Categoria: Celebridades

O Diabo Veste Prada 2 tem novo trailer e data de estreia

Foto: Instagram

Depois de anos no campo do “será que um dia sai?”, a sequência de O Diabo Veste Prada finalmente ganhou data oficial. A revista Vogue cravou: o filme tem pré-estreia nos cinemas dia 30 de abril e lançamento em dia 1º de maio, reacendendo uma chama que nunca se apagou de verdade. Porque vamos combinar: poucos filmes dos anos 2000 envelheceram tão bem, atravessaram gerações e continuaram sendo referência estética, cultural e até profissional como esse.

O retorno do elenco original é, por si só, um acontecimento. Anne Hathaway volta como Andy Sachs, personagem que virou símbolo de amadurecimento profissional (e emocional) para muita gente. Meryl Streep, claro, reassume o papel de Miranda Priestly, uma das figuras mais icônicas da história do cinema recente — fria, afiada, temida e absolutamente fascinante. E sim, ele também está de volta: Stanley Tucci, o inesquecível Nigel, assistente da Miranda, agora ainda mais prestigiado depois de brilhar em Conclave. Um trio que não precisa provar mais nada.

O primeiro filme não virou clássico por acaso. O Diabo Veste Prada ultrapassou o rótulo de “filme de moda” para falar sobre ambição, poder, escolhas e o preço do sucesso. Virou meme, virou referência de figurino, virou linguagem. Miranda Priestly entrou para o panteão dos grandes personagens do cinema, e Andy virou espelho de toda uma geração tentando se encontrar no meio do caos profissional. É aquele tipo de filme que você reassiste sabendo todas as falas — e mesmo assim se diverte como se fosse a primeira vez.

Por isso a expectativa pela continuação é tão grande. Estamos esperando essa sequência há anos, especulando caminhos, imaginando reencontros e querendo saber onde esses personagens estão hoje, num mundo completamente diferente daquele dos anos 2000. Se o novo filme conseguir manter a ironia, a inteligência e o olhar afiado sobre o mercado criativo e o poder — agora em tempos de redes sociais, fast fashion e cancelamentos — o dia 1º de maio tem tudo para virar data comemorativa no calendário cinéfilo. E fashionista também, obviamente.

Trump pelo menos cumpre tudo o que prometeu no discurso de posse

Em meio à políticos que nunca cumprem promessas, o presidente laranja passa por cima de todos para realizar o que quer

Foto: X (ex-twitter)

Donald Trump voltou à Casa Branca com um discurso de posse que soou menos como promessa e mais como aviso no ano passado. O republicano deixou claro que não pretendia perder tempo entre o palanque e a prática, e as primeiras medidas confirmaram isso. Ao retomar a agenda energética, Trump voltou a mirar diretamente a Venezuela, sinalizando interesse em reativar acordos ligados ao petróleo venezuelano — um movimento pragmático, controverso e totalmente alinhado ao seu histórico de colocar a economia americana acima de qualquer constrangimento diplomático.

Outro ponto central do discurso foi o novo “tarifaço”. Trump reforçou a política protecionista, prometendo tarifas mais duras sobre produtos estrangeiros para proteger a indústria local. A lógica é simples: quem quiser vender para os Estados Unidos, vai pagar mais caro. Para aliados, isso soa como pressão; para adversários, como ameaça. Para a base trumpista, é apenas coerência. Ele voltou a defender que o comércio internacional precisa “favorecer o trabalhador americano”, mesmo que isso signifique tensionar relações históricas.

No cenário geopolítico, Trump também deixou claro que não pretende adotar um papel neutro no Oriente Médio. A promessa de intervenção direta nas negociações entre Israel e Palestina resgata a postura intervencionista de seu primeiro mandato, quando abandonou o discurso diplomático tradicional e apostou em decisões unilaterais. Para críticos, isso pode incendiar ainda mais a região; para apoiadores, é liderança firme em um conflito que se arrasta há décadas.

Já na questão migratória, Trump foi fiel ao personagem que o levou ao poder. Deportação em massa, endurecimento de fronteiras e tolerância zero com imigração ilegal voltaram ao centro do debate. Não há sutileza nem meia-palavra: a promessa é cumprir a lei com rigor máximo. Gostem ou não, Trump governa como discursou — e discursou como sempre foi. Dá pra dizer sem medo: ele não está improvisando. Está apenas executando o roteiro que nunca escondeu.

