De Jason Momoa a 50 Cent: Quem está no elenco do novo “Street Fighter”

Vai ser melhor que o filme do Van Damme, garanto!

Foto: Televisa Entretenimento

O tão aguardado reboot live-action de Street Fighter está em produção e traz um elenco estrelar e diversificado, além de um enredo renovado inspirado nos clássicos dos anos 90. O filme está agendado para estrear mundialmente em 16 de outubro de 2026. A produção é um reboot do filme de 1994, protagonizado por Jean-Claude Van Damme. Na época o filme foi considerado bem mediano.

Ambientado em 1993, no auge dos arcades de Street Fighter II, a história acompanha Ryu (Andrew Koji) e Ken Masters (Noah Centineo), que são convidados pela misteriosa Chun-Li (Callina Liang) para participar do torneio World Warrior Tournament. No entanto, por trás das lutas frenéticas, esconde-se uma conspiração mortal que os obriga a confrontar seus próprios fantasmas.

Elenco:

Foto: Reprodução

– Noah Centineo como Ken Masters, o energético e impetuoso lutador americano;

– Andrew Koji como Ryu, o disciplinado mestre marcial japonês;

– Callina Liang como Chun-Li, a agente investigativa e lutadora implacável;

– Cody Rhodes como Guile, o soldado determinado de visual marcante;

– Jason Momoa como Blanka, o feroz lutador brasileiro verde;

– David Dastmalchian como o vilão General M. Bison;

– 50 Cent como Balrog, o boxeador com estilo agressivo;

– Roman Reigns como Akuma, o lutador demoníaco implacável;

– Orville Peck como Vega, o elegante e misterioso lutador mascarado;

– Vidyut Jammwal como Dhalsim, o iogue que domina habilidades de fogo;

– Olivier Richters como Zangief, o lutador gigante russo;

– Hirooki Goto como E. Honda, o lutador de sumô carismático;

– Mel Jarnson como Cammy, a agente britânica ágil e estratégica;

– Rayna Vallandingham como Juli, uma das Dolls leais a Bison;

– Alexander Volkanovski como Joe, personagem coadjuvante e inesperado;

– Andrew Schulz como Dan Hibiki, o exagerado artista marcial cômico;

– Eric André como Don Sauvage, figura curiosa do background do jogo;

– Kyle Mooney como Marvin — personagem ainda pouco divulgado;

O filme está sendo dirigido por Kitao Sakurai, com produção da Legendary Entertainment em conjunto com a Capcom, e distribuição da Paramount Pictures. As filmagens já começaram, inclusive na Austrália.

Estreia da semana, “Demon Slayer” deve concorrer em duas categorias no Oscar

Foto: Cinemark

A espera acabou: Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Infinity Castle chega aos cinemas do Brasil nesta semana e já fez história. A estreia no Japão foi um verdadeiro fenômeno de bilheteria, consolidando de vez a saga de Tanjiro, Nezuko e companhia como uma das maiores marcas da cultura pop mundial.

Logo no primeiro dia de exibição, o longa arrecadou ¥1,64 bilhão (aprox. US$ 11,1 milhões), vendendo mais de 1,15 milhão de ingressos — o maior número já registrado na história do cinema japonês em uma estreia. O sucesso não parou aí: no segundo dia, o filme faturou ainda mais, chegando a ¥1,84 bilhão (US$ 12,4 milhões). No terceiro dia, bateu outro recorde com ¥2,03 bilhões (US$ 13,7 milhões) em bilheteria, o maior valor já conquistado por um filme em apenas um único dia no Japão.

No final de semana de estreia, o resultado foi avassalador: ¥5,52 bilhões (US$ 37,4 milhões) com 3,84 milhões de ingressos vendidos. Para efeito de comparação, nem mesmo sucessos anteriores como Mugen Train ou produções hollywoodianas de peso haviam alcançado esse feito.

E a onda de vitórias não parou por aí. Em menos de 10 dias, Infinity Castle ultrapassou a marca dos ¥10 bilhões (mais de US$ 71 milhões), tornando-se o filme mais rápido da história japonesa a alcançar esse valor. Atualmente, já soma mais de US$ 300 milhões mundialmente, mesmo antes da estreia oficial nos Estados Unidos e em outros mercados ocidentais como no Brasil. Isso significa que, antes mesmo de conquistar o mundo, o longa já tinha faturado mais de US$ 200 milhões, graças à força da bilheteria japonesa e de países da Ásia.

Oscar à vista?

Com tamanho impacto cultural e financeiro, a grande pergunta agora é: Demon Slayer: Infinity Castle tem chances no Oscar 2026? Na categoria de Melhor Filme de Animação, especialistas já consideram a produção da Ufotable uma candidata séria. O visual arrebatador, a fidelidade à obra original e a força narrativa colocam o longa no radar da Academia.

