Autor: Opina Babi

Jornalista | Social Media, 31 anos.

Há 20 anos, Calcinha Preta revolucionava o forró no seu Ao Vivo em Belém

Parece vocalista do Shaman, mas é Marlus Viana em seu primeiro ao vivo na Calcinha Preta;

Há exatas duas décadas, a Calcinha Preta cravava seu nome na história do forró eletrônico com um dos maiores marcos do gênero: o DVD ao vivo em Belém do Pará. Gravado em 16 de abril do ano de 2005, o projeto vendeu mais de 1 milhão e 600 mil cópias, conquistando o Brasil com um espetáculo grandioso, ousado e popular como nunca antes visto no segmento. Belém virou o palco da consagração de uma banda que já era fenômeno no Nordeste e se consolidava como gigante em todo o país. Se o sertanejo considera o disco “Talismã” de Leandro & Leonardo a grande virada de chave no gênero, esse disco da Calcinha Preta foi a grande virada de chave do forró.

Esse DVD veio na sequência do estrondoso sucesso do primeiro ao vivo feito em Salvador, e não apenas manteve o padrão: elevou o nível de tudo. Em Belém, a Calcinha Preta inovou com o formato do palco que se conectava com 80 mil pessoas presentes na Arena Yamada e trouxe um repertório que simplesmente explodiu nas rádios e nos corações dos fãs. Sucessos grandiosos como “Manchete dos Jornais”, “Hoje a Noite”, “Mágica”, “Furunfa”, “Baby Doll” e “A Calcinha é Nossa” se tornaram hinos, e cada faixa nesse álbum parecia vir pronta para grudar na cabeça do público. Era um disco sem lados B — todas as músicas eram, literalmente, fenômenos nacionais.

A resposta do público que lotou a arena em Belém e vibrou a cada acorde foi imediata, consagrando a banda em seu primeiro auge conquistado em uma sólida carreira. Os arranjos de guitarra, com a assinatura inconfundível de Cloves Sena, deram peso e identidade à sonoridade da banda, aproximando o forró de outras vertentes e agradando até quem não se dizia fã do estilo. Outro ponto marcante foi a produção musical de Chrystian Lima, que entregou uma sonoridade apurada, envolvente e moderna.

Os figurinos do balé também viraram parte do espetáculo: roupas ousadas, brilhos, recortes e atitude. Junto deles, os icônicos figurinos dos vocalistas também parecia algo de novela — e isso fazia parte do charme de cada um. A estética visual da banda ajudava a comunicar que o forró também podia ser pop, fashion e contemporâneo. Silvânia Aquino, Daniel Diau, Raied Neto, Paulinha Abelha e Marlus Viana fizeram história com um estilo único visto no forró. No conjunto da obra, as vozes marcantes do quinteto fez cada canção ganhasse um toque mágico de tudo que estava sendo feito ali.

Inclusive foi também o primeiro DVD com a presença de Marlus Viana, que chegou com uma voz potente e um visual que lembrava um vocalista de banda de heavy metal, quase um cantor do Angra ou do Shaman. Mas foi justamente essa mistura improvável que deu certo. Marlus trouxe um tom romântico e explosivo que casou perfeitamente com a identidade sonora que a banda estava construindo – e ele nem precisou engolir “o navio e o mar” para isso. A Calcinha Preta mostrava que podia ter coração partido em suas letras melódicas, mas também representava muita atitude em seu repertório.

Vinte anos depois, esse álbum permanece como um marco. Não apenas para a Calcinha, mas para toda uma geração que aprendeu a amar o forró com violões marcantes, a guitarra como protagonista e as letras emblemáticas que encantam o público até hoje. Além de fazer todos furunfarem no momento de diversão. Uma banda que sempre foi muito mais do que uma revolução musical no forró: ela é a maior do Brasil, a maior do planeta — e o registro de Belém segue como prova viva desse título. Um clássico absoluto que nunca sai dos nossos ouvidos. E como sempre digo, esse foi o maior DVD de rock no Brasil, pois pra mim a banda é sinônimo de heavy metal pesado, além de forró.

