Chef de Alto Nível: Mirou no MasterChef, acertou em A Fazenda da Record

Foto: Globoplay

O programa “Chef de Alto Nível”, apresentado por Ana Maria Braga, tinha tudo para ser um respiro interessante na programação. Três grandes chefs, talentos inquestionáveis, reunidos em um formato que prometia revelar novos nomes da gastronomia e proporcionar entretenimento com que gosta desse formato. Mas o que se vê, episódio após episódio, é apenas gritaria, confusão e humilhação gratuita.

A proposta parece ter mirado no sucesso do MasterChef da Band, mas o tiro saiu completamente pela culatra. O resultado lembra mais uma mistura de A Fazenda da Record com No Limite da própria Globo – e isso não é um elogio. Falta leveza, falta carisma, falta alma na cozinha. O que sobra é estresse e incômodo para o público. É como se o programa tivesse esquecido que estamos falando de comida, sensibilidade e paixão pela cozinha – e não de um ringue onde os participantes são testados até o limite emocional.

O pior é que tudo isso vem embrulhado num clima que não combina em nada com o horário e com o público que acompanha Ana Maria há tantos anos. Quem é que quer encerrar o dia ouvindo gritos, ofensas e gente sendo colocada no chão, emocionalmente falando? Ninguém tem mais paciência para isso. Muitos telespectadores comentaram nas redes que sofrem até gatilhos, pois já passaram por situações ruins parecidas com as mostradas no programa. Imagina o brasileiro que trabalha o dia todo e liga a TV para se distrair à noite, vai curtir vendo isso? Melhor ficar no Youtube assistindo o Ei Nerd contando as fofocas da Marvel.

O formato do reality globista, além de cansativo, está completamente saturado. A fórmula da competição com humilhação já não empolga, não surpreende e, definitivamente, não entretém ninguém. “Chef de Alto Nível” tinha o nome, os jurados e a apresentadora para fazer algo realmente especial. Mas, no fim, entregou apenas mais do mesmo – com menos empatia e mais barulho no ouvido de quem tenta assistir. A televisão brasileira merece mais do que isso no horário nobre. E o público também!

Quarteto Fantástico – Primeiros Passos: Há tempos um filme da Marvel não era aplaudido nas sessões

Desde Deadpool & Wolverine, público não aclamava um filme do UCM como agora

Foto: Arquivo Pessoal

Ontem, finalmente, um filme do Universo Marvel voltou a ser aclamado. Após erros e desconfianças em recentes produções, o quarteto de heróis entregou tudo que nem estava prometendo aos fãs do cinema e da editora vermelha. Assisti à pré-estreia de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, e a reação do público foi unânime: aplausos. Não aqueles tímidos de cortesia, mas uma salva de palmas genuína, empolgada, que começou antes mesmo da importante cena pós-créditos.

Era algo que a gente não via há tempo. Este ano, nenhum dos lançamentos conseguiu provocar essa comoção. Kraven, da parceria Marvel/Sony, passou despercebido. Capitão América 4 e Thunderbolts* também não conseguiram entregar o impacto que se esperava. Restava uma esperança. E ela tinha nome: Quarteto Fantástico. A responsabilidade era enorme — reviver uma das equipes mais importantes da Marvel com o peso de anos de expectativas frustradas.

E o que aconteceu foi surpreendente. O filme funciona muito bem. Ele não só acerta, como emociona, diverte e impressiona. É claro que muito se deve ao elenco, que traz química, carisma e muita ação. Desde Deadpool & Wolverine, há exato 1 ano de sua estreia, não se via o público respondendo com aplausos um filme da Marvelquem não amou ver Dogpool, fofíssima, roubando a cena e se tornando protagonista ao lado de Ryan Reynolds e Hugh Jackman.

Foto: Televisa Cinema

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos proporciona exatamente isso que o público buscou há tempos: um novo começo do UCM, com novos fanservices e novas histórias para vivermos. Um filme que honra o legado de Stan Lee e aponta para onde a Marvel pode — e deve — caminhar a partir de agora. O Quarteto que nos fez levantar da cadeira e bater palmas, calou às críticas se consolidando como a estreia do ano.

