Mesmo com críticas e seus defeitos, Galvão segue sendo o melhor narrador do futebol brasileiro

Quem sobreviveu ao Paulistão na TNT, sabe do que estou falando!

Foto/Reprodução: Instagram

Galvão em 2022: “Tchau, galera. Vô aposentar!”. Galvão em 2025: “Bem, amigos da Prime Video!!”

Sim, Galvão Bueno voltou a narrar futebol com a pompa que merece sendo a principal estrela das transmissões ao vivo pela Prime Video. Sua estreia foi em um jogo do Corinthians e já tinha dado o que falar. Ontem, Fluminense x Santos foi com ele no comando — e, como sempre, os “NeymarZets” estavam atentos, prontos pra destilar veneno diante da sinceridade de Galvão. Estão doídos e não é de hoje – “ain num fala do menino Ney”… Enfim, no jogo deste domingo, muitos criticaram o tom, o ritmo, os erros e os exageros do narrador. Sim, ele comete erros. Sim, já teve narrações mais afiadas. Ele não está mais no auge.

Mas a verdade é uma só: não existe ninguém como Galvão Bueno na TV, no rádio ou no streaming. Ele é a maior voz da televisão brasileira e do futebol nacional. Não adianta forçar a barra procurando outro nome equivalente. A nova geração de narradores? Fraquíssima. Parece que foram criados narrando com o playstation no sofá de casa. É uma tentativa atrás da outra de emplacar nomes sem carisma, sem pegada, sem paixão verdadeira pela bola rolando e sem condição nenhuma de aguentarmos ouvir a voz da pessoa por mais de 90 minutos.

A Globo e o SBT, por exemplo, tentam, insistem, martelam — e nada. Porque talento não se fabrica em laboratório. E carisma, muito menos. Aliás, o que mais falta na atual geração de narradores é justamente o carisma que faz toda diferença para cativar o público neutro e os torcedores fanáticos. Como entender Tiago Leifert narrando Champions League no SBT? E se alguém teve o desprazer de assistir ao Paulistão pela TNT, sabe exatamente do que estou falando. Os narradores são um pesadelo sonoro.

Falam muito, sentem pouco. Gritam sem razão, erram nome de jogador, confundem emoção com histeria. Pavor. Nem o Gusttavo Lima grita tanto quando faz show de 5 horas. Ao menos o grito dele vem de uma voz afinada e de uma música boa. Os narradores da atualidade gritam sem motivo e com um exagero sem tamanho. É tudo tão genérico que parece que estão narrando em um aplicativo de inteligência artificial com delay.

A diferença de Galvão para os demais é que ele viveu tudo. Tem uma bagagem como nenhum outro tem. Ele carrega toda essa história na voz. Narrou Copas, Maradona, Pelé, Messi, Zico, finais de campeonatos inesquecíveis e ainda media um debate como ninguém. Ele viu a história acontecer — e faz parte dela em décadas de profissão. Por isso, quando ele grita “haja coração!”, não é só um bordão. É sua verdade, sua nostalgia e sua alma transmitida em cada lance.

Galvão tem licença poética para errar nome, se enrolar num lance ou outro e às vezes parecer perdido numa transmissão moderna. Mas quando Galvão fala, o Brasil escuta. Quando ele narra, todos sentem a emoção que poucos hoje conseguem passar ao público. Felizmente ou não, só existe um Galvão. E, mesmo com os defeitos de hoje, ele ainda é o melhor. Na verdade, ele é o melhor e o maior em tudo o que faz. O resto? O resto grita tentando ser ouvido, seja narrando ou tentando apresentar um programa. Mas voz de verdade não se improvisa ou se fabrica.