O Diabo Veste Prada 2: Teaser já é melhor que todos os filmes de 2025

Filme que fez muita gente escolher a profissão (eu, por exemplo), promete sequência triunfal

Foto: Clarín

O Diabo Veste Prada 2 finalmente deu as caras — e bastou um minuto de teaser para atropelar, sem piedade, praticamente todo o cinema de 2025, que segue cumprindo tabela com uma das temporadas mais fracas dos últimos anos. É impressionante como um simples gostinho já trouxe mais personalidade, elegância, nostalgia e poder do que dezenas de estreias que tentaram, mas não entregaram absolutamente nada. Quando Meryl Streep aparece… meu amor, é o cinema lembrando para a gente quem manda.

Esse retorno de Miranda Priestly e Andy Sachs não é só sobre continuar uma história: é sobre recuperar um brilho que Hollywood parece ter esquecido no fundo da gaveta. A química das duas é do tipo que não se replica, não se força e não se substitui. No teaser, dá para sentir o peso do reencontro, aquele choque entre passado e presente que só funciona quando os personagens se tornaram ícones culturais por mérito puro — e não por marketing.

E aí entra 2026, já abrindo o ano com a promessa de um abril histórico. O Diabo Veste Prada 2 tem tudo para ser não apenas uma continuação, mas uma experiência que o público está implorando há anos: charme, humor ácido, moda que transforma o olhar e um roteiro que conversa com o mundo atual, onde o digital engoliu o glamour clássico. O teaser indica exatamente isso — uma ponte entre eras, com Miranda ainda reinando e Andy mais madura, pronta para enfrentar velhos demônios e novos dilemas.

Se esse primeiro minuto já fez o cinema levantar das cinzas como uma fênix usando Chanel, imagina o que vem pela frente. Em abril de 2026, o mundo volta a parar para ver a mulher que não tem tempo para incompetência. E nós, claro, estaremos na primeira fila — café na mão, casaco no braço, e aquele sorriso cúmplice de quem sabe que o diabo finalmente voltou à moda. Um filme que se tornou clássico para os amantes da moda e do jornalismo que até mesmo tiveram suas profissões escolhidas por ele, promete um retorno triunfal.

Com o melhor show da atualidade, Backstreet Boys devem fazer história no The Town

Foto: MTV Music

Os Backstreet Boys são muito mais do que uma boyband: eles são um marco na história da música pop. Há 26 anos, o lançamento do lendário álbum Millennium transformou a indústria fonográfica, redefiniu o conceito de sucesso no pop e deu voz a uma geração inteira que cresceu embalada por hits como “I Want It That Way”. Esse disco não apenas consolidou a banda como fenômeno mundial, mas também ajudou a moldar a forma como a música pop seria consumida e celebrada nas décadas seguintes.

Hoje, em 2025, os cinco integrantes — AJ McLean, Howie Dorough, Nick Carter, Kevin Richardson e Brian Littrell — seguem juntos, mostrando que a verdadeira essência de uma boyband vai muito além de modismos. Cada um deles traz uma energia única para o palco: AJ com sua irreverência, Howie com sua suavidade, Nick com o carisma explosivo, Kevin com a imponência elegante e Brian com a voz inesquecível que atravessa gerações.

A atual residência em Las Vegas, realizada na arena mais tecnológica do mundo, comprova que os Backstreet Boys não vivem apenas de nostalgia. O espetáculo, considerado o mais impressionante da atualidade, é uma experiência completa de música, luzes e emoção, que tem encantado fãs novos e antigos. Viral nas redes sociais, cada apresentação se transforma em um acontecimento cultural, reforçando o peso da banda como a maior boyband do planeta. Agora, os demais artistas que lutem para transformarem os shows en grandes experiências como os BSB estão oferecendo ao público.

Com esse histórico e o atual presente vibrante, a expectativa para o show no The Town nesta sexta-feira é gigantesca. Tudo indica que será um dos pontos mais altos do festival — um momento para celebrar a música pop em sua forma mais poderosa, com os Backstreet Boys provando mais uma vez que continuam no topo, entregando emoção, qualidade e a magia que só eles sabem oferecer. A banda está em seu melhor momento, vivendo um novo auge. É o melhor show da atualidade, com um repertório pesado de sucessos e quem ver ao vivo terá grandes surpresas para guardar na memória.

Dogpool poderá estar em Vingadores: Doomsday ao lado de Deadpool

Peggy, a mascote-atriz, fez viagem misteriosa recentemente e acendeu a curiosidade de sua possível presença no MCU em 2026

Foto: TMZ

Olha só que notícia divertida para os fãs da Marvel! A mascote Dogpool, que roubou a cena em Deadpool & Wolverine, pode estar de malas prontas para integrar o aguardadíssimo Vingadores: Doomsday. Recentemente, a dog Peggy, atriz de quatro patas que tomou conta do UCM, fez uma viagem “secreta” justamente para a cidade inglesa onde estão acontecendo as gravações do novo filme dos Vingadores. Coincidência? Parece que não. Peggy já mora na Inglaterra, onde passa boa parte do ano com seus donos, quando não está viajando por aí.

