Categoria: Celebridades

Única coisa boa de “Vale Tudo” é a abertura

Foto: Globoplay

A tão aguardada estreia do remake de “Vale Tudo” ocorreu na noite desta segunda-feira. Infelizmente, o primeiro capítulo não correspondeu às expectativas, apresentando uma narrativa engessada e atuações caricatas que não conseguiram capturar a essência da trama original. Apenas Taís Araújo e Antonio Pitanga brilharam de verdade com seus personagens.

A interpretação de Cauã Reymond como César, um modelo charmoso e oportunista, deixou a desejar. Apesar de sua reconhecida beleza, sua performance não convenceu no papel de sedutor, parecendo deslocada e sem a profundidade necessária para dar vida ao personagem. Parece que Cauã está tentando ser o galã de “Malhação”, jovenzinho do rolê, mas sem ter mais idade pra isso.

O roteiro original da novela de Gilberto Braga, agora adaptado por Manuela Dias, mostrou-se previsível e sem a intensidade que marcou a versão de 1988. As cenas careceram de emoção genuína, e os diálogos soaram artificiais, dificultando a conexão do público com a história. A antagonista, Maria de Fátima vivida por Bella Campos, também não convence.

Além disso, a direção artística de Paulo Silvestrini não conseguiu imprimir um ritmo envolvente ao episódio inaugural. As sequências foram conduzidas de maneira burocrática, sem inovações que pudessem revitalizar a narrativa para os telespectadores contemporâneos. Mas como dizem por aí, é só o primeiro capítulo. “Vale Tudo” recebeu o público do Jornal Nacional com 24 pontos de audiência, oscilou entre 22 e 25 pontos, terminando com média de 24,09.

O único destaque positivo – para mim, na minha bolha – foi a abertura da novela, que manteve a icônica canção “Brasil” na voz de Gal Costa, homenageando a produção original e trazendo um momento de nostalgia para os fãs com a presença de Gal ao final do clipe. No entanto, esse acerto isolado não foi suficiente para salvar um primeiro capítulo que, até o momento, não justificou o investimento em um remake de um clássico tão querido da teledramaturgia brasileira. Seguirei com minhas atividades no horário nobre. A novela não me conquistou.

O que esperar do estrelado elenco de “Avengers: Doomsday”? Doutor Estranho e Dogpool ficaram fora

Foto: Marvel Studios

Vingadores: Doomsday”, programado para estrear em 1º de maio de 2026, promete ser um marco no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), reunindo um elenco estelar que combina rostos familiares e novas adições. Entre os retornos notáveis estão Chris Hemsworth como Thor, Anthony Mackie como Capitão América e Tom Hiddleston brilhando em seu papel como Loki. Surpreendentemente, Robert Downey Jr. retorna ao MCU, desta vez interpretando o icônico vilão Doutor Destino.

Além disso, o filme contará com a participação de Patrick Stewart e Ian McKellen, reprisando seus papéis como Professor X e Magneto, respectivamente, integrando os X-Men ao enredo. Novos membros do elenco incluem Vanessa Kirby como Sue Storm e Pedro Pascal como Reed Richards, do Quarteto Fantástico. Com o elenco estrelado, a Marvel entra em um momento decisivo, e “Vingadores: Doomsday” precisa ser um grande acerto para reacender o entusiasmo dos fãs. Além dos 27 nomes já anunciados, outros tão bons quanto ainda podem surgir nos próximos meses.

A ausência do Doutor Estranho, interpretado por Benedict Cumberbatch, chamou a atenção da crítica. Cumberbatch revelou que seu personagem não aparecerá em “Vingadores: Doomsday” devido a mudanças na narrativa após a saída de Jonathan Majors, que originalmente interpretaria Kang. O ator mencionou que o Doutor Estranho “não se alinha com esta parte da história”, mas garantiu que o personagem terá um papel significativo em “Vingadores: Guerras Secretas”, previsto para 2027. 