Se lembram que muitos reclamavam de Faustão aos domingos em seus últimos anos, atacando o apresentador e sempre sugerindo sua aposentadoria? Pois bem, olhem o que os domingos viraram hoje. Em seu horário, temos um Caldeirão do Huck genérico, com atrações cada vez mais bobas que vem perdendo a soberana audiência para as concorrentes Record e SBT. Faustão saiu do Domingão e hoje todos sentem falta. Galvão ainda está aí! Não esperem ele se despedir de vez para dizer mais tarde que “jogo bom era com o Galvão narrando”. Aproveitem ao máximo do que ele ainda pode proporcionar ao futebol. Quando for a hora do adeus, ninguém ocupará seu lugar com o mesmo gabarito.

Calcinha Preta: Confira o repertório e tudo que rolou na primeira gravação do Atemporal 2

Foto: Festival Atemporal

O Atemporal que aconteceu neste sábado (12), em Maceió, foi mais uma prova da força e da imensidão que é o fenômeno Calcinha Preta. O público alagoano lotou o entorno do palco 360° com uma energia que só esse evento sabe proporcionar. Os figurinos impecáveis, como sempre, deram um toque de espetáculo a cada entrada dos cantores, e as surpresas da noite deixaram os fãs em êxtase. Bell Oliver apareceu de visual novo, com o famoso cabelão que o fez ser sucesso, e foi impossível não se emocionar. Dennis Nogueira também marcou presença como convidado especial da noite e fez bonito no palco, cantando os hits que foram marcantes em sua voz na banda.

A emoção foi ainda maior com a presença de nomes históricos como Berg Rabelo, Marlus Viana e Raied Neto. A nostalgia bateu forte e a plateia vibrou com cada entrada desses ícones que marcaram gerações. Mesmo com a chuva que caiu durante o show, ninguém arredou o pé — pelo contrário, a água do céu só aumentou a emoção e deu um charme especial à noite. Silvânia Aquino estava deslumbrante, dominando o palco com seu carisma e sua voz potente. Ela é, sem dúvidas, um dos grandes pilares dessa história que nunca envelhece. Claro que Daniel Diau e O’hara Ravick também brilharam junto ao excelente repertório da noite.

No entanto, um ponto que precisa ser revisto é a organização da programação. A demora entre as atrações que antecederam o show principal deixou o público visivelmente cansado. Márcia Fellipe, apesar de ter feito o melhor show entre os convidados, teve um tempo de palco absurdamente curto, o que gerou frustração entre muitos fãs. A verdade é que o festival já passou da hora de repensar seu formato: menos atrações e mais Calcinha Preta no palco.

Desde o ano passado, o público vem pedindo isso: um espaço onde a banda possa brilhar por mais tempo, sem tantas interrupções ou interlúdios que só servem para prolongar a espera. Quem vai ao Atemporal quer viver o universo de Calcinha Preta intensamente — e isso inclui mais músicas, mais tempo de palco e uma experiência mais fluida do início ao fim.

A grandiosidade da Calcinha Preta, banda que revolucionou o forró, merece ser protagonista não só no palco, mas em toda a estrutura do evento. É preciso um olhar mais cuidadoso na organização, desde a compra dos ingressos até os momentos finais do festival. Maceió entregou mais um espetáculo, mas a altura da banda exige que o Atemporal seja cada vez mais enxuto, coeso e pensado com o coração de quem realmente entende o que significa ser apaixonado pela Calcinha de verdade. E o projeto ainda terá gravações em outras cidades neste ano. Aguardemos!

As músicas gravadas no Atemporal 2 em Maceió foram:

  • Onde o sonho mora
  • Versos e promessas (Tem mais alguém?)
  • Longe
  • A casa caiu
  • Faço chover
  • Te acho tão linda
  • Encruzilhada
  • Palavras
  • Quem sabe um dia
  • Sou assim, não vou mudar
  • Fotografias
  • Meu anjo
  • Tutti-frutti / Não se apaixone não

Quem se deu bem no sorteio do Carnaval carioca 2026?

Foto: Rio Carnaval

O sorteio da ordem dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial para o Carnaval do Rio de Janeiro em 2026 foi realizado ontem na Cidade do Samba, marcando o início da contagem regressiva para o maior espetáculo da Terra. Com a presença de representantes das agremiações e entusiastas do samba, o evento definiu as datas e a sequência das apresentações que ocorrerão no Sambódromo da Marquês de Sapucaí nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro do ano que vem.