O longa do Universo Marvel, que originalmente estava marcado para estrear em maio do ano que vem, foi adiado para dezembro de 2026. A justificativa oficial é dar mais tempo à produção, que envolve ajustes técnicos e algumas mudanças de roteiro e dinâmica pedidas por Robert Downey Jr. O ator, inclusive, tem sido alvo de comentários de bastidores sobre seu estresse e perfeccionismo nesse retorno ao mundo dos heróis, dessa vez como o grande vilão Doutor Destino.

Mas se a notícia de que o Deadpool estará presente no longa já deixou os fãs animados, a possibilidade de que Dogpool faça sua estreia oficial entre os heróis em Vingadores: Doomsday eleva ainda mais as expectativas. Afinal, o carisma da mascote conquistou o público e virou símbolo de irreverência. Imaginar Deadpool e Dogpool lado a lado em uma batalha épica contra uma das maiores ameaças do MCU é exatamente o tipo de tempero que só a Marvel sabe dar.

Se confirmada, a participação da Dogpool não será apenas um fan service: será um aceno à expansão divertida e caótica que o estúdio vem abraçando nos últimos anos. E, convenhamos, quem não quer ver uma cachorrinha de língua de fora salvando o universo e derrotando os vilões? Além dos sinais de que a dog pode estar atuando nos sets de filmagem de Vingadores, especialistas da imprensa cinematográfica tem levantados roteiros onde a presença de Dogpool é totalmente compatível com o filme que está em produção. Aguardamos ansiosos o retorno da mascote nas telonas!

Foto: Televisa Entretenimento

Está na hora de Taylor Swift ter o seu Super Bowl

Atual líder do pop mundial é a favorita nas cotações para ser atração principal do Super Bowl em 2026

Foto: Televisa Music

Nos últimos dias, entre um destino e outro, peguei alguns Ubers que — por coincidência ou destino — estavam tocando Taylor Swift. Como se dissesse: “Toma aqui, adolescente!”. E tudo bem, eu até entendo. Tenho essa cara mesmo. Mas a verdade é que tenho 31 anos. Gosto da Taylor, claro, mas não com a intensidade apaixonada das adolescentes. Ou, pelo menos, não gostava tanto assim.

Quanto mais essa trilha sonora inesperada me cercava — no carro, no shopping, no rádio, em qualquer lugar — mais eu comecei a entender o porquê de ela ser a dona da indústria atualmente. Foi aí que decidi: vou parar e assistir esse tal de Eras Tour. E olha… Demorei, eu sei. Mas finalmente assisti ao The Eras Tour e entendi tudo. O hype faz sentido. O alvoroço das adolescentes faz sentido. A Taylor Swift? Um fenômeno. E não é só uma grande artista — ela está em outro patamar. The Eras Tour é, sem dúvida, um dos maiores shows que uma diva pop já fez na história.

Um espetáculo de três horas que mais parece uma viagem emocional coletiva. A produção é impecável, a narrativa é bem costurada, e Taylor domina o palco de um jeito que é quase hipnótico. Mas a mágica vai além da técnica. Ela tem algo que não dá pra ensinar: conexão. Não é só presença de palco, é presença de alma. Ela olha, canta, dança e você tem a impressão de que é tudo só pra você. Ela fala com a plateia e você sente que está conversando com uma amiga. Como pode?

Poucos artistas conseguem isso. Talvez Beyoncé, talvez Lady Gaga, mas em outra chave, em outro tom. A Taylor faz isso de um jeito quase ilógico. Não dá pra explicar. Você sente. E é por isso que o Eras Tour vai além de um show — vira uma experiência que muda algo dentro da gente. Juro. Saí transformada. Ela já passou do título de “diva pop”. O que ela tem com o público dela é um fenômeno geracional que a transformou na dona da industria musical na atualidade.

A geração Z ama a Taylor por um motivo: ela traduz sentimentos, fases da vida, traumas, alegrias e tudo o que vem no meio. E faz isso com música boa, com inteligência e com verdade. A loirinha é sensacional. Com atraso, sim. Mas entendi. Taylor Swift é simplesmente uma artista completa. E The Eras Tour é um showzaço. Não é exagero, é entrega. Ela não é só pop. Ela é um acontecimento. Por esses e outros motivos, merece ter seu Super Bowl em 2026.