Sem o ‘Mago Supremo’ até o momento, o roteiro levanta questões sobre como a trama lidará com as ameaças multiversais. No entanto, a inclusão de Loki, o deus mor da atualidade, sugere que o filme explorará as complexidades das linhas do tempo e do multiverso sob uma nova perspectiva. Loki tem sido a figura central nas narrativas relacionadas ao multiverso, especialmente após os eventos da série “Loki”, onde ele desempenhou um papel crucial na compreensão e manipulação das realidades alternativas.

Agora, uma ausência super sentida é a de Dogpool. Como assim a protagonista de “Deadpool & Wolverine” não vai encarar o Doutor Destino? Brincadeira à parte, os nomes de Ryan Reynolds e Hugh Jackman também são sondados para estarem presente na trama, já que o filme de 2024 dos dois parceiros foi fenômeno de bilheteria e agora eles fazen oficialmente parte do MCU. MAS DEVERIAM LEVAR A DOGPOOL TAMBÉM, NEM QUE FOSSE PRA COMER SHAWARMA NO PÓS-CRÉDITO.

Foto: Variety

Além disso, a introdução do Doutor Destino como principal antagonista adiciona uma camada de profundidade a história que vai se desenrolar. Conhecido por sua inteligência estratégica e domínio de tecnologias avançadas, Dr. Destino representa uma ameaça formidável que não depende necessariamente de elementos místicos, permitindo que a narrativa se concentre em conflitos de poder, ciência e domínio interdimensional. Não espero menos do que un encontro dele com o Homem Aranha adolescente da voz fina dizendo com sotaque carioca: SENHOR STARK SENHOR STARK – Victor von Doom respondendo: SENHOR STARK É O CARALHO! AQUI É DOUTOR DESTINO PORRA!! (diálogo inspirado em Cidade de Deus…).

Enfim, o que importa é que com essa combinação de personagens icônicos e a promessa de uma história envolvente, “Vingadores: Doomsday” tem o potencial de expandir ainda mais os horizontes do MCU, explorando novas dinâmicas e preparando o terreno para futuros confrontos épicos. Após uma recepção mista de algumas produções recentes, a Marvel tem o desafio de entregar uma narrativa coesa e impactante. O sucesso de “Doomsday” será crucial não apenas para estabelecer um novo rumo para a franquia, mas também para pavimentar o caminho até “Guerras Secretas”, que promete ser um dos maiores eventos da história do cinema de super-heróis.

Confira o elenco completo:

  • Robert Downey Jr.
  • Pedro Pascal
  • Chris Hemsworth
  • Vanessa Kirby
  • Anthony Mackie
  • Sebastian Stan
  • Channing Tatum
  • Letitia Wright
  • Paul Rudd
  • Wyatt Russell
  • Tenoch Huerta Mejia
  • Ebon Moss-Bachrach
  • Simu Liu
  • Florence Pugh
  • Kelsey Grammer
  • Lewis Pullman
  • Danny Ramirez
  • Joseph Quinn
  • David Harbour
  • Winston Duke
  • Hannah John-Kamen
  • Tom Hiddleston
  • Patrick Stewart
  • Ian McKellen
  • Alan Cumming
  • Rebecca Romijn
  • James Marsden

Caso Irmãos Menendez sofre reviravolta

Foto: ABC News

O caso dos irmãos Erik e Lyle Menendez voltou a ganhar destaque nos últimos meses e recebeu uma onda de apoio muito positiva para que os irmãos pudessem ter a pena revista pela Justiça. No entanto, o procurador de Los Angeles, Nathan Hochman, rejeitou hoje a petição para um novo julgamento. Os irmãos, condenados à prisão perpétua pelo assassinato dos pais, Jose e Kitty Menendez, alegam que foram vítimas de anos de abuso sexual por parte do pai e que isso motivou o crime. Novidades no caso envolvendo crimes graves por parte de Jose Menendez vieram à tona recentemente, como nos depoimentos do ex-Menudo Roy Rosselló.