Confira o Ao Vivo em Belém completo:

Álbum ao vivo do Carnaval de São Paulo é muito superior ao do Rio

Foto/Reprodução

O álbum ao vivo do Carnaval do Rio 2025 chegou e, como sempre, causa expectativa entre os apaixonados por samba-enredo no pós-carnaval. Mas, na comparação com o álbum ao vivo do Carnaval de São Paulo, fica difícil sustentar que o carioca saiu na frente. Enquanto o do Rio parece mais uma lembrança protocolar da Sapucaí, o de São Paulo entrega emoção, intensidade e uma experiência muito mais completa para quem vive o Carnaval o ano inteiro e quer se sentir dentro do Anhembi.

A diferença começa no esquenta. No álbum paulista, ouvimos o esquenta das escolas, aquele momento de aquecimento que arrepia a todos, até com a fala dos presidentes das agremiações. É ali também que o intérprete se conecta com a comunidade, que a bateria esquenta de verdade e o público entra no clima. No álbum do Rio, nada disso aparece. O ouvinte cai direto na introdução da primeira passada do samba, sem esquenta, sem alma e sem o calor da preparação.

Outro ponto que pesa é a duração das faixas. No álbum de São Paulo, cada escola tem mais tempo para brilhar: a faixa ao vivo é mais longa, com três passadas completas do samba, além do esquenta e todo momento que antecede a arrancada da escola. Já no álbum do Rio, são apenas duas passadas rápidas, quase como se estivéssemos ouvindo uma versão compacta da Marquês de Sapucaí. Para quem quer sentir a energia do desfile, não é suficiente.

Ainda no ao vivo do Rio, coisas engraçadas acontecem. A Grande Rio, por exemplo, veio com um discurso forte sobre a valorização dos curimbós e jurando que a bateria foi despontuada injustamente porque dava pra ouvir o tal dos curimbós na apresentação em segundos no desfile. Mas na gravação oficial ao vivo, esses elementos praticamente não aparecem. Mal dá pra identificar os atabaques, quanto mais sentir a força dos pontos cantados. Se nem no álbum a gente ouve, dá pra imaginar o desafio de captar isso da cabine dos jurados — onde cada detalhe deveria ser ouvido com clareza e respeito.

O álbum ao vivo é mais que um registro: é a memória afetiva do desfile. E, em 2025, São Paulo entendeu isso melhor do que o Rio. Não basta ser tradicional e ter grandes escolas, é preciso entregar uma gravação à altura do espetáculo que se viu na avenida. Enquanto o álbum carioca soa apressado e protocolar, o paulista vibra com cada batida da bateria, com cada verso do samba e com a entrega das comunidades. O Carnaval também se ouve — e, nesse quesito, São Paulo levou a melhor mais uma vez. Ao menos, no álbum carioca temos o último samba cantado pelo Neguinho da Beija-Flor e a força da Viradouro, mesmo com seu desfile burocrático. Sambas da Tijuca e da Vila Isabel surpreendem no ao vivo sendo um dos melhores do ano direto da Sapucaí.

Ouça os álbuns dos sambas ao vivo de São Paulo e do Rio na Deezer!

(Neguinho da Beija-Flor é capa do Ao Vivo, em sua despedida com título em homenagem a Laíla)

Mesmo com críticas e seus defeitos, Galvão segue sendo o melhor narrador do futebol brasileiro

Quem sobreviveu ao Paulistão na TNT, sabe do que estou falando!

Foto/Reprodução: Instagram

Galvão em 2022: “Tchau, galera. Vô aposentar!”. Galvão em 2025: “Bem, amigos da Prime Video!!”

Sim, Galvão Bueno voltou a narrar futebol com a pompa que merece sendo a principal estrela das transmissões ao vivo pela Prime Video. Sua estreia foi em um jogo do Corinthians e já tinha dado o que falar. Ontem, Fluminense x Santos foi com ele no comando — e, como sempre, os “NeymarZets” estavam atentos, prontos pra destilar veneno diante da sinceridade de Galvão. Estão doídos e não é de hoje – “ain num fala do menino Ney”… Enfim, no jogo deste domingo, muitos criticaram o tom, o ritmo, os erros e os exageros do narrador. Sim, ele comete erros. Sim, já teve narrações mais afiadas. Ele não está mais no auge.