A expectativa é grande, especialmente após as mudanças implementadas nos últimos anos que visam tornar os desfiles ainda mais competitivos e emocionantes. Em 2025, a LIESA (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro) inovou ao dividir os desfiles do Grupo Especial em três noites, com quatro escolas se apresentando por noite. Essa estrutura permitiu uma distribuição mais equilibrada das agremiações e proporcionou ao público uma experiência mais intensa e diversificada.

Espera-se que essa mesma configuração funcione novamente para 2026, com ajustes baseados nas avaliações e feedbacks recebidos. A ordem dos desfiles para o Carnaval de 2026 será crucial para as estratégias das escolas, influenciando desde a logística até a preparação dos componentes. A posição de desfile pode impactar a visibilidade e a percepção do público e dos jurados, tornando o sorteio um momento de tensão e expectativa para todas as agremiações envolvidas.

Além disso, o Desfile das Campeãs, programado para o sábado seguinte ao Carnaval, reunirá as seis escolas melhor colocadas, oferecendo ao público a oportunidade de rever as apresentações mais aclamadas. Este evento é tradicionalmente um dos mais aguardados, celebrando o talento e a dedicação das agremiações que se destacaram na competição, especialmente a campeã do ano.

Com a ordem dos desfiles definida, as escolas de samba intensificam seus preparativos, buscando superar os desafios e encantar o público com criatividade, ritmo e emoção. O Carnaval do Rio de Janeiro em 2026 promete ser uma celebração inesquecível da cultura e da paixão que movem o samba. Enredos inovadores devem ser anunciados em breve. Quem se deu bem no sorteio? Imperatriz no domingo, Viradouro e Beija-Flor na segunda e Grande Rio na terça; mas principalmente o Salgueiro, que encerra o carnaval no terceiro e último dia. Destaques para a Vila Isabel que também desfila na terça, estreando com sua dupla de carnavalescos Leonardo Bora e Gabriel Haddad.

Desfilar domingo tem sido desafiador nesse novo formato, mas com o julgamento cada vez mais nivelado, tudo pode acontecer. Se uma escola desfila no domingo ou na segunda sobrando e riscando o chão da avenida, resta as outras superá-las. E nem sempre isso é fácil de acontecer. Ainda mais hoje com o título sendo decidido em mínimos detalhes. A sorte está lançada para 2026!

Acredite: Krypto está sofrendo hate nas redes sociais

Gente tóxica tem reclamado da performance do dog no trailer de Superman;

Foto: Warner Bros

NESSAS HORAS A GENTE TORCE PRO TRUMP APERTAR O BOTÃO ATÔMICO E EXPLODIR TUDO! Criticar CGI, atores, roteiro e direção é algo normal no mundo nerd antes mesmo de um filme estrear nos cinemas. Mas agora, extrapolaram a noção de vez. Críticas incontáveis surgiram na última semana direcionadas ao querido Krypto, doguinho que promete roubar toda a atenção no novo filme de “Superman” interpretando o Supercão. O aguardado logametragem, dirigido por James Gunn, tem sua estreia prevista para 10 de julho deste ano com altas chances de ser a obra do ano na sétima arte.

O personagem Krypto, tradicionalmente conhecido nos quadrinhos como o leal companheiro de Superman, terá um papel significativo na nova adaptação cinematográfica. Historicamente, ele é um cão originário de Krypton, enviado à Terra, onde desenvolve habilidades semelhantes às de Superman. Um pulo dele derruma muita gente. Nos quadrinhos, ele simboliza a conexão de Clark Kent com suas raízes kryptonianas e oferece apoio emocional ao herói, o ajudando em importantes momentos.