A recente tentativa de reverter a sentença ainda teve como base novas alegações de testemunhas que reforçam a narrativa do abuso, algo que já foi apresentado durante os julgamentos dos anos 1990, mas que não impediu a condenação por homicídio qualificado. No entanto, a história dos Menendez ganhou uma nova perspectiva nos últimos anos, especialmente após o lançamento da série documental da Netflix “The Menendez Murders: Erik Tells All” e o fenômeno nas redes sociais que se seguiu com a série baseada no caso, “Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais” que rendeu indicações ao Globo de Ouro ao elenco.

A série reacendeu a comoção pública em torno do caso, levando muitos a questionar se os irmãos receberam um julgamento justo ou se foram vítimas de um sistema que ignorou seu sofrimento. Campanhas nas redes sociais e um grande número de apoiadores vêm pedindo que suas sentenças sejam reconsideradas, argumentando que a justiça falhou ao desconsiderar o histórico de abusos na decisão final.

Apesar da nova onda de apoio, Hochman manteve a condenação, afirmando que as novas provas não são suficientes para justificar um novo julgamento. A decisão frustrou aqueles que acreditam que Erik e Lyle foram punidos de maneira desproporcional, enquanto outros defendem que o assassinato dos pais, independentemente das circunstâncias, foi um crime imperdoável.

O caso Menendez continua a dividir opiniões e a gerar debates sobre trauma, abuso e o funcionamento do sistema judicial. Para os irmãos, a luta por justiça ainda não acabou, e para o público, a questão permanece: foram eles assassinos frios ou vítimas desesperadas que não viram outra saída? Você no lugar deles teria feito o mesmo? Independente dessas questões, o caso merecia ser revisto. Mas a Justiça americana é complexa e não será fácil reverter uma pena a favor deles.

Crítica de “A Substância” fica escancarada com premiação na categoria de “Melhor Atriz” no Oscar

Foto: ABC News

O Oscar 2025 trouxe uma das disputas mais intrigantes da categoria de Melhor Atriz dos últimos anos. De um lado, duas veteranas consagradas: Fernanda Torres, aclamada no cinema e na TV brasileira com o filme “Ainda Estou Aqui”; e Demi Moore, um ícone de Hollywood com décadas de carreira que protagonizou o filme “A Substância”. Do outro, uma jovem promessa de apenas 25 anos, Mikey Madison, que acabou levando a estatueta pela atuação em “Anora”.

A ironia que a vitória de Mikey trouxe foi justamente apresentada no longa dirigido por Coralie Fargeat. “A Substância” é um thriller psicológico carregado de simbolismos e críticas sociais. A trama aborda a obsessão da sociedade pela aparência perfeita e pela eterna juventude, explorando até onde as pessoas estão dispostas a ir para manter uma imagem idealizada. Nesta temporada do cinema, Fernanda Torres e Demi Moore entregaram performances arrebatadoras em seus filmes, com camadas de emoção e profundidade, capturando toda a angústia e a decadência das personagens presas nesse ciclo destrutivo.

Fernanda, que há anos escolhe projetos desafiadores e pouco óbvios, teve uma atuação visceral, sendo considerada por muitos críticos como a melhor de sua carreira. Demi Moore, por sua vez, brilhou ao interpretar uma personagem que parecia dialogar diretamente com sua própria trajetória em Hollywood, onde a pressão estética sempre foi uma realidade cruel para as mulheres. Ambas foram aclamadas por suas atuações e chegaram ao Oscar como favoritas. Era o duelo mais justo caso uma delas levasse o prêmio mais concorrido da noite.

No entanto, foi Mikey Madison quem saiu vencedora. A jovem atriz entregou uma performance bacana em “Anora”, mas sua vitória levantou questionamentos, pois sua atuação jamais chega aos pés dos trabalhos de Demi e Fernanda. No fim das contas, o filme que criticava o culto à juventude acabou tendo seu roteiro escancarado ao vivo com a candidata mais jovem entre as indicadas vencendo. Essa escolha só reforça exatamente aquilo que “A Susbtância” pretendia denunciar na indústria. A decisão da Academia pareceu um reflexo irônico da própria realidade que nunca mudará.