Filmaço: Marvel marca gol de placa com ‘Quarteto Fantástico – Primeiros Passos’

Foto: Arquivo Pessoal

Se você ainda estava com um pé atrás em relação ao filme ‘Quarteto FantásticoPrimeiros Passos’, pode respirar aliviado: o filme é simplesmente incrível. Um verdadeiro presentão da Marvel para os fãs – e para quem já estava perdendo a esperança com a querida que vinha errando ultimamente.

Sem spoilers, o que dá pra dizer é que esse é o grande filme do ano – Krypto e Superman que nos desculpem. Cheio de surpresas, o longa não só impressiona em visual e roteiro, como também resgata toda aquela sensação de empolgação que a gente sentia nos melhores momentos do universo Marvel. Como diz o meme da novela ‘Salve Jorge’: A Marvel tá vivaaaa!

Mais do que isso, Quarteto Fantástico dá o pontapé inicial para o tão aguardado Vingadores: Doomsday, como muitos já imaginavam. Mas o jeito como tudo é conduzido vai surpreender até quem estava por dentro de todas as teorias. Dessa vez, souberam esconder as cartas na manga e todo filme se torna surpreendente a cada minuto. Nem vemos o tempo passar. O humor também está no tom ideal, nem de menos, nem demais.

Pra quem estava pessimista, achando que seria mais do mesmo, o recado é claro: deixa a crítica de lado, esqueça tudo e vai assistir o filme no cinema. É sim um filmão. Redondinho, envolvente, eletrizante e digno do “absolut cinema”. Vale muito a pena – especialmente agora, nessa reta final das férias.

OBS: Tem duas cenas pós-crédito. A primeira é a mais importante. Divirta-se!

Gestão de banca: É a coisa mais importante no mercado de apostas

Isso, junto a outros quesitos, separa o amadorismo do profissional

Foto: MGM Grand

No encantado universo das apostas esportivas, muita gente acha que o mais difícil é acertar um bilhete. Mas a verdade é que o maior desafio está longe de ser a escolha do jogo ou o número de escanteios. O que realmente separa os apostadores amadores dos profissionais é a gestão de banca.

Você pode acertar várias entradas seguidas, ter feeling, amar futebol e até entender o jogo como ninguém rezando para São Jorge nas partidas do Corinthians — mas se não souber cuidar do seu dinheiro, tudo isso vai embora na primeira sequência ruim. Nunca aposte mais do que você pode. Nunca dê um passo maior que a perna. Como a gente costuma dizer em Goiás: não coloque o carro na frente dos bois.

Apostar não é sorte! É estudo, análise, paciência e sangue frio, muito sangue frio como o do Piastri na Formula 1. E tudo isso precisa estar conectado a uma gestão sólida da sua banca. Ter controle significa definir uma stake padrão, entender seu limite, saber a hora de parar e nunca, em hipótese alguma, apostar por impulso. Quem busca viver disso precisa levar isso como um negócio, não como passatempo.

E aqui vai outra dica de ouro: tenha um Diário de Apostas. Anote tudo. Suas entradas, seus motivos, suas odds, os mercados que você escolheu, o que deu certo, o que deu errado e, principalmente, o que você aprendeu. Isso transforma sua caminhada. Te ajuda a entender padrões, corrigir erros e fortalecer seu método. Pegar o lucro e não sair por aí se achando o Tio Patinhas. Pelo contrário! Faça aportes em suas próprias apostas e também investimentos financeiros com aquilo que você conquistou em um resultado positivo.

Além disso, é fundamental ter uma rotina de estudo. Não é só seguir dica de canal no Instagram ou Telegram do fulano. Quem quer se profissionalizar precisa ir além: entender estatísticas, identificar comportamentos dos times, acompanhar o histórico de jogos, saber os momentos em que cada equipe costuma pressionar, como se comporta quando está ganhando ou perdendo, e por aí vai.

Apostar com responsabilidade é respeitar seu dinheiro, seu tempo, sua vida acima de tudo e sua mente. Com organização e disciplina, a caminhada pode ser lucrativa, sim — mas só se você estiver disposta a tratar as apostas com seriedade e maturidade. Profissionalismo não é acertar tudo: É saber perder com controle, ganhar com consistência e evoluir com cada entrada!