A concorrência, claro, será forte: títulos como Zootopia 2 da Disney e Ne Zha 2, que já é um fenômeno global, também devem disputar espaço. Mas não dá para ignorar o apelo internacional de Demon Slayer, que se tornou uma das marcas japonesas mais reconhecidas no mundo.

Já para a categoria de Melhor Trilha Sonora, as previsões ainda são mais tímidas. Apesar de a música ter sempre um papel central em Kimetsu no Yaiba, até agora não há análises especializadas indicando favoritismo nessa área. Mas, dado o histórico da franquia de trazer composições marcantes e emocionais, não seria surpresa ver seu nome cogitado.

Demon Slayer: Infinity Castle não é apenas mais um capítulo da saga — é um marco cultural e cinematográfico. O filme mostrou força em casa, está prestes a conquistar o mercado ocidental e já se posiciona como um dos grandes eventos do cinema em 2025. Se vai ou não levar uma estatueta dourada em 2026, ainda é cedo para dizer. Mas uma coisa é certa: Tanjiro e sua turma já conquistaram algo ainda mais raro — o coração de milhões de fãs ao redor do planeta e um fenômeno de bilheteria.

Dogpool poderá estar em Vingadores: Doomsday ao lado de Deadpool

Peggy, a mascote-atriz, fez viagem misteriosa recentemente e acendeu a curiosidade de sua possível presença no MCU em 2026

Foto: TMZ

Olha só que notícia divertida para os fãs da Marvel! A mascote Dogpool, que roubou a cena em Deadpool & Wolverine, pode estar de malas prontas para integrar o aguardadíssimo Vingadores: Doomsday. Recentemente, a dog Peggy, atriz de quatro patas que tomou conta do UCM, fez uma viagem “secreta” justamente para a cidade inglesa onde estão acontecendo as gravações do novo filme dos Vingadores. Coincidência? Parece que não. Peggy já mora na Inglaterra, onde passa boa parte do ano com seus donos, quando não está viajando por aí.

O longa do Universo Marvel, que originalmente estava marcado para estrear em maio do ano que vem, foi adiado para dezembro de 2026. A justificativa oficial é dar mais tempo à produção, que envolve ajustes técnicos e algumas mudanças de roteiro e dinâmica pedidas por Robert Downey Jr. O ator, inclusive, tem sido alvo de comentários de bastidores sobre seu estresse e perfeccionismo nesse retorno ao mundo dos heróis, dessa vez como o grande vilão Doutor Destino.

Mas se a notícia de que o Deadpool estará presente no longa já deixou os fãs animados, a possibilidade de que Dogpool faça sua estreia oficial entre os heróis em Vingadores: Doomsday eleva ainda mais as expectativas. Afinal, o carisma da mascote conquistou o público e virou símbolo de irreverência. Imaginar Deadpool e Dogpool lado a lado em uma batalha épica contra uma das maiores ameaças do MCU é exatamente o tipo de tempero que só a Marvel sabe dar.

Se confirmada, a participação da Dogpool não será apenas um fan service: será um aceno à expansão divertida e caótica que o estúdio vem abraçando nos últimos anos. E, convenhamos, quem não quer ver uma cachorrinha de língua de fora salvando o universo e derrotando os vilões? Além dos sinais de que a dog pode estar atuando nos sets de filmagem de Vingadores, especialistas da imprensa cinematográfica tem levantados roteiros onde a presença de Dogpool é totalmente compatível com o filme que está em produção. Aguardamos ansiosos o retorno da mascote nas telonas!

Foto: Televisa Entretenimento

Gosta de música? Você precisa assistir “Building the Band”

Foto/Reprod: Netflix

Entre tantos realities musicais que já vimos ao longo dos anos, Building the Band surge como uma grata surpresa. Aqui não tem exagero, não tem performance ensaiada para arrancar aplausos fáceis — tem talento puro, autêntico e um formato diferente de tudo. É um programa que respira música e entrega emoção de verdade a cada episódio. Quem gosta desse tipo de reality não pode deixar passar essa experiência. Esqueça as bombas The Voice e Estrela da Casa…

Grande parte desse frescor vem do comando de AJ McLean, que prova mais uma vez porque é um dos artistas mais carismáticos de sua geração. Ele conduz o programa com leveza, energia e conhecimento de causa, conseguindo ser tanto apresentador quanto cúmplice dos participantes. AJ não só apresenta, ele vibra junto, torce e cria uma atmosfera acolhedora que faz diferença.

Ao lado dele, o trio de jurados não poderia ser mais certeiro. Liam Payne, com sua experiência em grupo, entende como poucos a dinâmica entre vozes e personalidades. O programa também ficou como um tributo ao seu trabalho na música e que faz os fãs matarem a saudade do jovem artista que nos deixou em outubro do ano passado. Kelly Rowland (nossa diva de Dilemma) traz olhar afiado e sensibilidade, equilibrando técnica e emoção. E Nicole Scherzinger, dona de uma das performances mais marcantes do pop, consegue captar nuances que muitos não perceberiam.