A escolha na categoria revoltou a todos, não diminuindo o talento de Madison, que tem uma longa carreira pela frente; mas levantando debates sobre a maneira como Hollywood decide premiar na hora errada quem ainda não mereça. No fim das contas, “A Substância” se mostrou profético dentro do próprio Oscar. A vitória de Mikey Madison reforçou a ideia central do filme, provando que, em Hollywood, a juventude ainda é a substância mais valiosa em seu mundo abstrato.

Nessa premiação, também ficou claro que o lobby para vencer um Oscar ainda é mais importante do que o merecimento de um verdadeiro trabalho. E a crítica feita pelo roteiro insano vivido por Demi no longa foi consolidada para o mundo ver, ao mesmo tempo sendo jogada no lixo pela Academia.

Fernanda Torres ou Demi Moore: Apenas!

Foto: Globoplay

Não menosprezando o trabalho de ninguém, mas o Oscar de Melhor Atriz deste 2025 precisa ser entregue a Demi Moore ou a Fernanda Torres. Hoje, a Academia nos presenteou com uma disputa que já nasce histórica!

Demi e Fernanda, duas atrizes que habitam universos tão distintos, encontram-se na mesma categoria, concorrendo ao Oscar de Melhor Atriz. Não é apenas um duelo de performances brilhantes – é um encontro entre estilos, culturas e formas de viver o cinema que nos prenderam em frente a grande tela.

Demi Moore ressurge nos holofotes como Elizabeth Sparkle em A Substância, uma obra carregada de simbolismos em um cenário distópico que utiliza o terror e a crítica ao mundo que vive buscando a beleza da juventude junto à inalcançavel perfeição. Elizabeth é uma personagem intensa, multifacetada, que traduz a fragilidade e a força de alguém que luta para sobreviver em um universo de glamour à beira do colapso.

Demi com sua atuação desconstrói sua imagem de estrela clássica de Hollywood, entregando uma interpretação visceral, crua e, ao mesmo tempo, profundamente delicada em relação a mulher que chega aos seus 50+. É uma daquelas atuações que permanecem conosco, ecoando muito depois que os créditos sobem. Caímos na real após processar tudo o que A Substância retrata. Não foi do dia pra noite que saímos dançando “Pump it Up” como a Sue…

Do outro lado da batalha pelo Oscar, temos Fernanda Torres em Ainda Estou Aqui, encarnando Eunice Paiva, uma figura real, profundamente ligada à história recente do Brasil em seus tempos obscuros de Ditadura Militar. Eunice carrega em si as dores e as lutas de um país inteiro, e Fernanda empresta sua sensibilidade única para traduzir isso em tela.

Há uma humanidade no olhar de Fernanda, uma entrega que transcende a técnica dirigida por Walter Salles. É impossível não sentir cada respiração, cada pausa, como se a dor e a resistência de Eunice fossem também as nossas. Fernanda diz muito no filme até mais com seu silêncio e expressões do que com suas falas. Isso é a essência de uma grande interpretação.

Embora venham de escolas diferentes – a grandiosidade do cinema hollywoodiano de um lado e a intensidade emocional do cinema brasileiro do outro – ambas atrizes exploraram temas universais: resistência, transformação, coragem para encarar seus desafios. Demi e Fernanda transcenderam suas próprias trajetórias, entregando interpretações que mostram o poder do cinema em nos fazer enxergar, refletir e sentir tudo que elas transmitem. Uma pena as duas estarem vivendo tudo isso no mesmo ano. Queríamos as duas com a estatueta mais desejada do cinema nas mãos.

Mas o Oscar nunca é apenas sobre quem vence; é sobre as histórias que ele traz à tona, as vozes que ele amplifica e coroa com sua nomeação. Hoje, Demi e Fernanda já escreveram seus nomes em uma página especial da história do cinema, independente do resultado. Mais do que uma disputa, o que temos aqui é a celebração de duas artistas em seu auge, cada uma, à sua maneira, nos lembrando por que amamos tanto a sétima arte.