Sem merecer, ‘Lilo & Stitch’ se torna primeiro filme americano a faturar US$ 1 bilhão em 2025

Foto: Disney Studios

O live-action de Lilo & Stitch surpreendeu ao ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, tornando-se o primeiro filme americano de 2025 a atingir tal feito. Apesar do sucesso comercial, a produção dividiu opiniões — especialmente entre os fãs mais antigos da animação original da Disney, lançada em 2002. Para muitos, o valor nostálgico da história não foi respeitado, e a nova versão ficou aquém do que se esperava de uma adaptação de um dos desenhos mais queridos dos anos 2000.

O roteiro foi uma das maiores críticas feitas ao longa. A história, que no desenho misturava emoção, humor e uma dose generosa de sentimento de pertencimento, foi simplificada demais no live-action. Personagens marcantes perderam complexidade, diálogos foram esvaziados e o tom sensível da relação entre Lilo, Nani e Stitch deu lugar a soluções rasas e forçadas. O resultado é um filme com ritmo arrastado, que tenta compensar a falta de profundidade com cenas “fofas” em excesso, apostando mais no apelo visual do alienígena do que no vínculo afetivo que ele representa.

Outro ponto bastante criticado foi o cenário. A ilha do Havaí, que na animação tinha presença viva, com cultura local visível e bem representada, foi retratada de forma genérica e quase artificial, assim como a estranha casa de Lilo e sua irmã. Faltou autenticidade, faltou cuidado com os detalhes que faziam a ambientação original ser tão encantadora. Essa superficialidade incomodou especialmente quem cresceu com o desenho e conhecia cada detalhe da história original. Para esses fãs, o live-action entregou apenas uma sombra pálida do que um dia foi uma obra rica em alma e identidade.

Enquanto isso, a chamada “geração Enzo”, público mais jovem e muitas vezes mais focado em estética e redes sociais do que em fidelidade à obra original, saiu satisfeita das sessões. O visual modernizado, o Stitch carismático em CGI e algumas piadas adaptadas à linguagem atual renderam muitos clipes virais e postagens animadas. Mas, para quem esperava uma adaptação emocionalmente honesta e respeitosa, o bilhão conquistado pelo filme tem gosto amargo — é o triunfo do marketing sobre a memória afetiva.

Krypto cumpriu a missão: Lançamento de “Superman” aumentou procura por adoção de cães nos EUA

Foto: NYT

Desde a estreia de “Superman” na semana passada, muitos espectadores saíram apaixonados. Por David Corenswet? Não, por Krypto, o cachorro adotado pelo super-herói. No filme, Superman precisa lidar com as trapalhadas e a falta de treinamento de Krypto, mas também conta com a ajuda e a companhia do cãozinho que está sob seus cuidados.

E a participação do cachorro no filme foi tão encantadora que, segundo o aplicativo de treinamento de cães Woofz, o interesse por adoção de cachorros cresceu nos Estados Unidos logo após a estreia de “Superman“. As buscas no Google por “adotar um cachorro perto de mim” aumentaram 513% após o fim de semana de estreia do longa, enquanto as buscas por “adoção de cachorro resgatado perto de mim” aumentaram 163%, segundo os dados divulgados pelo Woofz.

E as buscas por “adotar um schnauzer” aumentaram em 299%, já que Krypto parece ser uma mistura de vira-lata Terrier com Schnauzer. O cachorro super-herói é inteiramente feito em CGI, mas sua aparência foi inspirada no cão da vida real adotado pelo diretor James Gunn: Ozu. O animal de estimação foi resgatado em uma situação de maus tratos. Ele assistiu ao trailer em casa e com latidos aprovou a atuação do Krypto de CGI no filme.

Recentemente, Gunn disse ao The New York Times que usou seus próprios vídeos de Ozu brincando com seu gato como base para alguns dos movimentos de Krypto na tela. “Tenho muitos vídeos deles brincando“, disse o diretor ao Times. “Na verdade, quando Krypto está pulando no Superman no início do filme, tudo isso é baseado em filmagens dele brincando com meu gato.“. Gunn também contou, em suas redes sociais, que adotou Ozu pouco depois de começar a escrever o roteiro de “Superman“, e foi assim que o cão entrou na história.