalmente, com um enredo que mergulhava no universo das apostas e dos jogos. Pelo jeito, a jogada se mostrou certeira. Desde os primeiros minutos na avenida, a Rosas deixou claro que estava na disputa para vencer.

Com um desfile luxuoso e uma narrativa envolvente, a escola explorou o fascínio dos jogos ao longo da história, passando por cassinos glamourosos, cartas de tarô e até superstições populares que fazem parte do imaginário coletivo. O desenvolvimento do enredo foi um verdadeiro jogo de mestre, equilibrando criatividade e grandiosidade em alegorias e fantasias que impressionaram o público e os jurados.

No quesito Evolução, a Rosas de Ouro apostou na ousadia, no canto da comunidade e ganhou justamente com as últimas notas lidas na Evolução. O desfile fluiu com perfeição, sem buracos ou correria, mostrando um conjunto harmônico e bem ensaiado. A bateria, sob o comando de Mestre Rafa, deu um verdadeiro show. Com bossas criativas, um andamento pulsante e uma conexão incrível com o samba, o “Ritmo Puro” foi um dos pontos altos do desfile, provando que a Roseira tem uma das melhores baterias do Carnaval de São Paulo. A bateria teve ainda um motivo maior para ter feito sua performance impecável, em homenagem ao diretor Bitão, que faleceu em janeiro. Ele com certeza estava ali presente com seus companheiros ritmistas de alguma forma.

Carlos Júnior, intérprete da escola, também brilhou como nunca. Com sua voz potente e carisma de sobra, ele conduziu o samba-enredo com maestria, fazendo a arquibancada cantar do início ao fim. Sua voz fez o samba ganhar o tom emotivo que precisava para conquistar o favoritismo ao título. A sintonia entre o carro de som e a bateria foi perfeita, garantindo uma apresentação envolvente e cheia de energia. Quando a Rosas passou, não teve quem ficasse parado e emocionado com tantas lembranças que a escola levou para a avenida, como no carro dos brinquedos e desenhos animados da infância de todos nós.

Se nas casas de apostas a Rosas não era a grande favorita antes dos desfiles, na avenida ela virou o jogo e surpreendeu até os mais céticos. Algumas concorrentes chegaram fortes na disputa, mas, quando a última nota foi lida na apuração, não havia dúvidas: a Roseira merecia essa taça. As comunidades da Brasilândia e da Freguesia do Ó explodiram de emoção ao ver o título finalmente voltar para casa.

A conquista de 2025 entra para a história da escola e do Carnaval de São Paulo. Desde 2010, quando levou o título com o enredo sobre o Cacau e o Chocolate, a Rosas de Ouro vinha batendo na trave, sempre entre as grandes, mas sem conseguir alcançar o topo. Passou por altos e baixos nos últimos anos. Agora, depois de 15 anos de espera, a agremiação mostra que soube se reinventar sem perder sua identidade e mostrando a essência de ser Roseira desfilando no amanhecer do Anhembi com o azul e rosa. Como diz o samba de 2009, ela pintou nossos corações com suas cores.

A Roseira apostou, jogou, deu seu all win e venceu com todos os méritos o Carnaval 2025. E, se o Carnaval é um jogo de emoção, arte e paixão, a Rosas de Ouro mostrou que sabe jogar como ninguém. O troféu está em ótimas mãos e a festa está só começando para a escola comanda pela presidente Angelina Basílio. Parabéns, Rosas de Ouro!

‘Barcelona’ do samba gabarita mais um ano e deveria mudar o nome para ‘Real Madrid’

Foto: Reprodução/Instagram

Mais uma vez, a bateria da Império de Casa Verde mostrou por que é um patrimônio do Carnaval de São Paulo. Na apuração desta terça-feira (4), o quesito foi gabaritado sem sustos, consolidando a supremacia do time de ritmistas comandado por Mestre Zoinho. O famoso apelido da bateria da Império sempre foi “Barcelona do Samba”, mas convenhamos: está na hora de atualizar. Afinal, o Barcelona já não assusta ninguém há um bom tempo, enquanto o Real Madrid segue empilhando títulos e dominando o futebol mundial.

E é exatamente isso que a bateria da Império faz no Carnaval paulistano — mostra domínio absoluto. Se a referência futebolística for para o lado da supremacia, não tem discussão: agora é “Real Madrid do Samba”. Se a bateria sobe de patamar, seu comandante também. Mestre Zoinho pode muito bem atender por um novo apelido: Carlo Ancelotti. Assim como o técnico italiano, ele lidera um time vitorioso, que sabe a receita do sucesso e que, quando chega na avenida, não tem pra ninguém.