No filme de Gunn, Krypto manterá essa origem alienígena, reforçando sua ligação profunda com Superman. A inspiração para a inclusão de Krypto no filme veio do próprio cachorro de James Gunn, chamado Ozu. O cineasta adotou Ozu durante o processo de escrita do roteiro e compartilhou que o comportamento desafiador do animal o fez refletir sobre como seria lidar com um cão superpoderoso. Essa reflexão levou à decisão de integrar Krypto à narrativa do filme. 

Diferentemente de algumas adaptações anteriores, onde Krypto possuía a habilidade de falar, James Gunn esclareceu que, nesta versão, o Supercão se comunicará apenas por meio de latidos, mantendo-se fiel ao comportamento canino realista. Além disso, Gunn destacou que embora Krypto seja frequentemente retratado como um cão branco genérico, sua versão no filme será multiversal, não se encaixando necessariamente em raças terráqueas específicas.

A presença de Krypto no filme de Superman promete adicionar uma camada emocional e nostálgica à história, explorando a relação única entre o herói e seu fiel companheiro canino. No trailer lançado recentemente, o público pode ver que o dog será muito espuleta e sagaz. E foi justamente isso que incomodou algumas pessoas. Estavam reclamando que ele pulou demais durante sua performance em minutos de trailer. Onde já se viu isso?!

Bom, os fãs sensatos aguardam ansiosamente para ver como essa dinâmica será retratada nas telonas. Segundo críticos americanos que assistiram a uma exibição do filme na semana passada, “Superman” tem um tom leve na sua história e promete ser mais coração do que razão. Vindo de James Gunn, a expectativa só aumenta para vermos toda ação de David Corenswet e seu escudeiro Krypto.

Foto: DC Comics

Rionegro & Solimões estão cometendo o mesmo erro de Bruno & Marrone

Foto: Instagram

Tem coisas que a gente custa a entender. Uma delas é ver artistas consagrados jogando o talento fora com escolhas duvidosas. Rionegro & Solimões estão atravessando uma dessas fases. A dupla, que ajudou a construir a identidade do sertanejo nos anos 90 e 2000, agora parece perdida, tentando seguir tendências que não combinam com sua essência. Estão errando como Bruno & Marrone: insistindo em músicas fracas, sem alma, como se isso fosse abrir espaço entre os artistas mais jovens. Spoiler: não vai.

Me surpreendi recentemente com um anúncio deles no instagram, oferecendo um pix de 400 reais para quem se cadastrasse na promoção e ouvisse a nova música “O Peão Voltou”. Tá aí uma coisa que só artista que necessita de engajamento faz em lançamento de música ruim. E outra: Nem pagando ouvirei algo produzido pelo produtor musical inominável deles, que – acredite – é aquele mesmo que tem estragado a vida de Bruno & Marrone. Coincidência? Infelizmente não!

Rionegro & Solimões têm repertório para cantar pelo resto da vida sem precisar lançar mais nada, assim como Leonardo e Zezé & Luciano, por exemplo. Uma dupla que já entendeu isso claramente são os conterrâneos de R&S vindos de Franca (SP), Gian & Giovani, que lançaram um projeto do Lado B deles mesmos recentemente. Se montassem um show só com os sucessos antigos de Rionegro & Solimões, seria um espetáculo de primeira — cheio de emoção, lembrança boa e respeito do público.

E o mais curioso é que, anos atrás, eles até arriscaram algo diferente com “O Cowboy Vai Te Pegar”. Era comercial, divertido e até funcionava dentro do seu tempo. Mas o que vem sendo lançado agora está muito abaixo da média. Falta inspiração, falta verdade. Não tem público jovem, nem experiente que goste. É como se estivessem tentando agradar um público que nem é o deles. E nessa tentativa de se reinventar a qualquer custo, estão se afastando justamente dos fãs que os colocaram onde estão. É triste ver artistas desse tamanho presos à ideia de que precisam parecer modernos o tempo todo. Não precisam. Precisam apenas ser eles mesmos.