Mas a verdade é uma só: não existe ninguém como Galvão Bueno na TV, no rádio ou no streaming. Ele é a maior voz da televisão brasileira e do futebol nacional. Não adianta forçar a barra procurando outro nome equivalente. A nova geração de narradores? Fraquíssima. Parece que foram criados narrando com o playstation no sofá de casa. É uma tentativa atrás da outra de emplacar nomes sem carisma, sem pegada, sem paixão verdadeira pela bola rolando e sem condição nenhuma de aguentarmos ouvir a voz da pessoa por mais de 90 minutos.

A Globo e o SBT, por exemplo, tentam, insistem, martelam — e nada. Porque talento não se fabrica em laboratório. E carisma, muito menos. Aliás, o que mais falta na atual geração de narradores é justamente o carisma que faz toda diferença para cativar o público neutro e os torcedores fanáticos. Como entender Tiago Leifert narrando Champions League no SBT? E se alguém teve o desprazer de assistir ao Paulistão pela TNT, sabe exatamente do que estou falando. Os narradores são um pesadelo sonoro.

Falam muito, sentem pouco. Gritam sem razão, erram nome de jogador, confundem emoção com histeria. Pavor. Nem o Gusttavo Lima grita tanto quando faz show de 5 horas. Ao menos o grito dele vem de uma voz afinada e de uma música boa. Os narradores da atualidade gritam sem motivo e com um exagero sem tamanho. É tudo tão genérico que parece que estão narrando em um aplicativo de inteligência artificial com delay.

A diferença de Galvão para os demais é que ele viveu tudo. Tem uma bagagem como nenhum outro tem. Ele carrega toda essa história na voz. Narrou Copas, Maradona, Pelé, Messi, Zico, finais de campeonatos inesquecíveis e ainda media um debate como ninguém. Ele viu a história acontecer — e faz parte dela em décadas de profissão. Por isso, quando ele grita “haja coração!”, não é só um bordão. É sua verdade, sua nostalgia e sua alma transmitida em cada lance.

Galvão tem licença poética para errar nome, se enrolar num lance ou outro e às vezes parecer perdido numa transmissão moderna. Mas quando Galvão fala, o Brasil escuta. Quando ele narra, todos sentem a emoção que poucos hoje conseguem passar ao público. Felizmente ou não, só existe um Galvão. E, mesmo com os defeitos de hoje, ele ainda é o melhor. Na verdade, ele é o melhor e o maior em tudo o que faz. O resto? O resto grita tentando ser ouvido, seja narrando ou tentando apresentar um programa. Mas voz de verdade não se improvisa ou se fabrica.

Se lembram que muitos reclamavam de Faustão aos domingos em seus últimos anos, atacando o apresentador e sempre sugerindo sua aposentadoria? Pois bem, olhem o que os domingos viraram hoje. Em seu horário, temos um Caldeirão do Huck genérico, com atrações cada vez mais bobas que vem perdendo a soberana audiência para as concorrentes Record e SBT. Faustão saiu do Domingão e hoje todos sentem falta. Galvão ainda está aí! Não esperem ele se despedir de vez para dizer mais tarde que “jogo bom era com o Galvão narrando”. Aproveitem ao máximo do que ele ainda pode proporcionar ao futebol. Quando for a hora do adeus, ninguém ocupará seu lugar com o mesmo gabarito.

Calcinha Preta: Confira o repertório e tudo que rolou na primeira gravação do Atemporal 2

Foto: Festival Atemporal

O Atemporal que aconteceu neste sábado (12), em Maceió, foi mais uma prova da força e da imensidão que é o fenômeno Calcinha Preta. O público alagoano lotou o entorno do palco 360° com uma energia que só esse evento sabe proporcionar. Os figurinos impecáveis, como sempre, deram um toque de espetáculo a cada entrada dos cantores, e as surpresas da noite deixaram os fãs em êxtase. Bell Oliver apareceu de visual novo, com o famoso cabelão que o fez ser sucesso, e foi impossível não se emocionar. Dennis Nogueira também marcou presença como convidado especial da noite e fez bonito no palco, cantando os hits que foram marcantes em sua voz na banda.