Neste ano a bateria da Casa Verde veio de Coringa, referência ao vilão do Batman no enredo que a escola propôs na brincadeira com fábulas e quadrinhos. O samba cresceu muito na avenida por conta, principalmente, do grande desempenho da Barcelona em seu papel. A verdade é uma só: no quesito bateria, a escola Império de Casa Verde joga em outro nível. E em mais um Carnaval, não foi diferente.

Ainda sobre Mestre Zoinho, ele está à frente da bateria da Império de Casa Verde desde 2004.  Portanto, completou em 2025 seus 21 anos no comando dos ritmistas mais afinados de São Paulo. Durante sua liderança, a escola conquistou três títulos no Grupo Especial: em 2005, 2006 e 2016. E raramente recebe uma nota abaixo das 4 notas 10 em cada apuração. No Rio de Janeiro, Mestre Zoinho também desfila em baterias consagradas como ritmista. Nesse ano ele esteve na Unidos da Tijuca e na Vila Isabel.

2ª noite no Carnaval do Rio: Beija-Flor coloca mão na taça, Vila Isabel diverte Sapucaí e Salgueiro decepciona como sempre

Foto: Carnavalize

Mais quatro escolas desfilaram na segunda noite do carnaval carioca na Marquês de Sapucaí. Cada uma trazendo sua interpretação única da cultura brasileira e até mesmo internacional. Vamos aos destaques!

Unidos da Tijuca: Surpreendeu e fez seu melhor desfile em anos

A escola tijucana abriu os desfiles com “Logun-Edé: Santo Menino Que Velho Respeita”, celebrando o orixá filho de Oxum e Oxóssi. O povo do Borel em minutos de desfile se mostrou melhor que as quatro escolas da noite anterior. Os tijucanos destacaram a dualidade entre caça e pesca, exaltando as cores azul e amarelo, presentes tanto na entidade quanto na agremiação. O brilho no desfile ficou por conta do carro de som na voz de Ito Melodia e um samba bem cantado por toda Sapucaí. Bateria de Mestre Casagrande deve gabaritar. A Tijuca conseguiu surpreender, mesmo com erros técnicos e fez seu melhor desfile dos últimos anos;

Beija-Flor de Nilópolis: Riscou o chão da avenida e deu a Neguinho da Beija-Flor uma despedida à altura

A poderosa agremiação prestou uma emocionante homenagem a Laíla, lendário diretor de carnaval, com o enredo “Laíla de todos os santos, Laíla de todos os Sambas”. O desfile explorou sua trajetória e influência no samba, destacando sua relação com a religiosidade e relembrando momentos marcantes de sua história no Carnaval. A apresentação foi considerada a melhor da noite, encantando o público com sua riqueza cultural e visual. A bateria e o carro de som pareciam gravados em estúdio de tanta perfeição. Mestres Rodney e Plínio deram aula de como reger uma bateria;

Acadêmicos do Salgueiro: Pegou o público cansado após a avalanche da escola anterior e decepcionou mais uma vez

A escola do coração de Maninho Garcia trouxe “Salgueiro de Corpo Fechado”, um enredo que abordou a busca pela proteção espiritual. Gastou todo dinheiro no abre-alas e esqueceu o resto da escola. Infelizmente não apresentou inovações significativas, mantendo-se dentro de uma fórmula já conhecida tentando buscar aquele “Malandro Batuqueiro” de 2016 que também não rendeu o que o salgueirense sonhava. Vai passar mais um ano sem título, sendo o último há 16 anos com o “Tambor”;

Unidos de Vila Isabel: Não prometeu nada e entregou tudo com temática diferente

A comunidade de Noel Rosa encerrou a noite de desfiles com “Quanto mais eu rezo, mais assombração aparece”, brincando com as assombrações que permeiam o imaginário popular. O desfile trouxe personagens marcantes das histórias contadas ao longo das gerações, explorando o medo do desconhecido e o mistério das histórias assombradas. As alegorias deram um banho em concorrentes badaladas do pré-carnaval apresentando a excelente plástica que a escola costuma entrega. Vila veio forte e divertida, sem pressão e com um enredo diferente – dando sossego pra Xangô que está trabalhando na escala 6×1 no carnaval carioca este ano;

Essa segunda noite foi marcada pela riqueza dos desfiles e com escolas se reconectando com suas essências. O destaque ficou mesmo com o grande desenvolvimento da Beija-Flor, que emocionou o público com sua homenagem a Laíla e se colocou como principal favorita ao título até o momento.

O carnaval do Rio terá sua última noite de desfiles nessa terça-feira e terá seu encerramento com o enredo em homenagem a Milton Nascimento feito pela Portela. Grande Rio pode ser a única capaz de tirar o título da Beija-Flor. A escola de Caxias desfila com o enredo paraense e se despede da rainha Paolla Oliveira nesta noite.

Desfilam no último dia do carnaval carioca:

  1. Mocidade Independente
  2. Paraíso do Tuiuti
  3. Grande Rio
  4. Portela