Leonardo entendeu isso perfeitamente, como já citado. O cantor vai gravar um DVD com 50 clássicos da própria carreira. Isso é reconhecer o valor do próprio legado. É ter consciência do impacto que a sua história tem na vida das pessoas. Rionegro & Solimões poderiam seguir por esse mesmo caminho: olhar para trás com orgulho e usar isso como combustível, em vez de se perder tentando acompanhar modinhas que não têm nada a ver com eles.

Ainda dá tempo de virar esse jogo. Mas, pra isso, é preciso lembrar quem eles são. E lembrar que a história que eles construíram vale muito mais do que qualquer hit descartável. Inclusive, Rionegro teve composições incríveis feitas junto com o parceiro de caneta, Domiciano. Só essas obras gravadas principalmente por Chrystian & Ralf dariam um projeto surreal de diferente e com muita qualidade. Ah, difícil a vida de quem gosta de sertanejo atualmente, não é mesmo? Vamos ouvir as guitarras do Ximbinha mesmo, pra não passar mais raiva ainda!

“Vitória” é a maior bilheteria da carreira de Fernanda Montenegro, que pode voltar ao Oscar

Foto: Sony Pictures

Não assistiu Vitória ainda? Olha que o Major Messias vai atrás de você, hein… O filme segue firme como um fenômeno de bilheteria, mesmo diante da forte concorrência de grandes lançamentos como Branca de Neve, em sua nova versão live-action, e o aguardado Minecraft, adaptação do popular jogo que acabou de estrear. Com uma trama envolvente, direção sensível e atuações marcantes, o longa conquistou não apenas o público brasileiro, mas também vem despertando atenção internacional.

Em meio a blockbusters recheados de efeitos visuais, Vitória brilha ao apostar na emoção, no roteiro bem construído, realista e em uma narrativa profundamente humana. O filme foi visto até agora por mais de 585 mil pessoas e arrecadou 12 milhões em bilheteria, se tornando a maior da carreira da protagonista da produção, Fernanda Montenegro. A atriz que entrega uma das atuações mais potentes de sua trajetória, já foi indicada ao Oscar em 1999 por Central do Brasil, mas acabou perdendo para Gwyneth Paltrow (conhecida como viúva do Tony Stark).

Agora, a “dama da dramaturgia brasileira” retorna aos holofotes da crítica com chances de uma merecida “vingança”. Sua performance em Vitória tem sido amplamente elogiada pela crítica especializada e a produção do filme já começou a trabalhar para o caminho até o Oscar. O filme conta a história real de Joana da Paz, uma mulher que enfrentou um sistema muito bem articulado entre tráfico e milícia para se libertar de todo perigo que presenciava pela janela de seu apartamento.

A narrativa dialoga com temas urgentes como a violência, a dignidade e a redenção, sem cair em clichês. Essa combinação tem encantado plateias diversas, emocionando desde jovens cinéfilos até espectadores mais experientes, muitos dos quais acompanham Fernanda Montenegro há décadas. O longa foi muito fiel aos principais pontos descritos no livro “Dona Vitória – Joana da Paz”, escrito por Fábio Gusmão, vivido no filme por Alan Rocha.

Mesmo com o apelo comercial de Minecraft, que atrai o público infantojuvenil em massa, e com o fascínio visual de Branca de Neve, que aposta em nostalgia e magia, Vitória vem se mantendo no topo do ranking de ingressos vendidos. O filme prova que ainda há espaço para dramas adultos e sensíveis em meio ao domínio dos grandes estúdios e efeitos especiais. Esse feito é literalmente uma vitória para o cinema nacional e para os fãs de histórias contadas com o coração.

A possível indicação de Fernandona ao Oscar 2026 já é tratada como uma reparação histórica. Se for indicada, a atriz poderá encerrar sua carreira com a estatueta que muitos consideram ter-lhe sido injustamente negada há 26 anos. Vitória é mais do que um filme de sucesso — é um símbolo da força do cinema brasileiro, da resistência dos grandes artistas do elenco e da arte que, mesmo em tempos digitais, ainda emociona e transforma nossas vidas.