O resultado é um reality que não se prende apenas a escolher bons cantores, mas sim a construir artistas completos e, acima de tudo, conectar pessoas pela música. Building the Band é aquele programa que dá vontade de maratonar e, ao mesmo tempo, faz acreditar que ainda existem formatos capazes de surpreender e emocionar. Se você é apaixonado por música, prepare-se: esse é o reality que vai te lembrar por que você ama tanto esse universo. O programa está disponível na Netflix.

Os Caras Malvados 2: Sequência supera o primeiro filme e pode cravar lugar no Oscar

Foto: Arquivo Pessoal

Acabei de sair do cinema depois de assistir Os Caras Malvados 2 e preciso dizer: É bom demais! Pra ser bem sincera, achei o filme até melhor que o primeiro. O roteiro tá mais redondinho, mais bem amarrado e a quantidade de ação é muito maior. E eu que adoro filme com muita ação e porradaria, curti bastante. Não tem enrolação, o ritmo é ótimo e os personagens estão ainda mais carismáticos.

O grupo formado pelo Sr. Lobo, a Srta. Tarântula, o Sr. Tubarão, o Sr. Piranha e a Sr. Cobra está de volta — e é justamente essa turma que dá todo o tempero do filme. Cada um brilha no seu estilo, seja nas piadas, nas trapalhadas ou nas cenas de ação, que estão ainda melhores nesta sequência. O filme também inicia com uma leve explicação do que aconteceu nesse intervalo de tempo entre o primeiro filme (2022) até chegarmos nos dias atuais.

Se a primeira vez dessa turma nas telonas já tinha feito barulho, tanto que chegou até o Oscar, concorrendo como Melhor Animação, a continuação veio ainda mais forte. E olha, pelo que vi hoje, o segundo também tem grandes chances de seguir o mesmo caminho. A safra de animações esse ano não tá tão forte, e Os Caras Malvados 2 chega com tudo, com cara de favorito mesmo, pra brigar por uma indicação ao Oscar 2026.

É um filme divertido, daqueles que as crianças adoram e os adultos também se divertem junto. Ele honrou muito o que foi construído no primeiro longa — e mais do que isso, superou. Na minha opinião, este é melhor que o primeiro. Aliás, a trilha sonora tá muito fofa também. Vale a pena conferir no cinema!

Está na hora de Taylor Swift ter o seu Super Bowl

Atual líder do pop mundial é a favorita nas cotações para ser atração principal do Super Bowl em 2026

Foto: Televisa Music

Nos últimos dias, entre um destino e outro, peguei alguns Ubers que — por coincidência ou destino — estavam tocando Taylor Swift. Como se dissesse: “Toma aqui, adolescente!”. E tudo bem, eu até entendo. Tenho essa cara mesmo. Mas a verdade é que tenho 31 anos. Gosto da Taylor, claro, mas não com a intensidade apaixonada das adolescentes. Ou, pelo menos, não gostava tanto assim.

Quanto mais essa trilha sonora inesperada me cercava — no carro, no shopping, no rádio, em qualquer lugar — mais eu comecei a entender o porquê de ela ser a dona da indústria atualmente. Foi aí que decidi: vou parar e assistir esse tal de Eras Tour. E olha… Demorei, eu sei. Mas finalmente assisti ao The Eras Tour e entendi tudo. O hype faz sentido. O alvoroço das adolescentes faz sentido. A Taylor Swift? Um fenômeno. E não é só uma grande artista — ela está em outro patamar. The Eras Tour é, sem dúvida, um dos maiores shows que uma diva pop já fez na história.

Um espetáculo de três horas que mais parece uma viagem emocional coletiva. A produção é impecável, a narrativa é bem costurada, e Taylor domina o palco de um jeito que é quase hipnótico. Mas a mágica vai além da técnica. Ela tem algo que não dá pra ensinar: conexão. Não é só presença de palco, é presença de alma. Ela olha, canta, dança e você tem a impressão de que é tudo só pra você. Ela fala com a plateia e você sente que está conversando com uma amiga. Como pode?

Poucos artistas conseguem isso. Talvez Beyoncé, talvez Lady Gaga, mas em outra chave, em outro tom. A Taylor faz isso de um jeito quase ilógico. Não dá pra explicar. Você sente. E é por isso que o Eras Tour vai além de um show — vira uma experiência que muda algo dentro da gente. Juro. Saí transformada. Ela já passou do título de “diva pop”. O que ela tem com o público dela é um fenômeno geracional que a transformou na dona da industria musical na atualidade.

A geração Z ama a Taylor por um motivo: ela traduz sentimentos, fases da vida, traumas, alegrias e tudo o que vem no meio. E faz isso com música boa, com inteligência e com verdade. A loirinha é sensacional. Com atraso, sim. Mas entendi. Taylor Swift é simplesmente uma artista completa. E The Eras Tour é um showzaço. Não é exagero, é entrega. Ela não é só pop. Ela é um acontecimento. Por esses e outros motivos, merece ter seu Super Bowl em 2026.