Fernanda aos 59; e Demi aos 62, nos ensina tanto sobre viver um sonho no amadurecimento da vida, quando lá atrás diziam que se passar dos 30 sem conquistas estávamos acabados. Poxa, sério mesmo?! Nós, jovens, quando chegarmos lá, não teremos uma substância verde para aplicar e criarmos nossa melhor versão. A melhor versão que temos somos nós mesmos.

Por curiosidade, as duas trocaram telefone no Globo de Ouro. Já pensou se vem um trabalho internacional com essa dupla? Seja quem for a vencedora, o verdadeiro prêmio é nosso, por testemunhar tamanha genialidade no cinema e por termos a certeza que tudo tem seu tempo certo para acontecer!

Foto: TMZ

Oscar 2025 será no domingo de Carnaval: Programe-se!

Após a vitória de Fernanda Torres no Globo de Ouro, o Oscar 2025 é a edição mais aguardada dos últimos tempos pelos brasileiros. Neste ano, a maior festa do Cinema mundial vai acontecer no mesmo dia do Carnaval, a maior festa popular do país que arrasta multidões. E, se isso já seria curioso por si só, ainda temos outro ingrediente especial: a possibilidade de um filme brasileiro sair vencedor na premiação.

Ou seja, este é o tipo de domingo em que as paixões vão transbordar de todas as formas possíveis. Agora eu me pergunto: como é que a gente se prepara para isso? De um lado, temos as escolas de samba desfilando no auge de sua energia, com suas cores, histórias e ritmos pulsando no coração dos foliões. De outro, os fãs de cinema, vestidos de gala (ou pijamas), prontos para acompanhar cada premiação, torcer por seus favoritos e debater os discursos.

A torcida vai ser reforçada, pois além do filme “Ainda estou Aqui” concorrer nas mais importantes categorias, a atriz Fernanda Torres é uma das grandes favoritas para levar o Oscar. Mas o que fazer quando você é apaixonado por Carnaval e por Cinema? Bom, se tem uma coisa que brasileiro sabe fazer bem, é misturar as coisas e transformar em festa.

Hoje com os streamings nos ajuda a se dividir em uma programação que cai no mesmo horário. Quem quiser se dividir, vai conferir ao vivo o desfile das escolas de samba na Globo e no Globoplay. Já a premiação mais desejada do Cinema vai ser transmitida pelos canais Max e TNT.

No fundo, Carnaval e Oscar não são tão diferentes assim. Ambos contam histórias, emocionam, e refletem culturas. O Carnaval faz isso com seus sambas e enredos a cada ala das escolas. Enquanto o Cinema nos faz viajar com roteiros e performances nas telonas. Talvez o segredo seja aceitar que esse domingo será mesmo um espetáculo duplo, em que cada um escolhe sua forma de se emocionar.

E para compensar os domingos tediosos, 2025 nos presenteou com um domingo inusitado, uma espécie de mashup entre o Samba e o Cinema. Isso não podia ser mais brasileiro. Enquanto Hollywood aplaude, as baterias das escolas de samba também estarão ecoando. Seja nas arquibancadas do Sambódromo, seja no sofá de casa, esse dia promete ser histórico.

Aliás, o Carnaval de 2025 traz mudanças no regulamento das escolas de samba do Rio de Janeiro. Serão três noites de desfiles. No domingo junto ao Oscar, favoritas ao título como Viradouro e Imperatriz vão entrar na avenida.

A ordem dos desfiles do Rio de Janeiro será:

Domingo (2 de março):

1) Unidos de Padre Miguel

2) Imperatriz Leopoldinense

3) Unidos do Viradouro

4) Estação Primeira de Mangueira

Segunda (3 de março):

1)Unidos da Tijuca

2) Beija-Flor de Nilópolis

3) Acadêmicos do Salgueiro

4) Unidos de Vila Isabel 

Terça (4 de março):

1) Mocidade Independente de Padre Miguel

2) Paraíso do Tuiuti

3) Acadêmicos do Grande Rio

4) Portela 

Prepare a pipoca para o red-carpet e muita bebida para curtir esse domingo do maior espetáculo da terra, com uma pitada do glamour de Hollywood!

Foto: TurismoRJ