A emoção foi ainda maior com a presença de nomes históricos como Berg Rabelo, Marlus Viana e Raied Neto. A nostalgia bateu forte e a plateia vibrou com cada entrada desses ícones que marcaram gerações. Mesmo com a chuva que caiu durante o show, ninguém arredou o pé — pelo contrário, a água do céu só aumentou a emoção e deu um charme especial à noite. Silvânia Aquino estava deslumbrante, dominando o palco com seu carisma e sua voz potente. Ela é, sem dúvidas, um dos grandes pilares dessa história que nunca envelhece. Claro que Daniel Diau e O’hara Ravick também brilharam junto ao excelente repertório da noite.

No entanto, um ponto que precisa ser revisto é a organização da programação. A demora entre as atrações que antecederam o show principal deixou o público visivelmente cansado. Márcia Fellipe, apesar de ter feito o melhor show entre os convidados, teve um tempo de palco absurdamente curto, o que gerou frustração entre muitos fãs. A verdade é que o festival já passou da hora de repensar seu formato: menos atrações e mais Calcinha Preta no palco.

Desde o ano passado, o público vem pedindo isso: um espaço onde a banda possa brilhar por mais tempo, sem tantas interrupções ou interlúdios que só servem para prolongar a espera. Quem vai ao Atemporal quer viver o universo de Calcinha Preta intensamente — e isso inclui mais músicas, mais tempo de palco e uma experiência mais fluida do início ao fim.

A grandiosidade da Calcinha Preta, banda que revolucionou o forró, merece ser protagonista não só no palco, mas em toda a estrutura do evento. É preciso um olhar mais cuidadoso na organização, desde a compra dos ingressos até os momentos finais do festival. Maceió entregou mais um espetáculo, mas a altura da banda exige que o Atemporal seja cada vez mais enxuto, coeso e pensado com o coração de quem realmente entende o que significa ser apaixonado pela Calcinha de verdade. E o projeto ainda terá gravações em outras cidades neste ano. Aguardemos!

As músicas gravadas no Atemporal 2 em Maceió foram:

  • Onde o sonho mora
  • Versos e promessas (Tem mais alguém?)
  • Longe
  • A casa caiu
  • Faço chover
  • Te acho tão linda
  • Encruzilhada
  • Palavras
  • Quem sabe um dia
  • Sou assim, não vou mudar
  • Fotografias
  • Meu anjo
  • Tutti-frutti / Não se apaixone não

Quem se deu bem no sorteio do Carnaval carioca 2026?

Foto: Rio Carnaval

O sorteio da ordem dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial para o Carnaval do Rio de Janeiro em 2026 foi realizado ontem na Cidade do Samba, marcando o início da contagem regressiva para o maior espetáculo da Terra. Com a presença de representantes das agremiações e entusiastas do samba, o evento definiu as datas e a sequência das apresentações que ocorrerão no Sambódromo da Marquês de Sapucaí nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro do ano que vem.

A expectativa é grande, especialmente após as mudanças implementadas nos últimos anos que visam tornar os desfiles ainda mais competitivos e emocionantes. Em 2025, a LIESA (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro) inovou ao dividir os desfiles do Grupo Especial em três noites, com quatro escolas se apresentando por noite. Essa estrutura permitiu uma distribuição mais equilibrada das agremiações e proporcionou ao público uma experiência mais intensa e diversificada.

Espera-se que essa mesma configuração funcione novamente para 2026, com ajustes baseados nas avaliações e feedbacks recebidos. A ordem dos desfiles para o Carnaval de 2026 será crucial para as estratégias das escolas, influenciando desde a logística até a preparação dos componentes. A posição de desfile pode impactar a visibilidade e a percepção do público e dos jurados, tornando o sorteio um momento de tensão e expectativa para todas as agremiações envolvidas.

Além disso, o Desfile das Campeãs, programado para o sábado seguinte ao Carnaval, reunirá as seis escolas melhor colocadas, oferecendo ao público a oportunidade de rever as apresentações mais aclamadas. Este evento é tradicionalmente um dos mais aguardados, celebrando o talento e a dedicação das agremiações que se destacaram na competição, especialmente a campeã do ano.

Com a ordem dos desfiles definida, as escolas de samba intensificam seus preparativos, buscando superar os desafios e encantar o público com criatividade, ritmo e emoção. O Carnaval do Rio de Janeiro em 2026 promete ser uma celebração inesquecível da cultura e da paixão que movem o samba. Enredos inovadores devem ser anunciados em breve. Quem se deu bem no sorteio? Imperatriz no domingo, Viradouro e Beija-Flor na segunda e Grande Rio na terça; mas principalmente o Salgueiro, que encerra o carnaval no terceiro e último dia. Destaques para a Vila Isabel que também desfila na terça, estreando com sua dupla de carnavalescos Leonardo Bora e Gabriel Haddad.

Desfilar domingo tem sido desafiador nesse novo formato, mas com o julgamento cada vez mais nivelado, tudo pode acontecer. Se uma escola desfila no domingo ou na segunda sobrando e riscando o chão da avenida, resta as outras superá-las. E nem sempre isso é fácil de acontecer. Ainda mais hoje com o título sendo decidido em mínimos detalhes. A sorte está lançada para 2026!

Acredite: Krypto está sofrendo hate nas redes sociais

Gente tóxica tem reclamado da performance do dog no trailer de Superman;

Foto: Warner Bros

NESSAS HORAS A GENTE TORCE PRO TRUMP APERTAR O BOTÃO ATÔMICO E EXPLODIR TUDO! Criticar CGI, atores, roteiro e direção é algo normal no mundo nerd antes mesmo de um filme estrear nos cinemas. Mas agora, extrapolaram a noção de vez. Críticas incontáveis surgiram na última semana direcionadas ao querido Krypto, doguinho que promete roubar toda a atenção no novo filme de “Superman” interpretando o Supercão. O aguardado logametragem, dirigido por James Gunn, tem sua estreia prevista para 10 de julho deste ano com altas chances de ser a obra do ano na sétima arte.

O personagem Krypto, tradicionalmente conhecido nos quadrinhos como o leal companheiro de Superman, terá um papel significativo na nova adaptação cinematográfica. Historicamente, ele é um cão originário de Krypton, enviado à Terra, onde desenvolve habilidades semelhantes às de Superman. Um pulo dele derruma muita gente. Nos quadrinhos, ele simboliza a conexão de Clark Kent com suas raízes kryptonianas e oferece apoio emocional ao herói, o ajudando em importantes momentos.

No filme de Gunn, Krypto manterá essa origem alienígena, reforçando sua ligação profunda com Superman. A inspiração para a inclusão de Krypto no filme veio do próprio cachorro de James Gunn, chamado Ozu. O cineasta adotou Ozu durante o processo de escrita do roteiro e compartilhou que o comportamento desafiador do animal o fez refletir sobre como seria lidar com um cão superpoderoso. Essa reflexão levou à decisão de integrar Krypto à narrativa do filme. 

Diferentemente de algumas adaptações anteriores, onde Krypto possuía a habilidade de falar, James Gunn esclareceu que, nesta versão, o Supercão se comunicará apenas por meio de latidos, mantendo-se fiel ao comportamento canino realista. Além disso, Gunn destacou que embora Krypto seja frequentemente retratado como um cão branco genérico, sua versão no filme será multiversal, não se encaixando necessariamente em raças terráqueas específicas.

A presença de Krypto no filme de Superman promete adicionar uma camada emocional e nostálgica à história, explorando a relação única entre o herói e seu fiel companheiro canino. No trailer lançado recentemente, o público pode ver que o dog será muito espuleta e sagaz. E foi justamente isso que incomodou algumas pessoas. Estavam reclamando que ele pulou demais durante sua performance em minutos de trailer. Onde já se viu isso?!

Bom, os fãs sensatos aguardam ansiosamente para ver como essa dinâmica será retratada nas telonas. Segundo críticos americanos que assistiram a uma exibição do filme na semana passada, “Superman” tem um tom leve na sua história e promete ser mais coração do que razão. Vindo de James Gunn, a expectativa só aumenta para vermos toda ação de David Corenswet e seu escudeiro Krypto.

Foto: DC Comics